História Gostos Peculiares - Capítulo 5


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Erótico, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lésbico, Ninfomaníaca, Normani Kordei, Veronica Iglesias
Visualizações 154
Palavras 1.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Harvard


Fanfic / Fanfiction Gostos Peculiares - Capítulo 5 - Harvard

        Como foi pedido pelas garotas, o taxista as deixou em frente ao bloco dos dormitórios. Tratava-se de um prédio de sete andares grande o bastante para acomodar todos os alunos que cursavam Direito, tanto os veteranos como também os calouros. Camila olhou toda a extensão do terreno que apesar do horário, já passavam das 22h, estava bem movimentado. Estava procurando saber o que sentia com a primeira impressão do seu novo habitat. Tudo ali era tão cheio de vida, pessoas iam e vinham o tempo todo, grupos gargalhavam ao longe numa espécie de circulo onde estavam todos sentados no gramado bem aparado, haviam pessoas namorando apoiadas às árvores e uns bêbados que cantavam enquanto cambaleavam como companheiros. Normani pegou um papel do bolso de trás da calça para conferir o número de seu apartamento que dividiria com uma garota da qual nem foi informada o nome. Para a infelicidade do trio não era possível escolher com quem dividir o dormitório, a própria universidade era a responsável pelas combinações. Não era nada fácil imaginar o perfil da pessoa que passaria o semestre ou até a formação inteira com você. Semanas atrás, haviam sido enviados formulários para seus emails com perguntas sobre hábitos, metas e personalidades, era dessa forma que os colegas de apartamento eram selecionados. 

- Número 102, quarto andar. – disse Normani.

- 199, terceiro andar. – disse Camila.

- 202, terceiro andar. – disse Allyson.   

Entreolharam-se tensas.

- Porra Camila, eu não faço a menor idéia de como vamos arrastar todas essas malas.  

- Obrigada pelo incentivo, Kordei. – disse Camila desmotivada com a visão de suas cinco malas. 

- Calma Mila. Daremos quantas viagens forem preciso. – disse Ally alisando as costas da amiga. 

- Parece que vocês precisam de uma mãozinha por aqui, hein garotas? 

Elas se viraram assustadas com a voz masculina que oferecia ajuda. 

- Não quero incomodar... é que são tantas... – Camila sentia seu rosto arder ao praguejar-se mentalmente.

- MUITO OBRIGADA, toda a ajuda é bem vinda. – Intrometeu-se Normani antes que a amiga negasse o socorro e como resposta teve suas costelas golpeadas por uma cotovelada. 

- Desculpem pelo susto, não foi a melhor primeira impressão. – elas riram sem graça. – Prazer, sou Josh. – as meninas se apresentarão com leves apertos de mãos. Embora fossem comprometidas era preciso confessar, era um belo rapaz loiro. – Rapazes! 

- OMG, eu não sei como agradecer. – Camila realmente estava muito grata, pois agora havia braços suficientes para nenhuma das meninas carregarem nada. 

- Vamos nessa, rapazes, primeira parada: 3º andar! – disse Normani incentivando os musculosos. 

Por incrível que pareça, todos coubemos no elevador. 

- Então garotas, de onde vêm? – Perguntou Josh, animado.

- Miami. – responderam Normani e Camila ao mesmo tempo.

- Texas. – disse Ally.

- Ah, eu amo a terra do Country. Meus avós vivem por lá, então eu sempre era despachado nas férias. É um bom lugar para crescer e para freqüentar os melhores festivais de carne do País se me permitem dizer. 

- Sem dúvidas. – concordou Ally com um sorriso, já sentindo saudade de casa.

- Eu tenho que concordar, eu nunca tinha comido tanto na vida do que naquelas férias que ficamos na casa dos seus avós, Ally. – relembrou Normani. As boas lembranças foram atrapalhadas pela porta do elevador que se abriram no terceiro andar, os rapazes ajudaram a por para fora do elevador as malas de Camila e Ally que agradeceram incontáveis vezes a gentileza dos rapazes. Despediram-se de Normani que subiria mais um andar e foram em busca de seus apartamentos. Normani seguiu com os rapazes que por incrível que pareça, eram bastante respeitosos e claramente nada do que as paranóias do pai dela falavam. As portas abriram e eles a ajudaram a levar suas três malas até a porta 102. Eles ainda combinaram de tomar uma cerveja futuramente e partiram. 

- Qual a lógica do 102º ser acima do 202º? – perguntou-se com uma expressão retorcida. Bateu três vezes na porta, esperou e nada. Começou a bater sem parar enquanto pragueja a infeliz com quem teria que dividir o apartamento. Até que a porta foi aberta revelando uma figura alta de cabelos loiros que vestia com um robe vermelho sangue.  

- Mas que porra... – começou a garota, mas logo perdeu a voz. 

- Dinah... 

Normani se jogou no corpo da mulher que somente segundos depois retribuiu o abraço. Ambas estavam em choque pela surpresa que havia sido. 

- COMO ASSIM VOCÊ ESTÁ BANTENDO NA MINHA PORTA? – perguntou Dinah ainda agarrada na morena. 

- COMO ASSIM VOCÊ É A MINHA COMPANHEIRA DE APARTAMENTO? – perguntou Normani num mix de choro e riso. Com muito custo desfizeram o abraço, com as testas fazendo contato, Dinah fixou as mãos nas costelas da morena e sorriu ainda de olhos fechados.

- Meus Deus, você é mesmo real, Mani? – a morena abriu os olhos e com ambas as mãos fez leves caricias no rosto da namorada. 

- Sou sim, amor. Abre os olhos e vê que sou eu mesmo. – disse baixinho. Dinah negou com a cabeça.

- Eu nunca vou me perdoar se abrir os olhos e descobrir que estou sonhando. – Essa foi a deixa para Normani encostar seus lábios nos de Dinah que logo capturou a cintura bem definida da morena apertando-a contra seu corpo e fazendo-a puxar forte o ar pelo nariz devido ao forte atrito. Convencida da realidade, Dinah se permitiu soltar os lábios carnudos da namorada e atacar seu pescoço com uma lambida de toda a extensão cheirosa. 

- Vão para um motel, sapatões! – disparou uma garota que passava em grupo.

- Vai se foder, Marian. – disse Dinah rindo. 

- É... Desculpa... – Tentou Normani. 

- Relaxa, ela é inofensiva. Vamos entrar. – Dinah ajudou a pôr as malas para dentro. Normani de forma tímida olhou o apartamento e sorriu ao pensar que tudo ali era do jeitinho de Dinah. Fechou os olhos ao sentir uns braços, agora familiares, a envolverem por trás – seja bem vinda, namorada. 

Allyson ajudou Camila com as malas até seu apartamento de numero 199º, despediu-se calorosamente e foi em busca do seu. Sozinha, Camila respirou fundo e ajeitou os cabelos. "Vamos Camila, não precisa ficar nervosa. É só uma colega de quarto desconhecida..." dizia para si mesma. Negou com a cabeça e deu leves batidas na porta, esperou e nada. Bateu novamente e deu um passo para trás quando viu a porta se abrir com um leve rangido. Esperou que alguém terminasse de abrir. E nada. Com receio, empurrou um pouco a porta e olhou para dentro do apartamento até onde sua visão era capaz de alcançar pela porta entrea- Oi? - não obteve resposta e entrou de fininho. – alguém? – definitivamente não havia ninguém ali. Antes de mais  suasmalas para dentro e fechou a porta com cuidado. Logo viu um bilhete colado na porta e o destacou. 

"Desculpa por não te receber, precisei sair. Logo cedo estarei por aí. Fique a vontade em sua nova casa. **Lauren J."

Ainda segurando o bilhete, Camila deu alguns passos e se deixou cair no sofá grande que havia no canto da sala. Fechou os olhos e respirou fundo sentindo a exaustão. Puxou o celular do bolso de trás do jeans e procurou o contato de sua mãe. 

- Hija? Finalmente, eu já estava...

- Me desculpa, mama. – interrompeu-a Camila. – Foi tudo tão corrido.

- É a minha irmã, mama? – Camila sorriu ao ouvir a voz da pequena Sofia do outro lado da linha e sentiu uma pontada de saudade no peito. A distância não se tratava mais de um simples detalhe que ela teria que saber lidar, era real, estava acontecendo e não havia volta.  

- Sim, é a sua irmã que esqueceu de ligar assim que saiu do avião. – disse Sinu. Camila sentiu uma lágrima escorrer até sua orelha. 

- Já estou morrendo de saudades, mama. – disse Camila chorosa.

- Nós também, mi pequeña, mas por favor, não chore hija... eu e seu pai estamos tão orgulhosos da sua coragem. – Camila fez que sim com a cabeça como se sua mãe estivesse vendo. 

- Obrigada, mama. – foi tudo o que conseguiu dizer enquanto prendia o choro.

- Você precisa descansar, querida. Eu sei o quanto você tem medo de avião. – Camila riu.

- Certo, mama. Prometo que ligo pela manhã. 

- Não se preocupe. Avise ao Harry que chegou bem. Tenha uma boa noite, querida. 

- Boa noite, mama. 

Ligação finalizada. 

Com os olhos embaçados pelas lágrimas, buscou o contato de Harry para enviar-lhe uma mensagem.

"Amor, chegamos bem. Desculpa a demora."

"Oi, meu amor, já estava quase te ligando... Você está bem?" 

"Sim, só um pouco cansada."

"Coma algo e tente dormir. Suas aulas começam em poucas horas."

"Eu sei. Eu te amo."

"Boa noite, tenha bons sonhos. Ily my sweet." 

Camila esforçou-se para sentar, com os cotovelos apoiados aos joelhos segurou a própria cabeça com ambas as mãos e agradeceu mentalmente por Lauren, sua colega de apartamento, não estar ali. Levantou-se para arrastar as malas até seu quarto. O apartamento não era pequeno da forma que havia imaginado. Logo após a entrada havia uma sala de estar de tamanho médio com uma decoração neutra. Apenas uma tinta branca, dois quadros indecifráveis, um grande sofá laranja e uma estante com livros e objetos que ocupava toda a lateral da sala. Uma pequena cozinha e dois quartos suítes cujas portas ficavam de frente uma para outra. Camila não sabia qual era o seu, apenas escolheu um e cuidadosamente girou a maçaneta. Logo sentiu um cheiro agradável de hidratante feminino, viu uma cama grande o bastante para três pessoas dormirem muito confortáveis, um computador com a tela acesa e uns livros espalhados. Era o quarto da sua colega. Fechou o quarto e foi para o seu. Abriu um leve sorriso ao conhecer seu novo espaço. Caminhou devagar pelo cômodo até chegar na janela, abriu-a e apreciou a vista do campus enquanto sentia o cheiro da nova vida. 


Notas Finais


Peço desculpas se alguém aqui realmente conhece a Universidade de Harvard, pois eu inventei praticamente tudo. Espero que gostem e se cuidem!


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