História Give Me Love - Jungkook BTS - hiatus - - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Golden Maknae, Imagine, Jungkook, Kook, Kookie, Romantico
Exibições 43
Palavras 1.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii meus amores!
Tudo bom?
Fanfic nova, espero que gostem.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1


  Balançava meus pés, como uma criança naquela poltrona dura e desconfortável. Igual a de todos os hospitais. Sinto uma leve brisa, bater nos meus finos fios de cabelo castanho, curtos e sem vida, devido aos medicamentos   Me lembrei da época, em que eles eram grandes e cheios de brilho. Meu pai, adorava fazer várias tranças. Sempre colocava um acessório, para enfeitar. Uma grande saudade, bateu em meu peito, me fazendo suspirar.

  -Tudo bem filha ? - minha mãe perguntou se preocupando com o meu suspiro repentino.

  -Sim. - falei e ela apenas sorriu, voltando a atenção á uma revista que possuía em suas mãos. Como uma forma de passatempo. Bem, ela sempre foi uma mãe super protetora. Sempre fez o possível e impossível, pra me ver bem. Desde a morte do papai, ela nunca mais se relacionou com ninguém. E dedicava o seu tempo, exclusivamente a mim. Eu sempre me sentia mal por isso. 

  Eu sou um peso. O qual ela não pode mais carregar. Caso eu morra por essa doença, espero que as coisas melhorem. Quero que ela se torne uma pessoa feliz, e viva sua vida do melhor jeito possível : Amando e sorrindo.

  -Srta. Clara Miller. - uma enfermeira chamou o meu nome, indicando que seria nossa vez para ir a sala do medico. Aish, mais uma chata e longa consulta. Eu já sei que eu estou péssima, e posso morrer a qualquer momento. Isso é apenas uma ilusão, para que eu me sinta bem. Nos levantamos, e pude ver várias pessoas naquela sala de espera. Segui minha mãe, e entramos na sala do Dr. John, que nos recebeu com um sorridente "Bom Dia!". 

Minha mãe logo respondeu, e eu apenas assenti com a cabeça. 

  - Como está nossa paciente? - ele perguntou, enquanto eu sentava na cadeira, que ficava de frente pra sua mesa. 

  - Hum, bem.. - respondi. - Só que ultimamente estou sentindo um pouco de tontura e enjoos.. - falei me recordando. 

  O Doutor John fez uma expressão que não consegui compreender muito bem. Era um misto de preocupação e seriedade, que ele tentava disfarçar. 

  Depois de um tempo, tínhamos acabado o exame de check-up. 

  - Senhorita Clara, poderia aguardar lá fora. Preciso ajustar algumas medicações com a sua mãe, e já finalizamos o seu exame

  - Tudo bem. - falei estranhando aquilo. - Mãe, vou pegar alguma coisa na lanchonete. Você quer? - perguntei, pois vim para o hospital de jejum, e estava com muita fome.

  - Não filha. Já, já, eu vou lá. - ela disse. 

  Concordei, e sai da sala. Eu estava descendo aquelas vazias e frias escadas,e às vezes encontrava com algumas pessoas. Doentes e seus acompanhantes.

  Quando percebi que havia deixado o meu celular, e o dinheiro que estava na capinha do mesmo, na sala do Doutor. 

  Voltei, enfrentando aquelas longas e cansativas escadas. Estava quase abrindo a porta, daquela última sala, que ficava no final do corredor. 

  - Bom.. É uma coisa difícil, mas eu preciso lhe informar. 

  - Pode falar, doutor.. 

  - A leucemia da sua filha, já está em um estágio muito avançado.. E...Não podemos fazer nada. Me desculpe. 

  Eu fiquei ali, parada. Com a mão naquela maçaneta, sem conseguir fazer nada. Senti meu rosto ficar molhado, e esquentar. Senti meu coração acelerar. E a única coisa que consegui fazer foi correr. Eu precisava sair daquele lugar. 

  Eu corria. Fugindo. Fugindo de tudo. Querer morrer, é uma coisa. Agora, saber que você está próximo de morrer, e não pode fazer nada é uma coisa totalmente diferente. 

  Estava completamente distraída, imersa em mil pensamentos. E acabei esbarrando em alguém, na calçada. 

  - Desculpa.. - falei com a voz fraca e quase imperceptível. Voltando a "fugir". 

  Acabei chegando em um lugar mais afastado, onde podia se ter uma vista relativamente bela, da cidade. 

  Sentei-me, naquela grama verde, onde guardava lindas tulipas roxas. Aquele lugar exalava um cheiro muito bom, e as flores acabavam me acalmando. 

  Fechei meus olhos, respirando fundo. Deixando aquele odor preencher meus pulmões. Senti uma mão em meu ombro, me fazendo ter um leve susto e abrir meus olhos rapidamente. 

  Subi meu olhar, fitando aquele estranho e ao mesmo tempo, familiar corpo. Olhei aquela boca carnuda, e um pouco rosada, até chegar à aqueles negros e bonitos olhos. Acabei ficando ali, encarando aquela pessoa. Quando me dei conta que era um completo estranho, e poderia me fazer mal. 

  - Quem é você? - falei, voltando a minha sã consciência, e me afastando um pouco. 

  - Calma. Eu não irei fazer nada. - ouvi aquela voz, que era calma e doce. - Você acabou se esbarrando em mim.. E eu decidi vir ver se você estava bem... - ele disse um pouco constrangido. Talvez tinha um pouco de vergonha, em relação à garotas. 

  Eu deveria não respondê-lo, e sair correndo dali, mas algo nele, me passou uma energia tão positiva.. E uma segurança inexplicável. 

  - Eu estou bem. - falei um pouco seca. 

  - Hum.. Não parece. - ele falou, tombando um pouco a cabeça para o lado. - Você está chorando. 

  Foi quando, me dei conta de que as minhas lágrimas, ainda não tinham cessado. Meu rosto estava completamente molhado, e meus olhos estavam um pouco avermelhados.

  -.... - não o respondi, apenas desviei meu olhar para uma flor que estava na lateral dos meus pés, abaixando a cabeça. 

  Ele segurou meus ombros, me dando um leve susto por tal ato. Fazendo-me sentar na grama. Logo ele também sentou-se ao meu lado. 

  Ficamos em silêncio por um longo período. Apenas observando a linda paisagem. 

  - Porque você estava chorando? - ele perguntou, sem desviar o olhar daquelas lindas flores. 

  - Bem..   Acabei de receber uma notícia, que me abalou... Um pouco. - falei receosa. Todos que descobriam meu problema, queriam se manter afastados. E estranhamente, eu não queria que ele fosse mais um. 

  - Hum.. - ele pareceu pensar. - Desculpe me intrometer, mas o que seria? - ele disse. 

  - Ah.. É que.. Bom.. - dei um profundo suspiro, logo continuando. - Desde os meus 10 anos, eu desenvolvi uma leucemia.  Só que ela só foi descoberta aos meus 16 anos. Ou seja, ano passado. E ela acabou ficando muito desenvolvida, sem o tratamento. E hoje descobri que ela está em um estágio muito avançado. E talvez eu tenha pouco tempo... - disse, deixando algumas lágrimas caírem. Rapidamente, senti seus braços ao meu redor. Em um abraço. 

  Aquele abraço era quente. Sua respiração, bateu contra meu pescoço, me causando um arrepio. Podia sentir seu coração, e o calor que transmitia. Era reconfortante. 

   Seu cheiro, era algo indescritível. E acabava se misturando com o perfume das flores. Parecia que meus sentidos, tinham falhado. Eu estava completamente, desnorteada. Perdida em meio aqueles braços. 

  Retribui o abraço, apertando mais ele. Acabei molhando um pouco seu moletom, que tinha uma coloração escura de azul. 

  Ficamos assim por um tempo. E logo nos separamos. Ele delicadamente, passou seu polegar no meu rosto, limpando as lágrimas que tinham escorrido. 

  Novamente, o silêncio se fez presente. O clima entre nós estava bom, mas ao mesmo tempo constrangedor... É difícil explicar, mas era como se o silêncio, fosse mais reconfortante que palavras. 

  O 'bom' silêncio de minutos, foi cortado por suas palavras. 

  - Hum.. Acho que está na hora de eu ir... - falou ainda concentrando sua visão na paisagem a nossa frente. 

  Apenas o observei levantar, e passar as mãos na sua calça, limpando os pequenos grãos de terra. Me levantei, ficando a sua frente. 

  - Obrigado. - falei timidamente, entrelaçando minhas mãos, e abaixando minha cabeça, deixando uma mecha de cabelo escorregar e cair sobre meu rosto. 

  - Não fiz nada de mais. - ele disse, afagando meus cabelos, abrindo um largo sorriso.

  Um lindo sorriso. 

  Ele retirou sua mão de meus cabelos e, colocou-a, em seu bolso. Me olhando profundamente, como se quisesse guardar cada detalhe. Logo se virando, pra ir embora. 

  - Ei! Espera! - falei chamando sua atenção. E ele logo parou de andar, se virando em minha direção. - Meu nome é Clara. Clara Miller. E o seu? - falei. 

  - Jeon....Jeon Jungkook. - ele disse, sorrindo discretamente. 

  - Hum. Você volta aqui, Jeon? - perguntei intrigada. 

  - Talvez. - ele disse. - E você? 

  - Talvez. - o respondi, com suas mesmas palavras. 

  Ele deu uma leve risada, se virando e indo embora. 

  Deixei escapar um suspiro.

  Jungkook.... Jeon Jungkook.... 

  


Notas Finais


Hum.. ClaKook rs'
Espero que tenham gostado.
Até o próximo capítulo!

~BeijosDeLuz
~TiaPamy ❤


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