História Give Me Love * Min Yoongi * (Suga) - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), BEAST (B2ST), Block B, EXO, IKON, IMFACT, K.A.R.D
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Sonyeondan, Bts, Min Yoongi
Exibições 209
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!! ^^

Capítulo 37 - Nightmare


Fanfic / Fanfiction Give Me Love * Min Yoongi * (Suga) - Capítulo 37 - Nightmare

(...)

Levantei minha vista para os seus olhos e eu sentia que cada vez mais meu corpo esfriava e minha visão ficava turva, eu não aguentava tantas informações vindas do assassino dos meus pais.

O chão parecia estar cada vez mais aberto, para eu cair em um buraco sem fim e ser esquecida nas sombras de uma vida que nunca vai melhorar, eu apenas senti braços envolverem meu corpo assim que meus joelhos falharam e tudo a minha frente simples não existia mais, eu apaguei sem mais cerimônia.

...

Eu sentia o meu corpo adormecido, meus reflexos estavam completamente lentos e sentia que havia uma luz forte direcionada em meu rosto.

Tudo ao meu redor estava desfocado e era extremamente claro, tive que piscar várias vezes até conseguir enxergar bem e então vi uma pessoa sentada ao meu lado, lendo um jornal, com a perna apoiada na outra de modo atraente.

Porém os últimos acontecimentos antes de eu apagar vieram me atormentar e então eu senti lágrimas descerem rapidamente por minhas bochechas ao lembrar que quem estava ao meu lado, era o responsável por desaparecer com meus pais e arruinar com a vida da minha irmã.

Ouvi páginas do jornal serem movidas e então senti um olhar fixo em meu corpo, me deixando com medo.

-Anna_ouvi sua voz chamar e continuei não lhe olhando.

Senti sua mão segurar meu maxilar, me fazendo olhar para ele a força.

-Você é mesmo muito fraca, não aguenta ouvir a verdade e não chorar ou ter um desmaio_ele disse ainda segurando meu rosto com força.

-O que você quer?_perguntei sentindo meu coração apertar.

-Eu quero você, Anna_ele disse sério.

-Para que? Já não basta ter destruído a vida da Aurora e a minha até agora? Já não basta ter me engravidado e me feito perder o bebê...

Paralisei no momento me lembrando que eu estou grávida agora, eu ainda estou grávida, não estou? Olhei para baixo vendo minha barriga do modo como antes estava e me perguntei se havia algum ser ali dentro.

-Se você está se perguntando se está grávida, a resposta é sim, um médico veio te examinar e disse que você não abortou e está bem do problema que antes tinha, ou seja, já podemos foder_ele disse com um sorriso maldoso.

-E não vou deixar você tocar em mim novamente, seu assassino_eu disse e então mordi sua mão com força.

Vendo ele fazer uma expressão de dor e retirar sua mão do meu rosto.

-Essa era a reação que eu esperava... Ótimo saber que você sabe reagir_ele disse maldoso acariciando o local que eu mordi - Mas eu também sei revidar_ele disse e então senti meu rosto ser atingido com muita força por sua mão.

Ele havia me dado um simples tapa, que emanava dor e queima por todo o meu rosto, como se ele tivesse me atingido com algo muito mais forte do que uma mão humana.

Fechei meus olhos sentindo cada vez mais arrependimento de algum dia ter acreditado que ele poderia ser alguém bom lá no fundo, de ter confiado meu corpo em suas mãos, de ter me apaixonado por alguém como ele.

-Eu odeio você, Min Yoongi, espero que morra do pior modo, que você...

Ele tapou minha boca com sua mão e negou com a cabeça, fazendo um barulho de desaprovação com a boca.

-Eu sei que você me ama, só está com raiva, eu não pretendia te dar um tapa, mas as vezes você pede para ser agredida das piores formas_ele disse retirando a mão dos meus lábios.

Senti seus lábios nos meus e tentei de todas as formas lhe afastar, porém ele sempre será mais forte do que eu sou.

Suas mãos seguraram meus pulsos repousados acima da minha cabeça, enquanto seu corpo estava apoiando seu peso no meu, me deixando paralisada.

Mordi seu lábio sentindo certo gosto de sangue e então ele afastou o rosto do meu.

-Você é uma vadia muito abusada_ele disse com raiva.

Senti suas unhas sendo cravadas na pele dos meus pulsos e então gemi de dor.

-É bom machucar os outros, não é vagabunda?_ele totalmente possesso.

-Me solta_implorei sentindo suas unhas perfurarem minha pele.

Ouvi baterem na porta e então senti ele me soltar e sair de cima do meu corpo rapidamente, me deixando perceber que eu me encontrava em seu quarto e em sua cama.

Vi o Senhor Min ir em direção a porta e então me sentei na cama, me sentindo ainda muito fraca, e olhei para os meus pulsos, havia algum sangue nas fissuras que ele causou.

Assim que ele abriu a porta eu ouvi a voz do ser mais repugnante desse universo, soar.

-Amor... Me deixa entrar, eu quero te fazer uma coisinha_ela disse fazendo meus na guerra ferver.

-Agora não Yangmi, estou ocupado_ele disse sem paciência.

-Mas Amor, você não quer o quê eu tenho a te oferecer?_ela se ofereceu vulgarmente.

-Não, já tive tudo o que queria de você, agora vai embora_ele mandou.

-Mas amor..._ela gemia me enjoando.

-Você é surda sua vadia? Cai fora_mandei totalmente fora de mim.

Vendo o Senhor Min me olhar e a Yangmi perceber que eu me encontrava aqui.

Seus olhos contornados por um delineado totalmente exagerado, se semicerraram para mim e eu vi ela ranger os dentes.

-O que essa vadiazinha está fazendo no seu quarto, Yoongi?_ela se achou no direito de perguntar.

-Não começa_ele disse e fechou a porta na cara dela, se virando na minha direção.

Porém vi a porta ser aberta rapidamente e aquela mulher descontrolada entrar por ela, vindo na minha direção com fogo nos olhos.

Apenas me encolhi ao sentir sua mão entrar em contato com a minha face, eu esperava alguma defesa do Senhor Min, porém ele ficou apenas assistindo ela me atacar.

Então eu joguei um copo que se encontrava no meu criado mudo, na cabeça da Yangmi, sentindo ela cair em cima de mim e a empurrei no chão, saindo desesperada da cama.

Senti os braços do Senhor Min envolverem minha cintura e só tive o reflexo de acertar com toda a minha força restante suas partes íntimas com o meu joelho, vendo ele cair ajoelhado e totalmente vermelho.

Corri, apenas corri desesperada para fora da casa e vi o portão aberto, pois havia um carro entrando.

Eu tentei com todas as minhas forças correr para muito além daquela grade e consegui passar muito rápido, não tendo tempo para recuperar meu fôlego ou prestar atenção que minhas pernas já não aguentavam mais correr.

...

Não sei por quanto tempo corri, só sei que estava em um local cheio de comércio, com todos os meus músculos doendo, com meu coração a mil, e sentindo que eu não aguentaria por muito tempo carregar uma criança em meu ventre.

Me sentei em uma calçada, vendo as pessoas passarem por mim e me olharem com curiosidade, eu deve estar horrível, sinto os machucados que a Yangmi conseguiu me fazer com aquelas garras falsas dela.

Abaixei minha cabeça aos prantos, eu não tenho para onde ir, o que comer, como sobreviver nesse frio.

Eu não sabia que horas eram, que dia era, e por quanto tempo iria conseguir ficar longe daquele inferno, mas eu precisava muito tentar, por esse filho e por mim mesma.

Me levantei, caminhando pelas ruas e comércios desconhecidos, aqui parecia ser o centro de Gangnam, afinal todos estavam bem vestidos, alguns em seus carros luxuosos e as lojas eram as de marcas mais caras do mundo.

Eu odiava o fato de estar com uma roupa qualquer, recebendo a atenção de todos que passavam por mim e comentavam coisas maldosas, como se eu não entendesse coreano só por não ter traços orientais.

As pessoas não faziam se quer questão de me ajudar, de me informar as horas, a data, se quer me ofereciam um local para eu ficar mesmo eu sabendo falar coreano muito bem, alegavam não ter contato com estrangeiros e não falarem inglês, como se eu soubesse inglês.

Que vida maravilhosa a minha, não duvido nada ser achada agora mesmo pelos guarda costas do Yoongi, que iriam me jogar no porta malas e me levar feito um animal para o abatedouro, onde eu sei que só serei mais infeliz e machucada.

Parei em uma praça, para tomar fôlego e até consegui que uma alma bondosa me desse água e um pouco de kimbap.

Eu estava observando as crianças com suas mães brincando no parquinho e então me lembrei de quando era pequena, com o hope e o Tae, os dois sempre brincaram comigo em parques como esses, eu adorava que me balançassem alto.

Como eu sinto falta de ser criança, de ter meus pais, de ser livre e feliz, de não sofrer por alguém que não liga para a vida humana.

Minhas lágrimas estavam voltando novamente e então eu enxuga a cada lágrima que escorria, tentando a todo custo não chamar mais atenção para mim.

-Moça, porque você está chorando?_uma pequena criança me perguntou chupando um pirulito.

-Eu não sei... Me sinto só_eu respondi magoada.

-Eu te abraço para você ficar melhor_ela disse abrindo os braços.

Sorri levemente com sua pureza e lhe abracei, ela me lembrou a Lív, como eu queria poder fazer aquela menina feliz e deixá-la longe de uma família problemática e odiosa, na verdade, apenas do pai dela.

-Narumi, vem filha, temos que ir embora_ouvi uma moça chamar a menina em meus braços.

E logo a mesma correu para sua mãe, a abraçando e as duas sorriram tão verdadeiramente.

Coloquei minha mão na barriga e senti toda a minha tristeza voltar, me deixando arrasada, o meu bebê não terá um lar e uma família feliz e saudável.

Senti uma mão pousar em meu ombro, e então meu corpo todo gelou, eu conhecia esse toque e essa mão nada pequena que estava fazendo o meu coração acelerar e mais lágrimas descerem por meus olhos. 



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