História Gossip Girl: New World - Capítulo 47


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Categorias Gossip Girl
Personagens Blair Waldorf, Chuck Bass, Dan Humphrey, Eric van der Woodsen, Jenny Humphrey, Lily van der Woodsen, Mia Colucci Cárceres, Miguel Arango Cervera, Nate Archibald, Rufus Humphrey, Serena van der Woodsen
Tags Blair Waldorf, Blake Lively, Chace Crawford, Chair, Ed Westwick, Leighton Meester, Penn Badgley, Taylor Momsen
Exibições 100
Palavras 1.465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 47 - New Kiss


Blair

- Você tem me evitado. - Serena entrou no meu quarto.

Eu não a olhei e, em seguida, me virei para fechar o diário, colocando a minha caneta na gaveta junto com ele.

- Você escreve muito.

- Eu estou tentando lembrar. - Disse a ela, finalmente digna a encará-la. - Chuck me disse, sobre, você sabe...

Seu rosto caiu.

- B... - Serena começou, claramente angustiada.

- Eu não estou brava. Eu não sei por quê. Eu escrevi isso no meu diário.

- Por quê?

- Porque nada aconteceu, certo? E no final eu não tenho nada o que perdoar, não estou com o Chuck.

- Mas você estava. Quer dizer, vocês não chegaram a falar "nós estamos namorando" mas mesmo assim, vocês estavam juntos.

- Eu não sei. Eu estou cansada de não saber, eu estou cansada de não ter nenhum controle, e eu estou cansada de não lembrar.

Serena me puxou para a cama, e eu olhava para ela. Cabelo loiro perfeito, rosto perfeito. Provavelmente a "antiga eu" também era ofuscada por ela.

- Eu acho que você está aprendendo a lição muito, muito rápido. - Explicou ela, e eu levantei uma sobrancelha.

- Você está sendo superprotetora.

- Eu só não confio mais nos rapazes. Nate está agindo com um idiota agora. Chuck está tentando desesperadamente conseguir você de volta, e isso o torna em um idiota.

Eu não sei por que, mas isso me animou. Como ele era antes, então?

- O que você quer dizer?

- Bem, depois que vocês transaram e brigaram ele apenas começou a beber um pouco mais e em seguida ter ciúmes de você e Carter. - Ela viu meu olhar confuso. - Esse foi um cara que Georgina contratou pra fazer ciúmes no Chuck.

- Funcionou? - Eu perguntei, e me amaldiçoei por não ter saido com um tom indiferente.

Serena entendeu, e eu estava furiosa comigo mesma.

Ela sorriu e me estudou.

- Onde você estava hoje de tarde?

Eu rapidamente deixei a cama, porque eu poderia dizer que tinha "Passei a tarde com Chuck Bass" estampado na minha testa.

- Pensando bem, eu não vi o Chuck também.

- Ok. Eu passei algum tempo com ele.

- Você gosta dele. - Cantarolou.

- Eu não!

- Você acha que ele é bonito. - Ela continuou, repetindo uma daquelas cenas que as crianças devem fazer na pré escola. - Você quer se casar com ele.

Serena teve um ataque de risos. Eu estava, é claro, indignada.

- Serena!

- Oh, meu Deus, B! - A felicidade que em sua voz me assustou. - Você sabe o que isso significa, certo?

Eu a ignorei.

- Isso significa que, no fundo, você estava atraída por ele antes de qualquer coisa acontecer entre vocês dois. Quero dizer, nem todos no mundo têm esse modo de pensar que só você dois compreendem. E você é a única garota que ele já respeitou.

- Isso é ridículo.

- Não é! - Serena respondeu. - Se você não estivesse tão ocupada tentando afastar quem fazia parte da sua vida, você talvez, apenas talvez, gostaria de estar com alguém que você realmente gosta.

Eu a odiava.

Devo escrever mais tarde no meu diário que eu também odeio Serena. Tome nota disso.

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- Eu não estou me sentindo muito bem, ultimamente.

Serena e Dan conversavam pelos corredores durante aquela manhã de terça-feira.

- E o que você sente? - Ele perguntou. Pararam de andar quando ele chegou em seu armário para recolher os livros.

- Eu não sei, estou muito fraca ultimamente, é como se quisesse vomitar a todo tempo.

- Acho que você deve ir no médico, pode ser alguma coisa grave ou então uma prisão de ventre.

- Suas piadas são horríveis, você sabia?

Dan sorriu e fechou o armário, podendo ver Georgina por cima do ombro de Serena.

- Eu vou deixar vocês sozinhas. - Ele sinalizou com a cabeça e ela se virou para encontrar o sua ex-melhor-amiga ou seja lá qual fosse a situação das duas agora.

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Blair

Eu estava dormindo quando ele me acordou, pairando sobre mim com um copo de iogurte de frutas em sua mão e um sorriso no rosto.

Engasguei, me sentando.

- O que você está fazendo? Que horas são?

Ele calmamente bebeu uma mistura verde de um copo e colocou o iogurte ao meu lado.

Minhas mãos percorriam meu cabelo. Era um desastre, e eu não usava nenhuma maquiagem. O que significava que estava horrível.

- Você está bem. - Disse ele, revirando os olhos e caminhando para a minha mesa. Ele viu o diário que tinha me dado e eu rapidamente corri, agarrando-lhe das suas mãos e segurando-o para o meu peito.

- Você não pode ler!

Ele estava interessado, mas não disse mais nada. Eu sabia que provavelmente estava formulando um plano para lê-lo mais tarde.

- Vista-se. - Chuck ordenou.

- Nós temos aula agora!

- São 9:00 Blair, você não vai poder mais entrar na sala. Não se preocupe, falei com Cyrus ontem a tarde e ele permitiu que eu te ajudasse na sua recuperação. Vamos sair.

- Para onde?

- Isso depende de você. Na nossa linha do tempo você acaba de perder sua virgindade, qual o primeiro lugar que iria?

- A uma igreja, confessar o meu pecado de ter feito isso com Chuck Bass.

- Então vamos!

- Isso era uma piada. Eu não vou a uma igreja! - Afirmei e cruzei meus braços.

Ele sorriu, divertido.

- Vamos lá! você precisa ir à confissão.

Ele agarrou o meu robe de seda e o cheirou delicadamente antes de puxar dele.

Chuck saiu pela porta para que eu me vestisse.

Então nós fomos para a igreja e me recusei a deixar a limusine quando nós estacionamos à sua frente.

- Eu ainda não entendo por que preciso de uma confissão. - continuei teimosamente no meu lugar.

- Porque, querida Waldorf, neste momento em nossa história você não é mais um membro do clube V.

Engoli em seco e ele continou.

- Naturalmente, é preciso se confessar.

- Eu não vou.

- Então, você não se sente culpada por isso? - Me irritou ver como Chuck estava se divertindo com essas provocações.

Descobri que cabines de confissão são muito parecidas como são mostradas nos filmes. Elas são escuras e aconchegantes.

Este lugar não era tão ruim.

- Perdoe-me, padre. Eu pequei. Faz algum tempo que não me confesso. - Eu gostei disso; era como estar em um filme!

- O que tens, minha filha?

Ele falou! Parecia tão familiar! Devo ter definitivamente falado com ele antes!

- Ok, por onde posso começar? A um tempo, eu perdi minha virgindade com um cara, e aparentemente ele se apaixonou. Deixando o meu antigamente bom e honesto namorado para trás, mas eu não me importo, ele me traiu com minha melhor amiga. Então, agora eu perdi toda a minha memória recente, eu sofri um acidente. Agora o jumento, que ainda é apaixonado por mim, se ofereceu para me ajudar a recuperar a minha vida, mas eu tenho que gastar todo esse tempo com ele, e ele está complicando as coisas.

- O que é exatamente pecado?

- Eu não posso me apaixonar por ele! Chuck é... - Parei e pensei - ...eu poderia te dizer o que ele é, mas acho que outras pessoas tem que se confessar, e ficariamos aqui a manhã toda.

- Oh.

- Sim, oh. Oh! E eu estou atraída por ele, de uma forma estranha que não posso explicar.

- Sério?

- Então o que eu faço?

- Você tem alguma amiga para conversar? - Ele perguntou.

- Sim, mas ela me diz que eu estou apaixonada por Chuck. - Reclamei.

- E é isso?

Parei, sobrancelhas franzidas. Eu lentamente sai da cabine e fui até o sacerdote. Puxei a porta, e de lá saiu um Chuck rindo.

Engoli em seco, o olhando.

- Eu não posso acreditar que você caiu nessa. - Ele estava dizendo, sem parar de rir.

- Você é um idiota! - Eu gritei. - Arrogante, bastardo e manipulador!

Só parei porque pude ver toda a congregação olhando para nós dois.

Senti um braço em volta da minha cintura quando ele me puxou pra fora de lá, ainda rindo. Nós corremos para a porta, minha mão na sua.

Quando estávamos lá fora, eu olhei para ele e, em seguida, comecei a rir. Deveria, em algum planeta estranho, achar tudo isso engraçado.

Rimos juntos por um tempo, e então nós finalmente paramos de rir nos degraus da igreja.

Eu não sei por que fiz isso, eu realmente não sei. Mas eu o beijei.

Eu puxei a sua cabeça para baixo, me pressionei contra ele, e o beijei.



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