História Give Love A Try - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~somersquad

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Hailey Baldwin, Jailey, Justin Bieber
Visualizações 111
Palavras 2.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EDITANDO A FANFIC QUEM QUISER LER NOVAMENTE FIQUE A VONTADE. AMO VCS.

Capítulo 14 - I miss


14. Eu sinto falta.


C A N D I C E   J A M E S


-Então parece que já se conheceram. - diz Justin ao chegar. - Como você está, senhorita?


-Eu estou bem, obrigada. Ahn... Acabei de conhecer o Alfredo Flores, nós estávamos... Nos apresentando quando você chegou.


-Sim! E eu ainda não disse quão é prazeroso conhecê-la, senhorita James. - Alfredo se pronuncia.


-O prazer é todo e unicamente meu, Alfredo. - digo irônica, sorrindo sem descolar os lábios.


-Sem querer atrapalhar vocês, gostaria de conversar com você senhorita James, como o combinado. - Justin dispara na frente, dirigindo-se para seu gabinete.


-Vejo você, Candice James. 


-Vejo você. Alfredo Flores.


Uma vez que não posso tirar conclusões precipitadas sobre qualquer coisa que passara no meu campo de visão, o Flores é o tipo de pessoa que me fez pensar em poucos minutos, diversas intuições para qual me cabe a dúvida se de fato são precipitadas. 


-Agora eu que pergunto, como você está? Você me ligou um pouco nervoso. 


-Desculpa se eu soei grosseiro ao telefone. Está acontecendo uma coisa aqui e isso me deixou muito irritado.


Sorte que eu conheço o seu outro lado, se não, eu diria que ele é o tempo todo assim.


-Que tipo coisa? - pergunto.


Ele faz uma pausa antes que pudesse me responder. Estava sentado em sua cadeira e de lá dirigiu-se à um móvel onde havia umas bebidas.


Enquanto eu ouço a garrafa de vidro trincar o copo junto ao silêncio de Justin, faço uma breve passagem pelos meus pensamentos tentando refletir, ou melhor, encontrar uma resposta antecipada sobre o que  justifica sua angústia. Mas não a  faço idéia do que possa ser.


-Bom, ainda não sei o que realmente está acontecendo, mas tenho uma dúvida sobre estarem roubando a empresa. - ele dá um só gole na sua bebida.


-O que? - digo realmente espantada com o que ele dissera. -  Como assim?


-Eu já havia presenciado isso antes, mas hoje se repetiu.


-Vai mesmo ficar enrolando, ou vai contar Bieber?


-Peguei um dos portfólios que eu havia passado para você hoje, e acabei deixando cair uma folha no chão. Quando vi que se tratava de um balanço, peguei para colocar no lugar certo. Mas o engraçado, é que há dois deles de mesma data com contagens diferentes... As contas não fazem sentido algum, como se um  fosse original e o outro, você sabe... - explica.


-Falsificado? - digo, ele balança a cabeça em um sinal positivo. - Não! Não acredito nisso. Isto é muito grave. Tanto a sua acusação, quanto uma pessoa daqui estar fazendo isso. - ele bufa impaciente.


-Suspeita, James. Não fiz acusações.


-Mesmo assim, Justin Bieber. É uma chance em um milhão acontecer um desvio aqui. Além disso, a empresa é praticamente povoada de amigos seus ou da família - um verdadeiro nepotismo -. Na minha concepção, está tendo uma conclusão cedo demais e se estressando atoa. 


-Oh, o que explica os balanços duplos? - pergunta ascendendo um cigarro.


-Bom, eu acho que houve um erro de digitação, ou algo parecido. Então fizeram uma correção e acabaram se atrapalhando,  liberando as duas folhas. Essas coisas acontecem, caramba. - respondo. - Jura que não passou isso na sua cabeça?


-Eu pensei nisso. 


-Oh, pensou? E o que lhe fez mudar de idéia para uma situação mais suspeita?


-Hmm... Eu me peguei um dia desses assistindo uma novela, onde abordou esse assunto. Fiquei estranhamente assustado com a coincidência e resolvi falar com você antes de contatar qualquer pessoa daqui. 


Eu não acredito que ele é tão imprevisível, a ponto de me surpreender com o simples fato de dizer que assistiu a uma novela, e tirou toda idéia de estarem o roubando de um capítulo da mesma.


-Justin Bieber assiste novela. Isso é hilário. - digo entre risos.


-Eu sei, é ridículo. - ele reconhece. - Mas foi um único capítulo, senhorita deboche.


-Oh. Ok! Mas eu vou verificar isso direito, vou passar no financeiro e exigir copias exatas desde do primeiro dia que você teve essa observação, até os dias atuais. Uma pequena investigação, digamos. 


Levamos um tempo conversando e  quis falar ao Justin sobre eu ter "conhecido" a Ashley. Eu poderia ter falado a respeito desde quando ele saiu do elevador, mas acontece que eu estava com receio de sua reação. Também penso na questão de, o que eu iria ganhar com isso, e o óbvio é que não tenho nada a perder, mas muito menos ganhar. Então eu ainda vou manter isso comigo, pois é capaz de eu estragar alguma coisa, com outra que não me diz respeito e ainda ficar uma situação chata entre mim e Justin. Eu não quero que isso aconteça. Ainda mais que talvez poderemos ter uma viagem juntos[…].


-Talvez. Vai depender do meu tempo no meu escritório, tenho muitas coisas atrasadas para organizar. Mas, já adianto que é a trabalho. A trabalho, Jade. - digo ao sentar à mesa.


-Sei... A trabalho. Se estivesse pensando formalmente nessa viajem, você não iria nem me contar. 


-Jade... 


-Jade não, Candice. Você age como se eu não lhe conhecesse. Você está a pensar uma coisa e me diz outra para driblar os pensamentos de segundas intenções. - diz ela patenteando toda sua segurança nas palavras.


-Você é louca! Tudo o que você pensa que sabe de mim, é ilusão sua, ainda quer se convencer, e me convencer de que isso é verdade.


-E você pensa que me engana.


-Você não entende... 


-Você sempre fala isso, mas no fim, sempre estou certa. - ela rebate.


-Sis, mesmo que eu estivesse interessada no Justin, você tem que entender que ele é, casado. - retruco enfatizando as sílabas da minha última palavra.


-Primeiro, você não está interessada naquele homem, depois de tudo que me contou, é mentira sua. Segundo, traição existe... Você mesma disse que acha que há alguma coisa entre a Ashley e outro rapaz.


É muito difícil conversar e ter Jade como amiga. Ela sempre tem uma resposta para cada coisa que eu falo, independente se ela está certa ou não. E ainda por cima, quer me corromper a todo custo por causa de um pênis.


-Mas não falei em traição. - respondo com relutância. - Até que se prove o contrário, o Justin traiu ela comigo. E o jeito que ele falou dela para mim, apesar de nós termos nos apenas nos beijado, ele parece amar muito ela. 


-Percebo então que na sua explicação tem um pouco de "Gosto dele, mas não sei se ele sente o mesmo por amar outra". 


-Para de distorcer tudo que eu falo? Obrigada. 


-Candice, eu quero que você entenda. - diz ela colocando sua mão sobre a minha. - Eu só quero a sua felicidade,  e confesso que as vezes eu passo dos limites empurrando um alguém para você. Mas eu acredito que dessa vez, há sentimento, pelo menos da sua parte. Mesmo que você não sinta algo definitivo, por ser muito cedo,  você demonstra que tem um carinho por ele, assim como nas vezes em que ele cuidou de você por causa do Chris.


-Querida, o que eu quero que você entenda, pelo menos se você acha que há alguma coisa, é que tudo tem sua hora. E no momento, eu não quero nada dele além do trabalho e da amizade. E outra coisa, eu sou feliz. Não preciso de um homem para me sentir bem.


-Admiro muito essa sua segurança. Mas como lhe conheço muito, sei que não vai durar.  - diz ela dando-se por vencida finalizando aquele assunto.


Eu gostaria de afirmar as palavras dela, dizer um "Sim Jade, eu estou gostando dele". Estaria eu, tirando uma geladeira das costas, que é o que significa essa pressão sobre mim. Mas eu não consigo. Não consigo, porque não é fácil falar de sentimentos. Pelo menos sentimentos não totalmente concretizados. Não é que eu queira negar o que eu sinto aqui dentro, longe disso. Eu só não quero afirmar e criar falsas esperanças diante do incerto.


Passamos o nosso almoço conversando sobre diversas coisas, como de costume. Na verdade Jade conversando comigo, pois ela fala mais que qualquer pessoa na face dessa terra. E quando o assunto é o tal casório, sangue de Jesus. 


Ela está ultra empolgada com cada detalhe do casamento, bom, eu também estaria eufórica no lugar dela, não é todo dia que nos casamos. Mas tudo é exaustivo até de ouvi, as vezes me deixa meio perdida em tantas palavras derivativas de artigos festivos. Embora eu esteja feliz por isso está acontecendo com ela, é um momento único e dela.


Já em casa, finalmente posso relaxar e dizer "Cheguei". Um banho nunca foi tão desejado por uma pessoa,  quanto por mim agora. Eu me encontro tão cansada, que abrir o registro do chuveiro foi uma guerra. 


Com o calor que fazia, a água quase fria  que caia sobre minha cabeça, além de me relaxar me fez refrescar a memória, de que ainda terei que dar a resposta ao Justin sobre a viagem.


Oh, Dubai... Não seria uma má ideia aceitar. Lá costuma ser um lugar extremamente maravilhoso para se visitar. É uma pena ter que ir só à trabalho, não  terei tanto tempo para aproveitar.


Após meu longo banho, noto que meu tablet havia uma chamada perdida via FaceTime.  Minha mãe. Fazia tanto tempo que nós não nos falamos, que só a notificação, me deixou feliz.


-Candice, minha filha! Que saudades de você! - diz mamãe com certa euforia e isso me fez sorrir.


-Mãe! Sinto tanta saudade também. - digo com os olhos quase marejados. - Como está?


-Eu estou bem, meu amor. Você que parece não está tão bem assim. Está com a feição tão cansada, Candy...- diz ela observadora. 


Minha mãe é como se fosse meus sentidos. Tudo o que eu sinto aqui, transmite para ela, lá. É como se fosse telepatia ou sei lá. Só sei que nossa conexão é de grande apreciação, e eu não gostaria de quebrá-la com esses meus afastamentos.


-E estou, mãe! Acabo de chegar de uma viagem a trabalho. Mega cansada. E antes que fale, sei que eu não preciso me dispor a isso por causa de trabalho. Mas é a minha profissão. Apesar do cansaço eu gosto do que eu faço.


-Quero que você saiba, que eu e seu pai nos preocupamos com você,  Candice! Por isso que sempre falamos isso. Sua saúde, é importante para a nossa saúde! 


-Eu sei mãe, e concordo com você, ok? Eu estou bem, minha saúde está ótima. Só o cansaço que está presente, mas nada que uma boa noite de sono não resolva. - digo tirando a toalha que enrolava meu cabelo molhado. - E quanto ao papai?


-Seu pai está no banho, ele está bem. Enquanto você se mata de trabalhar, estávamos  em um cruzeiro essa semana. Chegamos a pouco tempo também.


Eu invejo tanto os meus pais, eles sempre estão com os amigos, em cruzeiros, festas no rancho... Eu espero que eu chegue a idade deles, curtindo desse jeito.


-Oh, mãe isso é ótimo! Espero que tenham curtido bastante. 


-E como curtimos. - sorri lindamente. - Tenho tanto o que conversar, mas quero que agora você descanse. Eu posso ligar depois. 


-Eu adoraria falar com o papai, mas sei, que ele não vai sair tão cedo do banho.


-Sim! Você teve a quem puxar. - diz mamãe nos fazendo  gargalhar em uníssono. - Mas ele pode falar com você depois. Só de saber notícias suas, ele já vai ficar bastante feliz.


-Oh, mãe! Eu te amo tanto. Falar com você agora foi muito bom, de verdade! Estou muito feliz. - digo com um sorriso bobo e enorme no rosto.


-Eu também te amo, filha. Se cuida por favor, Candice!


-Pode deixar, mãe. Fala com o papai,  que também o amo. E sinto muito a falta de vocês.


-Também sentimos a sua falta. Agora descanse. Beijo. - responde mamãe gesticulando a boca e eu retribuí, em seguida desligando.


Depois disso, subitamente o cansaço me pega de jeito me fazendo adormecer.


Depois de algumas horas de sono, acordo percebendo meus movimentos um pouco limitados, parecia que haviam me espancado ou algo do tipo. Ao me sentar na cama, sinto minha cabeça latejar de forma brusca, junto á uma insuportável dor no pescoço e nas costas, de modo que me faz deitar novamente. O espiro que repentinamente dou, logo após os sintomas que eu senti, já denuncia que eu estou com um  possível resfriado.


Assim, tudo o que eu precisava, se encontrava ao meu lado no criado mudo, sem eu ter precisão de levantar da cama nesse estado.


Os remédios foram o último empurrão, para que eu ibernasse de vez.


    

            J U S T I N   B I E B E R


Chegar em casa depois de um longo dia de trabalho, é um alívio. As vezes pode parecer fácil estar simplesmente sentado naquela cadeira de presidente, mas quem pensa isso, não sabe o verdadeiro significado do peso que ela me traz.


Meu pai estava o tempo todo certo,  de que se eu não estivesse preparado na hora certa, eu poderia em um passo errado, deixar tudo fugir das minhas mãos. É um trabalho duro.


E para completar, semana que vem, já terei que me deslocar para o outro lado do mundo. Será a inauguração de uma filial da Bieber Enterprises Inc. em Dubai. Me sinto feliz, por estar dando continuidade ao sucesso mundial da empresa da família. Essa é a primeira maior façanha feita em meu governo, e se meu pai estivesse aqui, estaria super orgulhoso de mim.


-Onde está o carro da Ashley? - pergunto ao chofer.


-Ela saiu, senhor. E pediu para avisar que foi à casa de uma amiga.


Eu as vezes não sei o que fazer com essas saídas da Ashley, ainda mais à noite. Eu sei que ela não pega tanto no meu pé em relação as minhas, mas quando eu quero ela para mim, minha mulher, nunca está disponível. Eu já sofro com ela ficando dias fora de casa, e ainda mais essa.


Está indisposta, ou está cansada de viagem, ou está na casa de alguma amiga e acaba chegando tarde. E eu ultimamente tenho ficado sempre deixado de lado, tendo que ficar assistindo vídeos pornô pra me satisfazer.


Não que eu não goste de bater uma punheta na hora do banho, até porque isso me relaxa demais. Mas é diferente de ter uma mulher presente.


E hoje já deve estar fazendo um mês e meio que não fodo, o que já está se tornando normal na nossa relação.


Lembro bem quando Khalil havia dito no jantar de meu noivado,  "Uma vez casado, diga adeus as relações sexuais", mesmo sem ele ter se casado alguma vez na vida, suas palavras estavam mais do que certas.


Mas não é só sexo que faz uma relação. É o carinho, os beijos, os "eu te amo", a parceria... Enfim, troca de afetos como um todo. Eu nunca pensei que eu estaria dizendo isso algum dia, porque carência nunca combinou comigo. Mas eu  não vou mentir, eu sinto falta disso, porra.


Após o jantar, saio na sacada do quarto para fumar e arejar a cabeça, e me encontro pensando, em centenas de coisas insignificantes.  Como, o porquê de termos duas piscinas, sendo que hoje em dia, mal usamos uma. Ou o porquê de termos um forno de pizza na cozinha gourmet, sendo que acabamos sempre comprando-as pronta.


Nada faz sentido.


E assim se vai pelos ares, meus pensamentos, a fumaça esbranquiçada soltada pela minha boca e a estrela cadente que corria no céu. Isso foi poético. Nos meus fones de ouvido, meu jazz favorito "All Night Long" de Aretha Franklin. Apesar de a letra não condizer com o certo momento, essa música é ótima para relaxar.


Penso que talvez, Ashley deva fazer essa viagem comigo até Dubai, e não a Candice. Seria um modo de termos uns dias só para nós, sem ninguém para nos atrapalhar.


E é bom que a Candice não tenha me dado uma resposta precisa,  assim não iria desapontá-la ao substituir minha companhia.


Penso também que Ashley deva estar sentindo falta dos bons tempos do meu 'eu' presente, desocupado, levemente romântico e despreocupado, que a levava para cima e para baixo, cruzando diversas fronteiras, estando sempre em nossos países favoritos, assim como eu também sinto.


Por isso, não hesitei em mandar um email para minha secretária, exigindo que ela estendesse meus dias em Dubai e reservasse uma suíte no hotel em que foi nossa lua de mel. Ela ama aquele lugar, tenho absoluta certeza de que ela vai aceitar.





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