História Good Boy [GumLee] - Capítulo 12


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Beemo "BMO", Canelinha, Dona Tromba, Finn, Fionna, Marceline, Marshall Lee, Mordomo Menta, Personagens Originais, Princesa Caroço, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada, Rei Gelado, Sr. Porco
Exibições 228
Palavras 1.115
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fanfic entrando em reta final...
Fiquem com esse amor de capítulo e com uma raivinha no final <3
Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 12 - O melhor tempo é o tempo ao seu lado.


Fanfic / Fanfiction Good Boy [GumLee] - Capítulo 12 - O melhor tempo é o tempo ao seu lado.

Minha irmã era uma completa burra.

Não, não burra. Eu diria inocente. Ela acabou contando sobre minha gravidez para Fionna.

Eu já estava com meu bebê à quatro meses e nesses quatro meses, Marshall vinha para casa e cuidava de mim.

Não era o meu sonho de relacionamento, mas era o que eu poderia ter. Ele estava tirando uma foto por mês para registrar o crescimento do nosso pequeno filho.

Era o nosso pequeno Leonnard, Leo.

E meus pais ainda não sabiam. Eu sempre fui relativamente pequeno e magro, e não era muito difícil esconder uma barriga de quatro meses. Mas com Fionna tendo conhecimento disso, era um risco para mim. Meus pais não aceitavam Marshall, então eu estar gerando um filho que também é dele seria realmente arriscado.

No entanto, havia um silêncio inquietante. O que era para me deixar mais tranquilo, me deixava mais tenso do que nunca, pois o silêncio de Fionna só me fazia pensar nela planejando alguma coisa terrível para prejudicar meu relacionamento com Marshall. Ela é doente.

Caminhei para a sacada do meu quarto, observando o sol que se punha aos poucos, lento e discreto, exibindo tons rosados e alaranjados no céu, como uma pintura feita com a mais delicada perfeição.

Pendi a cabeça para baixo, os braços apoiados no pequeno muro da sacada.

Marshall.

Estava flutuando pelo ar, voando até meu encontro. Ele é um vampiro, ele pode fazer isso quando quiser e isso me causava uma pontada de inveja, de sua liberdade, de sua força, de sua segurança...

-Marsh... - Eu sorri.

Ele levantou uma pequena câmera fotográfica que estava presa em seu pescoço por um cordão grosso.

-Meu modelo favorito está pronto para mais uma sessão de fotos?

Eu sorri, o recebendo, Marshall parou de pé no muro e pulou para dentro da sacada, me abraçando e dando-me um beijo caloroso e apaixonado.

Entramos em meu quarto e Marshall acendeu as luzes de led fortes, enquanto eu arrumava uma parede, com algumas almofadas no chão e adesivos de cupcakes na parede.

Marshall tirou uma caneta do bolso e tirou sua tampa usando a boca. Era uma caneta cor de rosa.

-Andei pensando em algumas coisas e tive umas idéias ótimas... Você vai gostar. - Ele sorriu.

-Então as coloque em prática, senhor das ideias...

Marshall pegou uma folha sobre minha escrivaninha e escreveu "quatro meses", logo me entregando.

-Vamos primeiro tirar uma foto do tamanho da barriga, depois brincamos um pouco, tudo bem? - ele disse.

Eu assenti, tirando minha camisa e segurando o papel sobre meu peito, enquanto Marshall dava cliques em sua máquina profissional. Ele havia a comprado apenas para isso. Era realmente uma pessoa maravilhosa.

Tirei duas fotos na mesma posição, de lado e de frente, e depois, Marshall, com um sorriso, se aproximou com a máquina em mãos e me deu um beijo cálido na testa, me mostrando as duas fotos que havia tirado. Não estavam tão ruins assim.

Marshall era um ótimo fotógrafo.

-O que achou, bebê? - Marshall me encarava, apaixonado.

-Estão ótimas... - Sorri.

-Então vamos para a parte divertida.

Marshall pegou a caneta, que tinha uma tinta rosada própria para a pele, escrevendo sobre minha pele; "estou grávido do cara mais foda do mundo."

Então tirou sua camisa e escreveu em seu próprio abdome; "eu sou o cara mais foda do mundo."

Eu ri, o olhando com uma expressão cúmplice.

-O cara mais foda do mundo, não é...? - sorri. -Você se acha demais, Marsh...

-E não é verdade? Eu sou sincero. - Ele riu.

Marshall colocou a câmera sobre uma pilha de travesseiros sobre a minha cama e a deixou em modo de disparo, correu para o meu lado, abraçando-me pela cintura, abrindo um sorriso para a foto.

E tiramos muitas outras juntos, após limpar nossas peles, alternando entre sorrisos, caretas, beijos e abraços.

Vestimos nossas camisas e fomos diretamente para a cama, onde ajeitei os travesseiros de forma confortável.

Me deitei com os joelhos dobrados, enquanto Marshall estava na horizontal, deitado de lado, com a cabeça próxima à minha barriga, e as pernas dobradas.

Levantou minha camisa, fazendo pequenos círculos com os dedos sobre a minha pele.

Eu acariciei seu cabelo e ele fechou os olhos em contentamento.

-Eu... Nunca imaginei que minha vida seria assim... Eu pensava em governar a noitosfera com o meu pai... Talvez perdoá-lo por ter roubado minhas batatas fritas, ser um cantor ou algo assim... Mas... - Marshall fez uma pausa. Meu coração doeu por ter interrompido todos seus sonhos. -Isso me deixa muito feliz... Ter um filho, ter você... Parece tão melhor e tão mais tranquilo...

Eu sorri.

-Penso o mesmo... Provavelmente eu iria me tornar cientista e ficaria governando o reino... Que chato... - Fiz um bico forçado com os lábios. -Isso é muito melhor... Ter você na minha vida foi o melhor que podia me acontecer...

Marshall sorriu e me beijou carinhosamente, acariciando meus cabelos enquanto eu afagava sua nuca.

No entanto, nos separarmos logo e uma preocupação cresceu em seu rosto.

-Quando vai contar para os seus pais, Bubba...?

-Eu não sei... - Respondi, ressentido. -Não podemos fugir? Para bem longe, num lugar que possamos ficar sozinhos com o nosso filho, para sempre...

-Eu gostaria muito, mas não é o certo...

-Marshall Abadeer Lee pensando em fazer o correto? É isso mesmo que estou ouvindo? Não posso acreditar... - Eu disse, com um tom divertido.

-Ser pai está me deixando responsável, sabia? - Ele riu, deitando-se logo atrás de mim e me abraçando.

-Você ainda não é pai, meu amor... Espere mais alguns meses...

Marshall resmungou baixo, beijando minha nuca e permanecemos em um silêncio por alguns minutos.

Queria parar o tempo e ficar ali, ou fugir naquele mesmo instante, para qualquer lugar que pudéssemos viver apenas com nosso amor e sermos felizes. Sem ninguém para nos incomodar. Sem Fionna, sem Ricardio, sem meus pais... Apenas eu, Marshall e futuramente, Leo.

Tudo que eu precisava era ele e pronto. Nada mais.

No entanto o universo não estava sendo muito gentil, fazendo isso tudo e uma hora eu teria que contar aos meus pais o que estava acontecendo. Essa hipótese me assustava tremendamente.

Eu estava quase adormecendo e realmente o faria se não fosse por uma gritaria no andar de baixo. Suspirei, me sentando sobre a cama e vestindo um grande moletom, que disfarçava bem minha barriga.

-Quer que eu volte para casa...? - Marshall perguntou.

-Não. Não precisa... Espere aqui, eu já volto.

Me levantei da cama e andei tranquilo até a porta, logo a abrindo e andando pouco até os pés da escada.

Não... Não podia ser isso.

Não de novo. Não... Mais uma vez não...



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