História Go to sleep - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Creppypasta
Exibições 45
Palavras 1.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Boa leitura.
Dedico este capitulo a uma friend

Capítulo 10 - "Me chamo sexual offenderman"


Fanfic / Fanfiction Go to sleep - Capítulo 10 - "Me chamo sexual offenderman"

Isabel acordou com  algo molhado em seu rosto, abriu os olhos lentamente e viu o Coraline lhe lambendo, arregalou os olhos e falou espantada:
-Que horas são? Checou o relogio eram exatamente 14:00 da tarde.
"Hoje é sabado sem preocupações, sem trabalho, sem escola" Pensou Isabel equanto alisava o rabo do gato negro.
-E você? Como foi sua noite Coraline?
"Miau". O gatinho fez em sinal de preguiça.
"Preguiçoso". Pensou Isabel equanto se espriguiçava, "ele não é o unico preguiçoso aqui" pensou novamente.
Espriguiçou-se, levantou e foi ao banheiro, tomou um banho, escovou os dentes. Fez lentamente a sua higiene "matinal".
-Ana Isabel de Araújo. Gritava sua mãe, provavelmente da sala da casa, Você está ai ? Completou a mulher.
-Sim mãe. Estou aqui.
-Desça para almoçar bonitinha.
-ok.
Isabel acabara de acordar, parecia que estava em um lugar diferente, por um momento tudo ficoi destorçido.
" Deve ser fome". Pensou a jovem equanto ia para a cozinha. Comer alguma coisa.
Depois de comer, sentiu uma forte dor no estomago.
-Mais que droga. Mas o que esta acontecendo.
-Você está bem, filha? Filha?
Isabel apenas escutou a mãe dizendo isso. Já tinha perdido todos os sentidos, e estava alucinando.
"Seja um de nos Isabel".
"Não acredite neles, seja apenas minha" escutava Isabel
Sentiu violentos choques, percorrem seu corpo.
Abriu um dos olhos e pôde observar o local, era um quarto de hospital.
Uma enfermeira de cabelos negros como a noite, a olhou e correu para algum lugar.
"-Ela acordou" escutou Isabel.
"Mais isso é impossivel" ela perdeu os sentidos, e não encontramos nenhum batimento cardiaco nela".
"É um milagre"
"Milagre, que milagre? Eu sou um milagre?"Perguntava -se Isabel equanto olhava para as paredes brancas e mal pintadas do hospital.
A enfermeira dos cabelos negros, que tinha entrado no quarto a poucos minutos, foi em direção a ruiva e disse:
-Você tem sorte garotinha, consegui sobreviver a propria morte.
-Consegui? Indagou Isabel.
-Sim. Você sabe seu nome?
-Claro. Meu nome é Ana Isabel de Araujo, tenho 16 anos e me mudei para esta cidade este ano.
-Hmm. Sua mãe quer falar com você, posso deixa-la entrar?
-Sim.
A enfermeira saiu em direção a algum lugar que Isabel não saberia dizer qual.
Isabel estava totalmente perdida, não sabia onde estava, na verdade sabia... mas o que estava fazendo ali?
O que ela estava fazendo ali?
Sua mãe entrou gritando seu nome, com os braços abertos.
-Calma mãe, estou aqui a poucos minutos.
-Poucos minutos, você está aqui a três dias Ana Isabel. Não sabe como fiquei preocupada.
-Três dias? Nossa..
-Sim. Você ficou aqui três dias. E essas flores quem mandou foi uma tal de Clarisse, eu não gostei muito dessa moça mas...
-Mãe, ela é minha chefe. Elas são lindas. Isabel falou se referindo a sua chefe.
-Você não está apaixonada pela sua chefe?
-Claro que não mãe. Respondeu    Isabel com a cabeça a mil.
"Mas que tipo de pergunta tinha sido essa" indagou Isabel a si mesma.
-Sei...
A mãe de Isabel foi interropida pelo medico calvo que tinha entrado na sala:
-Você é um milagre, garotinha, como se sente?
-Me sinto bem, Apesar de tudo Doutor.
-Você já esta liberada. E senhora cuidado com a alimentação da garota, ela não pode comer ...
-Eu sei doutor ... eu sei.
"O que eu não posso comer?" Perguntou a ruiva a si mesmo.
Levantou-se, catou a roupa que estava dentro, de um lugarzinho reservado...  vestiu-se, e foi embora com a mãe. No caminho elas não falaram nada, elas não eram muito de se falar.
Chegaram em casa, e também não se falaram, mais Isabel beijou o rosto de sua mãe e disse baixinho:
-Desculpe estar preocupando a senhora. Eu a amo tanto.
O coração da mãe de Isabel se derreteu, fazia bastante tempo que ninguém dizia um simples "eu te amo" .
-Eu também a amo muito filha. Disse beijando os cabelos ruivos da filha. Equanto deixava algumas lagrimas cairem.
-Ou mãmãe não chore. Falou Isabel quase chorando passando o dedo indicador pelo rosto da mãe.
-Você se parece muito com alguém com quem um dia eu sonhei minha bebezinha.
-Com quem mãmãe? Perguntou Isabel curiosa como sempre.
-Eu estava indo ao seu quarto tinha escutado você era chorar, era noite de uma sexta feira totalmente escura, eu tinha brigado com seu pai, ainda existiam algumas lagrimas no meu rosto, por que eu sou uma pessoa bastante emotiva,
Ambas riram.
[...] eu vi um ser sentado na minha poltrona que ficava no seu quarto, cuidando de você, lhe acariciando, rindo junto a você, eu o olhei ... mas ele não percebeu que eu estava ali, mas então eu fiz um barulho proposital, ele se levantou, a deixou no berço, e foi andando em minha direção. Ele era enorme, e não tinha orgãos no rosto, eu estava com bastante medo, ele andava para perto de mim e eu para tras[...] acabei caindo na cama. No momento eu pensei que ele iria fazer algo comigo. Mas não ele apenas tocou no meu joelho e disse que eu tinha uma "filha linda"... nem sei como consegui entender o que ele falava na verdade. Mas quando ele saiu, meu ouvido estorou em sangue por causa de ruivo horrivel que todos os eletrodomesticos da casa, estavam fazendo.
Até hoje eu não sei se foi um sonho, se foi uma visão. Mas eu vi um ser branco cuidando de você naquela noite. Completou a mulher.
-Hmm. Interessante. Olhe já é noite, eu vou dormir mamãe.
-Boa noite, minha ruivinha.
A ruiva subiu correndo sem ao menos dar um "boa noite" a sua amada mãe. Chegou no seu quarto, entrou e se olhou no espelho.
"Eu não posso estar parecendo com o tio Slender, ou posso?"
Sim, ela podia.
Estava ficando cada vez mais palida, no lugar de suas sardas estava nascendo um tipo de olheiras. 
-Mas que droga! Exclamou Isabel  ao olhar seu reflexo...
-Se admirando no espelho? Falou uma voz sedutora e arrepiante. Carregada de malicia.
-Sim, estou mas pera quem está ai...
-Seu pior pesadelo... sem peito.
-O que você disse? Perguntou Isabel ofendida.
-Foi o que você ouviu, sua sem peito... sem peito... sem peito ha ha ha.
A ruiva se perguntou onde  estava  aquela maldita voz.
-Estou aqui, sua idiota.
Isabel olhou para seu pequeno sofá, e viu um ser branco com um sorriso totalmente psicotico,  ele trajava um sobretudo velho na cor branca, um chapeu na mesma cor, e uma gravata preta.
-Quem é você?
-Não importa. O que importa é quem você é. A criatura deu mais um gole no seu ... whisky?
Sim aquilo era whisky, da melhor qualidade.
-Eu sou a Ana Isabel.  Falou a ruiva ofendida.
-Não você se chama sem peito, sua sem peito.
-Cale a boca seu ... seu ... seu..
-Idiota. Completou o ser. Vamos logo ao assunto, meu irmão mandou te entregar isso.
-Mas eu nem conheço seu irmão.... mas que coisa!
-Você o conhece sim, até o chama de "tio".
-A tio Slender. Isabel sorriu ao pronuciar tal nome.
-É ele mesmo sem peito.
-EU NÃO SOU A SEM PEITO. MEU NOME É ANA ISABEL.
-Ta ta sem peito não precisa se exaltar... affs tpm querida?
-Não estou mestruada. A ruiva cruzou os braços.
-Ok. Toma. O ser entregou uma chave negra a garota. Ele entregou também a sua garrafa de whisky.
-Obrigado. Mas o que eu faço com isso?
-Sei la sem peito dá um jeito.
-Ok. O ser estava quase para pular a janela quando Isabel perguntou:
-Mas qual seu nome?
-Me chamo sexual offenderman, e não é um prazer.
-ok. Isabel riu. O offendeman desapareceu, e na cama da ruiva brotou uma rosa vermelha....
-Então o nome dele é offenderman, hmm entendo porque me sinto tão ofendida perto dele.
   


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Obg
De nada
Beijos de luz.


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