História Gorgeous - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Exibições 16
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem os erros, posto pelo celular! Espero que gostem

Capítulo 3 - III


Fanfic / Fanfiction Gorgeous - Capítulo 3 - III

Lauren point of view

- E-eu? - perguntei com a voz falha, dando um pigarro para melhorar - Sou convidada da Sinu - falei firme.

Ela continuou me encarando de cima, ameaçadoramente, de forma que eu sentia minhas pernas fraquejarem enquanto tentava descobrir se era por vontade de dar ou por medo da piveta.

- Aé? - interrogou-me com falso tom surpreso - Eu vou falar uma vez, e espero que entenda - pausou, se aproximando ainda mais de mim, caso fosse possível - Quero que você meta o pé daqui, ouviu bem? - concluiu em um sussurro bem próximo ao meu rosto, que me fez estremecer.

Apenas assenti em silêncio e quando estava perto de me afastar para ir para o quarto, ouvi outro barulho, agora vindo do corredor.

- Camila? - a voz de Sinu nos surpreendeu.

- Sim, mãe? - a piveta, Camila, respondeu entre dentes.

- Esta tudo bem? - Sinu perguntou olhando para ela e em seguida me olhando.

- Sim - Camila disse finalmente se virando para olha-lá.

- E com você Lauren? - perguntou novamente olhando exclusivamente pra mim.

Senti meu estômago revirar, logo em seguida um forte enjoo me atingiu, meus olhos começaram a embaçar. Eu não tinha mais controle das minhas pernas, a dor da perda da minha avó, tudo veio a tona. Quando dei por mim, já estava no meio da rua correndo, fora dos portões do condomínio e bem longe da Camila, da Sinu, daquela áurea horrível.
Diminui o passo e respirei fundo. Continuei andando por uns 15 minutos, pensando na vida, com saudade da mãe que eu não me lembro de te tido, do pai que eu tinha mas nunca estava presente do jeito que eu queria. Depois de um tempo um carro veio se aproximando devagar e diminuiu o farol.

- Hey - a voz de um homem me chamou a atenção.

Olhei de relance para o carro e vi que o homem estava falando comigo. Acabei apressando o passo, que tipo de homem quer conversar de madrugada com uma garota sozinha na rua deserta?

- Eu estou falando com você, ninfeta! - ele insistiu, dessa vez parando o carro e vindo em minha direção, também apressado.

Comecei a correr, muito rápido, mas não conseguia ver pra onde estava indo, primeiro: pelas lágrimas que caíam, prevendo já o que iria acontecer, segundo: pela chuva forte que começou a cair repentinamente. Olhei para frente e já conseguia ver um carro ao longe. Estava prestes a gritar quando senti uma forte puxada no meu cabelo, me parando.

- Finalmente consegui te pegar, branquinha -ele sussurrou no meu ouvido, me virando de frente para ele. Ele era simplesmente desprezível, tinha o cabelo solto na altura dos ombros, cara de mal e um de seus dentes era de ouro.

- Por favor, não - eu disse baixo, fechando os olhos e começando a soluçar pelo desespero.

- Eu tenho certeza que você vai adorar os planos que tenho pra gente - ele disse rasgando minha blusa, deixando parte do meu sutiã aparecendo - Que delicia em, acho que fiz algo muito bom na vida passada - completou puxando meu cabelo para trás, se apossando do meu pescoço com beijos.

Eu me debatia, gritava, chorava. Num surto de loucura acertei um tapa desajeitado na cara dele, fazendo o mesmo me soltar e ficar irado.

- Adoro desafios - gritou em meio a corrida, o que me deixou ainda mais apavorada, já que eu vi que ele não desistiria tão cedo. Corri pouco, parecia que estava andando em círculos. Quando estava chegando num parque, senti braços me pegando pela cintura - Achei você - ele sussurrou no pé do meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha em seguida.

Eu sentia tanto nojo dele e ao mesmo tempo me sentia tão vulnerável. Ele estalou um tapa na minha bunda e estava prestes a tirar o cinto da calça quando ouvimos um barulho. Seguido de vários outros. Eram disparos. 

- Vai soltar a garota por bem ou por mal? - ouvi uma voz feminina atrás de nós. O homem se virou, consequentemente me virando junto. Suspirei de alívio quando vi Camila ali - Estou falando com você, babaca - ela prosseguiu, com o revólver ainda apontado para cima.

- Não ta vendo que estamos ocupados? - o homem disse sorrindo debochado.

- Coroa, vou te dar mais uma chance - ela revidou em tom de ameaça, abaixando o revólver e soprando a ponta do mesmo.

- Olha, porque você não vai pra sua casa, brincar de boneca em doçura? Já falei que estamos ocupados - ele insistiu, dessa vez beijando meu pescoço.

De longe vi Camila revirar os olhos e vir andando em nossa direção. Aconteceu tudo tão rápido que nem fui capaz de raciocinar. Só observei Camila levantar a perna e acertar um chute em cheio no rosto do homem, sem passar nem perto de mim. O homem caiu no chão, com a bochecha sangrando.

- Por favor, vá para o carro - ela disse olhando nos meus olhos e me entregando a chave do carro. Eu assenti freneticamente, correndo para o carro em seguida. Assim que estava dentro desabei no choro. Camila o puxou pelo cabelo, o colocando de joelhos.

Camila point of view

- Reza - eu disse simples, colocando o cano do revolver engatilhado,  na boca do homem, ainda segurando com força seu cabelo. Ele arregalou os olhos assustado.

- Qual é? Vai me matar por causa de uma puta? - ele disse me desafiando, ainda tremendo de medo. Bundão.

O olhei no fundo dos seus olhos e atirei. Pude sentir umas gotículas de sangue espirrarem em meu rosto, seu corpo logo caiu aos meus pés e eu dei as costas ao corpo sem vida. Andei apressadamente até o carro, preocupada com Lauren e em alguém me ver no meio da cena do crime.

Entrei no carro já pegando meu celular e discando pra Dinah, que atendeu no terceiro toque.

- Dinah, no parque aqui perto do condomínio, preciso que faça uma limpeza - disse de forma que ela entenderia. Olhei para a menina que encarava a frente em transe - Ei, está tudo bem com você? - perguntei à ela a tocando no ombro. Ela apenas assentiu em silêncio.

- Tudo bem Chancho, jájá estará tudo limpo, sua sorte é que estou acordada, bunda gorda - Dinah respondeu em provocação. Desliguei a chamada e continuei encarando Lauren.

Lauren point of view

Olhei para Camila, que também me olhava de volta. Senti novamente um embrulho no estômago. E foi ai que tudo apagou. Com a imagem daqueles olhos castanhos que eu tanto admirava.


Notas Finais


beijos de luz


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