História Good Boy [GumLee] - Capítulo 13


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Beemo "BMO", Canelinha, Dona Tromba, Finn, Fionna, Marceline, Marshall Lee, Mordomo Menta, Personagens Originais, Princesa Caroço, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada, Rei Gelado, Sr. Porco
Exibições 215
Palavras 1.190
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Está quase acabando, mesmo, meu Deus.
Agora é meia noite e cinco e tenho q acordar cinco da manhã pra escola alsmalsamska
Socorro zkskslsss
Espero que gostem e boa leitura ;3

Capítulo 13 - Um coração maldoso.


Fanfic / Fanfiction Good Boy [GumLee] - Capítulo 13 - Um coração maldoso.

Era Fionna, logo lá embaixo. Acompanhada de Ricardio.

Eles tinham derrubado alguns guardas banana -que não eram lá muito eficientes-, meus pais estavam amarrados no chão, junto de Bonnibel.

Aquilo era assustador porque eles estavam armados.

Fionna estava com uma espada de grama, era extremamente cortante e mortal. Ricardio estava com uma espada de raíz. Ainda não haviam ferido ninguém, porém, tudo havia ido abaixo, mesas, cadeiras, estantes, vasos... Tudo.

Marshall se levantou, pondo-se atrás de Gumball e vendo o terror que acontecia no andar de baixo.

-Marshall... Volte ao quarto, eu cuido disso. - Gumball disse, tentando afastá-lo.

-Você está grávido, Gumball! Não pode se meter nisso... Eu vou proteger você! - Marshall parecia preocupado e determinado à fazer o que fosse para proteger seu amado.

E Gumball, estava determinado ao mesmo.

-Eu sou o príncipe do reino doce, esse é meu castelo e minha família. - Gumball estava sério. -Marshall, não se envolva, não quero perder você.

Marshall mordeu o lábio inferior, pensando na melhor maneira de desobedecer às ordens de Gumball.

No entanto, não pôde pensar muito, Fionna corria, subindo a escada, pronta para atacar à Gumball e destruí-lo completamente, sem piedade. Como era de seu mau caratismo.

E foi nesse momento que Gumball viu algo surpreendente, que jamais pensou que viria. Pois Marshall havia, literalmente, se transformado.

Era um tipo de morcego, só que realmente grande, com quase três metros. Tinha pelos negros por todo o corpo, asas que pareciam indestrutíveis. Olhos vermelhos em expressão protetora.

Esse era o dom dele, por ser rei da noitosfera. Era demais.

Marshall tomou frente à Gumball, ainda atrás dele mas o protegendo com uma das asas.

Fionna tentou atacá-lo com a espada.

Fez um corte em Marshall, mas a espada se quebrou ao meio. Um som fez isso perceptível e Gumball chegou mais perto de Marshall.

-Não vai me olhar na cara, Gumball? - Fionna dizia, irônica.

Gumball, delicadamente, saiu debaixo da asa de Marshall e a encarou. Ela tinha raiva expressa.

-O que quer comigo, Fionna? - Gumball parecia indiferente, impaciente.

-Você engravidou de Marshall. Isso não é certo! - Ela gritou, com ódio claro. -Era pra ser eu!

Então... Era isso? Fionna estava desse jeito porque amava à Marshall. Desde que ele se aproximou de Gumball, Fionna havia se tornado uma víbora e isso era por ciúmes.

Era simplesmente ridículo.

Ela havia machucado Marshall naquele dia que Gumball o salvou como uma espécie de punição por tê-lo beijado, e quem seria punido agora seria Gumball, com a morte.

-Você não deveria agir assim! - Gumball tinha escárnio na voz, escárnio e impaciência. -Aceite, Fionna. Você jamais o teria agindo dessa forma!

Marshall suspirou, voltando à forma normal em poucos segundos, com o braço sangrando.

-Fionna... - Marshall disse, baixo. Era a primeira vez que ele dizia seu nome sem uma pitada de ódio. -Você me machucou. E não é a primeira vez. Quem ama não machuca. Você não me ama, Fionna. Você só está com inveja.

Mas a loira riu, enquanto Ricardio caminhava até seu encontro. Ela ria com uma insanidade clara como cristal.

-Quem você pensa que é para julgar o que sinto? - Ela gritava.

Logo, ouviu-se o som dos guardiões chiclete e de Rattleballs, um espadachim extremamente poderoso.

Ricardio apenas demonstrou medo, e encarou Fionna.

-Vamos embora, lourinha, deixe esses dois, caso contrário...

-Ah! Cale a boca! - Ela apenas se fazia gritar.

No entanto, ao que Ricardio tentou escapar, Fionna lhe roubou a espada, Gumball e Marshall se afastaram, enquanto, friamente, sem cerimônia alguma, Fionna perfurava o pescoço de Ricardio com a espada.

Ele rolou pela escada, morto, finalmente, enquanto Fionna limpava o sangue da espada em sua perna direita.

-Ah, Gumball, você vai acabar mais podre que Ricardio... Você e esse seu monstro dentro de você... - ela ria baixo, se aproximando lentamente. -Aí, o Marshall vai me amar... E viveremos felizes para sempre...

Ao que Fionna estava pronta para correr em direção aos dois, Marshall agarrou Gumball pela cintura, correndo até o quarto do rosado e pulando pela sacada, e logo, planando no ar.

Estava frio e os guardiões chiclete, juntos de Rattleballs pareciam demorar à chegar.

Além disso, Marshall estava machucado, um corte fundo no braço, não ia aguentar muito tempo planando.

Dito e feito, Marshall voltava ao chão lentamente, logo de pé sobre o gramado.

O plano seria correr o mais rápido possível se Fionna não estivesse já ali, os esperando com a espada de raíz na mão.

Ela parecia determinada à cumprir um objetivo dr ciúmes e inveja, destruindo tudo. Acabando com sonhos e amores de todos.

Era isso que ela queria.

Então apenas correu, Marshall já não conseguia se transformar devido ao machucado, e quando Fionna iria desferir um único e eficiente golpe em Gumball, Marshall o jogou no chão.

Segurou a espada com a mão, que sangrava sem parar.

Ele não ia morrer. Era um vampiro, imortal, mas aquilo doía como a morte.

-Pare de relutar, Marshall. - Fionna o afastou a espada e a jogou no chão.

O moreno, tinha a mão em puro sangramento. Estava fraco e cansado.

-Você precisa entender, Fionna, o mundo não é seu. - Gumball dizia, tomando a frente de Marshall. -Você não pode sair por aí destruindo tudo que quer e pronto.

-E quem disse que não?! - Ela ria.

Marshall caiu ajoelhado, Gumball o olhou de canto, sussurrando "vai ficar tudo bem...".

-As pessoas têm sonhos, objetivos. Uma vida própria. Ninguém tem o direito de destruir. Se não conseguiu um caminho, tente outro. Mas jamais destrua o que não é seu.

Marshall havia desmaiado pela dor potente, exagerada, e Gumball, em desespero, apenas se jogou ao seu lado, o abraçando e acalentando.

Um discurso bonito não faria com que Fionna desistisse de seu objetivo.

E viu ali, a chance perfeita para cortar fora a cabeça de Gumball.

Se aproximou com a espada empunhada nas mãos, em silêncio, e quando já estava pronta, uma atitude a surpreendeu.

Pois pela primeira vez em muito tempo, Gumball se defendeu.

Aquilo não era por si mesmo. Era por Marshall, pelo amor que sentia, pelo filho que carregava.

Então Gumball faria tudo que pudesse, faria por Marshall.

Se levantou, e Fionna lhe socou o olho, escorreu sangue da maçã de seu rosto.

Gumball tentou empurrá-la mas levou um corte fino no braço, fino e fundo.

-Vamos! - ela ria. -Mostre quão inútil você é e sempre será!

Ele a derrubou, num empurrão com força extrema, a espada de Fionna havia caído junto dela, porém, fora do alcance da loira.

Gumball segurou o objeto afiado na horizontal, em ambas as mãos, em direção ao pescoço da outra.

Agora, a desesperada e medrosa era ela.

-Inútil? É isso que sou?

Mas não foi preciso muito.

Alguns guardas banana chegaram, arrastando com cuidado Marshall, desmaiado e cansado.

E Rattleballs, afastou o rosado de Fionna, agarrando o braço da loira e a imobilizando, com a ajuda de um guardião chiclete.

-Príncipe! - Um guarda banana gritou. -Por favor, nos acompanhe com Marshall até a enfermaria.

Gumball se aproximou de seu amado, em sono. Ele parecia exausto, acabado.

   



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