História Go away (Vkook Taekook) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Alone, Depre, Namjin, Taekook, Vkook, Vmin, Yoonmin
Visualizações 84
Palavras 340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, essa é minha primeira fanfic aqui no spirit e espero que gostem bastante... bjs

Capítulo 1 - Life


Fanfic / Fanfiction Go away (Vkook Taekook) - Capítulo 1 - Life

Encontrado, aos prantos, no canto mais esquecido do seu quarto, se sente a pessoa mais desprezível que ele conseguia imaginar. O motivo? Nada. Nunca tinha feito nada que realmente pudesse se culpar fora esse mesmo fator. A angústia de nunca ter feito nada. Ele mesmo já se sentia um nada... o pior de todos.

O significado de seu nome e do seu sobrenome tão valioso, e que todos tanto respeita, não valia de nada para aquela sua personalidade fraca e repleta de tristeza. Tristeza da qual ele não conseguia proferir de onde vinha. Ele apenas sentia. Sentia um enorme vazio.

Esse era o pior significado de nome que ele podia carregar. Totalmente sem valor a aquele momento.

Os olhos ostentavam grandes bolsas roxas com tons avermelhados. Eles denunciavam as horas que ele havia perdido ao ficar chorando naquele canto do quarto. Conseguia ouvir barulhos. Eram todos diferentes, tanto em sons quanto em timbres. A única coisa que os tornava iguais era o fato de serem totalmente irritantes. De onde eles estavam surgindo?

Da fenda da porta, era capaz de se ouvir os gritos e as reclamações dos outros membros da família. Ele ouvia as piores coisas. Tudo só entrava cada vez mais naquela mente já adulterada por meses de desespero. Ele apertava a palma das mãos contra os ouvidos, mas não fazia diferença nenhuma. Os gritos só aumentavam.

Ele falava para si que aquilo iria passar logo, mas foi perdendo a crença em suas próprias palavras depois da menção de seu nome no meio da gritaria. Ele para o que estava fazendo para entender melhor a situação. Então engatinha até a fenda da porta e se senta para ouvir.

A cada frase, as lágrimas iam caindo cada vez mais. Palavras como “imprestável” ou “inútil” eram frequentemente usadas para se referir a ele. Não possuía mais forças para se manter sentado. Logo cedeu e se repousou no chão frio de seu quarto. Tudo para ter mais certeza de que ele, realmente, era o que aquelas palavras significavam.

 

“Acho que eu... deveria...”


Notas Finais


“Acho que eu... deveria...”


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