História Gota de Mel - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Boyslove, Boysteen, Dance, Gayteen, Taekwondo
Visualizações 5
Palavras 792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Esporte, Luta, Romance e Novela, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Iai gelerinha, sou novo aqui mas espero poder compartilhar minhas criações com vocês. Boa leitura.

Capítulo 1 - Dentista grogue.


Era sábado, e eu gostava de comer doce nos fins de semana por conta de que durante a semana eu costumava praticar dança na escola. Ops, deixa eu me apresentar.

Meu nome é Elfyn Leighbor Groidon . O que? Meu nome é um mais estranho que o outro? Eu sei e isso me irrita. Mas deixa eu terminar de falar sobre mim. Eu tenho cabelos castanho escuro,cacheados/ondulados. Recentemente eu raspei as laterias do cabelo , usando o meio < que é uma grande porcentagem referente aos cabelos que não deixei a monstra da tesoura encostar > para um dos lados como um tipo de franja/cabelo cacheado, colocado para esquerda ou direita. Fica estiloso e muitas pessoas acham bonito. Então, deixe me ver, sou de etnia Sul-Americana, um tipo de pardo da pele clara, ou é branco? Não sei, so sei que não sou completamente branco. Sou alto. Para a minha idade eu me acho bastante alto. 1.68 centímetros para apenas 16 anos. Não sou magro <isso vai ser o que a mira da discórdia tentará  impor em você sobre mim, mas não acredite! > , tenho 67 quilos. Viu , eu sou maior do que pensam. Ah, meus olhos são castanho mel. Agora voltando ao assunto. Como eu pratico dança durante a semana eu tive que me manter afastado de certas comidas. Mas hoje era um dia tão belo para ser estragado com um simples pedaço de chocolate. Para ser exato, uma barra de chocolate. 

Bem nós estávamos em um dia em familia - eu, minha irmã mais nova, minha mãe e meu padrasto - e do nada, dor de dente. Maldito chocolate! A dor foi tanta que tive que ser levado ao dentista as pressas. Mas a maravilha não foi essa, na hora de ligar o carro, falta de gasolina. Vamos ligar para um taxi, telefone ocupado. QUEM PASSA 20 MINUTOS EM UMA LIGAÇÃO EM HORÁRIO DE TRABALHO?! Pois é, frustrante. Ate que meu padrasto decide me levar na moto recém comprada - uma ninja sei lá o que. OK, mas quem disse que acaba ai. No caminho uma outra moto dirigida por um pirralho quase matou a mim e a meu padrasto em uma avenida. Quando chegamos no dentista e falamos sobre meu problema, ele disse " era só uma cárie" . Pois meu costume de escovar os dentes 2 ou 1 uma vez ao dia não era certa, além do mais sem passar fio dental. Que droga ne, tentei ser rebelde mas os dentes não me deixaram.

 - Então , vou ter que fazer uma obturação no seu dente com cárie, para que evite mais dor de dente como essa. -disse o medico, que tinha cara de novinho, acho que 22 anos. Mas outra coisa alem da idade dele havia me chamado atenção. Ele não parava de piscar. O tempo todo, como se não conseguisse manter os olhos abertos o tempo todo. 

Meu padastro teve que concordar e eu me mantive calado para não doer mais o dente. Depois de pôr anestesia em minha boca, ele começou a cutucar meu dente. Mas eu notei que meu padrasto estava fazendo algumas caretas de preocupação, ou era nojo. 

Apos alguns minutos eu ví meu padrasto dar um salto para trás e notei que havia sangue no chão, meu sangue no chão. - Ohe oh renhor ha harendo?!- Falei meio desesperado. 

- Não estou te entendendo, só um estante que já irei acabar.- ele puxou alguma coisa que fez minha cabeça balançar. E então, eu ví , que ele havia arrancado meu dente.

 Meu padrasto mantinha a careta de nojo. O medico retirou a aparelhagem da minha boca e eu ví que não havia sangue mais, só o que ele havia deixado escapar. 

- Muito obrigado. - disse meu padrasto pondo a mão sobre meu ombro. Como se ele quisesse dizer " Calma vai dar tudo certo ". 

- Tudo bem, sempre que precisar pode voltar. - o medico falou sorrindo meio fraco. Assim que saímos dali, e que eu já havia subido na moto. Meu padrasto olhou para mim rindo.

 - Só eu ví a trouxinha de "Neide" na mesinha que estava atrás dele? - disse rindo. Tentei rir, mas a boca doeu. - Sabe o que mais me preocupou? - falou ele e eu neguei com a cabeça

 - Porque parecia que ele havia acabado de usar. - falou ele rindo e batendo a mão na perna. O olhei com minha feição rustica sobre " Quer morrer?!". 

- Calma, calma. Mas no final deu tudo certo ne. - ele diz meio inseguro sobre uma possivel vingança minha. E então ele sobe na moto rindo, eu me seguro em sua cintura , ele liga a moto e já estávamos voltando para casa.   



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...