História Give me Your Heart and Your Soul - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Colin O'Donoghue, Jennifer Morrison, Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan
Tags Captain Swan, Captainswan, Colifer, Colin, Colin O'donoghue, Jennifer, Jennifer Morrison, Jmo, Once Upon A Time, Ouat, Set
Visualizações 167
Palavras 2.220
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


hey!

desculpem o capítulo meio pombo, comecei a escrever, mas meu celular ficou com umas listras na tela, parou de carregar e precisei finalizar pelo pc e ficou um coco :'(

acho que o próximo vai ser o último...

bom, não me decidi ainda, mas já deixo avisado para não esperarem o típico final, pois vão se arrepender. ( acho que entenderam ao que estou me referindo). Sei que muitos pediram para a Jen sofrer acidente e o Colin se arrepender, mas pelo amor de Deus! Gente, não sou tão clichê nesse nível, sorry. Além do clichê poderia citar uns mil motivos para esse acidente ser basicamente impossível, mas.......

booooom, vamos ao cap né? Desculpa se alguém se decepcionou, mas realmente não vou fazer isso, sou uma das pessoas que mais reclamam das fics com enredo igual, pra mim não da... :v

Capítulo 29 - Capítulo 29- o fim é apenas o começo


P.o.v Colin on:

~ passagem de tempo ~

o tempo passou correndo ultimamente, Jennifer nunca esteve tão afastada e eu me sentia totalmente culpado, não havia esquecido nosso filho, nunca! Apenas não conseguia falar com ela, todos os sentimentos voltavam quando a olhava e estava tentando esconder ao máximo o que passava em meu coração para não me machucar mais. Ela disse que me amava, Jennifer me amava! Por que ela não disse antes? Teria poupado tanta dor e agora... Bem, agora não sei nem o que somos. Não sei se só amor é suficiente para consertar tudo. Eu tenho tentado machucar o mínimo de pessoas possível, mas parece que mesmo tentando sempre acabo com tudo.

Me joguei no sofá sentindo o sono pesar em minhas pálpebras, estava quase dormindo até que o telefone tocou, não iria atender pois viajaria em algumas horas e queria descansar, mas vi que era Jennifer e a preocupação falou mais alto.

*Jennifer: Colin?- estava chorando, pensei em Mike e comecei a ficar preocupado.

*Colin: oi, Jen. O que foi?- senti minha garganta fechar e respirar estava se tornando algo difícil. A ideia de que algo poderia ter acontecido com meu menino me abalou.

*Jennifer: E-eu sei que p-pode parecer ridículo p-para você, m-mas  a Ava está estranha há um tempo e agora encontrei um caroço grande na sua barriga e o geoff, a Rose e o Rahul viajaram, meu motorista está de folga, nenhum taxista me atende em véspera de natal e eu não quero dirigir preocupada, pode botar a vida do meu filho em risco. Não estamos nos falando, mas por favor, eu estou preocupada e...- a cortei, já havia perdido o sono e buscava as chaves e meu casaco. Mike estava bem, mas se ela continuasse assim poderia afetá-lo.

*Colin: Não se preocupa, não é ridículo e fez bem em me ligar, vou colocar meu casaco e chego o mais rápido possível, se agasalha bem, ok? Nos noticiários disseram que  pode congelar em menos de 30 minutos se não sair protegida.

*Jennifer: o-ok, obrigada.- a esperei desligar e coloquei o primeiro casaco que vi, ela não podia ficar assim, poderia fazer mal para o bebê naquela etapa. Me arrumei rápido e saí,tirei a neve do caminho o mais rápido que pude e segui até sua casa passando um pouco do limite de velocidade, quando cheguei toquei a campainha diversas vezes preocupado até seu corpo aparecer se jogando no meu coberto de lágrimas. Ela começou a falar coisas desconexas e segurei seu rosto pedindo calma.

Jennifer: eu acho que é um tumor- foi a única frase que conseguiu dizer antes de voltar a desabar. A abracei sem saber o que fazer, Jennifer tratava Ava como uma filha, não sei nem o que aconteceria se Ava estivesse com algo grave. Era uma situação pela qual Jennifer não poderia passar no momento.

Colin: eu sinto muito...- foi tudo que consegui dizer antes de novamente abraçá-la- sinto tanto... Eu sei o quanto gosta dela.- acariciei sua coluna coberta pelo grosso casaco.

Jennifer: eu a amo!- chorou mais e meu coração se partiu. A apertei mais contra meu peito e depois a guiei até o carro sem dizer nada, entrei em sua casa e peguei Ava na caminha, realmente estava estranha. quando a segurei vi o caroço e entendi o nervosismo de Jen. Com cuidado a enrolei na primeira manta que vi e fui para o carro. Dirigi em silêncio, Jennifer estava completamente alheia no banco de trás, queria conversar com ela sem ser como da ultima vez, mas aquele realmente não era o momento.

Quando chegamos no veterinário ele analisou Ava e Jennifer perguntou se tinha alguma ideia do que era, ele disse que realmente parecia um tumor, mas a mandou se acalmar porque poderia ser algo simples. Patético. Dizer isso para uma mulher dominada pelos hormônios é o mesmo que mandar o bandido não roubar. Jennifer entrou em desespero e fiz meu máximo para tranquiliza-la até que horas depois ela acabou dormindo em meu ombro. O veterinário voltou e disse que queria conversar, então Jen rapidamente levantou e fomos para sua sala. Ele explicou que era um tumor benigno e que se voltasse de seis em seis meses e fizesse o tratamento Ava ficaria bem. Jennifer ficou bem mais calma mesmo ainda tendo o olhar distante, o médico explicou que era melhor deixar Ava passar a noite lá para aproveitar e fazer alguns testes comuns já que ela estava ganhando certa idade. Com muito sacrifício a convenci a ir para casa.

Como eu iria me atrasar para o vôo, combinamos que iríamos direto para o aeroporto e de lá ela pegava um taxi para casa, já que seria mais fácil direto do aeroporto. Minha avó estava em estado grave e não podia perder a viajem, não nos falávamos muito depois da doença, a visitava um final de semana por mês, mas não era mais a mesma coisa. Contudo era minha avó e Allen disse que poderia ser seu último natal. No caminho novamente não trocamos palavras, ela parecia estar envolvida por algum muro invisível, olhava para a janela e o olhar parado, de certa forma morto, não saía do seu rosto. Logo o destino chegou e saí do carro, tirei minha mala e esperei até que seu corpo se estendeu. Sean mais tarde buscaria meu carro, então estacionei e a acompanhei até a parte de dentro, seu taxi sairia e minutos e era melhor aguardar aquecida. A fila estava grande, mas como estava grávida teve privilégio.

Colin: desculpa, eu tenho mesmo que ir, já estou atrasado- suspirei tentando reprimir a vontade de abraçá-la.

Jennifer: tudo bem- seu nariz começou a ficar vermelho e então fungou- obrigada por perder seu tempo comigo... mesmo depois de tudo que eu disse no outro dia- uma lágrima transbordou de seu olhar, contudo foi rapidamente retirada.

Colin: Hey, não tem problemas. Você ainda é minha melhor amiga. Desculpa ter lhe dito tudo aquilo, sei que você não é egoísta, só tem medo... Pode me ligar sempre que precisar.

Jennifer: não precisa dizer isso, pode me culpar, sei que fui uma péssima amiga. Eu te magoei e você pode ir embora sabendo que você estava certo o tempo todo.-  quando começou a falar me olhava nos olhos, mas aos poucos o olhar foi descendo até parar na neve do outro lado do vidro.

Colin: Não peça desculpas por quem você é. Você não é o seu passado, tudo bem sentir muito. Você não é o que os outros pensam de você. Aprenda a lidar com dias ruins e medos eles também vão passar e enquanto isso estarei ao seu lado, sabe por quê? Porque é isso que se faz quando alguém é realmente importante. Me desculpa?

Jennifer: Para de ser compreensivo! Eu sou uma pessoa horrível e você ainda fica tentando ser legal. Não vê que isso só me abala mais? Eu tentei me sentir feliz por você. saiba que estou, mesmo que não consiga entender eu aguento a dor. A dor que carrego já não me causa mais danos, com o tempo o estranho seria não sentir. Siga em frente sem se importar comigo, sério, se a sua felicidade é ela eu fico feliz por você, se desprende de mim e seja feliz, siga seu coração. É tudo que eu te desejo, eu te desejo felicidade. Desculpa por tudo que te fiz passar e falei.- não querendo mais ouvir suas tristes palavras apenas me aproximei sentindo sua respiração, diferente do tempo, quente. Não queria mais ouvir suas desculpas, não queria mais seus ciúmes, afinal era o meu amor, meu único amor, minha louca paixão. Por certo tempo tentei me convencer que estava me apaixonando por Georgina, mas não, não era a mesma coisa. Eu a amava, mas era um amor de amigo, a verdade era que Jennifer sempre seria a dona do meu coração, então quando Georgina avisou que iria aceitar a vaga de emprego, que havia passao no teste, desejei boa sorte e uma vida feliz sem sentir mágoas, sentiria saudades de sua amizade, mas amor... Amor apenas sentia falta do de Jennifer. Ao segurar seu capuz senti que chegaria no meu destino mais leve. Cortando o espaço que existia deixei no seu beijo todas as minhas angústias, toda a minha tristeza, toda a minha decepção, toda a minha agonia. Ali deixei-me esquecer de qualquer dor que ainda sentisse. E com aquele beijo selamos toda uma história que foi intensa e verdadeira durante o tempo em que aconteceu. Era apenas o que me interessava. Era tudo que precisava: um beijo de despedida. Como tinha que ser. Digno de um final. Ou não. Afinal, o único fim é a morte ou talvez nem ela...- não pode me beijar!- me afastou, contudo minha boca ainda implorava por seu sabor.- você é comprometido e mesmo tendo sentimentos por você eu nunca faria a outra pessoa o mesmo que fizeram comigo.- seu rosto carregava um olhar atordoado e começou a dar passos vacilantes para trás, como se tivesse acabado de matar alguém.

colin: não estou comprometido- caminhei  até seu encontro e dessa vez puxei sua cintura, como não recuou ou reagiu segurei seu rosto com uma mão e novamente aproveitei seu sabor, sabor de despedida, mas também de satisfação.

jennifer: não perca seu tempo tentando se aproximar de mim. sou uma bagunça que você não vai querer arrumar- sua cabeça bateu em meu peito e lá repousou após seu suspiro.

colin: eu sabia, no segundo em que te conheci, que havia algo em você que eu precisava. Acabou que não era algo em você. Era simplesmente você. Sei que é difícil toda a situação, mas não se maltrate tanto. As coisas, às vezes, não eram para ocorrerem naquele momento. Sei que tem um passado traumático, mas, sabe, eu não tenho culpa do seu passado, nem dos seus amores fracassados. Eu sei que te fizeram sofrer, que te machucaram e não ligaram pro seus sentimentos, mas você acha mesmo que eu sou assim? Que eu não vou ligar para o que você sente? Que não vou cuidar de você? Jennifer, você é prioridade na minha vida, eu sei o quanto deve ser difícil confiar de novo em outra pessoa, mas se você me der uma chance de fazer com que as coisas sejam diferentes, dessa vez vai ser diferente. Eu nem faço parte dessas pessoas que te abandonaram, você sabe que eu queria uma vida com você, mas não tive uma chance. Isso não é uma segunda chance pra mim, é uma segunda chance para você. Para você ser feliz e ver que não é sempre que as pessoas vão te machucar e que sim, você pode ser muito feliz no amor. Eu sempre estou tentando te conquistar, te tirar todos esses traumas. Então por favor, me deixa te fazer feliz? Olha, eu tenho, realmente, que ir, mas me liga se mudar de ideia, estarei te esperando. Eu sei que o seu coração sabe que não está tudo acabado. Me liga se me ama. Me liga se quer ter uma vida comigo, podemos parar na parte onde eu era seu noivo e esquecemos todo o erro de amizade colorida, entra fundo nessa relação. Eu estou correndo atrás, então por favor, não me deixa sozinho. Vou esperar sua ligação. Feliz natal, princesa- as pessoas correndo para não perder o vôo acabaram me carregando e só conseguia ver sua franja dourada que com o frio parecia mais seca. Peguei meu novo celular, anotei seu numero na agenda e mandei uma mensagem para ela saber meu novo numero e me explicar rapidamente sobre o que havia acontecido com o outro. Me virei e comecei a puxar a mala na direção onde deveria fazer as conferências antes do vôo. Mesmo que não desse em nada me senti mais aliviado, havia feito a minha parte, bastava ela fazer a dela.

P.o.v Jennifer on:

O vendo partir parecia uma despedida, como em um filme clichê em que um deixa o outro ir embora para depois de anos ver ao lado de outro com uma família e perceber a besteira que fez. Não queria que isso acontecesse com a gente. Queria ele, apenas. Sem despedidas. Pensei em comprar uma passagem de última hora e ir com ele, mas em véspera de natal seria impossível encontrar passagem. Não queria me declarar por telefone, ele merecia mais depois de tudo. Colin havia feito a parte mais difícil, a minha parte, a parte de pedir desculpas, mas não iria resolver nossos problemas pelo telefone, não. Precisava ser da maneira correta, porém não iria deixa-lo partir achando que suas palavras não me afetaram. Quando conseguia ver apenas sua mala o gritei, muitos me olharam e outros apenas seguiram o caminho desesperados em não perder o vôo. Sua mala parou e meu coração foi junto.

Jennifer: EU TE AMO!- gritei com toda a força que consegui já que estávamos distantes.

Colin: EU TAMBÉM TE AMO!- vi sua mala girar e sumir, não sabia mais se significava uma despedida ou um novo passo. sabia que teria a chance de me machucar, decepcionar, acabar com a nossa amizade e convivência, mas poderíamos fazer dar certo. foi o que meu coração mandou fazer no momento e não me arrependi, então foi o certo, pelo menos para mim no momento. 

 


Notas Finais


Como meu celular bugou não sei quando volto, mas vou tentar não demorar :3

nos vemos logo, obrigada por todo o carinho mesmo não merecendo ( já que sempre me enrolo com algo) <3 beijos e até



obs: ainda não acredito que o fim está próximo. Único lado bom é que tem ''sete vidas'' para preencher meu vazio. Se não leram ainda, está disponível no perfil :'}


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