História Good times gonna come - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baekyeol, Chanbaek
Exibições 32
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - The friends


Baekhyun

 

– Eu já disse que não! – Retruquei ouvindo os risos de Luhan e Kyungsoo que insistiam em me irritar. Meus dois e únicos amigos, que conseguiam me tirar do sério na mair parte do tempo!

– Mas parece, admita! – Insistiu Luhan ao olhar para trás, procurando por Chanyeol. Eles haviam insistido na história de que; Chanyeol estava afim de mim. E eu apenas neguei dizendo que somos apenas amigos…

Chanyeol e eu somos amigos, certo?

Tudo bem, nos conhecíamos a apenas duas semanas, e ele tinha me dado um quadrinho… Por pena!?

Não, amizade talvez?

– Luhan, Chanyeol e eu somos apenas colegas. – Disse confuso, já sentindo um nó se formar em minha cabeça. – Ér… Quer dizer, não sei oque somos ainda.

– Colegas? – Indagou Kyungsoo – Você é trouxa ou se faz, Baekhyun?

– Ah, conte-nos outra! – Disse Luhan cruzando os braços, típico de quem se diz não acreditar em minha estória.

– Mas é verdade! Nós somos apenas colegas… – Parei ao ouvir risos escandalosos, talvez até demais, vindo dos dois, que chegaram a bater palmas. – Xiu! Vocês querem parar de fazer festa? Estamos no intervalo, mas qualquer um pode nos ouvir. Ainda mais com essa gritaria de vocês!

– Alguém anda se preocupando demais, não? – Olhou para Kyungsoo, com um olhar sínico. Fala sério, Luhan conseguia se assimilar a um demônio quando insistia em algo, e se juntando a Kyungsoo, eu diria que minhas chances de sobrevivência seriam de: 0,0%

– Por que está nos advertindo sendo que vocês são só. Ér… O que era mesmo? Ah sim, colegas! – Sorriu Kyungsoo, confundindo minha mente.

– Aish! Que seja, vocês ganharam, pensem oque quiser a respeito disso, ok? – Dei de ombros.

– Yay! – Tocaram nas mãos um do outro em um ato de vitória.

Chanyeol é só meu colega, não tenho nada a esconder.

Nada…

 

Chanyeol

 

Sehun berrava em meus ouvidos, enquanto Kai ameaçava roubar meu lanche.

– Sai, cara! – Ditei bufando – Você tem o seu, já disse que não é culpa minha, se você come o seu lanche rápido demais.

– Mas eu tô com fome! – Insistiu Jongin – O lanche é pequeno demais, não dá para tapar nem o buraco de dente! Isso é um absurdo.

– Azar o seu! – Rosnei, vendo o recuar para trás em rendição.

– E o que você acha dele? – Berrou novamente em meus ouvidos. – Aquele ali! – Apontou em direção a uma mesa, na qual havia um garoto conversando tão distraído, que nem viu Sehun apontar para si, como se fosse culpado, ou cúmplice de um crime.

– O que tem ele? – Perguntei revirando os olhos.

– Ele é bonito! – Sugeriu – Mas e aí, qual é o seu tipo?

– Hm… Eu diria que pessoas caladas, sabe? – Disse não me importando muito. – Nunca fui fã de barulho.

– Só isso!? – Indagou surpreso, oque me fez rir. Sehun jamais seria meu tipo, ele era exatamente o tipo de pessoa que eu mais odeio.

E acredite, nem eu sei como fomos virar tão próximos.

– É, acho que só! – Sorri, vendo-o esfregar os dígitos sobre o queixo, como um detetive em seu caso. – Que tal, irmos a uma busca para; Encontrar o amor de sua vida.

– Recuso – Disse quase de imediato, dando uma mordida em meu lanche.

– Como assim recusa? – Disse. – Eu nem tive chance de explicar!

– Não, tô de boa aqui sabe. – Dei de ombros olhando em mesas aleatória, e encontrando Baekhyun, sentado a uma mesa, com dois garotos.

Os três riam, e Baekhyun apenas negava balançando a cabeça freneticamente.

Sorri ao vê-lo, mesmo que involuntariamente.

Eu deveria sorrir ao vê-lo?

Eu simplesmente sorri… Por que eu sorri?

Ele nem mesmo tinha me visto.

Os garotos que se encontravam um a cada lado, passaram a fazer cócegas em Baekhyun, que passou a rir de imediato.

Rir…

Seu sorriso sem imperfeiçoes. Me fez o fitar automaticamente. Eu não conseguia retirar meus olhos de Baekhyun. E só percebi quando Sehun seguiu meu olhar, e formou um sorriso largo, passando a distribuir leves socos em meu ombro.

– Baekhyun, não é!? – Sorriu de canto, ao me ver acordar a realidade

– Ãn… É. – Me fiz de desentendido, evitando a todos custo olhar Sehun, que lançava piscadelas a mim.

– Ele é bonito! – Disse estalando a língua. – Ele é seu tipo?

– Hm… Ach- Fui interrompido pelo sinal, que passou a tocar.

– O quê? – Ele perguntou, esperando o sinal ecoante parar de tocar. – O que você disse?

– Nada demais.

Nada… Demais.

 

Baekhyun

 

Evitar contato com Jaehyun era a primeira coisa em minha lista.

Se eu olhasse para ele, certamente iria atacá-lo, ou desabar em choro.

Oque eu não aguentava mais. Chorar era algo que eu vinha fazendo muito ultimamente…

Chorar por ser um idiota, um idiota que não tem coragem de dizer oque pensa a família. Um idiota por aguentar tudo sozinho.

É… Talvez a palavra “idiota” seja algo que está em meu sangue.

Ajeitei o cobertor que escorregava lentamente do sofá ao chão, em Sunhee. Ouvindo um murmurar do mesmo.

– Deira. – Ele disse chupando o dedo, enquanto focava-se apenas em assistir a seu desenho. Sunhee ainda dizia as palavras com dificuldade, mas logo pude identificar seu pedido. “mamadeira.”

– Ok, ok. – Disse me levantando do sofá ao seu lado, e indo em direção a cozinha para esquentar o leite.

Esquentei a mamadeira, ouvindo passos vindos atrás de mim.

– O que você acha que papai irá fazer? – Disse Jaehyun encostado no batente da porta, com um sorriso sarcástico. – Te expulsar de casa, de novo?

– Ele não é meu pai! – Me virei com a mamadeira ainda em mãos, ouvindo-o rir. Doía, doía demais ouvi-lo dizer aquelas palavras. Yesung, meu “pai” havia me expulsado de casa ano passado. Eu não aguentava mais esconder de todos minha sexualidade. Era algo que realmente me incomodava esconder.

Todos estavam presentes, meus avós, minha mãe. E era meu aniversário de quinze anos.

Achei o momento certo para contar, mas oque eu não esperava era que, ele fosse perder a cabeça. Yesung começará a tacar os pratos pelas paredes, quebrando-os, ele chegou até a ameaçar me internar.

Foi realmente doloroso… Prefiro não lembrar.

Minha mãe havia pedido para que passasse alguns dias fora de casa, até que as coisas esfriassem.

Fiquei com meus avós, porém um mês se passou. E então retornei para casa, e ele apenas preferiu fingir, que aquilo nunca tivesse acontecido.

Que aquelas palavras nunca tivessem sido ouvidas… “Eu… Gosto de garotos, da maneira que eu deveria gostar de garotas.”

– Você sabe que ele é nosso pai, não negue isso.

– Nunca mais repita isso! – Gritei – Você não tem o direito.

– Você é oque escolhe ser. – Ele disse dando e ombro e sumindo em direção a seu quarto. Meu irmão não tinha nada contra minha sexualidade. Porém vez ou outra isso o alterava… Eu realmente não entendia. E preferia não entender. Apenas procurava ficar em meu canto, e sumir.

Sei que ficaria bem dessa forma, e sei que ficaria muito melhor se fosse invisível. Ou se simplesmente nem existisse…

 


Notas Finais


Não amores eu não morri, e também não desisti da fic! <3


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