História Gladiadora - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Gladiador, Grécia Antiga
Exibições 10
Palavras 2.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Super Power, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Aviso: Voltarei dias 08 e 09 de todo mês para postar capítulos novos! Mês que vem sai capítulos bônus!
Infelizmente, atualizarei essa fanfic mensalmente, espero que compreendam. Pois tenho uma segunda fanfic que também preciso dar atenção :3
Espero que compreendam! Agradeço e bora lá pra o capítulo!

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Primeiro dia: Abertura


Primeira movimentação de Átala, andar até a arena. Leandro e todos de sua academia ficaram preocupados com a mesma. Porém alguns pareciam relaxar pela capacidade da garota, já não podia se afirma Leandro.

-Acalme-se. – Comentou Nicolas vendo o mesmo um tanto nervoso. – Não adiantará você ir lá, você já à colocou para lutar! – Disse jogando em sua cara a dura realidade. – Fique quieto para não desconcentrar a mesma e torça pra ela viver. – Voltou para perto de todos e começou a gritar o nome de Átala à encorajando.

-Deveria confiar mais nela. Com certeza vencerá. É para o bem de todos nós. – Falou Daros a olhar para Átala. Todos olharam pro mesmo, surpreendidos, também há motivos. Eles se odeiam desde à primeira vez em que si viram.

-Olha! Vai começar! – Chamou a atenção de todos, Saulo, apontando para o campo de luta.

Enquanto Átala e Alexandre trocavam olhares alguém chama à atenção da plateia.

-Senhoras e senhores! Apresento dois gladiadores! A novata Átala e o veterano Alexandre. – Falou Ítalo apontando par aos dois de longe. – Eu, Ítalo, permito que a luta comece em nome de nossos deuses! – Gritou e assim todo o publico também fez o mesmo.

Alexandre deu às costa para Átala e começou a abrir os braços e movimenta-los em forma de pedir mais gritos em seu nome.

-Deveria prestar mais atenção. – Reclama Átala e acerta o mesmo com sua espada de leve, fazendo um pequeno corpo no seu ombro. Alexandre virou-se e olhou para a pequena garota. Seu corpo já estava em formação, mais demonstrava que não iria parar nunca de evoluir.

Dona de olhos totalmente brancos felinos, cabelos grandes de coloração preta, com dois coques, um de cada lado, duas tranças na frente e a franja. Pele branca, sem sequer uma marquinha de sol, machucados. Corpo escultural. Seios medianos, pernas torneadas, e curvas bem distribuídas. Trajando uma armadura de aço com detalhes em azul escuro, seu elmo tinha quatro chifres, dois grandes em cima e um pouco abaixo dois menores. Usando um cinto por debaixo da armadura onde esse prendia sua saia, abertura em V na frente de suas pernas e no tecido do meio era um tanto menor. Uma das espadas estava presa à sua costas enquanto ela segurava a outra.

-Alexandre ganhará tenho certeza! – Disse Ítalo, confiante de sua aposta. Os dois ao seu lado sorriram e prestaram atenção à luta.

Alexandre tinha uma aparência diferente de todos ali. Com um sorriso sarcástico nos lábios e o olhar maldoso. Sempre arrumava brigas. Com seu cabelo pra trás, preso em um rabo de cavalo, ruivo. Olhos cor de mel. Corpo musculoso. Pele meio bronzeada. Trajando uma capa bege claro, com o tórax a aparecer e mostrar três enormes cicatrizes. Com seus dois marchados presos a sua costas. Uma calça preta colada. Com protetores na parte do cotovelo até as mãos, de aço. Com protetores em suas pernas de aço e um sapato marrom. Ele não usava muita proteção comparado à Átala que usava uma armadura completa.

Em um passe rápido, Átala o atacou. A espada da jovem estava a ser empunhada na frente do rosto de Alexandre. Num ato de se defender da espada inimiga, ele colocou seu machado em sua frente. Antes uma, agora duas espadas. Colocando o peso de seu corpo contra o de Alexandre. Suas espadas estava contra o cabo do machado do inimigo.

-Pode ter agilidade, mais tem habilidade? – Perguntou Estevão rindo de Átala. – Ela parece não saber manusear uma espada! – Gritou pondo as mãos a frente de seu corpo, com os braços esticados. Todos sorriram da garota que aumentou sua raiva.

-Você tem coragem. – Disse Alexandre. – Mais eu, uma estrela, irei cega-la com meu brilho. – Dito isso colocou uma força brutal em seu machado, assim o empurrando contra o corpo de Átala.

A mesma foi arremessada por metros e assim por deslizar no chão de areia, e acabar arranhando seus braços. Acabou soltando uma de suas espadas, que foi parar longe do corpo da jovem.

-Agora ela cai e não levanta! Tadinha! Pare já! Vai machucar sua linda pele! – Debochou Alexandre rindo, toda a plateia ria dela. Os seus companheiros ficaram irritado mais controlavam-se.

Quando a poeira baixou, viu a silhueta de Átala de pé. A mesma tirou sua pesada armadura, ficando apenas com sua saia e um pequeno top que trajava por debaixo da armadura. Pegou a sua espada, tirando-a da armadura, empunha com firmeza. Correu até seu oponente e deu-lhe um chute na perna, Alexandre caiu ajoelhado. Átala subiu sua espada e desceu acima do corpo de Alexandre. O mesmo defendeu com sua mão à sangrar.

Alexandre segurava firme a espada de Átala, que por sua vez a soltou e deus alguns passos para trás. Ele arremessou seu marchado em direção de Átala que se esquivou indo para a direita, Daros novamente repara no movimento dela. Sua dança da esquiva.

Alexandre deu um soco no estomago de Átala, à fazendo cuspir sangue. O publico novamente vai a loucura. Caída no chão de joelho e a cuspir sangue, teve uma figura a sua frente. Levantou a cabeça e Alexandre lhe apontava seu machado.

-Agora ela morre! – Gritou Estevão animado, levantando-se da sua cadeira observava atentamente.

-Eu falei! Lugar de garota é em casa! – Debochou Ítalo e sorriu com a cena.

Átala por sua vez corre em direção a sua espada, ergue a mesma. Alexandre vem correndo em sua direção, erguendo seu marchado ataca Átala que se defende com a espada. Esquiva-se e dar-lhe um chute em seu joelho fazendo quebrar, o osso tinha quebrado e estava à vista de quem queria ver.

-Foi você que pós fogo na academia, não? – Chegando perto do mesmo, ergueu sua espada e arrancou braço à fora de Alexandre que gritou mais ainda de agonia. Deixando seu corpo cair no chão, Alexandre se rendeu. – Você não passa de um mero inseto diante a mim. – Enfia sua espada na cabeça de Alexandre vagarosamente. Enquanto via o sangue dele ser derramado.

Átala ficou a olhar o corpo, com certo nojo dele. Logo levantando sua espada esquerda. Anunciando que sua vitória foi certeira, e que não está pra brincadeira. Com a lamina suja de sangue. O publico vai então, novamente, grita. Ela sai da arena, como se nada tivesse acontecido. Chegando no local em que Leandro e os outros está.

-Não quero espadas. São muito pesadas. Seu tamanho comparado ao meu é maior, além da armadura, não conseguia me mover com tanta coisa em cima de mim. – Reclamou e jogou a espada no chão.

-Sua defesa estava aberta! E ainda acha que tem o direito de reclamar? – Gritou Leandro furioso e lhe deu um cascudo de leve. – Pelo menos está viva, isso que importa. – Sorriu.

-Tenho, pois lhe avisei! As minhas adagas são leves e pequenas, facilita minha luta. – Indagou. – Se estivesse com minha adaga o mataria rapidamente. Essas espadas mim atrapalharam! – Gritou igual um criança mimada e todos riram.

-Ei! Vamos acalma os ânimos? – Perguntou Saulo.

 

 

-X-

 

 

-Agora a ultima luta do dia! Entre as academias Dragons Skotádi contra Lórdon Syntriptikí! – Grita Estevão e recebe a euforia e gritos de todos ali como resposta. – Apresente-se a arena Ebe e Arcádio!

-Comecem os jovens cavaleiros! Ebe e Arcádio! – Gritou Dioniso a segurar uma taça de vinho na mão esquerda. Todos foram a loucura e logo duas silhuetas aparecem!

Ebe, um belo rapaz. Pele morena claro, olhos azuis, cabelos castanhos escuros. Trajando apenas braceletes de armadura de prata, em apenas um braço tinha luva acinzentada com um pequeno cinto em marrom a segura-la, uma calça colada, cinto de couro com detalhes em cinza, um pequeno lenço amarrado no cinto de cor vermelho e verde e botas marrom, desde o joelho até o tornozelo estava coberto pela armadura de prata. Seu tórax e abdômen à mostra, o detalhe perto de seu abdômen que chamava atenção, uma cicatriz. Pra finalizar sua enorme estada presa nas costas por um cinto marrom que arrodeava o corpo dele.

Arcádio. Não gostava de aparecer em publico, preferia se esconder por debaixo de seu capuz azul claro. Seus olhos acinzentas não podia ser vistos, apenas a pele amorenada escura. Trajando uma blusa branca, com um lado a ter detalhes de cintos menores e finos amarelo, um cinto na cintura amarelo e com mais cintos de enfeite amarelos presos nas pernas, uma calça colada preta, em cada braço três cintos presos, amarelo, e com uma armadura a proteger pouca parte de seus braços em cores branca e dourada, uma bota marrom escura pra finalizar. Carregando uma enorme lança metálica nas mãos.

-Espero que esteja pronto pra morrer! – Grita Ebe. Ali sim, seria uma boa luta. Um silencioso, cuja gosta de insultar as pessoas em sua mente, contra um gritante selvagem, que é bagunceiro idiota.

Sem mais delongas, Ebe empunha sua espada. Correndo até Arcádio, ele move seu braço para baixo atingindo a perna de Arcádio. Arcádio pula com ajuda de sua enorme lança.

Girando seu corpo e fazendo algumas brincadeiras com a lança a dançar sob seu corpo, Arcádio acerta perto do rosto de Ebe que logo mostra uma expressão de susto misturado com irritação.

Novamente ergue sua espada e ataca Arcádio de frente, o mesmo se defende usando o cabo de sua lança. Naquele momento suas forças foram colocada a prova. Arcádio girou seu corpo pro lado enquanto Ebe ia tropeçando para frente, antes que desse de cara no chão Arcádio bateu forte sua lança nas costas de Ebe lhe empurrando.

Dando de cara ao chão Ebe irrita-se mais ainda. Levantando-se e indo em direção à Arcádio, ele tentou enfiar sua espada em vosso estomago. Porém Arcádio atravessou sua lança no estomago de Ebe.

Ebe caiu de joelhos no chão à cuspir sangue, Arcádio vendo o corpo ficar sem vida colocou seu pé contra ele e lhe empurrou, tirando sua lança manchada de sangue do corpo de Ebe. Girando ela no ar, o sangue se espalhou sob a areia da arena. Cortou a cabeça de Ebe, fincando novamente sua lança na cabeça, ergueu e gritou.

Todos da plateia gritaram. Porém, a animação não era muita.

Átala novamente olha para os deuses que bebem vinho e observam atentamente ao espetáculo. O deus da guerra lhe olha, Ares.

-Você será o próximo até minha visita em sua arena. – Balbucia vossas palavras ao vento fazendo Ares se recompor um pouco mais de sua compostura. O mesmo não deve ter ouvido direito o que a mesma falou.

Ela saiu dali andando lentamente, por trás da grande nuvem de areia que foi formada na frente da plateia. Ares ficou olhando para o lugar um tanto perturbado, queria saber quem era?

 

-X-

 

 

Leandro não entendia a atitude de Átala, algo estava errado com a mesma. Ela desde que chegou naquela arena estava diferente. Átala havia sumido desde que fora mandada para enfermaria cuidar de seu corpo. Ele se preocupou e mandou Saulo vê como a mesma estar.

-Procurei ela por todos os lados.. – Para e respira um pouco de ar. Recuperando o folego continua. – Eu não achei ela.

-Eu também não achei ela. – Repetiu Filipe.

Leandro ficou em silencio, virou-se para a arena observando á todos ali. Suspirando lentamente ele volta a olhar para seus gladiadores.

-Tudo bem, uma hora ou outra ela voltará. – Disse e ouve uma tosse alta dos apresentadores.

-Bem, senhoras e senhores presentes aqui, hoje as lutas serão encerradas! – Gritou Dionísio a se levantar de sua cadeira. Logo as pessoas começaram a repetir o que ouviram, causando burburinhos e irritação, já que o povo esperava mais lutas.

Hermes levanta e faz movimentos de calma com os braços.

-Acalmem-se, amanhã teremos mais lutas. Hoje foi somente a abertura dos jogos! Vamos, estão todos convidados para beberem e festejar do mais puro e delicioso vinho de Dionísio! – Gritou e todos se animaram novamente. Com um pouco de tranquilidade, todos saíram e foram para os bares mais próximos começar suas festas pelo jogo.

 

-X-

 

Átala andava o caminho de volta para o lugar onde dormiria, ao passar por uma rua, conseguiu ver a lua cheia. Estava linda lá no céu.

A lua estava sendo refletida no branco de seus olhos. Eles pareciam batalhar, e ali ficou. Por longos minutos.

-A lua tem seus poderes, assim como você pequena. – Falou uma doce voz. Parecia sair da lua aquela voz. Átala olhou para para à mesma. – Um dia nós reencontraremos novamente. – Falou à tal voz.

Átala esticou seu braço tentando alcançar o chamado porém seu nome é ouvido pela mesma. Olhando para trás ver o corpo de Leandro lhe olhando confuso. 



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