História Godric's Hollow-A noite fatídica - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Lílian L. Potter, Lord Voldemort, Tiago Potter
Visualizações 23
Palavras 879
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Magia, Suspense
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é minha primeira fanfic sobre Harry Potter. Esperem que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo único.-O menino que sobeviveu


Fanfic / Fanfiction Godric's Hollow-A noite fatídica - Capítulo 1 - Capítulo único.-O menino que sobeviveu

Era noite em Godric’s Holllow. Haviam crianças trouxas fantasiadas de personagens trouxas, batendo de porta em porta para ganhar doces. Elas estavam felizes, pois era o Dia das Bruxas. Mal sabiam elas que haviam realmente bruxos em Godric’s Hollow. Mas, os bruxos não estavam alegres. Eles estavam tensos, uma ameaça pairava no ar. Voldemort ameaçava os Potter.

O casal Potter estava escondido em casa faziam meses, junto de Harry, seu filho pequeno. O pequeno menino descansava em seu berço, enquanto seus pais estavam sentados ao redor da lareira, ocupados. O rádio tocava algumas músicas. James Potter escrevia uma carta para Sirius Black, ou, como era conhecido por seus amigos, Almofadinhas. Lily Potter dobrava algumas roupas de Harry.

-A Batilda vem amanhã para o chá da tarde.-contou Lily ao marido.-Eu acho que ela mima demais o Harry.

-Almofadinhas disse que vem semana nos visitar.-James sorriu cansado.

Eram tempos difíceis. As pessoas não gostam de ficar presas. Porém, aquela conversa sobre coisas normais que iriam acontecer dava esperança aos bruxos. Esperança de dias melhores, esperança de que tudo ia ficar bem. Então, com esse pensamento, Lily largou a muda de roupas dobradas e se levantou, puxando o marido. James estranhou, mas Lily começou a dançar uma coreografia improvisada, envolvendo o jovem moreno. Eles riam e dançavam como se estivessem em seu casamento novamente. Por um minuto, o jovem casal esqueceu dos problemas e dançou.

Ofegantes, o jovem casal.parou de dançar e fitaram um ao outro. Havia um brilho nos olhos deles, um brilho de felicidade. James puxou Lily para um beijo calmo e lento, um beijo carinhoso. A tensão desapareceu; se James conjurasse um Patrono ali, ele seria o mais forte de todos. Ele estava mais feliz do que havia ficado há vários meses. Então, de repente, o mundo desmoronou.

A casa dos Potter tremeu. A luz apagou e o casal se separou do beijo; o pequeno Harry começou a chorar. Os dois jovens sacaram as varinhas, olhando pelo ambiente atentamente. Uma voz fria soou pelo ambiente.

-Entreguem o menino.-mandou Lorde Voldemort.-Vocês não serão feridos.

-Nunca!-berrou James-Lily, leve Harry e vá! É ele! Vá! Corra! Eu o atraso!

Lily subiu as escadas e foi até o quarto de Harry. O menino chorava, mas parou, assim que viu a face da mãe. Ela sorriu para o garoto. O filho era a cara do pai, porém tinha os olhos dela. Ela pegou o menino, acariciando os cabelos dele. Lily olhou pela janela na esperança de poder sair dali com Harry vivo; não havia jeito: três comensais estavam logo ali em suas vassouras. A ruiva se desesperou. Será que aquele era o fim de Harry?

James lançava feitiços no vulto preto que o perseguia. Ele sabia que de nada adiantaria; Voldemort era mais poderoso do que ele. James sabia que ia morrer, mas garantiria que Lily e o filho sobrevivessem. Ele subiu as escadas, lançando feitiços de morte e outras Maldições Imperdoáveis. O Lorde das Trevas avançava lentamente, como se estivesse gostando daquilo. No meio do corredor, Voldemort se cansou da “brincadeira”. Ele assumiu a face sombria de sempre e seus lábios curvaram em um sorriso frio, antes de gritar a última coisa que James Potter ouviria:“Avada Kedavra!”. James caiu sólido e frio no chão. O jovem moreno, cujo cabelo estava sempre bagunçado, o qual o riso iluminava o ambiente, parara de sorrir para sempre.

Lily chorou alto ao ouvir a sentença de morte do marido. Harry recomeçou a chorar. A mãe olhou para o filho, temendo ser o último olhar que ela direcionava para ele. Ela acariciou os cabelos bagunçados e negros como o do pai.

-Harry, a mamãe te ama tanto. O papai ama você também. Oh, você é tão amado, meu filho. Vai ficar tudo bem.-prometeu a mãe, sorrindo. Ela recebeu o sorriso de Harry, mostrando os pequenos dentes que o menino tinha. Ela colocou Harry no berço e encarou a porta. Voldemort a abriu num estrondo, sorrindo friamente.

-Vim buscar o menino.-pronunciou o Lorde.

-Harry não! Harry não! Por favor... farei qualquer coisa…-implorou Lily.

-Afaste-se. Afaste-se, menina.-ordenou ele.

-Por favor…-Lily lançou o último olhar ao seu filho. Ele sorriu novamente. Ali, Lily sentiu que tudo ficaria bem, então ela encarou a morte.

-Avada Kedavra!-bradou Lorde das Trevas. Lily Potter caiu imóvel ao lado do berço do filho.

Voldemort direcionou o olhar ao que queria: o menino Potter. Ele andou vagarosamente até o berço do garoto. O menino olhou para aquela figura que causara e ainda causaria tanta desordem em sua vida, mas não chorou. Ao contrário, riu. Harry soltou uma gargalhada de bebê. Talvez porque soubesse que venceria o Lorde das Trevas duas vezes. Porém, Voldemort não sabia disso. Ele olhou com desprezo para o menino, crispando os lábios. Ele levantou a varinha e bradou o feitiço da morte. Mas não aconteceu o que ele previu. A maldição ricocheteou no Lorde, destruindo metade do quarto de Harry.

Voldemort havia se auto destruído; Harry o derrotara. O menino saiu do berço destruído e foi até a mãe, brincando com a mão dela. O Lorde viera matar o menino que causaria sua desgraça. O que ele não sabia era que, naquela noite, ele dara a Harry o poder de destruí-lo. Ele não sabia que, naquela noite, Harry Potter ficara conhecido em todo o mundo bruxo por seu grande feito. Ele não sabia que, naquela noite, causara sua própria desgraça.


Notas Finais


Obrigado por lerem. Desculpem qualquer erro de ortografia.


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