História Gostos Peculiares - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Erótico, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lésbico, Ninfomaníaca, Normani Kordei, Veronica Iglesias
Visualizações 129
Palavras 3.017
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Um grito de socorro - PART II


BIBLIOTECA 21:45

Não me pergunte quantas páginas e quantos livros já li desde que cheguei aqui, por favor, não faça isso. Mal consigo sentir a mão que uso para escrever, evito contar quantas bolhas se formaram em meu polegar e indicador devido a tantas folhas escritas. Sei que não posso exagerar, pois isso pode diminuir minha capacidade de absorver o assunto de forma produtiva. Releio o que acabei de escrever e solto o ar pela boca como uma bufada. Eu não entendo mais porcaria nenhuma. Sabe quando alguém está se preparando para uma prova e acaba percebendo que vai terminar sendo ela e Deus? Pronto. O que droga estou fazendo da minha vida? Estudar devia ser minha única preocupação, a minha prioridade aqui e aquela... Aquela va... Aquela estúpida não sai da minha cabeça.

Passei a tarde inteira tentando focar nos estudos para a prova de amanhã, mas ainda estou muito irritada, tão irritada que preciso reler algo três vezes para conseguir começar a entender. Como ela pode ser tão idiota? Por que eu? Por que eu não podia ficar num apartamento com alguém normal? Céus! Por que isso está acontecendo comigo? Desisto de estudar, junto todos os livros que peguei e os devolvo às estantes. Ao passar pela recepção dou boa noite para a jovem bibliotecária que nem se quer olha para minha cara e saio. Concluo que o mundo deve ter acordado de mau humor e contaminado todas as pessoas.

Minha mochila nem está tão pesada hoje e minhas costas apenas agradecem. Caminho pelo Campus apenas iluminado pelos postes e não vejo ninguém pelos arredores. Sinto um arrepio ao lembrar-me das palavras preocupadas de Ally mais cedo. Abraço a mim mesma numa falha tentativa de fazer cessar o frio e continuo caminhando.

- Hey! Você, espera aí! – Sem parar de caminhar, olho para trás e vejo um homem se aproximando cada vez mais. Não o reconheço. Ignoro o estranho e acelero o passo. – Eu só quero saber que horas são, espera! – acelero ainda mais, praticamente correndo com o coração numa mão e bem o que você imagina na outra. – Eu falei com você! – corro quando o ouço perto demais, não ouso olhar para trás e apenas corro. Olho para os lados em busca de socorro e nada. Penso em gritar, mas mal consigo respirar direito. Porcaria de sedentarismo. - Eu só quero saber o seu nome, lindeza! – sinto uma mão pesada me agarrar pelo ombro e tropeço. Caio de cara no chão. Sem nem parar para pensar, tento levantar para continuar correndo, mas acabo sendo puxada por trás, provavelmente pela bolsa. Ele deve ser no mínimo duas vezes mais pesado que eu, pois revira meu corpo com facilidade me deixando com as costas no chão e rapidamente senta-se em mim. Sinto uma dor terrível causada pelo seu peso bem na região onde deve ficar meu útero e reclamo com um grunhido.

- Ora, o que temos aqui? – sinto um bafo de álcool bastante carregado em minha direção. Com tapas, tento afastar as mãos dele, mas acabo sendo agarrada pelos pulsos. Tento sair de debaixo dele, mas nada acontece devido ao seu peso de cavalo. Estou ficando sem ar e o pânico já está me dominando. Tenho meus pulsos agarrados, praticamente esmagados por seus apertos que os prendem contra o chão bem acima da minha cabeça, tento puxá-las e acabo sentindo o solo arranhar minha carne. Sou dominada pelo pânico, só consigo imaginar que serei estuprada e morta aqui mesmo. Começo a chorar enquanto chamo pelo meu pai de forma desesperada.

- Papa? Você quer brincar de papai e mamãe comigo?

A todo custo tentava evitar olhar na cara dele como se isso pudesse amenizar o meu medo. Cuspo forte e imagino ter acertado bem no olho dele, pois ele me xinga. Sinto minhas mãos livres e antes que eu possa fazer algo, tenho meu pescoço agarrado. Dou-lhe várias tapas com todas as forças que sou capaz de reunir, ele desvia uma e duas vezes, mas na terceira acerto-lhe uma bofetada que o fez apertar ainda mais meu pescoço. Tenho meu pescoço praticamente esmagado e agora uma dor forte e o pânico dividem meu corpo.

- Sua vadiazinha, então você gosta de bater, não é? – tenho certeza de que estou ficando roxa, pois não consigo mais respirar. Sinto meu coração bater tão forte que faz o meu peito doer, sinto meus braços enfraquecendo e minha vista começando a falhar. Como um milagre, sinto meu pescoço livre e brigo por oxigênio. Vejo as mãos dele fazendo algo na calça e como se eu recobrasse a consciência, novamente tento escapar de debaixo dele. Pelo amor de Deus, isso não pode estar acontecendo comigo. Eu vou ser estuprada por um bêbado na universidade.

Num lance rápido, ele rasga minha camiseta e volta a me enforcar com o peso de dez elefantes. Sinto meus músculos sendo esmagados e meus ossos cada vez mais pressionados. Não respiro. Minha vista escurece enquanto um zunido se instala em meus ouvidos. Penso no meu pai me abraçando no aeroporto e vejo a pequena Sofia sorrindo para mim. Sinto algo fazer pressão numa área onde deve ficar o meu sexo, não sei bem. Deve ser. Só pode ser. Fecho os olhos com força e sinto minhas lágrimas descendo. Percebo meu pescoço livre novamente e sugo o ar com agressividade. Sinto que consigo me mexer e percebo que ele foi retirado de mim. Aproveito a consciência recobrada, viro-me e engatinho alguns metros enquanto tusso forte, muito fraca, acabo desabando de cara contra o piso com força apenas para me virar.

LAUREN’S POV

Eu sempre me arrependo quando invento de ficar até tarde no escritório adiantando o trabalho do dia seguinte e sempre volto a fazer de novo. Nem sou capaz lembrar da última vez que mastiguei algo hoje, talvez tenha sido no almoço. Dinah saiu com Normani para tentar amenizar a briga que tiveram mais cedo e Vero... Pobre Vero, espero nunca, não, melhor, eu definitivamente nunca estarei no lugar dela. Fiquei realmente surpresa quando ela abriu o jogo mais cedo, ela com certeza era a última pessoa que eu imaginaria sendo fisgada assim. Essa porcaria de Universidade nunca vai aprender mesmo, tudo isso aqui fica um breu depois em dia útil depois das 21h. Nenhum segurança, apenas uns postes velhos passam a estúpida sensação de segurança. Como se uma luz fosse proteger alguém de um assalto. Sinto um nó na garganta quando vejo o poder do meu pensamento em ação, vejo um imundo em cima de alguém com as mãos em seu pescoço enquanto faz movimentos sexuais. Sem nem pensar duas vezes, largo minha bolsa no chão e corro na direção da cena. Sinto um ódio maior que a minha razão ao lembrar do passado e arranco o cara de cima da garota, com uma força que somente a raiva pode dar, dou-lhe vários socos consecutivos em sua cara. Esquerda, direita, direita e esquerda. Acerto-lhe uma porrada bem no nariz e o contato do osso com osso quase fez minha mão falhar. Sinto um cheiro insuportável de whisky barato e bato cada mais forte como se ainda não fosse o suficiente enquanto mentalizo a imagem de outro homem. Uma de esquerda na boca, uma de direita no olho, uma de esquerda abaixo do olho, uma de direita no queixo. Ele desmaia. Inútil, não serve nem para apanhar. Dou uma olhada para trás e não acredito quando a reconheço, possuída pelo ódio apenas volto a bater no corpo desacordado até imaginar que meus punhos melados de sangue também estão em carne viva. Fico de pé, passo minhas mãos sujas pela calça e caminho a passos largos até ela que estava fora de si.

CAMILA’S POV

Não consegui me afastar muito, apenas uma distância segura de uns cinco metros talvez. Vejo alguém espancando sem nenhuma pausa o homem que estava em cima de mim. Ainda posso sentir o cheiro dele na minha cara, cheiro que deve estar impregnado em mim. Ainda posso sentir meus pulsos presos e meu pescoço sendo esmagado. Ele está em mim. Vejo meu sutiã e barriga exposta pela blusa rasgada e sinto um toque em meu braço direito, outro toque no esquerdo, esfrego os braços como se pudesse afastar algo invisível, mas não para. Começo estapear a mim mesma, mas sou interrompida. Meus braços foram pegos novamente, tento me livrar e grito, finalmente grito.

LAUREN’S POV

- Camila, sou eu. Olha pra mim, eu estou aqui. – tento acalmá-la enquanto seguro seus braços. – Sou eu, a Lauren. Por favor, olha pra mim. Eu estou aqui. Você está segura agora. – falo com calma. Ela está tão nervosa e exposta, MEU DEUS, eu não quero nem imaginar o que poderia ter acontecido se eu não tivesse aparecido.

- Lauren... Ele... Eu... – Camila mal conseguia falar devido ao medo, ao susto, ao terror que posso ver em seus olhos avermelhados devido ao choro.

- Ele não pode mais te tocar, eu estou aqui com você. Não vou deixar que ele faça nada a você. – Camila me puxa pelos ombros e me abraça forte, tão forte que precisei colocar as duas mãos no chão para não cair em cima dela. Deixei que ela chorasse até se acalmar um pouco. – Eu vou te tirar daqui, mas preciso pegar minha bolsa que larguei ali, ta bom?

- Não Lauren, por favor, não me deixa com ele. – ela voltou a chorar.

- Eu vou correndo e olhando pra você. Só cinco segundos, eu prometo.

- Não... – a voz dela estava irreconhecível, não pelo choro, mas devido ao enforcamento. Já estava rouca e em poucos minutos sem voz. Levantei e fiz como prometi, corri até minha bolsa e voltei para ela. Abro a bolsa e retiro meu blazer para vestir em Camila que teve sua camiseta rasgada.

- Você consegue ficar de pé? – perguntei ainda de joelhos na frente dela. Ela nada respondeu. Observei uma Camila de olhar vazio, indefesa e machucada, senti um nó na garganta e só não me senti mais incapaz diante de tal imagem porque a salvei. – Ok, eu te carrego então. – botei minha bolsa de lado e passei um braço por deixo dos joelhos dela e o outro braço pelas costas até encostar seu braço. A ergui do chão e caminhei o mais rápido que pude. Ela não pesava muito, o que facilitou bastante. De cima, olho para o rosto de uma Camila adormecida. Ela desmaiou.

Sei que Camila e eu passamos por momentos nada amigáveis, isso de acordo com ela. Eu não sou uma boa pessoa, eu não fui uma boa irmã, não tive a melhor estrutura familiar nem nada. De acordo com Mike, eu sou uma corrompida da sociedade, eu nunca fui capaz de esquecer desse termo que ele usou. Lembro que no momento eu nem entendi direito o que ele havia dito, apenas cuspi na cara dele antes de levar uma tapa por desrespeitar meu honroso pai. Até que hoje em dia isso chega a fazer certo sentido, não me refiro a minha sexualidade, mas sim da minha ninfomania. Essa coisa está em mim como o oxigênio está no mundo, me perturba como um zunido de uma colmeia louca. É a minha essência. Já me senti suja e por muitos anos até pensei ser louca, mas depois de um tempo eu cedi. Não tem como vencer uma luta contra você mesma, uma “você” maior e vinte vezes mais forte e determinada. Apenas sobrevivo na minha dormência, apenas jogo com as cartas que a vida decidiu me dar.

Quando vi a cena não sabia que era A Camila sendo violentada por aquele imundo. Nem em meu maior devaneio poderia imaginar ser ela. Eu não pensei nem duas vezes antes de correr até lá e tirar ele de cima dela e depois bater nele até sentir que minhas mãos quebrariam se eu não parasse. Não pense que aquilo foi o meu lado humano em ação porque eu já não tenho isso há muitos anos. Aquilo foi o ódio acumulado de anos e anos, não que eu fosse ficar parada se a ocasião fosse outra. Não mesmo. Eu odeio violência. Olha quem fala? Pense o que quiser sobre mim, só eu sei o que já passei nesse jogo de fantoches que ousaram chamar de vida.

Não queira saber como consegui pegar minhas chaves de dentro da bolsa e abrir a porta com Camila ainda adormecida em meus braços. Entrei no apartamento, larguei minha bolsa no chão e empurrei a porta com pé para que fechasse, eu poderia passar a chave depois. Com cuidado, a carreguei até o quarto e a depositei na cama. Mal liberei meu braço de debaixo dela e ela laçou meu pescoço meus seus braços enquanto choramingava.

- Não, Lauren. Por favor, não me deixa sozinha ele vai voltar. – pela primeira vez depois de muito tempo alguém fez o meu coração apertar.

- Fica calma, eu te trouxe pra casa, está vendo? É o seu quarto, Camila. – tentei acalmá-la da forma mais coerente para ela.

- Não... Eu... Ele... – ela começou a chorar de novo em meu pescoço. Senti um incômodo em meus músculos da região, pois ela me apertava cada vez mais, mas eu não reclamei. Me senti desconfortável para retribuir o abraço, mas mesmo assim o fiz. Conclui que não se tratava de algo afetuoso, pois ela estava desnorteada e apavorada e provavelmente nem lembraria direito do que disse ou do que fez. O cérebro tem a habilidade de apagar certas memórias, principalmente as traumáticas como forma de autoproteção. Claro que ela não se esqueceria do ataque, mas talvez não conseguisse lembrar claramente de certos pontos do acontecimento.

- Eu estou aqui. – disse para lhe passar confiança. Ela me liberou e olhou ao redor bastante confusa. Olhou para as próprias mãos e braços, passou as duas mãos pelo blazer que lhe vesti e começou a respirar com força. – Camila, está tudo bem. Olha pra mim, eu estou aqui. – ela parecia não me ouvir. – Por favor, respira comigo. – eu não sabia se ela sofria de asma, mas parecia estar no meio de uma crise. Ela olhou desesperada para os braços e os esfregou com as mãos como se tentasse tirar algo deles. – Camila, respira. Olha pra mim, não tem ninguém aqui além de nós duas. – e segurei firme pelas mãos para que ela não se machucasse. – respira comigo. – comecei a puxar o ar e soltar com calma para que ela imitasse. – está tudo bem, eu estou com você. – liberei suas mãos quando percebi que ainda as segurava. Sinto meu rosto arder, devo ter ficado vermelha.

- Ele está em mim, Lauren. Eu sinto as mãos dele em mim. – a voz dela saiu tão rouca que mal pude entender.

- Olha pra mim, eu não vou deixar ele fazer nada. A gente ta em casa. – casa...

- Eu me sinto tão suja. – disse ela.

- Você quer tomar um banho? – perguntei. Ela apenas fez que sim com a cabeça. – consegue caminhar? – ela não respondeu. Fiquei de pé para que ela tivesse espaço para sair da cama e a observei levantar com dificuldade. A ajudei chegar ao banheiro, abri a porta e dei as costas para sair.

- Nããão! Você não pode me deixar sozinha, Lauren. Você prometeu... – disse Camila já chorando.

- Onde você quer que eu fique?

- Aqui... – ela se referia à entrada do banheiro. Assenti. Do lado de fora, fiquei do lado da porta encostada na parede. Ouvi o barulho da calça dela sendo retirada das pernas e o barulho da parte metálica do cinto se chocar com o chão. Cruzei os braços. O chuveiro foi ligado. Inclinei minha cabeça para cima e fechei os olhos. Se eu não vou tentar nem dar uma espiadinha? Por favor... Em outra circunstância eu não vacilaria. Até posso imaginar tudo. O som do banho, entro no banheiro ocupado, abro o Box e invado com roupa e tudo. Ela provavelmente tentando me bater, pra variar. Forço o corpo dela contra parede e a beijo forte. Mesmo apanhando, mesmo sabendo que ela estaria fingindo não querer... Me pego sorrindo e logo elimino qualquer traço dessa fantasia em minha cara. Não é hora pra isso e eu ainda estou muito irritada com ela, ok? Só por hoje vou dar essa trégua. Surpreendo-me quando vejo Camila de toalha, pois nem escutei o chuveiro desligar.

- Eu vou sair. – ela faz que sim com a cabeça. Saio do quarto e espero.

- Lauren?

- Estou aqui. – respondo e me ponho na entrada do quarto. Ela está usando um casaco cinza de capuz grande demais para ela e provavelmente um short pequeno.

- Você poderia... – começou ela muito sem jeito.

- Ta bom. – limitei. – eu durmo no chão. – a observei deitar na cama e se cobrir, juntar os joelhos ao corpo e ficar encolhida como uma criança dengosa. – Acho que você tem que beber um pouco de água. – pensei bem. Ela ficou calada. Fui até a cozinha, peguei um copo d’água natural e voltei para o quarto. Ela se ajeitou para beber. Entreguei-lhe o copo. Vi uma careta se formar no rosto dela quando deu o primeiro gole. A garganta dela deve estar destruída. Pego o copo da mão dela e o deposito num canto. Sento no chão com as costas apoiadas à cama. – Durma. – disse sem olhar para ela.

- Não sei se vou conseguir. – disse ela. Viro para poder olhá-la.

- Está tudo bem. Eu não vou sair daqui.

- Por que você...

- Camila, eu sei que a gente... Por favor, só feche os olhos. Eu juro que não vou sair daqui. – ela apenas fechou os olhos e assim permaneceu. Voltei à posição que estava e fitei o nada. Ela acabaria caindo no sono em breve. Tento processar todas as informações da última hora e logo vejo o quão longo será o dia de amanhã. Camila precisará fazer uma denúncia e procurar ajuda médica, tanto para cuidar do pescoço quanto do psicológico. Imagino que ela tentará resistir e até vai chorar enquanto diz não querer sair de casa, mas será algo necessário, Camila precisará ser forte amanhã.

 

 

 


Notas Finais


Eu sei que isso foi pesado e peço desculpas se magoou alguém. O que acabou de acontecer nessa PART II dará um rumo a história. Obrigada por lerem e pelos comentários malucos kkkk eu amo interagir com vocês. Peço que me ajudem a divulgar, falem para as amigas, nos grupos do whats e até nos seus instagrams, eu sei que to pedindo muito kkkkk mas peço que me ajudem kkkk estamos nessa juntas e isso aqui não seria nada sem vocês. Claro que ainda ta pequeno, mas vocês me fazem acreditar que isso pode dar certo. Já falei demais. Se cuidem, ok? Beijo, gostosas <3


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