História Good Wolf - Capítulo 7


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Categorias Adelaide Kane, Saga Crepúsculo, Teen Wolf
Personagens Charlie Swan, Chris Argent, Jacob Black, Personagens Originais, Peter Hale, Sam Uley, Sue Clearwater
Tags Cullens, Fantasia, Forks, Lobos
Exibições 49
Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá queridos e queridas leitoras, só tenho a desejar uma boa leitura a todos!

Capítulo 7 - Segredo Revelado


Fanfic / Fanfiction Good Wolf - Capítulo 7 - Segredo Revelado

Assim que minha mãe e eu entramos Thomas vem ao nosso encontro, ele me abraça ― Que saudadinha sis ― diz ele dando um sorriso banguela.

― Saudadinha de você também Thom! ― me abaixo e beijo a sua bochecha e então percebo que ele usava uma mochila do George irmão da Pepa Pig ― Você vai passear?

― Aham... papai vai me levar pra acampar! ― ele responde animado.

― Astra... teve um bom dia na escola hoje? ― diz Carlo se aproximando, na mão dele a chave do carro, ele não tinha o aspecto de alguém que iria acampar.

Sorrio e tiro os olhos da chave na mão dele ― Foi um bom dia sim... temos um novo professor.

― Hum... que bom, vamos Thomas?! ― ele diz e olha para o meu irmão que pega a mão do pai. Carlo beija a testa da minha mãe ― Nos vemos amanhã querida ― diz ele.

Mamãe me olha ― Vou leva-los até o carro... e logo volto para conversarmos ― ela me diz em um tom tranquilo.

Enquanto os três saem subo para o quarto, um banho não atrasaria a conversa, suspiro observando a roupas do armário, não estava frio então uma calça de moletom e um blusão era o suficiente. Durante os vinte minutos que fiquei em baixo do chuveiro pensava no que mamãe poderia querer conversar, geralmente conversas eram mais sobre se mudar. Como nos mudamos a pouco não seria isso. Será que ela quer ter aquele papo sobre garotos? A possibilidade me faz rir.

Estava secando o cabelo quando ela entrou no quarto, ela olha as paredes brancas, sem nenhum enfeite, nenhuma decoração ― Não quis decorar?

Desligo o secador ― Não... quando decoro é como se esse lugar fizesse mais parte de mim e é cansativo depois estar tirando os quadros quando sem mais nem menos temos que nos mudar... ― respondo entediada.

― Hum... e se não nos mudássemos mais? Ficássemos por aqui? ― Mamãe sorri e se aproxima, se senta na cama, eu estava de frente para a penteadeira conseguia vê-la pelo reflexo do espelho, ela faz um bico pensativa ― Ficássemos por aqui por mais tempo do que sempre ficamos ― ela complementa.

Me viro para ela ― Até eu me formar?

― Sim... se tudo der certo querida ― Ela dá um suspiro ― Não faço promessas que não posso cumprir você sabe.

Mordo a boca ― Mãe o que precisa dar certo? O que quer conversar? ― sinto meu estomago apertar com a ansiedade que as perguntas me geraram.

Mamãe fica em silêncio, como se escolhesse as palavras para dar a resposta, ela levanta vai até a janela, observa o céu. E quanto mais ela demorava mais irritada eu me sentia. ― Você precisa dar certo ― ela diz em um tom sério.

A encaro, eu? O que eu fiz de errado pra gerar tantas mudanças? Se sou eu que não deu certo... ― O que quer dizer com isso? ― meu rosto deveria parecer um misto de tristeza e preocupação, pois ela se aproximou e em um piscar de olhos já estava ao meu lado novamente.

Ela suspira pesadamente ― Astra primeiramente eu creio que preciso me desculpar com você e... ― seus olhos encaram os meus e sinto que não devo interrompe-la até que ela termine ― E me explicar, quero que tenha em mente que tudo que fiz foi pensando no seu bem estar e no bem estar da nossa família ― Seguro a mão dela.

― Você sabe, tive que deixar seu pai antes de você nascer, ele não era um bom homem e demorei muito para perceber isso ― Mamãe abre um meio sorriso e toca meu rosto ― eu só não me arrependo porquê graças a ele tenho você na minha vida... ‘As’ nós temos fugido do seu pai.

 Engasgo ― Do meu, meu pai?

― É ― Mamãe baixa o olhar, havia algo que ela não queria contar ― Astra ele é perigoso você sabe.

― Mas ele é meu pai, e existe polícia, existe medidas ― digo tão rápido que quase perco o ar.

Mamãe ri ― Ah querida ele não respeita as regras... não respeita ninguém, o que te faz pensar que ele seguiria as leis?

Suspiro e digo com ironia ― Talvez todas as informações que tenho, que se chama Klaus, que é perigoso, tão perigoso que temos que fugir dele... Espera. Ele tem me procurado? ― não consigo evitar um sorriso.

― ASTRA! ― Mamãe bufa ― Qual a parte de que ele é perigoso que você não compreende? ― Juro ter visto os olhos dela ganhar um tom avermelhado, ela fecha as mãos em punhos.

― Não posso ter curiosidades sobre ele? Querer conhece-lo? É DIFICIL NÃO TER UM PAI! ― digo quando as últimas palavras tomada por uma raiva que deveria estar adormecida, senti meu corpo tremer.

Minha mãe demora a encarar meus olhos novamente, ela respirava fundo ― Você pode... mas saiba com toda certeza que quando o conhecer ira se arrepender. Não vim para falar dele, quero saber dos seus pesadelos, estão mais vividos?

Eu não queria falar sobre meus sonhos, não era hora para ela se preocupar com eles... queria saber sobre meu pai, sobre ele me procurar, sobre o passado. Era evidente que ela não iria responder mais nada sobre isso ― Eu não vejo mais o lobo ― minto.

― Não o vê? Hum... curioso ― Ela responde pensativa ― você o domina? Morgam me contou sobre o conselho que te deu.

― É isso? Thomas vai dormir fora porque quer conversar sobre meus pesadelos? ― digo ríspida e reviro os olhos. 

― Não fale assim ― Ela diz em um tom severo, sem erguer a voz ― Não foi por isso que eles foram acampar ― Mamãe se levanta, pronta para deixar o quarto ― Domine o lobo se ele aparecer essa noite, siga o conselho da Morgs...

Ela deixa o quarto, termino de secar o cabelo e tento me concentrar nas tarefas que o novo professor havia nos dado. Jantamos antes de escurecer, estavam todos silenciosos essa noite, Alec não estava a mesa conosco, e nem Liana.

― Pode deixar que eu cuido dos pratos ‘As’ ― diz Morgs, ela sorri, erava hoje com o cabelo todo trançado, ela ficava bonita assim, mas eu preferia quando seu black ficava todo armado.

― Obrigada ― esboço um sorriso, Donald me olhava em alguns momentos. Ele estava quieto, aliás todos estava e isso estava ficando cada vez mais irritante ―  Vou ir terminar meus deveres então...

―  Lembre-se do que lhe disse ‘As’ ―  diz Morgs por cima do ombro.

―  Pode deixar... ―  digo e subo de volta para o quarto.

Abro a janela deixando a brisa entrar, o céu estava limpo apenas uma nuvem manchava o céu, respiro fundo me espreguiçando, olho os livros em cima da cama e me arrasto para lá, haviam coisas de matemática para terminar também.

O céu começa a escurecer, olho para a janela aberta o brilho da lua... sinto meu corpo contrair, ofego de dor ― Céus... o que está... 


Notas Finais


Vrá sim queridos ela enfim se transformou!
Como será que ela vai estar quando voltar ao normal? Será que ela dominou o lobo?

Gostaram? O que acharam? Se ficou algo confuso ou tiver algo que vocês desejam que seja melhor explorado pode me contar aqui em baixo, eu não mordo!

No mais obrigada e até o próximo capitulo!
Quero a dança da comemoração de quem tava ansioso pela transformação dela!


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