História Give What You Like - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias WWE
Personagens Fergal Devitt "Finn Bálor", Personagens Originais, Rami Sebei "Sami Zayn", Triple H (Hunter Hearst Helmsley)
Visualizações 17
Palavras 1.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então, lá vamos nós com uma nova fanfic. Dessa vez, com foco no NXT e nesses caros ingleses (que me fazem morrer com cada foto que meu Deus...)porque aqui trabalhamos com algo chamado "I-N-O-V-A-Ç-Ã-O".

Detalhe para o fato de que estou falando em primeira pessoa do plural, mas, sou apenas uma. Explicações não há.

Enfim, não há muito o que dizer. Quer um conselho? Leia, clique em favoritar e deixe seu lindo comentário. Assim você fará a vida de uma escritora (amadora) muito feliz! :3

Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Give What You Like - Capítulo 1 - Chapter One

Chapter One

 

 

Por favor, me diga que sou a única

Ou minta, e diga pelo menos por essa noite

 

Acordei com leves feixes de luz invadindo o ambiente pelas frestas da persiana. Manhã... Forcei meus olhos a se abrirem, encarando a claridade, enquanto minha cabeça latejava de dor. Sentia-me tonta, queria ter a escolha de não levantar e aguentar mais um dia, mas, a realidade estava longe de ser essa. Contra minha vontade, alcei-me, sentando na cama e vendo que a única coisa a cobrir meu corpo nu era o lençol. Olhei para o lado. Ele não estava mais lá.

Normal. Com certeza, normal. Isso é o que se pode chamar de sexo casual, onde seu parceiro não tem obrigação nenhuma de dormir com você após uma noite. Sem apegos nem sentimentos. Tudo maravilhoso... Até um dos lados se apaixonar. E, nesse caso, eu era a apaixonada. Minto, talvez não completamente apaixonada, mas já sentia algo por ele apesar da certeza de ser um nada para o mesmo. Apenas uma garota com a qual podia transar quando preferisse.

Pus-me de pé sem ligar para a nudez. Ninguém me veria agora, na solitude desse apartamento. Antes de seguir para um longo banho, fiz questão de olhar o celular na esperança de uma mensagem dele. Nada. Faltava-me apenas a fantasia para ser feita de palhaço no seu próprio circo. "Maldito..."; praguejei mentalmente, deixando o celular de qualquer jeito sobre a mesa de cabeceira e entrando no banheiro, onde fiz questão de socar a parte enquanto praguejava mentalmente milhares de "Idiota" para mim mesma. Bufei, sentindo a água cair sobre meu corpo. Ah, Pete Dunne, como você consegue me ter assim...?!

 

{...}

Tudo começou quando fui finalmente selecionada para entrar na WWE. Mais especificamente no NXT, território de desenvolvimento para muitos daqueles que sonham em ganhar fama no pro-wrestling. Eu era apenas uma novata, desconhecida e também desconhecedora da maioria, a qual nunca vira pessoalmente. Ele, ao contrário, já estava lá há mais tempo e tinha certa fama pelo mundo afora. Em comparação, eu era um nada. Um nada que, estranhamente, foi notado por ele.

Eu estava treinando no Performance Center, sozinha com alguns pesos, enquanto observava todos ao meu redor dispersos em algum treinamento conjunto ou simplesmente conversando. Pete estendia-se ao lado de Tyler Bate, o United Kingdom Champion até então, falando sobre qualquer assunto aleatório. Em determinado momento, distraída de meu treinamento, notei que os dois olhavam-me; principalmente o de cabelo majoritariamente bagunçado. Não sabia dizer mas algo no olhar de Pete Dunne chamava-me a atenção. Sua expressão impassível não me daria respostas, então minha opção era me aproximar... Faltava-me apenas coragem para fazer isso.

Graças a minha distração, acabei derrubando um peso de 10 kg sobre meu pé. O suficiente para eu soltar um agudo grito e cair ao chão lamentando a dor. Pelo que pude ver, Tyler e Pete riam ao longe. Ótimo, tudo o que eu precisava! Dois ingleses me fazendo de chacota! Praguejei mentalmente, pensando num jeito de levantar e fingir que nada aconteceu, foi por isso que não notei a aproximação dos dois.

Quando dei por mim, os dois olhavam-me de cima. Tyler com uma mínima expressão de preocupação disfarçada pelo riso e Pete, como sempre, mesclava o riso à sua convencida seriedade. "Você está bem?", Tyler foi o primeiro a perguntar, oferecendo certa ajuda ao me estender a mão. Segurei-a, alçando meu corpo com sua ajuda e apoiando-me numa haste de ferro próxima.

"Sim, eu só... Só foi um pequeno acidente", respondi, tirando a poeira de minha legging.

Tyler passou alguns segundos calado, aparentemente checando se eu estava bem, até se pronunciar. "Sou Tyler Bate", voltou a estender a mão, "E ele é Pete Dunne".

Cumprimentei-o, vendo como o outro apenas meneava a cabeça e mantinha-me olhando com se me analisasse de cima à baixo. Tyler tinha um pequeno sorriso de canto em seu rosto, o qual correspondi, mas o que mais me chamava atenção era Pete.

"April", apresentei-me, "Obrigada por me ajudar!"

"Não precisa me agradecer, na verdade, a iniciativa foi dele"; no momento em que indicou Pete, comecei a estranhar. Ele? Ele deu a ideia de me ajudar? Meio inacreditável, principalmente porque o mesmo não falava nada nem confirmava a responsabilidade.

"Ele é sempre quieto assim?", questionei, referindo-me ao Bruiserweight.

"Na verdade, não... Não sei o que deu nele hoje", observou Tyler, vendo o outro rir de canto e sair sem maiores explicações. "Bem... Acho melhor eu ir", comentou, sentindo-se obrigado a seguir o amigo talvez, "Nos vemos depois?".

"Uhum", balbuciei, em despedida.

"Bom! Até mais, April”

"Até mais", gesticulei rapidamente, vendo-o sair meio apressado atrás do amigo, que já estava a certa distância. Posso estar errada mas eu podia jurar que, ao longe, Pete ainda me olhava com o canto do olho.

{...}

Mais tarde naquele dia, um novo episódio do NXT seria gravado e eu pela primeira vez lutaria. Algo animador e ao mesmo tempo assustador: lutar na frente de um público maior do que qualquer um o qual estava acostumada. Preparava-me nos bastidores, alongando-me e treinando alguns golpes no ar mesmo, uma mania minha. Distraída, só notei alguém próximo quando abaixei-me para um alongamento. Pelo canto do olho, vi Pete Dunne observando-me.

Rapidamente, voltei à posição anterior, jogando meu cabelo para trás à fim de ajeitá-lo, e olhei-o com a sobrancelha arqueada. "Oi..?", soltei, incerta sobre o que deveria falar.

"April, certo?", ouvi-o perguntar.

"Sim", retribuindo o olhar de análise que me direcionava, "E você é Pete Dunne"

"Primeiro e único, The Bruiserweight Pete Dunne."

"É, eu conheço sua fama"

"Conhece?", ele tinha um risinho metido esboçado no rosto junto de certo interesse, "Então, o que ouviu falar de mim?"

"Deixe-me ver...", levei a mão ao queixo, dando-me um ar de pensadora, "Tem muitas habilidades como wrestler, conhecido mundo afora como parte do British Strong Style..."

"O mais talentoso deles", interrompeu-me.

Bufei, não me dando por convencida, "Talvez", forcei um sorrisinho irônico, "Matches normalmente avaliadas com cinco estrelas, vegetariano e aparentemente carrancudo", terminei com um pinguinho de sarcasmo na voz. O suficiente para este aproximar-se ainda mais, sarcástico e irritado pelo visto.

"Você não conhece nada sobre mim, então."

"Eu diria o contrário. Sei bastante coisa já."

"Ainda tem muito a saber"

"Sério?", perguntei descrente, notando que sua proximidade já me forçava a levantar levemente o rosto para olhá-lo, "Então me mostre."

"Você que escolhe se quer saber ou não", sua voz soou sugestiva enquanto ele já se afastava, deixando um apertão em minha bunda ao sair.

Eu, por vez, encostei-me contra a parede graças à inesperada atitude. Ele me pegara de surpresa. Tentei olhá-lo e notar se havia algo em sua expressão que revelasse o motivo daquilo. Só vi um sorriso metido.

{...}

 

- Hey! - uma conhecida voz tirou-me de meus devaneios. - Terra chamando April!

Pisquei os olhos com força, olhando para o lado e vendo Tyler praticamente balançar a mão na frente de meus olhos. - ...O-Oi? - balbuciei, passando a mão por meu cabelo enquanto reconhecia os arredores.

- Está tudo bem?

- Sim, sim... Tudo okay.

- Em que parte da história você parou de prestar atenção?

Sinceramente, eu não havia prestado atenção em nada. Porém, falar isso para ele seria o mesmo que atestar insignificância. - Erh... - tentei buscar algo em minha memória. - Aquela parte da...

- Você não prestou atenção em nada, não é? - interrompeu-me.

- Não... - falei num fio de voz, olhando meus pés que se mexiam inquietamente enquanto mantinha-me sentada em um caixote.

Ele levantou meu queixo, fazendo-me olhar em suas orbes azuis. - O que aconteceu?

- Nada. - menti.

- O que Pete fez dessa vez?

Suspirei, querendo baixar meu olhar de novo mas ele me impedia. - ... Como você sempre sabe?

- Eu te conheço há tempo suficiente para saber. - ele riu minimamente, logo voltando à seriedade. - O que ele fez dessa vez?

- O de sempre, Ty... - bufei, finalmente sendo permitida de baixar meu olhar.

- Por que você não fala para ele o que sente?

- Pra quê?! - praticamente vociferei, gesticulando de modo exausto. - Pra ele me descartar como se eu fosse um lixo e nunca mais falar comigo? Prefiro aguentar isso e esperar que, uma hora, ele me veja com outros olhos...

- Você ainda tem esperança que ele desenvolva algum tipo de sentimento por você?

- Sim. Todo mundo tem sentimentos, até mesmo alguém como... Ele. - afirmei, mas internamente já tinha minhas dúvidas.

- Eu sei, mas... - ele parecia ter todas as palavras em sua mente, só precisava expressá-las. De algum modo, eu esperei ansiosamente por isso até vê-lo bufar e baixar o olhar. - Esquece. Não vale a pena. Eu só não quero lhe ver machucada.

Dei um sorriso fraco, tocando um leve cacho de seu cabelo. O suficiente para fazê-lo sorrir um pouco também. - Eu não vou me machucar, prometo. Com o tempo talvez eu até desencane dele! - isso já não me parecia muito possível mas, por Tyler, eu tentaria.

Ele não parecia muito crente nisso, mesmo assim manteve o sorriso e depositou um leve beijo em minha testa. - Está quase na hora da luta. - comentou, ajeitando o título em seu ombro.

- Tá bom. Vai lá e vence! - disse, torcendo.

- Não vai torcer pelo Dunne?

- Não. Dessa vez, minha torcida é sua. - minhas palavras fizeram-no sorrir confiante então continuei. - Vai lá e não volte sem esse título nos ombros!

Ele riu em concordância, afastando-se à medida que o NXT TakeOff Chicago tinha seu início anunciado. Eu falara a verdade, minha torcida estava com ele. Não que eu não quisesse ver Pete campeão, o Bruiserweight merecia, mas Tyler era como um irmão mais velho para mim e seria injusto torcer contra.

Eu não sei como reagiria se Pete vencesse. Ficaria feliz mas triste por Ty; meu coração ficaria mais apertado do que já estava, temeroso por razões desconhecidas. Era impossível para mim torcer para apenas um deles. Descobri isso enquanto assistia à luta por uma das TVs dos bastidores. Minhas emoções à flor da pele faziam-me gritar e morder meus lábios em apreensão a cada golpe mais duro.

Em determinado ponto da luta, eu já não sabia mais o que esperar. Nem quem eu teria que saudar pela vitória. Com as mãos apertando uma a outra, parecia rezar, mas na verdade só estava apreensiva demais. Dentro de mim, um aperto no coração dizia-me o vencedor por antecipação. Odiava disso. O pin foi feito como se fizessem contagem regressiva para o fim das batidas em meu peito. 1. 2. 3.

 

Pete Dunne era o novo United Kingdom Champion... E eu não sabia com que cara o receberia agora.

{...}

 

 

Isso é amor?


Notas Finais


Como diria Cauê Moura:
"Obrigado pela sua audiência, pela sua paciência, por ser essa pessoa maravilhosa e... TCHAU!"

Nos vemos no próximo capítulo, seus lindjos e lindjas. Espero esse feedback maravilhoso chamado comentário. Sabe como é, né? Fanfic nova, insegurança...

Ps* Sim, eu que fiz as capas. Caso perguntem.


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