História Give me love, please - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Katniss Everdeen, Peeta Mellark
Tags Amor, Drama, Ódio, Romance
Visualizações 282
Palavras 890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi oi

Eu falei que eu ia ali e já voltava!
Vou começar dizendo que GMLP já existia a alguns meses na minha cabeça, mas ela só vingou nos últimos capítulos de QOD. Gostaria de agradecer a minha amiga/beta @nsbenzo , por ter feito a minha capa, betado a minha sinopse, meu prólogo e por estar disposta a Betar tudo o que eu escrever, assim como fez com QOD. Mi, muito obrigada por tudo, de coração, tinhamo ❤
Bom, como vocês já devem ter percebido eu usei alguns trechos de "Red" da Taylor Swift na sinopse. Simplesmente porque essa música tem me inspirado muito.
Acredito que era isso 😂
Boa Leitura

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Give me love, please - Capítulo 1 - Prólogo

Deixei que meu corpo exausto, descansasse sentado sobre o degrau da pequena casa, onde eu morava com meu pai. Minhas mãos esfregaram meu rosto, inchado de tanto chorar, repetidas vezes, em uma tentativa de acordar do pesadelo, que havia se transformado a minha vida.
- Não é o fim do mundo, meu bem. - meu pai apareceu na varanda. 
- É o fim do meu mundo. - choraminguei. 
- Se eu soubesse que você ia ficar nesse estado, eu não teria contado. - ele sentou ao meu lado. - Era melhor morrer, vendo você sorrir. 
- Para de falar essas coisas. - ralhei com meu pai. - O senhor não vai morrer. 
- Todo mundo morre, meu bem. - meu pai soltou uma pequena risada. 
- Você me prometeu viver até os duzentos anos. – falei, encarando seus olhos. 
- Me perdoe por falhar. - foi o que ele disse. 
A vida era injusta. Eu havia chegado a essa conclusão, quando o meu pai me fez sentar um dia depois da escola, para termos uma conversa séria. Nessa conversa o meu velho pai me contou que sofria de uma doença degenerativa, que o estava matando aos poucos. 
No começo, eu achei que era alguma brincadeira dele, já que ele adorava inventar das suas. Mas foi quando eu encarei seu rosto sério, e o seus olhos cheios de verdade, que eu compreendi que não era nenhuma mentira. 
- Eu não posso ficar sozinha. - eu tentava convence-lo a viver, como se aquela, fosse uma escolha dele. 
- A conversa era sobre isso também. - senti sua mão tocar a minha. - Eu não pretendo te deixar sozinha. Você ainda terá a sua mãe. 
- Quê? - perguntei confusa. 
Minha mãe, Effie Trinket, havia abandonado a mim e ao meu pai, há mais de nove anos, para viver um grande amor com um antigo "astro do rock". Meu pai costumava me contar sobre ela, mesmo que eu não perguntasse. Ele dizia, que eles haviam sido muito felizes no passado, mas que o casamento deles já não ia bem há muito tempo, e confessou que nunca a odiou, por ter nos deixado, pois ela tinha dado a ele o melhor presente que um homem podia receber: uma filha como eu. 
 - Effie sumiu há anos. – falei, como se estivesse o lembrando. 
- Ela tem ligado atrás de você, e você bem sabe disso. Ela quer consertar as coisas, meu bem. - meu pai sorriu. - Promete ao seu pai que vai dar uma chance a ela? 
- Pai. - foi uma súplica. 
- Por favor. - foi a súplica dele. 
Essa conversa aconteceu meses antes do meu pai partir. Ele quis me preparar para o momento em que ele deixasse esse mundo, mas não conseguiu. Ninguém fica preparado para perder alguém que ama. Porém, antes de partir, ele me fez outro pedido. 
- Promete pra mim que vai sempre acreditar no amor? - passei as mãos no rosto, para limpar as lágrimas. 
- Amor traz dor, sofrimento. - ele sorriu, como sempre fazia. 
 - Amor cura também. - foi a resposta de meu pai. - Você saberá identificar esse sentimento grandioso quando amar alguém, querida. 
A única pessoa que mereceu o meu amor foi ele. O homem que me criou, que cuidou de mim, e do meu coração quebrado, quando a minha mãe se foi. Eu sabia que não seria fácil amar alguém, mas se meu pai dizia, que eu saberia o dia que isso acontecesse, eu acreditava. Como sempre acreditei em tudo o que ele me ensinava. 
- O que pretende fazer agora, Kat? - Louisa perguntou, sentando na ponta da minha cama.
- Eu não tenho outra escolha, Lou. - encaro o rosto bonito da única amiga que eu tinha. - Eu ainda sou menor de idade, e não posso me governar sozinha. 
- Como ela ficou sabendo da morte de Charlie? - encarei os olhos azuis de minha amiga. 
Fechei os olhos, lembrando da ligação que eu havia recebido de Effie, na noite em que meu pai faleceu. 
- Conhecendo meu pai como eu conhecia, ele mesmo deve ter ligado pra ela, e contado sobre a doença. - sorri tristemente. - Ele sempre pensou em mim.
- Ele vai fazer muita falta. - minha amiga sorriu, tristemente. - Assim como você vai fazer falta pra mim. 
- Eu também vou sentir a sua, Lou. - me movi para abraçar a minha amiga. - Mas você ainda pode me visitar no verão. 
Minha amiga me soltou devagar, e me encarou, antes de olhar para as suas próprias roupas. 
- Los Angeles não tem muito a ver comigo. 
- Nem comigo. - dei de ombros. - Mas é o meu destino.
Me despedi de Louisa, prometendo ligar para ela, assim que eu chegasse ao meu novo lar. 
Arrumei minhas coisas, em uma única mala, e deixei a velha casa alugada, onde eu morei com meu pai a minha vida toda. Joguei minha pequena mala no porta-malas do meu fusca azul, e com dificuldade, consegui abrir a porta lateral, para que eu pudesse entrar, e me acomodar. O espelho retrovisor foi ajeitado, e foi através dele, que eu pude enxergar a minha antiga vida em Nashville, ficar para trás, enquanto eu seguia um novo caminho, sem saber ao certo, de onde ele me levaria.


Notas Finais


Eu volto logo, prometo

Um beijo ❤


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