História Goodbye, Jimin - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Yaoi
Exibições 35
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vcs são uns lindos!!!
obg pelos favoritos e comentários, isso super me anima!

Capítulo 6 - Embaçado


Nunca tomei um remédio que me proporcionasse aquelas sensações. Aquilo que eu e Jimin estávamos fazendo era tão errado, mas ao mesmo tempo... Perfeito e tentador. Eu nunca admitiria aquilo a não ser que estivesse fora de mim, o que era o caso.

- O..O que você me deu? Que remédio era aquele? – uni forças para lhe perguntar – Não era para dor, não é mesmo?

- Começou a unir pontos, hm? – ele pôs suas mãos na barra de minha blusa e a puxou, deixando meu peito a mostra – havia ecstasy... Apenas isso.

- Você está me manipulando...

- Completamente – admitiu, descendo uma trilha de beijos por meu abdômen, o mordiscando no final.

Acabei levando minha mão até seus cabelos e puxando seus fios.

- Vo..Você não deveria... De brincar comigo.

Jimin riu, então retirou minha mão de sua cabeça e a guiou até a barra de minha calça.

- Entenda, Jungkook, eu só acordei coisas que estavam adormecidas em seu corpo – quando percebi, eu mesmo me tocava com o auxilio do garoto – Suas decisões, sua submissão... Não acontecem por um simples remédio – então escutei ele desabotoar sua calça e abrir seu zíper – Todas essas coisas é você quem decide.

- O que estamos fazendo é... Errado... Nós... Nós somos... Não deveríamos.

Ele riu baixinho.

- Somos homens, era isso que queria dizer? – senti sua mão invadir minhas roupas sem o mínimo constrangimento e agarrar meu membro.

- Ah JIMIN – Senti como se meu sangue pulsasse descontroladamente por minhas veias.

Ele fazia movimentos lentos de vai e vem, o que me faz agarrar os lençóis em desespero. Escutava sua respiração, que agora estava mais alta e as vezes me perdia em meus próprios gemidos. Tentava os evitar, mas aquilo foi se tornando mais difícil com tempo.

- Você estava dizendo alguma coisa? – perguntou ele sabendo que eu não teria condições de responder.

Seus movimentos aceleraram e ficaram mais fortes.

- Ah! – gemi alto, mesmo desejando que aquilo não acontecesse.

Uma onda prazerosa começou a vir e quando estava quase a alcançando, Jimin parou de mover seus dedos. Me senti frustrado, então me sentei na cama, indo ao encontro do garoto. Repousei minhas mãos sobre seus ombros, descendo por seu abdômen, ele era bem definido...

Deitei meu rosto em seu pescoço.  

- O que você está fazendo comigo? – perguntei baixinho.

Me sentia extremamente frágil perto dele, como se Jimin fosse capaz de me quebrar por inteiro e mesmo assim, eu não sentir nenhuma dor durante o processo.

- Apenas estou te mostrando o mundo que você desconhece – senti sua testa encostar na minha e seus lábios tocarem os meus. Relaxei, deixando-me ser levado por seu beijo.

                Suas mãos tocavam minhas costas feridas, mas aquilo não doía e sim me arrepiava. Sua língua invadiu-me a boca e eu apenas deixei. Nunca poderia imaginar que aquilo fosse tão prazeroso.

Nos separamos, então Jimin mandou-me tirar a calça, enquanto fazia o mesmo. Quando ele voltou a se aproximar, pude sentir sua ereção junto da minha, aquilo era tão constrangedor... Provavelmente minhas bochechas haviam corado.

- Eu não vou pegar leve com você – disse ele me atirando na cama – Sanidade vai ser algo que irá desconhecer e seu jeito inocente... Vou me aproveitar dele até o ultimo segundo –ele falava enquanto se roçava em cima de mim, fazendo-me lhe sentir – vire-se.

- O...O que?

Ele não quis repetir suas palavras, então usou a força para me virar. Agora, eu estava numa posição um tanto embaraçosa...

- Talvez você sinta um pouco de dor – disse ele retirando minha roupa intima.  

Creio que agora nós dois estávamos completamente nus.

- Dor? Por que doeria? – perguntei, então senti seu membro começar a me penetrar – Ahh..Ah... Ji..Jimin, isso é... Você está...

- Não se contraia ou isso irá doer mais – disse ele.

Seu membro parecia me rasgar por completo. Eu não conseguiria me locomover no dia seguinte daquela forma.

- Ah... – acabei soltando um gemido assim que ele me penetrou totalmente.

Uma lagrima escorreu de meu olho direito, molhando a venda que cobria meus olhos, enquanto eu suportava Jimin. Era isso que eu era? Eu deveria estar aqui?

- Você será submisso a mim a partir de agora, somente a mim – ele começou a se mover lentamente – E então eu irei te foder quando e onde eu quiser...Agh.

Pude escutar ele arfar. Não era só eu que sentia prazer ali.

Seus movimentos foram se tornando mais rápidos e meus gemidos mais altos. Eu implorava por ele mesmo sem dizer nada, meu corpo o queria, eu o queria. Já não me negava mais.

- Geme meu nome, Jungkook, quero lhe escutar – disse ele dando estocadas fortes.

Apesar de admitir para eu mesmo que queria fazer aquilo, me sentia embaraçado em lhe mostrar toda a luxuria que sentia por lhe ter dentro de mim. Então apenas mordi meu lábio inferior com força, o sentindo sangrar em seguida.

- Está se fazendo de difícil, hm? - Sua mão agarrou meu membro, sem parar com o que fazia, e começou a me masturbar - Esqueça que um dia você foi virgem, porque isso... Não existe mais.  

Acabei não aguentando e todo meu esforço para me conter foi por água a baixo.

- Ah... Ji..Jimin... – minha respiração era descompassada – Agh... Ah...

- Goze – escutei ele sussurrar em meu ouvido – agora... – Aquilo já era de mais, estava chegando ao meu limite.

Então pude sentir uma onda de prazer ser liberta, alcancei o ápice e após rápidas e fortes estocadas, Jimin também. Senti seu liquido quente escorrer por minhas pernas, o que me rendeu um ultimo suspiro.  

Ele se retirou de dentro de mim, então meu corpo amoleceu instantaneamente, caindo na cama.

Não conseguia fazer mais nada, não conseguia dizer nada. Só fiquei atirado tentando acalmar minha respiração. Meus cabelos estavam grudados na testa devido ao suor. Eu me sentia acabado.

Havia transado com um homem que eu mal havia conseguido ver o rosto pessoalmente. Como aquilo foi possível?

 Agora eu estava sujo e sem forças. Escutei-o rir ao meu lado, juro que tentei dizer algo, mas minha voz parecia não existir, me senti tão fútil e bobo por cair em suas mãos com tanta facilidade.

- Ficou tão calado de repente – comentou com sua voz rouca – Seus lábios sangram... – se eu pudesse o enxergar, diria que ele sorria naquele momento – Tudo isso foi tentando se conter? – me surpreendi ao lhe sentir lamber minha boca.

Levantei meu braço e toquei seu peito, o empurrando.

- Não se aproxime novamente... – pedi num sussurro – Nunca mais.

- Tsc... Que isso? Não vai ficar fazendo promessas? Não vai me pedir pra ficar ao seu lado após tudo isso? Todos sempre pedem.

Procurei minha roupa pela cama e encontrei minha blusa, então a vesti.

- Me pergunto com quantos você já fez isso, quantos corpos já tocou dessa forma tão suja... Pedir pra você ficar ao meu lado? Por que faria isso? Nós não somos nada e você sabe muito bem disso.

- Vai fazer o que então? Fugir? Você sabe que não está com condição de fazer nada.

Desamarrei a venda de meus olhos, mas minha visão estava extremamente embaçada. Consegui enxergar um borrão que acreditei ser meu telefone e o peguei.

- Sua visão... Ela voltou? – perguntou Jimin.

Não o respondi, apenas tentei me levantar da cama e vestir minhas roupas de baixo. Olhei para o celular novamente e tentei ligar para Suga. Já podia escutar o telefone chamar.

- Alô... Hyung? –escutei o garoto do outro lado da linha, mas não consegui dizer nada – Hyung? – por que tudo estava ficando tão escuro de repente? – Alô?

O celular foi ao chão e em seguida eu também.

[...]

Acordei com a luz que vinha da janela, sobre meu corpo havia um cobertor macio e quente.  Minha visão estava menos embaçado do que antes...

Acabei me lembrando dos ocorridos antes de meu desmaio. Fechei os olhos fortemente, como se aquilo fosse me ajudar a esquecer de tudo. Levantei e fui até o banheiro, onde me tranquei e liguei o chuveiro.

Meu corpo doía, havia marcas roxas por meu pescoço e abdômen. Quando eu me tocava, sentia dor e ódio, não só de Jimin, como de mim mesmo, que havia se entregado a aquele prazer... Eu havia o desejado e aquilo era o pior.

Passei o sabonete por minha pele inúmeras vezes, tentando limpar as lembranças, tentando sumir com as marcas, com o cheiro, com os fatos...

Era impossível. Apoiei minha mão na parede e abaixei a cabeça, deixando a água escorrer por meu cabelo e corpo.

- Quem você se tornou... Jungkook? – me perguntei.

Respirei fundo e desliguei o chuveiro. Levantei meu braço e peguei a toalha, me secando e indo em direção a aquele quarto de hospedes que eu estava antes.

Não encontrei roupas limpas para usar e me recusava a por aquelas que eu usara noite passada. Então, enrolei bem a toalha em minha cintura e comecei a andar pela casa procurando o quarto de Jimin, provavelmente lá teria blusas.

Andei pelos corredores e abri uma porta que me deu para um grande espaço.

- Esse quarto é gigante – sussurrei comigo mesmo.

Passei minhas mãos nos olhos para enxergar melhor, mas eles ainda não haviam se recuperado completamente. O quarto de Jimin era repleto de barras de apoio, assim como o banheiro.

Não encontrei nenhum guarda-roupa naquele lugar, então abri uma porta, me surpreendendo com a ala que encontrei. Ele possuía um lugar só para guardar suas inúmeras camisetas, calças, sapatos, meias, cuecas, gravatas... Tudo.

Havia divisão por cor, tamanho e marca. Aquilo não era normal.

Procurei algo simples e que me servisse, então vesti rapidamente.

Era estranho eu ainda não ter o visto vagando por aí, afinal, essa é a sua casa...

- Senhor? – pude escutar a voz do mordomo.

Me virei e pude  ver pela primeira vez seu rosto.

- O..Oi – o cumprimentei – Já estava de saída, eu só...Estava procurando uma roupa.

- Entendo, fiquei preocupado. Jimin não me perdoaria se eu te perdesse de vista...

- Ele é estranho... O que ele quer de mim?

- Provavelmente não posso falar nada, mas também não sei de muita coisa...

Suspirei, aquilo era complicado.

- Você sabe para onde ele foi? – perguntei.

- Jimin está fazendo seus exames diários nesse momento.

Me lembrei das barras de ferro espalhadas pelo resto da casa, então abaixei a cabeça enquanto pensava nas inúmeras possibilidades.  

- Acho melhor eu ir embora, assim que der devolvo a roupa dele, não pretendo ficar com nada – disse saindo daquele lugar.

- Você não pode ir embora sem falar com ele antes. – disse o mordomo.

- Eu não devo nada a Jimin. Creio que já cumprimos com nossas obrigações aqui, ele me atropelou, mas me socorreu e agora estou bem, não há motivos para ficar.

Abri a porta daquela ala, então me dei de cara com o menino de cabelos castanhos. Era ele...

- Vejo que acordou, Jungkook. 


Notas Finais


Obg por todos os comentários e favoritos. XD
Espero que tenham gostado do cap.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Y4oQndeh2k0


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