História Good Girl, Bad Woman - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Chloë Grace Moretz, Grace Phipps, Hora de Aventura
Personagens Ash, Bongo, Chloë Grace Moretz, Finn, Grace Phipps, Guy, Hudson Abadder, Jake, Keila, Marceline, Princesa Caroço, Princesa De Fogo, Princesa Jujuba, Rei Gelado
Tags Bonnibel Bubblegum, Bubbline, Drama, Drogas, Hentai, Marceline Abadeer, Marceline Rainha Vampira, Princesa Jujuba, Princess Bubblegum, Romance, Sexo
Visualizações 366
Palavras 1.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem o capítulo curto e cheio de erros, eu tô bebada pra caralho e decidi que tá bom assim o capítulo.

Fiquem com essa prévia os próximos serão maiores.


Kissus da titia loca.

Capítulo 22 - 20 - Meus erros e seus acertos


Capítulo 20

~ Marceline ~

– Por que você fez isso? – Keila gritou, assim que entramos no camarim – Por que você me humilhou na frente dos nossos fãs?

– N-não era a minha intenção. – gaguejei – Eu só queria... Anunciar essa música pra ela.

– ELA TA SE FODENDO PRA VOCÊ! ELA TE DISPENSOU! – Keila gritou furiosa, tateando as mãos pela mesa e uma bandeja, que antes carregava alguns lanches agora passava a voar contra mim, e teria me acertado bem em cheio, se Bongo não tivesse me puxado para perto dele.

– Keila, você tá perdendo a razão! – Bongo entrou na frente, tentava a acalmar, mas ela parecia irredutível.

Ouvi algumas batidas na porta, mas Bongo e Keila pareciam imersos em um diálogo próprio. Suspirei e abri a porta.

– Marcy! Aquela música foi tão... Linda! – Bonnie pulou assim que sai do camarim e encostei a porta atrás de mim, ela me abraçou, encostando os cabelos loiros no meu nariz, e me fazendo cócegas.

– Que bom que gostou, princesa. – correspondi – BonnBonn, Keila tá furiosa comigo, não acho bom ficarmos aqui. Vamos pro meu carro? Talvez um motel...

– Marceline! – ela riu – Podíamos ir à um restaurante, estou com fome.

– Claro. – fechei eufórica a porta do camarim e corremos pro meu carro – O que você quer comer?

– Massa! – ela sorriu.

– Tem um hotel aqui perto, o restaurante é ótimo. – dei ombros enquanto segurava sua mão, quente e suada, e caminhavamos até o carro que me levaria embora.

Tem sido assim desde que voltei de viagem e aceitei me tratar. Quer dizer, não fui internada! Isso é ótimo! Mas Hunson colocou uma porrada de gente atrás de mim quase que 24 horas por dia. Se eu tenho um descanso são nas horas que ensaiamos. Ou ensaiavamos... Não acho que Keila vá me perdoar.

– Marcy? Você ouviu o que eu disse? – senti sua mão delicada encostar no meu ombro, e despertei dos meus devaneios.

– Desculpe. Me distrai. – dei ombros e procurei nos bolsos um cigarro.

– Achei que você tinha parado. – ela fez bico. Merda! Ela é tão linda. Guardei o cigarro no bolso outra vez – Vira na próxima rua. – assenti para o motorista.

O carro parou em frente ao hotel, não que fosse um cinco estrelas, mas era melhor que o último onde eu a tinha levado. Ainda não haviam paparazzis ou qualquer desses filhos da puta ali.

– Eu ligo quando tiver que me buscar. – avisei ao cara antes descer do carro – Provavelmente vou passar a noite aqui. Eu aviso o Hunson.

– Eu nunca imaginei você com motorista. – Bonnie sorriu e apoiou a cabeça em meu ombro enquanto entrava no hotel ao meu lado – Você sempre gostou de dirigir. Especialmente pilotar.

– Era um dos termos do Hunson pra que eu não fosse internada. – passei a mão pela cintura dela e a puxei pra mais perto, ela usava a camiseta que eu a tinha dado – To me tratando, vou parar de vez.

– Fico feliz com isso! – ela se empolgou, enquanto eu me apoiava sobre o balcão e tentava reservar um quarto pra depois que já tivéssemos comido alguma coisa –Acho que não vamos conseguir um quarto assim, em cima da hora.

– Sabe uma das vantagens de se famosa, princesa? – sorri e tirei do bolso um grande bolo de dinheiro.

~ ♪ ~

– Andei pensando no que você me disse uma vez. – ela começo a falar, assim que saia do banheiro, ainda enrolada em uma toalha branca e com os cabelos loiros presos e um pouco bagunçados.

Eu fumava na varanda do enorme quarto de hotel. É. Eu gosto de esbanjar. Apaguei o cigarro e entrei, ainda deixando a porta de vidro aberta.

– Sobre o que? – a abracei por trás, sentindo o cheiro doce dos cabelos dela.

– Ter filhos, uma família... – ela se virou, me olhava seria – Não sei se quero terminar a faculdade de medicina.

– Como assim? – olhei pra Bonnie um pouco confusa – Achei que esse fosse o seu sonho, BonnBonn.

– E era! – Bonnie suspirou – O dá minha mãe na verdade, ela era médica... Eu sempre quis se chef confeiteira.

– Bonnie isso é incrível! Você é maravilhosa na cozinha! – me animei com a ideia dela seguir o sonho.

– Eu não posso! Meu pai não iria bancar um curso de gastronomia! Ele acha inútil, só paga minha faculdade porque é medicina. – Bonnie sorriu forçadamente, era visível a decepção naqueles lindos olhinhos azuis.

– Eu banco! – voltei a envolver ela nos meus braços – Eu pago teu curso.

– Tá falando sério? – os olhinhos azuis se encheram de alegria – Eu vou trancar minha matrícula, assim eu posso voltar pra casa e pra você!

– Claro, princesa. – beijei o pescoço dela, e sentindo as unhas frla contra os meus braços, a levei pra cama – Mas a gente pensa nisso amanhã.

~ Bonnie ~

No caminho de casa, eu ainda não acreditava no que a Marcy tinha me dito. Eu estava tão feliz! O motorista, um cara esquisito de cabelos castanhos e pele amarelada que parecia uma banana, me deixou na esquina de casa do meu pau. Eu não sabia se a declaração dá Marcy no show tinha saído nos tabloides de fofocas, fiz ela me prometer que toda vez que fossemos nos encontrar, nos desligariamos do mundo e seríamos só eu e ela. Nenhuma rockeira famosa, nenhuma estudante de medicina. Só eu e o meu amor.

– Bom dia. – cumprimentei meu pai, que estava vendo noticiário – Neddy já acordou? Queria levar ele no cinema hoje.

– Ele ainda está dormindo. – ele não me deu muita atenção.

– Pai? – chamei – Quero conversar com você.

– Sobre o que? – ele desligou a televisão e enfim prestou atenção em mim – Não vai me dizer se está indo mal na faculdade, Bonnibel.

– Não! Meu rendimento é excelente, mas é sobre isso mesmo que eu quero falar. – respirei fundo, e com uma coragem insana, falei de uma vez – Eu vou largar a faculdade, vou fazer um curso de culinária.

Meu pai pareceu não entender bem. Era o sonho dele e dá minha mãe. Senti o coração apertar. Ela queria tanto isso... NÃO! O que eu quero também conta! Eu VOU ser chef de cozinha.

– Você está louca, Bonnibel? – ele falou depois de um bom tempo em silêncio – Eu não vou bancar essa sua aventurazinha.

– Eu não preciso que você banque. – olhei para o teto – E nem preciso dá sua autorização. Eu sou maior de idade. Estou apenas comunicando que vou trancar a minha matrícula.

– Eu não acredito que você vai fazer isso com a memória dá sua mãe. – tentou me fazer sentir culpada.

– Eu não lembro dá minha mãe, mas tenho certeza de que ela se orgulharia dá mulher que eu sou. – virei as costas – Vou acordar Neddy pra levar ele ao cinema.



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