História Glasses & tea - Capítulo 7


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Categorias Blake Lively, Chris Evans, Daniel Sharman, Gigi Hadid, Katherine Langford, Liana Liberato, Tyler Posey
Personagens Blake Lively, Chris Evans, Daniel Sharman, Gigi Hadid, Katherine Langford, Liana Liberato, Personagens Originais
Tags Blake Lively, Books, Chris Evans, Comedia, Daniel Sharman, Drama, Gigi Hadid, Jamie Blackley, Musica, Óculos, Rock, Romance, Sexo, Traição, Tyler Posey
Visualizações 19
Palavras 1.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! ♥♥

Capítulo 7 - [ V. Grace ]


     Encarando o meu café entre minhas mãos, sentada numa mesa afastada numa cafeteria perto da faculdade, me pergunto porque diabos havia concordo com Jenny e a sua mania de me jogar encontros.

     Ontem à noite, depois do meu dia ruim, Jen não parava de falar o quanto eu estava sendo boba por não ter saído com ninguém até agora, que estava perdendo o leque de possibilidades e blah, blah, blah. Me senti realmente irritada com todo o seu discurso, e é sempre impressionante o que o impulso pode fazer.

     Agora eu tinha um encontro marcado com um cara chamado Alex e tinha duas mensagens suas no meu celular para responder.

     Era por esse motivo que havia deixado Jen reclamando do banheiro e vindo para cá sem ela. Queria um tempo sozinha para tentar apaziguar a vontade de estrangular minha melhor amiga.

     — Tendo uma manhã difícil? — A voz masculina me faz olhar para cima. Não me surpreendo em ver Sebastian parado perto da mesa, de frente para mim.

     O que realmente me surpreende é o quão mal ele aparenta. Parecia que Sebastian tinha ficado dias sem dormir. E sua calça jeans preta, a camisa de manga longa também preta também me deixam com ar surpreso por breve minutos. A última vez que o vi ele estava vestido como um empresário playboy chique.

     — Você parece pior — Solto, encarando seu rosto. Não que eu achasse a sua escolha de roupa ruim. Tornava seu ar mais jovem e se parecia com o estilo de roupa que eu gostava.

     Ele não sorri ou sequer solta uma piada provocativa, apenas fica ali em pé, me encarando com a expressão limpa. Confesso me sentir um pouco intrigada com sua mudança.

     — Cara, se você espera que eu te convide pra sentar, não espere por isso!

     Um sorriso sútil surge em seus lábios, enquanto ele arrasta a cadeira para trás para sentar de frente para mim. Joga sua bolsa no encosto da cadeira, e então prende os olhos meticulosos no meu rosto.

     — Você é muito simpática, Grace. Adoro isso.

     — Ótimo, fico feliz. Me esforço muito, se é o que quer saber.

     Sorrio um pouco, achando engraçado o fato de Sebastian ser tão estúpido quanto eu por dar corda à esses diálogos.

     — Você parece ter envelhecido mil anos de ontem pra hoje — Comento, indelicada como sempre, ignorando o fato de que agora ele é meu professor.

     — Me sinto assim, na verdade — O seu tom soa quase derrotado por um momento, mas então um sorriso de lado nasce para tentar desfarçar o tom.

     O encaro com os olhos espremidos, sentindo que ele está diferente, mesmo que eu se quer o conheça. Toda a energia para uma troca de farpas não parece crepitar em seus olhos claros como nos últimos dois encontros. Na verdade, fico impressionada ao me sentir desconfortável com o fato de seus olhos parecerem quase perdidos, um tipo de sentimento crepitando neles como gelo.

     Desvio os meus olhos dos seus, limpando a garganta. É como invadir o seu espaço pessoal sem pedir licença.

     — Conseguindo se adptar na Portland State? — Pergunto, tomando um gole do meu café, tentando esquecer do que vi.

     Sebastian larga o seu copo de café para empurrar as costas para trás e apoiá-las no encosto da cadeira, me encarando. Ele cruza os braços, me fazendo reparar o quanto os músculos ficam espremidos na blusa com o movimento.

     — Vai me perguntar também se preciso de ajuda para alguma coisa? Porque se for, você realmente vai me surpreender — Ele fala pela primeira vez hoje com seu tom de divertimento e deboche, as duas coisas se misturando.

     Tudo o que faço é revirar os olhos. Olho para o lado, e ao notar duas garotos sentadas duas mesas depois da nossa, nos encarando com atenção e curiosidade, me sinto desconfortável com o fato de ter Sebastian aqui, sentado de frente para mim, conversando como se fôssemos conhecidos.

     — Parece que você é famoso, professor — Comento com desdém, apontando com um movimento de cabeça as duas garotas mal educadas.

     — Isso aumenta muito a sua credibilidade então. — Ele pisca, levando o copo branco aos lábios.

     Olho para o relógio em meu pulso, vendo os ponteiros me indicarem que já é hora de ir para a primeira aula do dia

     — É sempre maravilhoso ter uma conversa com o senhor, mas eu tenho mais o que fazer, então...

     Me impulsiono para cima, arrastando a cadeira à medida que me levanto.

     — Grace Adams, você deveria se oferecer para caminhar comigo pelo campus. É rude deixar alguém que não conhece nada por aí perdido — Ele solta, enquanto jogo a alça da minha bolsa pelo ombro.

     — E ser vista com você pelo campus? Eu passo, obrigada. Mas você pode ter certeza que se parar e pedir informação, qualquer garota vai te dizer. É como se você fosse um astro adolescente ou algo assim aqui— Comento, sorrindo em seguida — Até mais professor.

     Caminho para fora do café sem olhar para trás, sorrindo com o fato de ter o deixado com a mesma cara de taxo do restaurante.

     Prestes a atravessar a rua e seguir para a faculdade, a voz de Sebastian ao meu lado me faz parar.

     — Cara, você é como uma vilã de filmes de desenho animado! Tenho quase certeza que chutaria um cachorrinho se visse um agora. — Sua voz cheia de falsa indignação me faz revirar os olhos de novo. Eu lanço uma carera feia para ele.

     — Santo Deus, eu não vou ser a sua guia pela faculdade! E essa acusação é golpe baixo, principalmente porque os cachorros são os meus animais preferidos!

     — Depois os gatos e então a raça humana, certo? Não me surpreende Grace Adams — Ele comenta, debochado, caminhando ao meu lado na calçada.

     Nós vamos trocando farpas por todo o caminho, e preciso de muito esforço para ignorar o fato das pessoas, principalmente as meninas, me lançarem olhares furtivos e esquisitos. Era anti ético professores transarem com alunos, mas isso acontecia mais do que as pessoas pensavam, e observar o olhar sugestivo nas pessoas me fez perceber esse fato.

     A ideia de dormir com Sebastian me fez torcer o nariz. Ele é como um modelo da Calvin Klein, mas não me atraía à esse ponto.

     — Você não gosta de atenção voltada pra você — A voz de Sebastian me tira dos pensamentos. Nós subimos as escadas do prédio de humanas até o segundo andar.

     — O quê?

     — Você não gosta que as pessoas te vejam comigo porque não quer a atenção delas. Você é uma anti-social.

     — Odeio o fato de que tenha sido você a substituir o senhor Collins, de verdade — Solto, olhando para a frente como se minha vida dependesse disso. É sempre difícil ignorar olhares de curiosidade.

     Mas Sebastian tem razão. Sempre odiei ser o centro das atenções de qualquer coisa, e sempre tentei passar despercebida. É claro que era algo difícil, principalmente porque Jenny gostava de ter um grande círculo social, de ir à festas e mais festas. O Ensino Médio havia sido bastante difícil por isso.

     — Boa aula, Grace Adams — Sebastian oferece, com o sorriso debochado nos lábios, empurrando a porta grande do auditório antes que eu o fizesse.

     A sala está parcialmente cheia, e é impossível não me sentir estranha quando as pessoas me vêem entrar, e depois Sebastian.

     Ou talvez eu fosse apenas uma anti-social paranóica, como Sebastian havia dito.

     ∽※∽

     Olho de Jenny para Peter e então para Bree, que me encaram. Essa brincadeira de encarar estava acontecendo desde que eu havia me sentado aqui para almoçar com eles.

     — Então? — Peter solta, de boca cheia, os olhos quase pretos com um tipo de curiosidade encrustrado neles.

     — É Grace! Então? — Bree diz, cutucando sua salada com o garfo, alternando o olhor entre o prato e eu. Um olhor cheio de espectativa.

     — Tem alguma coisa no meu rosto? Porque o modo como estão me olhando me faz pensar que sim — Digo, depois de engolir minha comida, começando a me sentir aborrecida.

     — Tem sim, a sua descaração de tomar café da manhã com Sebastian Chadwell, o professor com o posto de gostoso, e não contar nada! — Jenny começa falando, e depois de um segundo a encarando, começo a rir como se ela tivesse contado uma piada.

     — Você enxerga ele como uma foda ocasional? — Peter pergunta, com um sorrisinho sacana.

     — É isso que as pessoas pensam quando vêem um professor conversando com um aluno fora da classe? Santo Deus, vocês são doentes!

     — Corta essa Grace! Você fala como se não tivesse interesse naquele homem. Você já reparou quando ele fica sério, com aqueles óculos? E a bunda?!— Bree diz, fechando os olhos por um momento, como se estivesse se deliciando com a imagem em mente.

     Reviro os olhos pelo que parece ser a milésima vez nesse dia.

     — Ele pode ser bonito, mas não é como se eu quisesse dormir com todas as pessoas bonitas que vejo por aí! — Jen e Brianna me encaram como se eu fosse louca. Peter tem um sorriso no rosto, achando graça de tudo.

     Meus amigos possuem sérios problemas, e isso é realmente perturbador e preocupante.

     — Você não sabe o que diz criatura!— Jenny aponta o dedo para mim, voltando a pegar no garfo para espetar uma almôndega do seu espaguete.

     — Mudando do assunto "Sebastian" para "Alex", você já falou com ele? O cara não para de me perguntar sobre você, Grace — Peter pergunta, fazendo todos voltarem sua atenção para mim mais uma vez.

     — Não respondeu Alex ainda? — Jen pergunta, surpresa.

     — Ai meu Deus, Grace finalmente tem um encontro! — Bree comemora, e esse é o cúmulo.

     — Preciso ir trabalhar — Digo, depois de dar uma olhada no relógio. Se ficasse mais um segundo, acabaria enlouquecendo.

     Coloco uma nota de dez dólares sobre à mesa ao lado do meu prato, passando a alça da minha bolsa pelo ombro.

     Me despeço de todos com beijos na bochecha ouvindo as reclamações de Jenny sobre eu ser chata. Bem, ela não era a única a pensar sobre a questão de ser chata.

     ∽※∽



Notas Finais


Mais um capitulozinho padrão sobre a vida monótona da vida da Grace! Espero que tenham gostado, de qualquer forma! ♥♥

XOXO, Jess.


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