História Gone girl - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bella Hadid, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Bella Hadid, Chaz Somers, Chris Beadles, Criminal, Justin Bieber, Ryan Butler
Exibições 538
Palavras 1.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!
Leia as notas finais ❤️

Capítulo 43 - Psycho bitch


 -Para que você quer ver sua amiga de novo, Isabella? -John falou.

A cada palavra que saia da sua boca, mais vontade eu tinha de matá-lo.

Quem ele pensava que era pra dizer a uma garota onde ela devia ir, e por que?

 Eu queria que ele fosse para o inferno, e em breve o mandaria para lá.

Forcei meu melhor sorriso, calçando meu scarpan bege.

Eu estava me vestindo de maneira completamente diferente do meu normal, para passar imagem de boa moça para ele.

Pelo menos isso tinha impedido ele de querer fazer sexo comigo. Eu provavelmente morreria de nojo se tivesse que fazer isso com ele.

-Tessie é minha amiga de muito tempo, faz muito tempo que não a vejo.

Me levantei devagar, arrumando minha saia rosa solta, dando um beijo em sua bochecha.

Ele bufou, mas não me impediu de sair.

 Peguei uma camionete preta que estava estacionada na frente da casa alugada em que estávamos passando este tempo na cidade.

 Troquei de roupa no banco de trás, colocando um vestido vermelho decotado.

Quando resolvemos colocar nosso plano de dar um golpe em John em ação, Zara contatou um amigo dela, que conhece John, para me apresentar.

Claro, pagamos uma boa quantia para ele aceitar.

Logo ele ficou caidinho por mim, ou melhor, pela "Isabella".

Em pouco tempo, ele me pediu em noivado, e eu tenho agido como uma santa o tempo inteiro.

Dirigi rapidamente até o clube, estacionando meu carro na entrada.

Passei pela fila, indo até a entrada.

-Anastasia, a menina nova, certo? Você está atrasada.-O segurança falou.

Concordei com a cabeça, apesar de ser mentira. 

Passei pela porta, entrando no ambiente, que estava lotado.
   Homens estavam sentados em grandes sofás de couro preto, enquanto garotas rebolavam em seus colos. Outras serviam drinks, algumas dançavam em um enorme palco, e outras levavam "clientes" pela mão pelas escadas, até os quartos privados.

Aquele lugar me lembrava uma época da minha vida que eu tentava de todas as maneiras possíveis esquecer.

Corri meus olhos pelo lugar, sentindo vários homens me encararem. Os encarei de volta.

-Qual é o problema? -Falei para um velho, que estava quase babando me olhando.

Ele deu uma risada ridícula, voltando sua atenção para uma garçonete semi nua.

Enxerguei Justin com seus amiguinhos ridículos, sentados em um sofá, em uma área privada.

 Andei até eles rapidamente.

-Estávamos te esperando. -Bieber falou assim que me viu.

-Fico muito honrada.

Uma garota loira, muito bonita, estava abraçada em Chaz. Ela me olhava, chocada. Lembrei que Dakota tinha me contado sobre uma garota chamada Alison, que era sua melhor amiga e namorava com Chaz.

Mesmo depois se quatro anos, eles ainda estavam juntos pelo jeito.

-Resolveu aceitar meu acordo? -Justin disse, fazendo sinal para eu me sentar.

Me aproximei dele, continuando de pé.

-Sua ameaça? Acho que não tenho escolha, Bieber.

Ele deu uma risada sarcástica.

-Me diga onde ela está, e seu segredinho estará seguro.

Bufei, o encarando.

-Ela está em Londres. Muito bem acompanhada, digamos.
   Justin Bieber p.o.v:

Muito bem acompanhada? O que ela queria dizer com aquilo?

-Isso mesmo, Bieber. Ela tem outro. 

Alison e os meninos me encararam, mas eu não sabia o que falar.

-Pra ser sincera, muito melhor do que você. Se ela tivesse demorado, eu mesma teria pegado ele.
  Mesmo depois de todo este tempo, imaginar Catherine com outro ainda me enfurecia.

-Eu quero falar com ela. -Falei, sério.

Ela deu sua típica risada sarcástica.

 -Você nunca vai desistir? Ela não é mais sua.

 -Cala a boca, Cece! -Gritei, dando um soco na mesa.
 Qualquer garota que me conhece teria se assustado e me obedecido, mas não Cece.

Ela riu mais alto ainda.

-Alguém está irritadinho. Quando você ficava me procurando feito um cachorrinho era assim também?

Desta vez ela foi longe demais.

Muito longe mesmo.

Me levantei, derrubando alguns copos, a segurando pela braço com força. Ninguém tentou me impedir.

-Eu não quero seus joguinhos ou seu sarcasmo, sua vadia psicótica. Eu quero um endereço, ou um número de telefone. E você tem trinta segundos, ou eu conto para o John quem você é.

Ela não tirou sua expressão dura e confiante nem um segundo do rosto, me encarando nos olhos.

 -Você tem cinco segundos para me soltar. -Ela disse, no tom ameaçador que eu conheço muito bem. Fazia até os caras de dois metros estremecerem.

 -Ou o que?

-Eu chamo minhas amiguinhas e caço cada um de vocês, até sobrar só pó.

A soltei. Não só por que queria saber sobre Cathe, e a irritar não ajudaria em nada, mas por que conheço Cece. Se eu a provocar e ela disser uma coisa, ela vai cumprir.

Ela deu um sorrisinho sarcástico irritante.

Ela pegou um pequeno pedaço de papel de dentro do seu decote, me entregando.

-Se você aprontar qualquer coisa com ela, eu te mato.

-Está defendendo a irmãzinha agora? -Falei, sarcástico, guardando o papel em meu bolso.

 -Ela é minha única família, Bieber. E você não vai querer mexer com isto.

Cece se virou, desaparecendo pela multidão em questão de segundos. 

-Ela estava blefando, certo? Sobre matar todos nós. -Alison falou, parecendo assustada.

-Não. Faça o que fizerem, não brinquem com a Cece.

Me sentei novamente no sofá.

-Tá brincando, cara? Nos lidamos com coisa muito pior que uma garota.

Dei uma risada sarcástica. 

-Acreditem em mim. Eu já vi o pior lado dela.
  Flashback on:

-Me passa essa porra, Bieber! -Cece gritou, enfurecida. A garota na cadeira estremeceu mais ainda.
   Acabamos de descobrir que Hillary, uma participante da gangue, era uma traidora. Ela e Cece tinham sido amigas por anos.

 Entreguei a faca para Cece, que fez um corte profundo na perna da garota, que gritou de dor.

 -Por favor, Cece! Me desculpe!

-Você devia ter pensando antes de ter me traído e traído meus pais.
  Ela cravou a faca ainda mais fundo, encarando a garota no fundo dos olhos.
  Cece se afastou, deixando a faca no local.
  -Vocês! -Ela gritou para dois guardas altos que estavam na porta do depósito. -Acabem com ela, agora.
  Os dois vieram rapidamente, e ela saiu andando, acendendo um cigarro.
  -Essa vadia da porra! Ela roubou muito dinheiro nosso.
  Saimos pela rua escura, entrando no carro preto que estava estacionado logo na frente.
   -O que você quer fazer para relaxar? -Falei, entrando no lado do motorista, enquanto a entrava no lado do carona.

-Não quero transar, se é isso que você quer. Quero queimar a casa do George. Ele ajudou ela com isso.

-Sua vadia psicótica. -Falei, dando um beijo nela.

Ela sorriu, e eu arranquei o carro.
  ...

 -Aqui estamos! -Cece falou, saindo do caro com um galão de gasolina e um isqueiro.

George morava em uma casa pequena no subúrbio de Londres. A grade não era muito grande, então escalamos e pulamos.

 Cece tentou a porta da frente, mas estava trancada.
  Fomos até os fundos, testando a porta de trás, que se abriu.
  Entramos com cautela, vendo que ele não estava acordado. 
  Cece começou a espalhar a gasolina por todos móveis, na cortina, e nos tapetes.
  Fizemos uma trilha até o quarto, onde ele dormia, colocando na cama também.
   Fomos até a saída dos fundos, onde Cece acendeu o isqueiro e o jogou no chão.
  Saímos correndo, dando a volta pela casa, e escalando o muro de pressa.

-Bom trabalho, gostoso. -Ela disse me beijando. 

 -Vamos logo. 

Entramos no carro e eu dirigi rapidamente.

-Eu quero que você me foda agora, Bieber. -Ela disse, passando sua mão pela em meu membro por cima da calça.

Encontrei um estacionamento vazio, onde estacionei.

Fomos para o banco de trás, trancando as portas do carro.

Ela desabotoou minha calça rapidamente, e eu a tirei junto com minha cueca.

Meu membro já se encontrava complemente ereto.

Ela me deu um sorriso safado, se abaixando.

Joguei minha cabeça para trás e segurei seus cabelos com força quando senti sua boca envolver meu membro. Ela sugou apenas a cabeça, logo depois colocando todo resto em sua boca.
   Eu já tinha transado inúmeras vezes antes de vir para Londres e conhecer Cece, mas nada era parecia com ela. Nada chegava nem perto, na realidade.

 Ela continuou seus movimentos sugando com força, enquanto eu puxava seus cabelos.

 -Eu vou gozar...

Ela não parou seus movimentos, engolindo todo meu líquido.

Ela se levantou, me encarando, dando um sorriso safado.

Tirei sua saia de couro preto rapidamente, puxando sua calcinha.

Apalpei seus seios por dentro do cropped preto, e ela deu um suspiro.
  Cece se sentou em meu colo, encaixando meu membro em sua entrada, e sentando com força, fazendo eu penetra-lá de uma vez só.

 -Geme pra mim, gostosa. -Sussurrei em seu ouvido, dando um tapa com força em sua bunda.

Ela gemeu alto, se movimentando rapidamente.

Agarrei sua cintura, colocando ainda mais forças nas investidas.

Estar dentro dela é uma sensação surreal. Tudo nela é surreal.

-Porra, Bieber... -Ela gritou, arranhando minhas costas.

Ela chegou em seu ápice soltando um longo gemido, e eu logo em seguida fiz o mesmo.

Ela saiu de cima de mim, se vestindo.

 -Você é demais, Bieber.
  Flashback off:

Puta que pariu, eu sentia falta de transar com Cece.  A relação que eu tinha com ela não era como com Catherine.

Ela sempre despertou meu pior. Quando a conheci eu já estava metido no crime, pois sempre estive com meu pai, mas piorei. 

Eu me sentia invencível e capaz de fazer qualquer coisa ao seu lado, e isso sempre foi muito excitante.

Com Catherine, eu sentia segurança. Ela me fazia querer ser bom, ser bondoso. Ela despertava o melhor que eu tinha dentro de mim.

Acho que eu e Cece acabamos nos destruindo. Quando ela foi embora, sem nem me dizer o motivo, eu senti que meu mundo tinha desmoronado completamente.

Eu sentia falta da minha parceira, por que era isso que ela era. Não era a garota que eu precisava proteger e que tinha vontade de cuidar, como Cathe. Ela era quem me ajudava a roubar, traficar, matar, quem usava drogas comigo,

Quando seus pais me mandaram embora, por dizer que eu estava obcecado demais a procurando, e por que a gangue estava falindo, eu fiquei arrasado.

Mesmo depois de ter conhecido os caras, nada foi parecido.

Eu nunca conheci uma garota tão louca como ela, e provavelmente nunca conhecerei. Cece é única.

Apesar de eu ter negado com todas minhas forças, eu ainda quero saber o que aconteceu. Por que ela foi embora daquela maneira. 

Mas algo me diz que eu nunca saberei. Cece é um mistério, sempre foi e sempre será.

Mas agora eu tenho o que precisava, e encontrarei a minha garota, custe o que custar.

 


Notas Finais


Eai, o que acharam do flash back?
Por favor, comentem!
Beijos


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