História Gladiadora - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Gladiador, Grécia Antiga
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Palavras 2.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Super Power, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4 - Arena de Dionísio


Meses se passaram rapidamente, logo o dia mais esperado pelos gladiadores chegará. Ele visitariam a arena de Dionísio, em Troia, uma das cidades-estados da Grécia.

Átala estava cada vez melhor. Suas adagas, de pratas bem polidas e na bainha com alguns pequenos detalhes em vermelho, pareciam ser dois brinquedos nas mãos dela. A mesma tinha seu típico jeito de luta, uma luta que parecia que ela dançava. Descansando de segurar suas adagas, trocou por uma lança, de ferro maciço, na ponta parecia uma flecha e um pouco abaixo com uma pena branca a ser pendurada, agora empunhada pela mesma, parecia não saber parar diante os braços da menina. Novamente troca de arma, treinando com varias para expandir suas habilidades.

Agora com seu arco nas mãos, feito de madeira forte e ferro para assegurar a força do mesmo, suas flechas eram firmes em seu alvo, chegavam a corta fortemente o ar, suas pernas e seus braços não tremiam em minuto nenhum.

Sozinha naquela enorme arena antiga, que seu pai comprou, treinava horas e horas. Chegava cedo para aproveitar e esquentar seu corpo e saia tarde para deixar seus pensamentos a invadirem por completo.

Leandro tinha comprado um novo local para os gladiadores treinarem. Era menor do que o pensado, maior que seu antigo local.

Sua espada, de aço e com a bainha de aço, agora sacada de suas costas, sim, ela á pendurava nas costas, era uma lamina rápida, apenas um piscada, e você seria decapitado.

Deixando o armamento de lado, apenas armas não iria lhe garantir vitória, treinava seu corpo. Suas pernas torneada e seus braços delicados era uma ajuda perfeita para escapar das mãos de brutamontes. Suas pernas fortes, ficava a dar impulsos nas suas corridas e saltos. As mãos usada para se apoiar e segurar algo era firmes. Sua mente parecia a mente de uma predadora diante sua presa. Há! Com certeza seu pai está orgulhoso dela.

Logo vozes é ouvida pela mesma. Ela se vira e dá de cara com seus companheiros de luta e amigos.

-Bom dia Átala! – Gritou Issac à balançar o braço freneticamente. Estava entusiasmado demais para poder guarda para si.

-Bom dia. – Disse normal e olhou para eles que já se separavam e pegavam seus armamentos.

-Átala, não exagere. Ainda quero minha gladiadora em plena forma e saúde na arena. – Reclamou Leandro e viu a mesma lhe olhar ansiosa. Sim, ele havia colocado a mesma para lutar contra enormes brutamontes.

-Certo. Exagerei um pouco, mais logo irei descansar para as lutas amanhã. – Informou Átala à Leandro que logo suspirou derrotado.

Todos estavam ativos ao treino, já que era o ultimo dia. Saulo lutava bravamente, usando mais seus punhos, quebrava rochas. Seu estilo de luta era mas o de punhos e pernas.  Sua defesa bem armada.  Duas espadas, de aço e com suas bainhas recobertas de couro, presas em suas costa, livraria ele de uma boa surra se ele as sacassem.

Sempre assim, gladiadores não podem ficar com apenas uma arma, obrigatório manejar mais de dois tipos de armas.

Sua enorme lança, de madeira fortificada e com a ponta feita de prata, pesada e muito maior que seu tamanho, parecia uma pequena e leve pena em suas mãos. Cortando até o ar, se possível.

Filipe, usava mais seu marchado. Um enorme machado de prata, com belos detalhes em azul marinho na bainha. Já tinha decapitado mais de nove homens em seus torneios. Preciso e pesado, mais também cortante e rápido.

Nicolas era diferente. Gostava de atacar seu oponente pelas costas. Sempre usava sua agilidade como vantagem. Corria pra todos os lados, enquanto seu oponente corria atrás dele. E quando finalmente, o seu oponente para pra recuperar seu folego, o mesmo sacava sua espada e a trincava no peito dele. Não carregava outras armas além de sua única espada que era posta no lado esquerdo de seu cinto.

Heitor usava sua estrela d’alva. Uma esfera de metal, com espinhos, presa num cabo de ferro por uma corrente. Girando-a no ar e a jogando contra seu adversário. O matará na certa.

Sebastião é mais estratégico. Em cinco segundo montava uma morte dolorosa para o seu inimigo. Com suas duas espadas bastardas, umas em cada braço do oponente. Morria por hemorragia, enquanto ainda vivo gritava, fazendo assim o Sebastião rir mais.

Daros era pra luta livre. Sempre que entrava na arena, ganhava apenas usando seus punhos. Não gosta de praticar com armas, prefere sentir o sangue inimigo corre sobre suas mãos grandes e musculosas.

Issac carregava consigo suas duas cimitarra. Treinando com elas, laminas cortantes e rápidas.  Apenas com elas duas.

-Treine comigo Átala. – Chamando a atenção de todos, inclusive de Átala. Daros foi desafiante. Átala Não gostava nem um pouco do seu modo de agir com ela. Sempre a rebaixando, fazendo piadinhas pervertidas e principalmente a tratando como escrava que já fora um dia.

-Deros, deixe já de suas brincadeiras de péssimo gosto! – Gritou Leandro. Ele não estava gostando muito do Daros que vem tratando a Átala daquela maneira desde que a menina entrou. Tornou-se duro com ele, mais mesmo assim Daros não ligava, preferia implicar com a garota.

-Você fala muito. – Comentou Átala à colocar o cabelo para trás. – Mas até quando? - Perguntou levemente irritada. Pulando na frente do mesmo, moveu sua perna direita como um chute. Daros defendeu o chuto de Átala com um de seus braços e olhou para à mesma.

-Apenas isso, Átala? – Debochou e Átala se afastou um pouco. – Será massacrada na arena.

Surpreendendo todos, uma das adagas de Átala passou perto do rosto de Daros. Com o susto Daros olhou para a adaga presa na parede. Átala desferiu outro chute em seu corpo. Daros andou um pouco pro lado, colocando a mão sob o local do chute e massageando.

-Pare e pense. Não treinei por meses para ser derrotada por um idiota como você. – Fala irritada e sai andando. Daros olhou para a mesma furioso e surpreso, ela havia humilhado ele?

Daros não é um inimigo que se possa dar as costas. Correndo em direção da mesma, tentou soca-la. Átala se moveu pro lado, parecia dançar diante aos olhos dele. Esquivando por pouco do soco de Daros, ela pegou no braço do mesmo e lhe deu uma cotovelada. Os olhos albinos se encontraram com o seu, fazendo estremecer toda sua base corporal.

-Uma coisa, não vou machuca-lo por que não é meu inimigo e muito menos por que está chegando os jogos. É bom lutar bastante, ou eu farei picadinho de você no final. – Reclamou Átala e saiu andando normalmente para fora da arena.  

 

-X-

 

E o dia chegou. Leandro e seus gladiadores já estavam na arena. Troia, arena de Dionísio.

Os deuses presentes na arena eram: Ares o deus da guerra, Dioniso o deus do vinho, das festas e do êxtase, Hefesto o deus do fogo e da metalurgia e ferreiro dos deuses e por fim Hermes o mensageiro dos deuses, deus do comercio e dos ladroes.

Bem, era fundamental a presença destes deuses. Pois seriam eles os observadores e julgadores daqueles que serviram como protetores dos deuses. Enquanto os humanos achavam que aquilo fosse mero espetáculo de atração, os deuses tratavam como duelos de batalhas para cavaleiros.

As arquibancadas da arena estavam lotadas de telespectadores, em um local separado os deuses viam tudo de ‘’camarote’’, juntamente do outro lado estavam os anunciantes, humanos hipócritas que apenas gostavam de apreciar o mar de sangue e a chuva de morte de homens.

-Seja- bem vindos à Arena de Dionísio! – Grita uma voz máscula. O primeiro apresentador. – Meu nome é Diego! – Alto, forte, cabelos brancos e babar esbranquiçada. Era um velho, aproximadamente de 60 a 71 anos.

-Este maravilhoso dia, veremos os melhores dos melhores serem classificados para a próxima arena! – Exclama o segundo apresentador. – Me chamo Estevão. – De cabelos cachados e castanhos, pequena barbicha castanha a crescer. De 50 a 56 anos, aposto.

-Há, quem sairá ganhador? Quem será o sortudo? – Perguntou outro. Podia-se ouvir gritos femininos das arquibancadas.  – Deixe-me apresentar para as belas dama, Ítalo. – Este parecia mais novo. De cabelos curtos pretos, pele bronzeada. Entre 30 a 33, eu acho?

-Deixe de tentar aparecer! Por que as estrelas estando entrando! E com isso seus brilhos aumentaram! Quem vem lá? Sim! Eles, Evening Star! – Gritou Saulo.

-Há! – Gargalhou Estevão. – Esses ai, foram os antigos vencedores e agora perdedores da arena. Vamos ver se este ano eles dão sorte, certo? – Perguntou Estevão.

-Ouvi falar deles. Os antigos estrelas. Mais essas estrelas não entraram em extinção,não? Pois bem, chegaram em grande estilo! – Gritou à ironizar, Ítalo.

Logo podia se ver, três rapazes e cinco homens, deviam estar lá pros 30 anos, entrarem na arena. E com eles seu mestre/treinador. Academina Evening Star, como os mesmo se denominavam. Entraram e apenas alguns telespectadores gritavam e aplaudiam animados.

-Hó! – Clamou Ítalo. – Agora sim estou gostado! Com uma entrada de abalar corações das jovens, e deixar-me com inveja, os Lórdon Syntriptikí. Estes jovens não estão pra brincadeiras! Apareceram pra deixar bem claro que iram derrotar os veteranos novamente? – Perguntou reciproco.

-Dizem que uma das academias tem um novo integrante. Talvez um dos veteranos derruba o cargo ocupado pelos novatos! – Brincou Estevão.

-Pode ser, eles não tem tanta experiência em batalhas sangrentas como os veteranos. Mas tudo pode acontecer! – Disse Saulo.

Oito jovens, belos e de portes fortes. Acenavam e mandavam beijos pras jovens donzelas que ficavam a exclamar o nome de cada um histericamente. Logo atrás o mestre/treinador deles.

-E sem mais delongas, que entre os Dragons skotádi. Trazendo consigo seu mestre. – Gritou Saulo. – Talvez este ano haja uma grande diferencia.

Entra um homem de porte físico assustador, acompanhado de seus alunos, cinco homens enormes, brutamontes por assim dizer, e três jovens homens à ser massacrados pelos seus aliados facilmente.

-Há! Descobrimos qual a academia está com um novo recruta! – Indagou Ítalo a pular da cadeira. Logo um silêncio absurdo fez presença.

A academia mais esperada entrou com um dos participantes de capuz. Átala escondia seu rosto por debaixo do capuz. Mais logo o retirou e pode olhar mais amplamente para todos na arena que ficaram boquiabertos.

-E a ultima academia e com uma mulher a ser gladiador, Μονομαχίες! – Gritou o deus do vinho, Dionísio estava gostando pela primeira vez de ver uma mulher em sua arena à lutar contra brutamontes.  -Que as bebidas sejam servidas! E que as grandes lutas comecem! – Se manifestou Dionísio.

Logo a grande plateia gritou agitada e aplaudiam todos os participantes. Eles estavam motivados a darem seu sangue por aquela batalha acirrada.

Todas as academias se olhavam e se confrontavam. Mais Átala era a única a ficar curiosa e olhar tudo e todos ao seu redor. Estava estupidamente curiosa para ver as batalhas se realizando naquele grande local.

-Um garotinha deste tamanho morrerá aqui. Leandro, não tinha o que fazer quando pensou em coloca-la como gladiadora? – Questionou o treinador de Evening Star.

-Damião, o que eu pensei foi: Ela fará um massacre com os seus gladiadores. – Debochou Leandro e todos ali riram da academia.

-Ora seu.. – Antes que Damião pode-se completar se sentiu intimidado pelo olhar fulminante de Átala.

-Cale sua maldita boca. Fará um favor para todos. – Rosnou agressiva e saiu do lugar irritada. – Espero que aquele seu plano der certo, por que caso contrario estou furiosa com você e sua academia. – Finalizou e continuou andando. Seus cabelos negros foram bagunçados pelo vendo, sua capa voou junto com seu capuz. Os ventos estavam fortes, mais a gritaria da plateia estava mais.

As academias se encontravam em seus respectivos lugares até chamarem pelos nomes de seus gladiadores.

Damião estava confuso, mais um tanto abestado.

-Para nossa abertura de primeiro dia as  academias  Μονομαχίες e Evening Star se enfrentaram! – Gritou ansioso, Diego. – Apresentem-se à arena livre, Átala e Alexandre! – Exclamou.

Todos ne arena logo gritaram eufóricos. Esperando, talvez, por um minuto, que a jovem moça morra nas mãos do habilidoso Alexandre. Átala parecia está determinada. Seu rosto estava sem emoção. Mais seus olhos mostravam o tamanho de sua ira.

 

 



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