História Give me the Light - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Josephine Skriver, Justin Bieber, Tyler Blackburn
Personagens Josephine Skriver, Justin Bieber, Tyler Blackburn
Tags Aventura, Drama, Josephine Skriver, Justin Bieber, Romance, Tyler Blackburn
Visualizações 24
Palavras 3.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi amores, então estou aqui eu com mais um capítulo pra vocês. Espero que gostem e não se esqueçam de ler as NOTAS FINAIS porque vou dar uns pequenos recadinhos do coração hahaha

Boa leitura!

Capítulo 13 - Once upon a dream part 2


Fanfic / Fanfiction Give me the Light - Capítulo 13 - Once upon a dream part 2

Justin’s P.O.V.

-Só quero ter certeza de uma coisa _Disse enquanto a segurava em meus braços com nossos rostos a poucos centímetros de distância

-Quer ter certeza de que? _Ela disse baixo e inexpressível

-De que dessa vez eu pulei o prédio _Uma expressão se formou em seu rosto, as sobrancelhas arqueadas e era quase possível ver um ponto de interrogação desenhado em sua testa

-Do que está falando?

-Seria loucura dizer que não consigo parar de pensar em você a dias, mesmo que nunca a tenha visto? _Notei um riso preso, mas ao invés de libertá-lo ela preferiu se soltar de meus braços me encarando um tanto quanto irritada

-Sim, seria. Agora quero que vá embora ou pelo menos pare de me perturbar, pois tenho muito o que fazer _Se virou indo para a parte de trás do balcão e depois atravessando uma pequena porta de madeira. Suspirei e assim como ela me virei indo embora.

Lá fora o céu estava cinza, o vento soprava, as calçadas estavam repletas de folhas de diversas cores -vermelho, laranja, marrom, etc.- o que indicava o ápice do outono. Olhei novamente para o interior da cafeteria vendo a menina cujo nome eu ainda não sabia. A dona de meus pensamentos limpava mesas vazias e cumprimentava alguns clientes com um leve sorriso.

Suspirei e me virei seguindo até uma praça localizada bem no centro da cidade, me sentei num banco que me dava uma visão perfeita da garota no lado de dentro do restaurante e lá eu a esperaria até que saísse para ir embora.

Charlotte’s P.O.V.

Ainda estava com um pouco de raiva pelo ocorrido, mas segui normalmente o resto do dia apenas torcendo para que as 19h chegassem logo e eu pudesse ir embora tomar um maravilhoso banho para tirar esse cheiro horrível de glacê de minha cabeça e também tirar aqueles olhos cor de mel maravilhosos de meus pensamentos.

-Parece que ele insiste em falar com você _minha colega Lindsay, que era garçonete, disse se aproximando enquanto eu passava um pano com álcool em uma das mesas

-Do que está falando? _cruzei o cenho e apenas vi seu dedo indicador apontando para o lado de fora do amor de rosa, para a praça onde Justin estava de cabeça baixa sentado em um banco. Revirei meus olhos bufando

-De onde se conhecem?

-Sou amiga da mãe dele

-Você é amiga da senhora Bieber? Já foi à casa dela? Como é lá? Já falou com Justin? Ah meu deus! Ele é tão lindo _Tagarelou rápido, me fazendo rir _Desculpe, é que a família Bieber é bem conhecida em Toronto

-Sei disso e sim, já fui à casa dela, é linda. Quanto a Justin, devo lhe dizer que ele não é tudo isso, fisicamente ele é um príncipe encantado, mas suas atitudes mostram que ele seria o pior tipo de vilão dos contos de fadas _Lindsay arregalou os olhos impressionada, ou assustada, não pude distinguir naquele momento.

-Uau! Ele fez algo a você para que pense assim _Assenti olhando para baixo

-Mas não gosto de tocar no assunto

Ela assentiu indo embora, me virei novamente para a janela e nossos olhares se encontraram, naquele momento pude sentir minhas bochechas corarem e minhas mão suarem frio.

Respire fundo Charlotte, não se deixe envolver pelo seu rostinho bonito

Eu dizia a mim mesma e foi o que tentei fazer pelo resto do dia enquanto terminava meu trabalho.

[...]

Estava terminando de limpar a cozinha, a qual se encontrava uma bagunça. Se não fossem pelas outras duas ajudantes de limpeza eu jamais terminaria.

-Meninas, por hoje chega _Amelie anunciou abrindo a porta dupla que dava acesso a cozinha. Assentimos e nos retiramos indo para o vestiário.

Abri meu armário e retirei de lá roupas emprestadas por Louise. Uma calça jeans clara, com uma blusinha de mangas compridas branca e uma jaqueta jeans também clara e um tênis rosa nude, dei um jeito no meu cabelo e fiquei esperando as meninas para que fossemos juntas até lá fora, como me pediram.

-Eai Charlotte, vai sair hoje a noite? _Emma, a mais velha das moças da limpeza perguntou entusiasmada

-Não, vou para casa tentar tirar esse chantilly do meu cabelo e descansar depois desse dia terrível

-Sei... então por que aquele garoto está desde cedo te esperando lá fora? Acha que não notamos? _revirei os olhos e soltei uma risadinha fraca

-Ele é só um babaca a quem eu infelizmente fui apresentada, mas vou mandá-lo embora _Disse enquanto subíamos as escadas de volta ao restaurante _Boa noite Amelie _Gritei e a ouvi gritar algo parecido com um “boa noite” de volta.

Saímos da loja e me despedi das meninas que seguiram seus caminhos. Parei no ponto de ônibus esperando que algum aparecesse logo já que eu estava congelando naquela noite fria. Examinei a praça não encontrando mais Justin sentado naquele banco, por um lado fiquei aliviada, porém por outro preocupada pensando para onde ele poderia ter ido.

Um som de buzina me fez pular e soltar um leve gritinho, pensei que fosse o ônibus, mas na verdade era um carro preto parado na esquina. Meu estômago embrulhou, minhas mãos tremiam, meu coração acelerou e eu só queria correr, estava com tanto medo. A porta do carro se abriu e o motorista deu a volta vindo até mim, ele estava usando o capuz de seu moletom e se encontrava de cabeça baixa. Quando chegou parou a poucos centímetros e senti lágrimas rolarem em minhas bochechas

-SOC.... _Ele cobriu minha boca com sua mão gelada me impedindo de gritar, minhas lágrimas só aumentaram

-Não grite, eu não vou fazer nada _quando aquela voz invadiu meus ouvidos de certa forma tudo ficou mais calmo e eu relaxei sentindo as lágrimas cessarem

O rapaz misterioso arrancou o capuz e eu pude vê-lo completamente. Os cabelos loiros, o rosto claro, lábios rosados e seus tão lindos e penetrantes olhos castanho claros. Sua mão se afastou lentamente de minha boca possibilitando que eu recuperasse o fôlego

-Se sente melhor? _perguntou com um olhar preocupado e eu apenas assenti _desculpe, não queria assustá-la, deveria ter esperado no lugar de antes _deu de ombros constrangido pelo ocorrido

-Está tudo bem agora _sorri levemente de lado olhando para o chão e com minha visão periférica pude vê-lo sorrir também _por que ficou me esperando a tarde toda? Eu fui tão rude e mesmo assim ficou naquele banco durante horas

Se mexeu um pouco e colocou as mãos nos bolsos da calça encolhendo os ombros

-Já falei que não consigo tirá-la da cabeça e queria ao menos saber seu nome _arqueei a sobrancelha

-Charlotte _disse devagar com medo de sua reação, com medo de que relacionasse a familiaridade sentida por ele com meu nome

-Charlotte... _sorriu _é um belo nome! Sou Justin

-Eu sei _fiz uma careta

-Como?

-Bom, você é um Bieber. Quem não o conhece? _bufou e bagunçou seu cabelo _eu disse algo errado?

-Não! É só que toda essa fama da família Bieber me irrita, não gosto nem um pouco desse tratamento de “celebridade”

-Se ajudar um pouco, quero que saiba que eu não me importo nem um pouco com essa coisa de fama. Pra mim você é só mais um cara bonitão e com um carro legal na cidade

-Me acha bonito? _sorriu cafajeste me deixando sem graça. Eu olhava para todos os lados menos diretamente em seus olhos

-Eu... eu... olha... _estava completamente perdida, mas que droga mesmo

-Você também é bonita, muito bonita aliás

-Obrigada, só conseguiu me deixar mais sem graça _Rimos do ocorrido e senti o vento passar fazendo com que eu me abraçasse

-Venha, está muito frio. Posso lhe dar uma carona até sua casa _Passou seu braço esquerdo por meus ombros me guiando até seu carro

-Eu nem mesmo te conheço, como vou saber se vai mesmo me levar para casa em segurança? _Disse me livrando de seu braço ao redor de mim e me afastando

-Lhe dou a minha palavra que chegará em casa com segurança. Eu jamais quebrei e jamais quebrarei uma promessa _sua voz transmitia sinceridade _vamos, você não tem muitas alternativas melhores _de certa forma ele estava certo e querendo ou não u o conhecia, só precisava fingir que não

-Tudo bem _disse depois de um longo suspiro

[...]

Dei a Justin todas as instruções necessárias sobre o caminho até minha casa, ele as seguiu muito bem e chegamos lá em segurança. Seu carro parou e eu retirei o cinto de segurança.

-Obrigada... Justin _Sorrimos juntos, depositei um leve beijo em sua bochecha, como forma de real agradecimento e abri a porta seguindo meu caminho até a porta de entrada da minha casa. Ele buzinou antes que eu entrasse e eu acenei levemente observando-o dobrar a esquina e desaparecer.

Abri a porta entrando e vendo meu pai sentado no sofá vendo algum filme qualquer, depositei um beijo no topo de sua cabeça já imaginando seu rosto se encher de rugas num belo sorriso.

-Veio de carro? _assenti assim que me sentei no sofá ao lado do que meu pai estava _Foi Carter quem lhe trouxe?

-Não _Notei o olhar de dúvida _Foi um amigo de Louise, ele estava passando enquanto eu esperava o ônibus e me ofereceu uma carona _Assentiu

Eu não havia mentido, havia apenas omitido.

-Sua tia Victoria, sabe? Aquela que mora na Alemanha. Ficou sabendo de seu retorno e lhe mandou alguns presentes, estão lá em cima _Cruzei o cenho, mas apenas dei de ombros e subi após dar boa noite ao meu pai

Subi as escadas de dois em dois degraus, eu estava ansiosa para ver o que ela mandara para mim. Adorava receber presentes de minha tia Victoria, ela sempre me surpreendia.

Quando abri a porta dei de cara com várias sacolas espalhadas por meu quarto, notei o nome de marcas, as quais, Louise já comentou sobre serem caríssimas. Abri cada uma delas vendo lindas peças de roupas, sapatos e até alguns acessórios

-Não acredito que a tia Victoria fez isso _disse para mim mesma enquanto tirava algumas camisas de dentro das sacolas e as colocava em frente a meu corpo, me imaginando vestida naquilo.

Batidas na porta fizeram com que eu voltasse minha atenção para ela e vi meu pai sorrindo

-Gostou? _sorri assentindo

-Não pediu isso a ela, pediu?

-Não. Eu apenas disse que você havia voltado e ela começou a tagarelar sobre ter que comprar roupas para você já que provavelmente estava sem. Sabe como sua tia é _deu de ombros e eu apenas ri fraco _agora vou deixar você arrumar tudo para ir dormir, imagino que esteja cansada _assenti antes de meu pai sair pela porta seguindo para seu quarto

[...]

Coloquei o ultimo presente em seu devido lugar e fui direto para o banheiro tomar banho. Me despi, abri o box e liguei o chuveiro, a água caía sobre mim como um tipo de massagem, relaxava cada parte de meu corpo. Lavei o cabelo, o esfregando bem para ter certeza de que todo o chantilly sairia.

-Seria loucura dizer que não consigo pensar em você a dias, mesmo que nunca a tenha visto?

O par de olhos castanhos com um brilho esperançoso de que eu dissesse que o conhecia e que não parava de pensar nele também surgiu em minha mente de forma nítida, como se eu o estivesse vendo bem ali a minha frente. Porém foi perdendo o foco até cabelos loiros e olhos castanhos serem substituídos por cabelos e olhos negros, os cabelos balançavam ao vento enquanto ele apoiava todo o peso de seu corpo nos braços que estavam jogados para trás e as mãos sobre o teto do trem que eu morava. Seus olhos estavam fixos no céu repleto de estrelas

-Um dia lhe levarei para algum lugar distante, vamos viajar juntos

Ele me dissera isso tempos depois de nos conhecermos, quando notou o meu desejo desesperado de viajar para algum lugar bem longe do Canadá.

Abri meus olhos vendo que ainda me encontrava no banheiro, mas ao mesmo tempo estava perdida em algum lugar de minha mente onde Justin e Carter eram os únicos indivíduos existentes.

-Mamãe, acha que um dia encontrarei um marido bom como o papai?

Uma imagem minha com cinco anos de idade, eu diria, surgiu em minha mente. Eu conversava com minha mãe enquanto ela escrevia em seu computador

-Ele não precisará ser como o papai. Basta que você encontre alguém que desperte toda sua luz que está guardada bem aqui

Colocou o dedo indicador em meu peito, indicando que estaria no coração

-Luz mamãe?

-Sim, meu anjo. A luz de alguém é a coisa mais poderosa que existe, é tudo o que você é... E um dia alguém vai enxergar essa luz e poderá libertá-la

Me lembro que na época eu não entendia as palavras de minha mãe, afinal eu era muito pequena. Mas voltando a pensar nelas hoje, foram as palavras mais bonitas que ela já me disse.

-Quem... quem libertou a sua?

-O papai e você, assim como eu libertei a de vocês dois e como um dia você libertará a de alguém e alguém libertará a sua. Mas as vezes queridas, em certos momentos da vida perdemos nossas luzes

-E como as pegamos de volta?

-Ah isso é difícil. Ela está vagando por aí e apenas uma pessoa, somente uma poderá devolvê-la ao seu dono

Mamãe sorriu e sua imagem foi perdendo o foco até desaparecer. Talvez fizessem sentido, cada uma de suas palavras. A luz é tudo o que há de mais puro e bom dentro de nós e se perdem quando coisas ruins acontecem ao ponto de esfarelar nossos corações em mil pedacinhos.

Já vi uma luz se perdendo, aliás vi duas luzes.

A primeira delas foi a de papai, que se perdeu logo quando minha mãe deu o último suspiro de vida, quando ela fechou os olhos por toda a eternidade.

A segunda foi a minha, perdida quando eu notei que papai já não era mais o mesmo, quando pensei que não me amava mais e então fugi. Me lembro que eu queria me ver livre de tudo aquilo, entretanto, lá no fundo, mas bem no fundo mesmo eu sentia que o que eu provavelmente queria era encontrar minha luz. Tê-la de volta e de algum jeito encontrar a luz de meu pai.

Mas a busca foi um fracasso. Quase dez anos se passaram e além de não encontrar minha luz fiz com que meu pai se perdesse mais ainda na dor e sofrimento.

A parte boa é que assim que voltei pude notar sua luz se acendendo aos poucos, excelente! Parte da grande busca concluída. A única coisa que eu não sabia é se algum dia teria minha luz de volta.

Autora´s P.O.V.

Charlotte fechou seus olhos em meio a tantos pensamentos e dúvidas. Ela estava sofrendo, sentia novamente aquele vazio antes preenchido por sua mãe, pelo amor dela. Charlotte queria sentir o amor, o tão comentado amor correndo por cada parte de seu corpo.

Não muito longe dali Carter Anderson, deitado em sua cama, fitava o céu nublado com a lua aparecendo raramente. Porém, sua atenção não estava nem um pouco voltada para o céu e sim para a garota cuja fora apaixonado durante quatro longos anos, desde o primeiro momento em que a viu e agora o que mais lhe perturbava era o fato de ter quebrado seu coração por conta de um segredo que escondia apenas para protege-la -Pelo menos, era o que ele pensava estar fazendo. Seus olhos, pesados e exaustos de tanto pensar em como reconquistar o coração da amada, se fecharam. Carter adormeceu

E é claro, antes que se esqueça.... Justin, ah Justin. O rapaz jamais estivera tão confuso em seus 21 anos de vida. Pensava até o momento estar perdidamente apaixonado por Charlie, o garoto no trem que lhe despertava certa curiosidade, mas ao ver a bela Charlotte com seu modo simples, porém encantador de ser, ficou nada mais, nem nada menos que perdidamente encantado. E ainda por cima havia Ashley Turner, a maravilhosa e sexy namorada de Justin a quase 3 anos, Justin jurava todos os dias que era apaixonado por ela, que a amava, mas estaria ele certo? Será que Ashley era a mulher escolhida pelo destino para estar ao lado dele? Sua cabeça explodia de tanta dor, pegou um remédio sobre a mesa de cabeceira, o engoliu e fechou os olhos.

Os três dormiam profundamente, nada os acordaria agora.

Mas então abriram os olhos em um local distante do mundo real, uma dimensão conhecida como O mundo dos sonhos. Cada indivíduo o vê da forma que necessita, já que os sonhos individuais são muito distintos uns dos outros. Ao observarem o local, estavam em uma floresta, em pontos próximos uns dos outros, porém não podiam se ver. Por enquanto.

Charlotte olhou em volta desesperada querendo saber onde estava, o que estava acontecendo, se estava ficando louca. Saiu correndo, sem hesitar, entre as árvores até sentir seu corpo ser puxado e ficar cara a cara com Carter, ele a olhava feliz por vê-la bem ali e isso a fez ficar feliz também. Ele tinha um brilho fosco ao redor de seu corpo, que falhava de tempo em tempo, piscando como uma lâmpada falha

-Dança comigo?

-O que?

Ele não a respondeu, quando se viu estava perdida em seus braços. O luz de Carter tomou um brilho intenso e parou de falhar, passou a mão pela luz sentindo-a aquecer levemente seus dedos, o que a fez se assustar.

-Dê-me

-O que?

-Dê-me a luz, Carter

Charlotte dizia encantada pela beleza da luz, as palavras até saíram sem a própria vontade da menina. Mas então notou algo no olhar de Carter, raiva talvez e sua luz se tornou escura, escura como as trevas, os olhos do rapaz olhavam além dela o que fizera Charlotte se virar vendo uma luz fosca e falha, como a de Carter anteriormente se aproximar cambaleando. Quando chegou perto ela pôde ver quem era, ele a arrancou dos braços de Carter e dançou com ela, a girou e eles faziam uma coreografia que ela nem mesmo conhecia, simplesmente se deixou levar. Ao olhar para o rapaz ele sorriu e sua luz brilhou quase a deixando cega, era muito mais encantadora que a do primeiro parceiro.

-Pode me dar?

-Dar o que?

A voz dele soava rouca, porém doce.

-Dê-me a luz, Justin

Ele a girou mais uma vez e novamente Charlotte foi arrancada dos braços do parceiro voltando a dançar com Carter, ele sorria para ela de modo adorável, parecia um anjo. A girou mais vezes fazendo com que dançassem de forma suave, tão suave que ela mal sentia o chão sob os pés. Mas então foi arrancada novamente, dessa vez não por Justin, mas por uma garota que ela conhecia bem e que praticamente odiava. Ashley a tirou dos braços de Carter a jogando no chão e se encaixando nos braços do moreno, eles dançavam lindamente, o que fazia Charlotte se sentir fraca.

Ela olhou ao redor vendo Justin cambaleando, praticamente caía no chão e sua luz se apagava cada vez mais, ela queria correr, tentou mil vezes correr até ele e ajuda-lo, mas Carter a segurava e dançava com as duas garotas, mas Charlotte se sentia uma intrusa no meio de tudo aquilo, aquele não era seu lugar e ela sabia disso. Viu a luz dele ficar fortemente vermelha ao tomar Ashley nos braços e assim que trocava para ela, voltava a ficar alva.

Ela estava confusa agora, tudo girava ao seu redor e pensava que iria cair, o que aconteceu. Caiu com tudo no chão podendo ver apenas Carter e Ashley dançando, perdidamente apaixonados, o que para ela era completamente estranho e Justin tentando recuperar o pouco fôlego que ainda lhe restava. Ela fechou os olhos e sentiu o desespero ir embora enquanto se afastava daquela dimensão.

Charlotte’s P.O.V.

Acordei com um leve grito e me sentei na cama completamente coberta de suor. O que havia sido aquele sonho? O que aquilo significava? Será que eu fiquei tanto tempo pensando sobre a tal luz que minha mãe tanto mencionava e acabei ficando louca?

Nada fazia sentido e a única coisa que ecoava em minha mente era a frase que eu disse a Carter e Justin

Dê-me a luz.


Notas Finais


Bom por hoje foi isso, espero que tenham gostado e como vocês podem ver eu dividi esse capítulo em dois porque meio que eles estão interligados e eu pretendo continuar fazendo isso, talvez o próximo capítulo não seja um "once upon a dream part 3" porque a minha intenção é soltar esses capítulos aleatoriamente, mas um estando interligado ao outro de forma que a história não perca sentido, é como se fossem capítulos "paralelos" que vão mostrar uma parte mais romântica da história pra que eu consiga chegar no final que eu quero de uma maneira que toda a história esteja bem esclarecida, além disso esses capítulos são tipo a essência de give me the light. E como vocês podem notar eu vou envolver um pouco de dança nesses capítulos e, isso não é um spoiler (talvez seja haha), vou envolver algumas histórias de amor fictícias vindas de filmes, livros, etc.

Espero que tenham me compreendido e caso não podem tirar qualquer dúvida sobre como vai funcionar essa coisa de once upon a dream podem me chamar por dm no twitter que eu tento esclarecer tudinho (twitter: @hitherouth)

E uma outra coisinha é a chegada de Give Me The Light ao wattpad uhuuuuuu, bom a fanfic já está lá (https://www.wattpad.com/story/93656718-give-me-the-light) outra capa foi feita pra postagem lá, mas ela é semelhante a que está aqui, espero que gostem

e por favorzinho COMENTEM morro de saudades de vocês comentando, me dizendo o que acharam, se faltou alguma coisa, por favor só assim eu sei se estou agradando


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