História Good Enough - 2Jae - Capítulo 19


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Categorias Got7
Personagens JB, Youngjae
Tags 2jae, Got7, Jaebum, Youngjae
Exibições 710
Palavras 1.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHA QUEM ESTÁ AQUI DE NOVO
MAIS UM HOJE?
SIM, MAIS UM HOJE
EEEEEEEEEEEEEKDKRKDKDKD
ESSE É UM DOS CAPÍTULOS QUE EU MAIS GOSTEI DE ESCREVER, ESPERO QUE GOSTEM ❤

Capítulo 19 - Chapter 19



   (POV Jaebum)

Por onde devo começar? Talvez pela parte que eu beijei o Youngjae?

Bom... Depois que ele pediu para eu o lembrar de como se sentia quando me beijava, eu o beijei. Eu devo confessar que foi bem difícil para mim me segurar esse tempo todo para não beijá-lo. Tentei manter o máximo de distância possível para ele pensar. O clima foi ficando quente, o beijo cada vez mais necessitado até que Jackson Bad Wang entrou chorando na minha casa com garrafas de vodca, Jinyoung e Mark ao seu lado.

Ele estava chorando pois Bambam pediu um tempo, ele não disse o motivo e por isso acabaram discutindo e ele queria descontar na bebida. Então ele disse que jogariamos um jogo chamado "eu nunca".

O jogo era o seguinte: Todos encheriam copos com a vodca, e um de nós tínhamos que dizer algo que nunca fizemos, e quem já fez tinha que beber um gole.

Youngjae apostou com Jackson que não ficaria bêbado pois era uma pessoa descente e nunca fez nada de errado. Porém, Jinyoung, Mark e Jackson começaram a fazer de tudo para ele ficar bêbado. O que acabou sobrando pra mim. Eu não estava cem por cento sóbrio, mas tinha noção dos meus atos.

Em um ranking de bêbados, Youngjae estava em primeiro, Mark em segundo, Jackson em terceiro, eu em quarto e Jinyoung em quinto.

Jinyoung conseguiu dar conta de Jackson e Mark, e agora eles estavam dormindo na sala, e eu fiquei de cuidar do Youngjae, mas ele não parava quieto.

O puxei até meu quarto e quando terminei de fechar a porta, ele me prensou contra a parede, encostando seus lábios nos meus com urgência.

Nem se eu estivesse cem por cento sóbrio eu conseguiria recusar um beijo de Choi Youngjae. Eu tentei diminuir a intensidade do beijo, mas foi algo impossível. Youngjae separou nossos lábios e me puxou, me empurrando para cima da cama. Eu caí sentado na cama e antes que pudesse reagir e forçar Youngjae a tomar um banho, ele sentou em meu colo e rebolou encima do meu membro.

Puta que pariu!

O que eu faço?

Joguei a cabeça para trás e mordi os lábios fortemente. Logo ele parou e me encarou.

— Eu estou com vontade de vomitar. — Tirei forças não sei da onde e o peguei em meus braços, indo correndo com ele até o banheiro do quarto. Ele se ajoelhou na privada e colocou quase toda a bebida que consumiu para fora. Depois que ele disse que já estava melhor, tirei sua roupa com dificuldade e liguei o chuveiro.

— AÍ MEU DEUS! — Ele gritou assim que o coloquei dentro na água gelada.

— Que foi? — Perguntei olhando em volta.

— Como assim o que foi? — Me perguntou indignado. — Está chovendo, Jaebum! Sua casa ta furada. — Dei risada e neguei com a cabeça, começando a ensaboa-lo.

Coloquei uma roupa confortável nele depois do banho e pedi para ele ir se deitar, enquanto eu aliviava certas coisas no banheiro.

Quando eu saí do banheiro, Youngjae estava encolhido e enrolado nos cobertores, com o rosto virado para o teto e olhos fechados. Ele cantava baixinho uma música e esse foi registrado como "O dia oficial da minha morte". Mesmo quando eu deitei ao seu lado ele não parou de cantar, o que revelava que ele ainda estava bêbado. Youngjae sóbrio provavelmente estaria corado agora.

Ele abriu os olhos e olhou em volta, virando depois de um tempo e me encarando.

— Jaebummie, quando tudo vai parar de rodar? — Perguntou.

— Amanhã você vai estar melhor, pequeno. — Fui para mais perto dele e selei sua testa, o abraçando em seguida. — Não, acho que você vai estar bem pior amanhã. — Ele fez uma careta e eu sorri, acariciando seu rosto. Ele pediu água e eu fui até a cozinha buscar.

— Quem é você? Cadê o Jaebum? — Me perguntou pegando o copo de água e bebendo tudo, deitando novamente. Eu o ignorei e voltei a me deitar ao seu lado, o abraçando. — O Jaebum vai ficar bravo com você.

— Não vai não. — Sorri.

— Tudo bem, vou deixar ficar aqui só porque sua voz se parece com a dele.

— Parece?

— Uhuum. Só não conta pra ele. — Ficamos um bom tempo em silêncio. — Sabe, moço, o Jaebum é uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida. — Sorriu e eu sorri junto. — Eu não entendo muito essas coisas, mas acho que gosto dele. Muitão. — Fez um gesto com os braços. — Jackson estava certo quando disse que eu tinha um crush nele.

— Ele também gosta de você, pode ter certeza. — Ele me encarou.

— Como sabe disso?

— Ele me contou. — Sorri e ele começou a falar das coisas que mais gostava em mim. Entre essas coisas, as principais, segundo ele, era meu sorriso e meu jeito. Até que ele parou de falar do nada, e então percebi que ele dormia. Selei sua bochecha e o apertei mais contra mim.

— Eu te amo, bebê. — Selei sua bochecha e me rendi ao sono.

     (POV Youngjae)

Abri os olhos com toda dificuldade do mundo, logo sentindo una dor enorme inundar minha cabeça. Olhei para lado vazio da cama me perguntando aonde está Jaebum.

Tentei lembrar do que aconteceu na noite passada, a dor de cabeça triplicou mas eu consegui lembrar.

Qual é o meu problema?

A porta foi aberta, trazendo um pouco de iluminação ao quarto e fazendo minha cabeça doer mais.

— Bom dia, bebê. — Sussurrou e selou minha bochecha. — Imagino que esteja com uma ressaca enorme, então trouxe seu café da manhã e remédio. — Eu ainda tenho dúvidas de que ele seja um humano mesmo.

Levantei devagar, me sentando na cama e pegando a bandeja com meu café da manha. Eu tomei o remédio primeiro e logo comecei a comer.

— Cadê os meninos? — Perguntei.

— Dormindo na sala. Eu não quero nem ver quando eles acordarem.

— Eu também não. — Terminei de tomar meu suco e coloquei a bandeja encima da mesinha. — Sinceramente, eu quero ficar aqui deitado o dia todo. E você... — O puxei para que ele deitasse ao meu lado. — Vai ficar aqui comigo.




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