História Golden Age - Interativa - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Natasha Romanoff, Steve Rogers, Thor
Exibições 58
Palavras 3.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLHA QUEM APARECEU :V
NÃO, EU NÃO DESISTI, NÃO AINDA ASKJDHASKHD
Eu demorei MUITO pra postar, mas, pelo menos, eu tô aqui
Sem desculpas, demorei mesmo, parte disso pela escola, mas culpa minha também
Enfim, sem mais delongas, espero que gostem do capítulo <3

Capítulo 8 - Capítulo 7 - Let's Party


Fanfic / Fanfiction Golden Age - Interativa - Capítulo 8 - Capítulo 7 - Let's Party

 Bruce não estava completamente confiante na proposta de Tony. Inteligência artificial era um grande “se” para a humanidade. Algo perdido na imensa linha da impossibilidade. Porém, pensando pelo outro lado, poderia ser uma grande descoberta. O começo de uma nova era tecnológica. Banner é suspeito para essa escolha. A ciência, seja ela qual for, sempre o fascinou. O inovador fazia com que seus olhos brilhassem mais que estrelas. A dúvida martelava em sua cabeça: Fazer o certo, e esperar uma opinião da equipe ou ir com Tony para baixo das cobertas e tentar criar o imaginável?

Obviamente o seu lado apaixonado pela ciência gritou dentro de si, fazendo com que o mesmo suspirasse, vencendo sua própria vontade.

– Tudo bem. – Bruce suspirou. – Eu aceito.

+++

[Ruas de NY | 9:07 pm | 16 de Abril de 2015]

“Bom pai” e “Clint” poderiam estar na mesma frase, menos no dia de hoje. Clarisse se lambuzava com o molho do enorme hambúrguer em suas mãos. Os dedos finos já estavam grudentos pela mistura maluca – e nada saudável – que Clint fizera: batata frita com sorvete. O homem estava realmente abobado ao rever sua pequena menina. Faziam anos que não via seu rosto sem ser por fotos, e cogitou a pensar que nunca mais a veria. Sentia-se culpado por ter perdido suas esperanças tão rápido, e tentaria fazer de tudo para se redimir, mesmo que Clair não soubesse disso.

Clint já acabara de comer, e apenas aguardava sua filha terminar a refeição para partir a mais uma de suas aventuras. Tudo estava indo bem. Brincadeiras, risadas, zoações, mas tudo estava feliz demais para ser realidade. Clint sabia que Clair estava com poderes, porém, recusava-se a acreditar que sua pequena sofreria com isso. Em sua mente, ela foi a primeira sortuda que “apenas” foi exposta a séries de torturas com finalidade de saber os segredos da SHIELD.

Pobre Clint, tão ingênuo.

Clair se tornou uma aberração, geneticamente falando. Poderes fortes, jamais imaginados, em uma menina tão frágil. Ainda não tinha total controle sobre os mesmos, então podia, de uma hora para a outra, pegar fogo ou causar um intenso vendaval. Seu corpo instável, esquecido do que realmente era felicidade, resolveu aparecer para o mundo, revelando uma de suas verdadeiras formas.

A primeira coisa a pegar fogo foram suas mãos. Assustada, largou o sanduíche e se afastou da mesa, observando seu corpo. As pernas e os pés já estavam dominados pelas chamas, e os próximos seriam seus braços e, por último, o torso e a cabeça. Clint não conseguia assimilar o que via. Um incêndio começou? De onde vinha? Por que Clarisse está pegando fogo? Todas essas perguntas passavam por sua cabeça enquanto seu corpo estava praticamente paralisado, sem saber como reagir.

Clarisse, já tomada pelo fogo, correu para o lado de fora da lanchonete, procurando um hidrante qualquer. Assim que o avistou, foi até o mesmo, derretendo a parte de ferro, fazendo com que a água jorrasse dali e jatos viessem em sua direção. Quando o fogo se cessou, a menina caiu de joelhos no chão, abraçando a si mesma. Seu corpo estava exposto, já que a roupa foi queimada. Clint, ao sair do estabelecimento, não hesitou em correr até sua pequena, retirando seu casaco e cobrindo-a.

Os olhos curiosos de muitos já estavam sobre os mesmos, assim como o trânsito já havia parado para observar a situação.

Clarisse não conseguiu se conter e deixou-se, pela primeira vez em anos, ser fraca. Em seu ver, chorar na frente de alheios demonstrava fraqueza. Logicamente, isto não é verdade. Clair apenas estava deixando claro que era humana, e não a aberração que se julgava a ser.

O pai passou os braços pelos ombros frágeis da filha, envolvendo-a em um abraço protetor. Ao mesmo tempo, tentava se comunicar com alguém. Seu carro estava por perto, mas não o suficiente para não atrair mais olhos famintos. Em meados aos seus suspiros e soluços, Clair sussurrou palavras que machucaram Clinton mais do que todas as cicatrizes que tinha em seu corpo:

– Desculpe-me por ser um monstro.

 

[Torre Stark | 10:18 pm | 16 de Abril de 2015]

Depois de todos os desastres acontecidos, tudo estava surpreendentemente calmo na Torre. O silêncio predominava na maioria dos quartos. Parecia inapropriada a demonstração de alegria perante tantas mortes. Até mesmo Bruce e Tony, que organizavam um futuro recheado de paz, permaneciam-se quietos enquanto calculavam as várias probabilidades.

Em um específico quarto, estava Sebastian Strange. O garoto estava acordado, mas isso não significava que ele estava sã. Stange estava dopado com analgésicos e uma forte dose de morfina. Metade de seu corpo, ou de seu torso, estava quase que estraçalhado. Foi quase impossível juntar todos os pedaços, porém, felizmente, os médicos especializados de Stark conseguiram atender o serviço. Bash se distraía com a mágica que saía de seus dedos. Gerava dados no ar e fazia-os girar, ou também pequenos humanos e animais, que vagavam aleatoriamente pelo quarto.

Depois de um tempo, um rosto curioso apareceu na porta de vidro do quarto. Era Alice. A garota tinha um cabelo bagunçado, assim como ainda usava a roupa cirúrgica e segurava o apoio do soro em sua veia. A Romanoff estava ansiosa para ver o garoto e saber como o mesmo estava. Da última vez que o vira, ele estava de baixo de metais, fazendo piada sobre sua morte. Quando os olhos do garoto a enxergaram, um sorriso torto surgiu em seu rosto. Bash, com movimentos leves dos dedos magrelos, sumiu com toda sua diversão e fez com que a porta se abrisse, dando passagem a Ally.

– Minha futura namorada! – Alice se aproximou do mesmo, meio confusa do que o mesmo estava falando. – Nós vamos formar um casal muito lindo.

– Do que está falando?

– De nós dois. Você sabe, eu te amo, você me ama, essas coisas.

– Eu mal te conheço – Alice deu uma risada sem graça. A menina estava considerando o fato do mesmo estar dopado.

– O amor acontece de forma rápida, não é mesmo?

– Ai meu Deus… – A situação era constrangedora. Ally não podia brigar com o mesmo. Era como se Bash estivesse sobre o efeito de drogas pesadas ou completamente embriagado. – Eu só vim aqui saber se está bem.

– Tirando o fato que meu braço é uma geleia, tudo está ótimo. Eu não sinto absolutamente nada.

– Geleia?

– O médico falou que meus ossos se quebraram em mais de dez vezes. O engraçado é que eu não sinto nada – Bash cutucou o braço engessado, achando graça daquilo e soltando uma risadinha.

– Eu não vou conseguir conversar. Você está drogado. – Ally passou a mão pelos cabelos, olhando para o chão. – Pelo menos você não está sentindo nada. Isso é bom. Mas eu vou para o meu quarto, não funciono com gente idiota do meu lado.

Sebastian não respondeu, apenas deu um grande sorriso, ao ponto de fechar seus olhos, balançando a mão em forma de “tchau”. Enquanto Alice andava para fora do quarto, o menino tentava fazer com que seus olhos focassem em um ponto específico: a abertura da roupa de Ally. Após perceber o que realmente estava exposto, o garoto deu uma alta gargalhada, apontando para o local.

– Eu consigo ver sua bunda! – Surpresa com o comentário, Alice passou a mão pelo local, verificando que as palavras de Sebastian eram verdadeiras. Suas bochechas coraram e o coração bateu rápido, mas apenas tentou fechar a roupa, correndo do quarto.

+++

Apenas Robert estava presente no apartamento dos Stark. Em um acesso de raiva, o menino socou o espelho de seu banheiro, quebrando-o. Alguns dos estilhaços entraram nas juntas de seus dedos. De início, o menino não sentiu a ardência de sua pele sendo rasgada. Só foi sentir que realmente havia machucado sua mão quando decidiu se sentar, pois apoiou o punho na cama. Ele estava acostumado com estes ferimentos. Sempre acabava ferindo as mãos por tentar arrombar a porta na base de socos, e sua finalidade era a ala médica.

Sabia do que precisava e o que tinha que fazer. Álcool, pinça e ataduras. No quesito de ataduras, o garoto decidiu que usaria uma blusa sua, e a pinça foi achada no banheiro de Pepper. O maior de seus problemas era o álcool. Podia ir tranquilamente na enfermaria e pedir para que fizessem o serviço, mas o seu orgulho era grande demais para pedir a ajuda de alguém. Teria que usar sua criatividade para uma possível substituição, e não pensou muito para chegar na conclusão de usar as bebidas de seu pai. Uma garrafa não faria falta em seu arsenal.

Após arrumar tudo o que precisava, chamou o elevador para o andar. Tudo estava bem, a típica música alegre e calma tocava e os espelhos brilhavam mais do que nunca, o que Robert não esperava era uma parada repentina no andar do apartamento dos Rogers. O garoto estava sem camisa, e não seria nada agradável encontrar o Capitão assim. Infelizmente, quem estava lá não era Steve, e sim sua filha, o que era ainda pior. O rubor nas bochechas de Laurel foram evidentes. Stark deu um sorriso safado, encarando-a.

– Qual andar? – Ele perguntou. O tom era realmente sugestivo. Talvez, este seria um dos únicos pontos em que Robert se comparava a seu pai. O gene de mulherengo estava na família, mesmo que não intencionalmente.

– N-Nenhum. Posso esperar para ir no próximo.

– Qual é, Cachinhos Dourados, nunca viu ninguém sem camisa? – Laurel olhou para os próprios pés. A menina era legitimamente pura e ingênua. Não que seu pai fosse rígido quando o assunto era garotos, mas a loira era tímida o suficiente para só se dar bem com os amigos de seu pai. – Qual é. Não creio nisso.

– O quê?

– Você não é que nem seu pai, não é mesmo?

– Como assim?

– Além se sua mãe, quem mais Steve beijou? Seu pai é um virjão. – Laurel, sem resposta, apenas continuou olhando para o chão, com seu ser preenchido de vergonha. Nunca se sentiu tão pequena com o fato de, em nenhum momento, ter beijado alguém, porém, ser comparada com o seu pai, lhe constrangeu como nunca. – De qualquer modo, eu coloco minha camisa, pode entrar.

+++

Luke estava parado perto a uma janela, observando a grande cidade luminosa. Os braços cruzados deixavam claro os músculos, assim como o maxilar travado demonstrava tensão. Alguns pontos de sua costela estavam começando a arroxear e doerem a cada movimento que fazia. Tentava não pensar na dor. Isto, de certa forma, o aliviava. A mente estava cheia de pensamentos nebulosos. Considerava a ideia de continuar dentro de uma prisão melhor do que ficar fora dela. Confusões, mortes, brigas, tudo em menos de dezoito horas. É claro que isso acontecia na base de Sokovia, porém, ninguém ficava sabendo destas tragédias. Tudo acontecia por debaixo dos panos, sem nenhum resquício de sua morte. A ficha só caia quando tinham que se encontrar para a eliminação de experimentos. Luke não costumava ficar mal ao não encontrar rostos conhecidos na pequena sala. Não as conhecia o bastante para isso. Sentia-se insensível pelo fato, mas não havia nada que o fizesse pensar o contrário.

De uma vez por todas, suspirou, passando as mãos pelos cabelos loiros recém-lavados e virando-se para voltar ao seu quarto. Deparou-se com outra figura loira, encarando-o enquanto segurava um pequeno pote em suas mãos. Diferente do comum, a menina não desviou o olhar, apenas o olhava descaradamente enquanto continuava a mastigar as uvas.

– O que você está fazendo? – Luke questionou

– Te olhando, ué.

– Por quê?

– Preciso de motivos?

– Encarar uma pessoa é má educação, sabia?

– E em que momento eu disse que ligava? – Luke deu uma risada irônica, tirando o cabelo dos olhos.

– Qual o seu nome?

– Hazel.

– Sou Luke.

– Não perguntei.

A menina enfiou mais uma uva na boca, encarando-o por mais alguns segundos e, por fim, ainda sem dar importância para o que acabara de acontecer, saiu andando para o seu caminho de origem.

+++

[Torre Stark | 15:02 pm | 19 de Abril de 2015]

Dias já haviam se passado, mais especificamente, três, o tempo necessário que Stark pedira à Banner lhe ajudar a criar Ultron, e, mais uma vez, a dupla conseguiu executar o plano com extremo sucesso. Foram três dias que, basicamente, ninguém os viu, e isso começava a se tornar suspeito, mas ninguém se preocupou em saber o que o que os dois faziam, pois acreditavam que não se passava de mais uma ideia maluca dos cientistas que apenas ficaria no papel.

– Não acredito que conseguimos – Banner falou, tirando os óculos do rosto, com um pequeno sorriso no rosto.

– Eu disse que conseguiríamos. Nós somos gênios.

– Só teremos que esperar algumas horas até que o código seja totalmente decifrado, mas este é o menor dos problemas.

– Sabe o que deveríamos fazer?

– Tony, não – Bruce já sabia exatamente o que Tony pretendia. Era muito fácil adivinhar o que o homem desejava quando estava feliz.

– Uma festa. Comemorar nossa vitória.

– Você não sabe como parar, não é mesmo?

– Vai ser divertido, como tudo que faço.

+++

As coisas andavam bem com os jovens recém-chegados. Por mais incrível que pareça, a recuperação dos mais feridos ia extremamente bem. Até mesmo Bash, cujo os ossos foram quase a inexistência, já estava livre de ser drogado constantemente por analgésicos.

É claro que sempre havia alguém para acabar com toda perfeição e nos trazer para a realidade, e esse alguém era Robert. O menino, depois da discussão com o pai, esperou a chegada de Pepper, conversou com a mesma e amenizou a grande saudade da mulher. Ao mesmo tempo, despediu-se da mesma. Contou da discussão com o pai, e como as palavras o atingiram, por isso, passaria alguns dias fora, na casa de alguns velhos amigos. A estadia na casa dos mesmos estava boa, porém, não podia continuar sendo um mendigo de casas para sempre, e resolveu voltar para casa, dando de cara com a notícia que a festa ocorreria.

Robert sempre odiou as festas de Tony. Pessoas sempre interessadas em seu dinheiro, bêbadas, fúteis e inúteis. Estavam ali por simplesmente poder postar em suas redes sociais que estavam em uma festa de Tony Stark. Rob tentaria arrumar um jeito de arruinar a festa, como muitas das vezes que já fez, porém, seria muito esforço para nada.

A única parte boa disso tudo seriam as bebias, pois, assim como o pai, Robert era um pinguço de primeira, mas sabia que ão conseguiria nem chegar perto de um simples vinho ruim. As coisas também não andavam por bons caminhos com Clarisse. A menina tinha se irritado com ele, falando que ele nunca a dava a atenção necessária, e decidiu dar um tempo. O Stark não se importou tanto, mas Clarisse não podia o ver que mudava automaticamente de caminho. Maria Hill começava a pensar em tirar a filha da torre, e provavelmente faria isso durante a grande festa.

Poucos minutos antes da festa começar, os jovens foram instruídos a ficarem em seus devidos quartos. Os Vingadores tinham receio que eles pudessem se descontrolar e acabar com toda a diversão que estavam tendo. Além do fato que mutantes não eram tão aceitos assim aos humanos comuns. Os experimentos não se importaram tanto assim, já que ficariam desconfortáveis por não conhecer absolutamente ninguém na festa. Alguns até mesmo estavam fazendo sua própria festa, como era o caso de Andrew e Hazel, que se beijavam ferozmente no quarto do rapaz. O moreno ficou impressionado consigo mesmo, pois conseguiu arrastar a menina impossível, como ele mesmo chamava, para sua cama em menos de minutos. Por prevenção, o menino trancou a porta de seu quarto para que ninguém o interrompesse. Neste alguém, quero dizer Ally, que possui algum sensor desenvolvido para chegar sempre nas piores horas.

Por mais que o irmão se preocupasse com isso, Alice realmente não tinha a cabeça em Andrew. Estava no quarto de Luke, onde conversavam sobre o que fariam caso os homens ricos resolvessem expulsá-los da torre. Ambos estavam deitados na cama, de barriga pra cima, olhando para o teto. A menina não conseguia entender o motivo de Andy odiar o menino. O loiro parecia realmente legal.

No quarto ao lado, no de Eleanor, estava Markus e Sebastian. O engessado sofria um pouco pelas brincadeiras que os outros dois faziam. Zoavam o fato do garoto ter sido um completo bobo e corrido atrás de uma menina que nunca se quer viu na vida. Bash entrou na brincadeira, falando que isso não se passava de uma tática e que ela estava totalmente na dele. Era o quarto com o melhor clima do andar.

Grace, Robert e Laurel estavam no mesmo andar, no apartamento dos Stark. Robert voltava para seu apartamento, quando viu Rumlow olhando de um lado ao outro, sem saber muito bem onde estava ou o que fazer. Convidou-a, então, a ir para seu apartamento, e, logo em seguida, chamou a filha de Steve, pois sabia que a menina, com toda a certeza, também estava sozinha. Conversavam sobre seus passados, e tinham boas conversas sobre as aventuras na infância. Laurel era a mais criativa, não é a toa que seus poderes se baseiam nisso, logo, era a que tinha as histórias mais engraçadas.

Apesar de tudo, os jovens se divertiam com as conversas desconexas. Era bom ter que pensar em outra coisa além do dia a dia monótono. Os laços começavam a se formar, assim como as inimizades, porém, ninguém pretendia matar um ao outro… ainda.

+++

A festa promovida pelo bilionário já havia se acalmado. Apenas estavam ali os Vingadores e Helen Cho. Maria Hill decidiu abandonar a comemoração um pouco mais cedo, pois sua filha, Clarisse, disse que queria voltar para casa. Clint ficou um pouco confuso ao saber da notícia, porém, apenas aceitou e não fez muitas perguntas. Alice foi a única louca que decidiu dar uma animada nas coisas. Uma proposta com o novo amigo, ou uma brincadeira, como ela mesma chamou. Era um simples jogo de verdade ou consequência, porém, apenas com desafios, e a cada um deles não cumpridos, era uma peça de roupa tirada. O rapaz estava apenas com seu jeans, e a menina estava com uma longa blusa e as roupas de baixo. O último desafio agora era entrar na sala principal da festa e pegar, ao menos, um copo de alguma bebida.

O plano não deu tão certo, já que a festa estava basicamente acabada. Os dois estavam agachados perto do balcão com bebidas, discutindo se anulavam ou não o desafio, porém, foram interrompidos por um horrendo som metálico, que os fez cair no chão, tampando as orelhas.

– Não. Como seriam dignos? Vocês são assassinos – Uma voz distorcida começou a falar. Referia-se a um rápido questionamento sobre como o martelo de Thor funcionava, pois apenas o Deus conseguia levantá-lo.

– Stark – Steve rapidamente advertiu, chamando o homem.

– Jarvis – Tony chamou por seu sistema operacional, porém, por não ter uma resposta imediata, começou a olhar em seu celular, uma tela totalmente transparente.

– Perdão, eu estava dormindo, ou... sonhando acordado – A voz voltou a falar. Mostrou-se vir de um robô, completamente defeituoso e sem algumas peças.

– Reinicie o sistema da Legião de Ferro, temos um traje com defeito.

– Havia um barulho terrível. Eu estava preso por.... Cordões. Tive que matar o outro cara. Ele era legal.

– Matou alguém? – Steve perguntou.

– Não era minha primeira escolha, mas, no mundo real temos que enfrentar as escolhas cruéis.

– Quem lhe enviou? – Chegou a vez do Deus questionar.

– “Eu vejo uma armadura em volta do mundo” – A voz parecia ser de uma gravação, e se igualava muito a do filantropo.

– Ultron? – Bruce olhou para Tony, certamente confuso. Não era para isso acontecer.

– Em carne e osso. Não, não ainda. Não nessa crisálida, mas estou pronto. Estou numa missão.

– Que missão?

– Paz para o nosso tempo.

Na mesma hora, vários robôs, todos defeituosos, entraram voando na sala, quebrando paredes. Os vingadores começaram a tentar detê-los, enquanto Ultron os observava, como se fosse um professor aplicando um teste para uma turma que não estudou. Enquanto isso, Luke e Alice olhavam a cena, tomados pelo medo. Nunca viram nada igual e, como para todos os seres humanos, temiam o desconhecido. Luke, percebendo que a menina não faria nada, puxou-a, tentando se livrar dos pedaços de lata que voavam de um lado ao outro, mas apenas isto foi o ápice para que Ultron os notasse e mandasse os “capangas” atrás dos jovens. Sorte dos mesmos que Steve sempre está atento com tudo aquilo que acontece a sua volta, pois, com seu escudo de vibranium, quebrou o robô que os seguia em dois e gritou para que os mesmos fugissem.

Luta vai, luta vem. Romanoff tomou para si a missão de proteger Banner, para que o mesmo não se tornasse verde, e isto, felizmente, funcionou. O último robô foi destruído, e, assim, uma risada, misturada com deboche, apareceu. Vinha da grande lata velha.

– Isso foi dramático. – Ultron disse. – Desculpem, vocês têm boas intenções, só não pensaram direito. Vocês querem proteger o mundo, mas não querem que ele mude. Como uma humanidade será salva se não for permitido que evolua? Como elas. – O robô pegou uma das armaduras jogadas ao chão, apertando sua cabeça. – Essas marionetes. – Logo em seguida, quebrou a cabeça do protótipo, voltando a olhar para o grupo assustado. – Só existe um caminho para a paz: a extinção dos Vingadores.


Notas Finais


eeee, mais o fim de um capítulo, já posso demorar um mês pra postar -qq
Eu prometo tentar não demorar tanto pra postar o próximo, mas só tentar mesmo skadjasd
Enfim, por hoje é só isso, tenho muito o que falar não XD
Beijos de arco-íris e até a próxima <3


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