História Glory and Gore - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Luvolcov

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter, James Potter, Remus Lupin, Sirius Black
Visualizações 54
Palavras 3.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 9 - Cartas e Natal em casa


Fanfic / Fanfiction Glory and Gore - Capítulo 9 - Cartas e Natal em casa

Edwina saiu do trem com um leve mau humor. Estaria se divertindo muito mais com os amigos em Hogwarts. A garota pegou seu malão e foi até uma das lareiras perto da saída da plataforma. Colocou a mochila que segurava no chão e a abriu, tirando de lá um saquinho marrom amarrado com uma fita dourada.

Pegou um punhado de pó de flu de dentro do saquinho e o jogou na lareira, falando claramente quando as chamas se tornaram verdes:

- Largo Grimmauld, número 14.

Após sentir um leve enjoo por ficar rodopiando nas chamas, a garota viu a sala de estar de sua casa. Mika estava passando pano no chão com a ajuda de uma vassoura muito maior que ela. Jogava um pó cinza no chão e toda vez que passava a vassoura por cima, o pó se desfazia e deixava o local muito mais brilhante.

A elfo usava um vestido branco, que, como sempre, combinava com o laço em sua cabeça. As orelhas de abano dela balançavam de acordo com a força que ela fazia para mover a vassoura.

- Mika! – Edwina a chamou e colocou o malão no chão para ir abraçar a elfo, que sorriu extremamente feliz quando a viu, largando a vassoura na mesma hora. – Como você está?

- Estou ótima, senhora, e quanto a você? – Mika passou os dedos pelo vestido que estava um pouco amassado. – Como foi o segundo ano na escola? Já terminou?

- Não, só voltei por conta do feriado de Natal. – a garota se sentou no sofá azul marinho, pensando que trocar algumas coisas por vermelho seria uma boa ideia. Mika se sentou ao lado dela, balançando as perninhas curtas. – Hogwarts é simplesmente fant...!

- Ótimo lugar para receber detenções, não é, Edwina?

Mika voltou correndo para pegar a vassoura quando ouviu a voz de Anthea Draper. Winny se colocou de pé e fez que sim com a cabeça.

- Feliz Natal, mãe. – ela murmurou e se colocou de pé.

- Perdeu 50 pontos para a sua casa, Edwina? – Anthea continuou falando como se não tivesse escutado a filha e se sentou no sofá, fazendo um gesto para a filha a imitar. – O que aconteceu?

- Petrifiquei um garoto do terceiro ano e invadi a sessão restrita da biblioteca. – de canto de olho, Win viu Mika lhe lançar um olhar rápido de reprovação. Se a elfo achara ruim, então ela deveria estar em grandes problemas com a mãe. Não havia motivos para esconder, Anthea provavelmente já sabia de tudo, mas mesmo assim fazia a filha lhe contar.

- Edwi...! – a Sra. Draper respirou fundo e colocou os longos cabelos loiros para longe do rosto. – Sabe como está sendo inconsequente? Por que fez isso?

- Ouviu a notícia sobre Lizzie Day? – Anthea fez que sim, impaciente, porque não via relação do desaparecimento da garota com as detenções da filha. – O garoto que petrifiquei disse que ela merecia. Meus amigos entraram em uma briga com ele e outro menino e...

- E resolveu o petrificar?

- Ele estava começando a machucar Sirius gravemente. – Winny mantinha a voz calma, mas se defendia. – E além disso, ninguém pode falar que alguém mereceu desaparecer simplesmente por ser nascido trouxa!

Anthea abriu a boca para interromper a filha novamente, porém parou quando ouviu a última frase de Edwina. A garota estava defendendo os trouxas como se fosse uma. É claro, não havia porque machucá-los, mas muito menos defendê-los de coisas que não existiam. Ideologia sangue-puro? Anthea nunca ouvira tantas bobagens.

- Por que acha que ela foi sequestrada por ser nascida trouxa? – Anthea questionou a filha.

- Porque não é o primeiro desaparecimento. – Win franziu as sobrancelhas como se fosse óbvio. – Pessoas morreram, mãe. Você e o papai assinam o Profeta, não é? Não leram sobre...?

- Todos que desapareceram ou morreram tiveram motivos, Edwina. – a garota franziu mais ainda as sobrancelhas e olhou para a mãe como se ela estivesse doente. – Os trouxas estavam envolvidos com bandidos e Lizzie Day sempre fora um pouco rebelde. Ela fugiu, Edwina.

- Mas, mãe...! Você leu o Profeta de hoje? Uma família trouxa foi assassi...

- E a segunda detenção? – Anthea interrompeu Winny. – Não há livros o suficiente na biblioteca?

Win ficou olhando para a mãe por alguns segundos antes de responder.

- Não o que queríamos.

- Quem queria?

- Eu, Éboni, Remmy, Sirius e James.

- Sirius Black? – Anthea olhou para Mika e a mandou sair da sala de estar. A elfo saiu às pressas, pegando os produtos de limpeza que usava e se dirigiu para a cozinha. Winny assentiu depois de se afastar centímetros de sua mãe, inconscientemente. – E que livro queriam?

- Um sobre Gerard Encausse. – Edwina tomou coragem antes de falar, e o fez de modo desafiador.

Lá no fundo, tinha medo de sua mãe por diversos motivos. Lembrava-se como ela maltratava Mika quando ela ainda era escrava. Lembranças de Anthea lendo livros estranhos sempre voltavam à mente de Winny, mas ela nunca teve coragem de questionar a mãe. Ela sempre parecia sombria em alguns momentos. Como se escondesse certa parte de sua personalidade lá no fundo, porém Win sempre achou que era bobagem de sua mente.

Naquele momento, encarando a mãe nos olhos, com uma coragem que fazia jus à Grifinória, ela teve certeza de que não inventava as coisas que sentia sobre sua mãe. Havia algo sobre ela que Edwina precisava saber o que era. Definitivamente Anthea não era aquela pessoa que se irritava às vezes como qualquer outra. Era uma que deixava aspectos de sua personalidade saírem da jaula de vez em quando.

- Gerard Encausse, mãe. – Edwina engoliu em seco, sentindo as pernas ficarem dormentes. A cor dos olhos de Anthea ficou mais intensa enquanto olhava para a filha sem emoção alguma. – Por que esse bruxo tem o nosso sobrenome e você nunca me falou nada?

Era sobre isso que ela e papai discutiam, Win pensou, como se uma lâmpada tivesse se ascendido em cima de sua cabeça.

- Porque não era necessário, Edwina. – a voz de Anthea ficou extremamente doce de repente. – Para quê atormentar você desse jeito? Sei como é sensível e...

- Sou corajosa, mãe. – ela se impôs novamente. – Você sempre diz isso, então não foi esse o motivo pelo qual não me contou.

Anthea inspirou novamente.

- Escute, Winny, eu não lhe devo satisfações do motivo que escondi que um bruxo das trevas era nosso antepassado. – ela disse seriamente. Winny continuou a encarando de forma desafiadora e concordou com a cabeça, se pondo de pé em seguida e pegou seu malão, só então vendo uma árvore de Natal ao lado da lareira.

- Onde está papai? – perguntou secamente.

- Foi visitar um amigo, levar um presente. – Anthea cruzou as pernas e respondeu. Edwina começava a subir as escadas quando ouviu a mãe lhe chamando novamente. A mãe era magra e alta, podendo facilmente ser uma modelo, mas Edwina preferia o próprio corpo, sem aquela magreza que a maioria das pessoas consideravam perfeita. – Hoje de manhã chegaram presentes para você. Cinco.

Edwina acabou sorrindo ao dar uma olhava embaixo da árvore e ver um adesivo com o nome de Bonnie escrito em uma caixa.

- Mãe? – a garota a chamou, pensando em contar para ela sobre o sonho que tivera dias antes. Pensou se seria algo importante, ela ficou parada na ponta da escada por alguns segundos antes de manear a cabeça e começar a subir os degraus. – Nada...

Winny mal chegara em seu quarto quando uma coruja bateu de cara na janela, tentando entrar no cômodo. Win correu até a janela e a abriu. O animal entrou no quarto e ficou em cima da cama da garota para esticar a patinha. Edwina desfez o nó que prendia o Profeta Diário. Estava endereçado para ela, extremamente especifico: Edwina Draper, Largo Grimmauld, número 14. Segundo quarto à direita, segundo andar.

A coruja branca que entregara o correio comeu alguma migalha que achara no chão e se aninhou na cama da garota novamente, para descansar da viagem. Edwina não se importou e se sentou à frente da escrivaninha para conseguir ler. A primeira notícia já a deixava apreensiva.

Família é assassina por maldição imperdoável.

Winny leu a notícia rapidamente e ficou chocada com os detalhes, querendo escrever para os amigos na hora, já que sabia que nenhum deles assinava nenhum jornal, não tinha certeza se iriam ficar sabendo disso.

Winny não conseguiu terminar de ler a notícia, já que a porta do seu quarto abriu rapidamente, assustando a garota, que sorriu aliviada ao ver o pai. Os cabelos pretos e bagunçados do Sr. Draper contrastavam com as roupas formais e óculos quadrados dele.

John abraçou a filha que correu até ele. O Sr. Draper fechou a porta atrás de si e sentou na cama de Winny, que puxou a cadeira de sua escrivaninha para ficar de frente para o pai.

- Como está minha garota cheia de coragem e bravura? – ele sorriu enquanto listava as características dos alunos que entravam para a Grifinória. Winny riu percebendo o ar brincalhão do pai. – Sei que tem audácia, pois recebeu duas detenções em menos de 24 horas.

- Já conversei com a mãe sobre isso. – ela abaixou o olhar rapidamente e se surpreendeu quando viu John ainda sorrindo.

- Vou te contar que quase fui para a Grifinória quando entrei em Hogwarts. O chapéu ficou em dúvida. – ele sussurrou como se contasse um segredo. – E quando estava no quinto ano entrei na sessão proibida com um amigo, Win.

A garota ficou boquiaberta, sorrindo animada.

- Então não se preocupe com o que a sua mãe provavelmente falou. Você não vai fracassar porque quebra algumas regras. – o Sr. Draper ergueu as sobrancelhas. – Ela disse algo assim?

- Parecido, pai. – ela sorriu. E, novamente, ficou na dúvida se comentava algo sobre seu sonho. Pensou também em conversar sobre os ataques recentes aos trouxas, mas ficou com medo que seu pai lhe desse uma resposta parecida com a de sua mãe, então apenas ignorou o jornal atrás de si.

Os dois conversaram e riram por quase duas horas até ouvirem Anthea dizendo que iria começar a preparar o jantar de Natal. John desceu para fazer sua parte nos preparativos e foi quando Winny percebeu que a coruja que lhe entregara o jornal já havia ido embora.

A garota fechou a janela e as cortinas e ficou deitada, olhando para o teto de seu quarto, que estava cheio de adesivos de estrelas. Ela conseguia identificar muitas constelações e só então lembrou que o nome de Sirius vinha de uma delas. Em vão, Win olhou para fora da janela e tentou avistar o número 12. Quase todas as luzes estavam acesas, menos a do quarto de Sirius.

- Ele está em Hogwarts. – Win murmurou consigo mesma. – E se pudesse sair de lá a qualquer momento, por que estaria aqui?

Então a parte mais chata do dia chegou. Edwina desceu as escadas arrumada e cumprimentou a família de seu pai e de sua mãe. Ela amava eles, porém não quando era obrigada vê-los. Imaginou o que os amigos fariam agora. Não iriam abrir os presentes de noite, já que Sirius Black levava a tradição de Natal muito a sério.

O jantar não foi divertido para Winny. Não riu das piadas dos primos, muito menos das do irmão de sua mãe. Anthea olhava de relance para a filha toda vez que ela falava algo, com medo que ela fosse uma bomba prestes a explodir. Será que ela tem medo que eu fale de Gerard Encausse? Mas a família dela deve saber, Win pensou enquanto mastigava a sobremesa.

- Qual casa entrou, Winny? – a garota saiu de seus devaneios quando foi questionada pela avó por parte de mãe. Todos eram corvinos e apenas a irmã de Anthea era da Sonserina.

- Grifinória. – Win respondeu orgulhosa e voltou a prestar atenção nos próprios pensamentos depois disso, já que nada de interessante foi dito. Era o segundo ano da escola e aparentemente sua família não fez muita questão de saber sobre ela. Winny riu consigo mesma com esse pensamento.

A garota se sentiu estranhamente aliviada quando saiu da mesa. Foi até a sala de estar e pegou os presentes que havia ganhado dos amigos e subiu as escadas. Em respeito por Sirius, ela os abriria apenas na manhã seguinte.

 

Assim que Edwina abriu os olhos, a primeira coisa que fez foi colocar em sua cama todos os presentes que recebera dos amigos.

O primeiro embrulho que abriu foi o de Éboni. Era uma caixa de madeira antiga e quando Win abriu, encontrou uma miniatura do Sistema Solar. Os planetas se moviam sem ajuda de nenhum objeto, assim como a lua, onde havia uma carinha feliz desenhada.

Ela encontrou um pedaço de pergaminho dentro da caixa:

Como sei que ama Astronomia, não consegui achar outro presente tão legal quanto esse. Os planetas se mexem se acordo com o tempo real deles. Então a Terra está se movendo exatamente como a réplica que está na sua frente. A lua também muda de fases, o que achei incrível.

Espero que tenha gostado, Win. Feliz Natal

Éboni

A garota observou os planetas se mexendo por alguns segundos e se surpreendeu quando sentiu o dedo queimar levemente quando o aproximou da réplica do sol.

Balançando o dedo indicador, ela pegou uma sacola do Floreios e Borrões, onde o nome de James estava por cima da logo da loja. Ela abriu o embrulho e encontrou um livro sobre a História do quadribol, junto com inúmeras figurinhas com imagens que se mexiam de seus jogadores preferidos.

Para a nossa próxima jogadora do time da Grifinória, que irá contar a História para os próximos capitães, Potter e Black.

Feliz Natal, Winny

James

Ela sorriu e maneou a cabeça, pensando que seria super legal jogar em um time com Sirius e James. Ela se distraiu dos pensamentos quando viu o nome do Black em uma grande caixa embrulhada com veludo vermelho.

Sirius havia lhe enviado um Estojo de Manutenção de Vassouras junto com um livro de capa de couro marrom sem nada escrito na frente. Winny o abriu e encontrou a caligrafia dele na contracapa.

Tomara que goste do estojo, ganhei um ano passado e é super útil. Complementa o presente de James, percebeu? O livro é sobre as Bruxas de Salém, achei que iria se interessar. Tem algumas ilustrações e há uma parte que falam sobre Elfos Domésticos e a relação deles com as bruxas. Pensei que como você adora Mika, seria legal também.

Bom, Feliz Natal, Winny

Sirius Black  

Faltando apenas dois presentes, Edwina pegou o de Lily e quando abriu a caixinha, viu um espelho pequeno e redondo. A procura de um bilhete que explicasse se era apenas um espelho comum, ela encontrou um pedaço de pergaminho com a letra perfeita de Lily.

É um Espelho de Inimigos. Pensei que seria algo útil já que vocês decidiram com essa ideia maluca de se tornar animagos. O nome é autoexplicativo. O espelho detecta quando um inimigo está se aproximando. Você consegue ver a pessoa através do vidro e saber onde ela está.

Tenho certeza que fará bom uso disso.

Feliz Natal,

Lily Evans

O presente de Remus foi o que faz Winny sorrir mais, apesar de ser o mais simples. Um porta-retratos de moldura dourada com leões estampados. Na imagem, Sirius e Edwina riam descontroladamente enquanto andavam pelo jardim do castelo. James conversava com Lily ao lado deles enquanto Remus batia na mão de Éboni no ar. Peter tinha os braços ao redor deles, e ria com os dois.

Antes de ir tomar café, Edwina pegou um pedaço de pergaminho e começou a escrever para os amigos:

Éboni, Remus e Sirius

Feliz Natal! Tomara que tenham gostado dos meus presentes!

Muito obrigada pelos que mandaram, eu adorei.

Ficaram sabendo da família trouxa que foi assassinada por uma das maldições? Aqui em casa o clima está tenso... Minha mãe ficou muito brava quando perguntei sobre Papus e ela não disse nada. Ela não gosta que ninguém comente sobre os ataques aos trouxas. Estão pensando a mesma coisa que eu?

Estou realmente preocupada. A mãe do meu pai é trouxa e meu avô vem de uma linhagem antiga de bruxos. Não acham que seria possível ele se envolver com essa palhaçada de “sangue-puro”, não é? Eu realmente espero que não...

Bom, é só isso que sei... Aqui em casa aparamentemos fico mais alheia à informações. Se souberem de algo escrevam-me, sim?

Feliz Natal novamente!

p.s: Black, isso é um toca-fitas, por favor não o quebre. Acho que Bonnie já lhe explicou como funciona, não?

  Edwina

A resposta dos três chegaram na hora do almoço, e Winny não tardou para ler.

 Winny,

Sim, Bonnie me explicou como usar o toca fitas! Achei incrível, muito obrigado. Ah, é o Sirius, ok? 

Um aluno do sexto ano foi expulso, e provavelmente irá para Askaban. Ele matou uma nascida trouxa do primeiro ano. Irmã daquela sua amiga da Corvinal, sabe? A loira cheia de sardas no rosto. Ficamos muito chocados, naturalmente. Além disso, alguns foram petrificados e um aluno da Corvinal do último ano perdeu os ossos do braço esquerdo. Acredite, Win, foi o melhor que aconteceu com ele. Se ele não lançasse um feitiço protetor, o coração dele é que teria sumido.

Eles têm livros novos na biblioteca. Aquele que te dei sobre as bruxas de Salém? Colocaram outro exemplar dele aqui... Mas o que te dei é melhor, não acha? Tem meu nome, junto com uma cartinha. O que melhor que Sirius Black assinar um livro?

Brincadeiras à parte, acho que estou sentindo sua falta aqui em Hogwarts. Bonnie está dormindo demais e ninguém quer jogar quadribol comigo de madrugada! James só fala de Lily e está começando a irritar. Está na cara que a garota não o suporta por perto!

Bonnie pediu para perguntar se você gostou do planetário mágico que lhe deu. A carinha sorridente que está na Lua foi Remus que desenhou. Ele disse que se sentiu um pouco envergonhado pelo quadro, mas disse que em seu aniversário você receberia um presente melhor vindo dele. Eu falei que era bobagem, mas acho que Remus não ouviu.

Éboni está dizendo no meu ouvido para lhe falar para ler a última matéria do Profeta Diário.

A grafia mudou na linha seguinte.

Sirius não sabe o que escrever, Winny. É a Bonnie aqui. Veja como aquele jornalista mudou totalmente os fatos! Nós estávamos em Hogwarts e sabemos o motivo que fez aquele garoto matar o menino da Corvinal. Não foi vingança por um joguinho. Era porque ele nasceu trouxa, Edwina! Os garotos estão paranoicos achando que mais alguém possa me atacar. Mas eu sei lutar como os trouxas e posso ensinar para aquele “sangue-puro” nojento como se faz.

Acho que agora o Ministério vai prestar mais atenção nas coisas. Se conseguir algum tipo de informação com seu pai, pode nos falar? Estamos curiosos aqui.

Temos que descer agora para o jantar, então até logo, Winny!

Estou com saudades. Remus mandou um “Feliz Natal e volta logo”.

A grafia mudou novamente para a que começara a carta.

Espero que seu Natal tenha sido legal, Win, e que tenha gostado do meu presente dos nossos presentes. Treine bastante quadribol, pois estou ficando cada vez melhor e ano que vem acho que podemos entrar no time! Já imaginou derrotar a Sonserina?!

Hm, é isso...

Ah! Descobrimos como entrar na cozinha! Você adoraria! Quando chegar aqui vai ser no primeiro lugar que te levaremos.

Remus está mandado eu parar de enrolar, e apesar de eu ter um assunto super interessante para discutir com você nessa carta, feliz Natal!

Espero que volte logo! Feliz Natal!

Sirius, Éboni e Remus.

Atendendo sua própria vontade, a garota voltou para Hogwarts pela Rede de Flu naquela noite e o segundo ano acabou rapidamente para os garotos, que ficaram extremamente ocupados com as provas finais. Os ataques aos trouxas foram abafados pelo Ministério até quase ninguém lembrar, menos, é claro, os Marotos. 


Notas Finais


Se a história dos assassinatos ficou confusa, é porque queria mostrar como eles escreveriam as cartas mesmo, mas n se preocupem, tudo será bem explicadinho no próximo capitulo, antes de um salto no tempo! O romance está chegando kkk
o que acharam?


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