História Gladiadora - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Gladiador, Grécia Antiga
Exibições 23
Palavras 2.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Super Power, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aviso aos antigos leitores: A história está reescrita. Os personagens continuam os mesmos, porém alguns mudaram de nome.
A história se passa na Grécia Antiga, uso as cidades-estados dela. Porém a luta de gladiadores não se passa na Grécia e sim em Roma. Porém como é uma história fictícia. Espero que entendam, o que se passa aqui é mentira. Fora do contexto real do lugar.

Bem vindo e Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Escrava


Em pleno dia alguns homens comercializavam pessoas.

Numa enorme sala que continha um palco, estava a ser vendida uma criancinha que aparentava ter sete anos de idade. Cabelos longos de cor negra, olhos um pouco puxados de coloração incrivelmente branca, lábios rosados e pequenos, estatura pequena e vestia um vestido todo sujo, esfarrapado, que era para ser branco. Ela estava aos prantos. Chorava calada, derramando grossas lagrimas cristalinas. Continha uma corrente que lhe prendia no pescoço, pulsos e tornozelos , um ligado ao outro, a impedindo de fugir.

-Vendo ela por 300,6534 dracmas! – Gritou um homem alto e um pouco musculoso que se encontrava ao lado da pequena. No caso, o vendedor. Seu porte era alto, musculoso, barba um tanto exagerada, trajando um exomis.

-Aceito por 100,000 dracmas! – Gritou alguém no meio de todos ali presente. Levantando seu braço e balançando a bolsa cheia de dracmas.

-500,000 dracmas! – Revidou o vendedor ao lado da pequena que lhe olhou confusa e chorosa, olhando para a mesma revidou com um olhar frio e duro.

-1.000,000 dracmas e não falamos isso! – Gritou um homem barbudo, trajando um exomis de alta qualidade e um pequeno manto, sandálias gregas, cabelos loiros e acompanhados de um magrelo de estatura baixa segurando uma sacolinha onde continha os dracmas.

Todos os homens ficavam à cochichar algo. A sala estava uma zona só!

-Senhores! Senhores! Silêncio... –Pediu o homem que iria comprar a pequena. – Esta criancinha vem de uma linhagem de família ótima como escravos! Ver esses lindos cabelos negros intensos e olhos albinos felinos esconde uma força sobre-humana. – Suspirou. – Mesmo sendo tão nova é capaz de derrubar aquele homem – Disse apontando para um homem robusto e grande como um guarda-roupa. – apenas com um chute!

Todos que estavam ali, cochichavam entre si cada vez mais.

A menininha estava à chorar litros e mais litros, o medo estava estampado em seu rosto. Tremia por toda expansão de seu corpo. As correntes, queria arrebenta-las, mas como? Mal conseguir falar ou pensar algo!

-Então...! Três, dois, um! Vendido pro senhor Ítalo! – Disse o homem do lado da pequena. – Venha! – Disse friamente para a criança a puxando e levando até seu novo “dono”. Era assim como tratava, como animais.

-Vamos para casa minha escrava! – Disse Ítalo puxando a menina pelas suas correntes. Tropeçando sob seus próprios pés, mau consegui acompanha-lo.

 

Era assim a  vida desta pequena menininha. Sendo vendida aqui e ali. Cada vez pra homens piores!

Alguns adoravam bate-la sem uma explicação, apenas por ser prazeroso vê-la gritar e chorar. Outros gostavam de fazê-la trabalhar em tudo! Quando digo tudo é tudo mesmo! Não podia receber a ajuda de ninguém, apenas ajudar. E outro que tentou abusa-la sexualmente, digo que este não esta mais entre nós.

 

-X-

 

Agora esta pequena está com 15 anos e já está entregue a seu destino de escrava. Bem, foi o que ela pensou.

Seus cabelos pretos estavam mais longos, olhos puxados brancos mais intensos, seus lábios mais rosados, corpo agora esbelto e possui algumas curvas. Trajava um vestido acima dos joelhos branco e acompanhado de correntes em seus tornozelos prata. Está bem diferente da sua eu de antes que era doce e gentil agora fria e rude. Personalidade muda de acordo com o tempo, sabia? Seu nome Átala.

Agora trabalhava para um homem pervertido e insano. Seu nome é André. Porte alto e musculoso, cabelos longos castanhos claros quase loiros, olhos azuis quase pretos. Trajava uma exomis acompanhado de sandálias gregas.

-Escrava insolente! – Gritou André. Bravo, seu tom de voz deixava transparecer isso.

-Desculpe-me senhor. – Disse Átala à se ajoelhar no chão perante o homem a sua frente. Limpando toda a sujeira que se encontra em seus pés. Seu tom de voz calmo e baixo irritou mais o seu “dono”. Átala tinha apenas derramado um copo de suco acidentalmente no homem e ele surtou. Apenas um acidente fez ele se enraivecer com a mesma.

-Escravas tolas como você eu puno! – Disse e puxou os cabelos negros de Átala a trazendo pra perto. – Eu vou puni-la dá forma mais dolorosa, até que seus olhos lacrimeje de dor e sua boca implore por misericórdia. – Sussurrou perto do rosto de Átala que continuou com a expressão de sempre, calma. Levantando seu corpo, André, começou a puxar Átala por seus cabelos. Arrastando-a pela casa.

Nenhum grito ou careta foi arrancado de seu corpo, ainda.

-Irei domestica-la! – Falou como se aqui fosse a fala mais normal que havia dito. Chegando no ultimo quarto da casa, ou porão, prendendo Átala na parede com as correntes a suspendendo por causa da altura elevada.  Pegou um chicote e começou a chicotear Átala, sem gritos de desespero da menina.

-Por que não grita? Grite ou abusarei de sua pureza! – Ordenou e começou a chicoteá-la mais e mais, porém nenhum som sai de sua boca, muito menos fazia expressões de dor.

O chicote era de couro, mais tinha sua diferença. No final sendo coberto de ferro ou aço. Entrava em contato com o corpo da jovem abrindo algumas feridas. As paredes respingada de sangue e o chão também, o chicote estava melado e o corpo ensanguentado.

-Peça desculpas! – Ordenou André a jovem Átala, que nem um musculo moveu. De cabeça baixa tentava fixar seu olhar no que via. -Não ouvi. – Repetiu André e olhou mais de perto o pequeno corpo. -Irei domestica-la e revende-la! – Dito isso o homem começou mais uma sessão de chicote.

Pegando um pouco de sal, melou seu dedo indicador e enfiou dentro da boca de Átala. Átala mordeu seu dedo com tanta força que chegou a sangrar. Ele lhe deu um forte tampa em seu rosto fazendo virar a cabeça.

-Depois volto para continuar. – Dito isso André saiu porta a fora. Ele estava suado e melado de sangue.

-Maldito. – Disse Átala irada com ele. Estava ensanguentada e presa em forma de ‘X’ na parede. O sangue corria entre suas curvas e entrando em contato com a poça que se formou no chão. Desciam em forma de gotas e assim formando aquele som irritante, tomando conta do silêncio daquela sala fria e fedida.

-Seu demônio! Maldito! Idiota! Nojento! – Indagou em alto e bom som. Começou a chinga-lo mentalmente e acabando por falar em voz alta. A porta do quarto estava entre aberta.

Tomando um susto a mesma ver André adentrando o local, com um pano a limpar suas mãos sujas de sangue.

-Como ousa? – Perguntou André com uma voz firme e enfurecida. Seu olhar era obscuro, não havia brilho naquela alma? Não. Infelizmente ele seria mais um daqueles que foram entregues à Hades.

-Cachorro que só ladre, nunca morde. – Respondeu Átala a lhe olhar irritada. Sorriu sínica. A mesma seria sadomasoquista? Aguentar tudo aquilo e ainda falar mais?

-Acha mesmo que não irei machuca-la? Depois destas suas falas irritantes irei tortura-la ainda mais! – Falou André, estava confuso como ela conseguia dizer aquelas coisas se sabia que iria apanhar? Ela havia lhe enfrentado! Uma sensação jamais provada por ele antes, ser enfretado por um escravo.

-Não tenho medo algum de você! – Gritou autoritária e André sorriu, um largo e maravilhoso sorriso masoquista.

-Tem certeza? – Dito isso arrancou lhe o vestido em trapos. Átala lhe olhou com medo. Pegando o corpo da mesma e colocando em posição fetal e lhe amarrando em uma espécie de “barra de ferro” que no final era esquentada pelo fogo, tranzendo o calor até a metade da barra de ferro. A mesma ficava amarrada assim, nua e exposta. André não pensando duas vezes à penetrou fundo.

Átala era virgem. A pobre garota teve sua primeira vez destruidora e traumática. Ouviu-se um grito da mesma. Quando ainda virgem e a penetração se trona forte um pouco de sangue começa a sair do local e a dor se torna insuportável.

Seus olhos estavam opacos, sem vida, sua boca entre aberta a soltar leves sons de dor. André começou a mover-se, causando-lhe mais dor. Depois de alguns minutos ela realmente sentiu a dor de ser queimada, André já havia saído do cômodo. Antes ele lhe colocou no chão úmido do local e prendeu seus braços para trás e largada nua.

Átala se encontrava a tremer constantemente, seus olhos esbugalhados demonstravam pavor, seu corpo suava de medo, suas pernas bambas, respiração descompassada, seus pulmões pareciam querer sair de dentro de si, seu coração podia se ouvir um estralo, ele se rachava cada vez mais como um vidro quase a se quebrar. Ou apenas os cacos que restavam de sua compaixão.

-Eu não aguento mais. – Disse em meios aos choros. Sim estava chorando da dor, angústia, ódio, raiva e principalmente pena dela mesma.

Começou a se mexer exageradamente nas amarras. Como estava bem amarrada, e com apertados nós, demorou um pouco até se soltar totalmente. Seus braços estavam com as feridas expostas, assim como o resto de seu corpo.

-Algo... – Balbuciou as palavras e saiu a andar cambaleando silenciosa até seu quarto. – Qualquer coisa serve para fugir... – Colocou um vestido branco e saiu andando pela casa a procura dele. Achou o mesmo em sua cozinha a tomar um gole de seu mais fino e antigo vinho. 

-O que v- - André lhe viu e tentou falar algo até a mesma lhe jogar uma faca menor, que por sorte dele e azar dela, ele desviou.

-Apenas sua morte. – Dito isso saiu correndo pelos corredores da casa. Tentava manter seu olhar fixo e sua respiração media, mais estava um tanto difícil.

-Volte aqui sua merda! – Exclamou indignado após vê-la correr. Pós a correr atrás dela. Logo se passaram minutos. Depois de tanto procura-la viu um vulto passar pelo corredor.

-Te achei! – Sussurrou indo atrás dela. Seus passos eram pesados e firmes.

-Parabéns, chegou à hora de sua morte! – Dito isso a mesma segurava firme um marchado, girando seu corpo tentou acerta-lo, porém o marchado escorregou de sua mão e bateu no chão. A mesma escorregou batendo sua cabeça no chão.

André achou uma vantagem e ficando por cima de Átala começou a enforca-la com suas enormes mãos no pescoço dela.

- Morra sua fedelha... – Dizia repetidamente para à mesma a enforcando cada vez mais. Átala por sua vez, procurava loucamente pelo machado ao seu redor até encontra-lo.

Jogando o marchado na cintura de André e jogando seu corpo para o lado, levantou-se e agarrou o jarro ao seu lado o tacando na cabeça de André.

- Quem morrerá, é você. – Disse e saiu cambaleando por trás da casa.

Já estava anoitecendo, sua visão estava terrivelmente embaçada. Sua respiração fraca e seu corpo trombando pros lados, quase à cair.

-E agora? – Perguntou olhando pros lados. – Morrerei assim...? – Perguntou pra si mesma e viu duas silhuetas à aparecer em seu campo de visão. – Quem está ai? – Sussurrou perturbada.

-O que uma mocinha toda machucada faz numa rua assim? – Perguntou uma das silhuetas, sua voz era grossa e brincalhona, recheada de má intensões.

-Nada que lhe é de interesse. – Andou para trás. Cambaleio e tropeçou numa das pedras atrás de si. Tentando se levantar viu sua visão ficar negra. Eles se aproximavam cada vez mais de si e ela tentava se levantar. -Qual o problema de vocês? – Exclamou irritada.

-Apenas queremos nos divertir com você belezinha. – Dito isso o primeiro ficou por cima da mesma e agarrou seus braços os prendendo acima de sua cabeça, quando iria beija-la levou um chute no meio da cara.

Seu corpo foi arremessado um pouco longe por causa da brutalidade.

-Você está bem? – Perguntou alguém para a mesma. Ela não conseguia responder.

O segundo homem que tentou abusa-la jogou areia nos dois, Átala que estava tentando enxergar algo foi atingida em cheio já o seu defensor se protegeu.

Átala se levantou e novamente caiu. O tal misterioso defensor agarrou sua cintura e levantou seu corpo colocando sob seus musculosos braços.

-Vamos, cuidarei desses ferimentos horríveis em seu corpo. – Disse o defensor misterioso e a mesma nada respondeu. Ele novamente olhou pra mesma. – Seu nome? – Perguntou.

-Átala... – Falou fraco e logo em seguida desmaiou.

- Ei, garota! Ei! – Chamou à mesma repetidas vezes e não obteve sucesso. – Levarei você para minha casa, Átala. – Disse e começou a apressar seus passos.


Notas Finais


Obrigada por ler e até o próximo capítulo!


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