História Gota de Mel - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Boyslove, Boysteen, Dance, Gayteen, Taekwondo
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Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Esporte, Luta, Romance e Novela, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ah,eu uso < > para expressar pensamentos do personagem. Boa leitura

Capítulo 2 - Melhor jeito de se conhecer.


Bom, eu não costumava contar as aventuras com meu padrasto, para minha mãe. Mas naquele dia tive que explicar por que eu estava rindo com meu padrasto sempre que a conversa aderia palavras como "medico ,dente ,  morder, plantas, ervas e pessoas chapadas". Mas no final ela só deu um puxão de orelha em mim e um esporro no meu padrasto.

  Agora  estava eu em minha cama,  deitado, mexendo em meu facebook, olhando alguns perfis para ser exato. Mara Lissa,  a menina que jura ser linda,  mas infelismente o editor de fotos dela não serve na vida real.  Beto Claudino <"Meu Deus,  até meu nome é melhor." Pensei ,rindo. > ele até é  bonito,  mas o nome é um vacilo . Vaulter Brazs, quanta letras desnecessárias.     

 Troquei algumas palavras com minhas amigas da escola,  com alguns colegas de dança.  

Quando recebo uma solicitação e uma mensagem,  por acaso,  as duas ações foram da mesma pessoa. Como não costumo aceitar qualquer pessoa, fui olhar seu perfil.     Kwan Brein. O nome é  diferente.  Menino,  16 anos e seis meses. Bonito, moreno , de  olhos castanhos claros <provavelmente usou efeito nos olhos para por o brilho que havia na foto.>, lutador de Taekwondo, medalhista em varias competições. E ele era asiático e não era surpresa seu cabelo ser escuro ,liso, caídos sobre o rosto. 

 -Hmm... Vou aceitá-lo e depois verei o que ele quer. -digo olhando para meu espelho-.  

 Aceitar.  Messenger,  abrir conversa. 

 *Ola,  meu nome é  Kwan, mas pode me chamar de Kon.* 

-digitando- *Ah,  OK.  O meu nome é  Elfyn,  mas pode me chamar de Efi.*

 Falei, bloqueando a tela. Logo escuto o celular avisar que outra mensagem havia chegado.  Da tela via que era ele.

 -Nossa,  que rápido. - desbloqueie e me via espantado ao ler aquela mensagem. 

 *Desculpa falar assim,  é  que eu estou correndo na rua próximo a sua casa,  só sei que você mora aqui porque te vi no Blue,  um aplicativo para gays... Então preciso me esconder em algum lugar,  posso ir na sua casa? *

 -HHHHHOLIIIII SHITHHHHH!!!  Como assim meu perfil ainda esta ativo,  como assim ele esta fugindo de alguem? 

 Como assim eu não estou entendendo nada. 

 E se eu permitir que ele venha, meu dente ainda esta com leves menstruações. E se ele fosse um assassino em serie. Escuto minha mãe gritar meu nome. 

-Elfyn,  tem gente te chamando aqui em baixo!  

 Ai Jesus... É  ele. Sai correndo do quarto, mas parei a uma parede de distância. E se ele estiver fazendo minha mãe de refém? Deixei fácil o numero da policia da tela de meu celular,  qualquer coisa era só apertar.

 Respirei fundo e entrei na sala.  Lá estava uma menina de cabelos presos,  feito um coque,  de pele branca, desbotada. Relaxei. 

 - Blenda sua estranha por que não me ligou antes de vim? 

 -Ah, agora que sou sua vizinha,  pensei que não precisava.  Tava esperando alguem? 

 Olhei para porta, e neguei com a cabeça. Ela ficou de pe, e caminhou ate mim:

 -Pois bem,  vamos lá fora conversar. Tenho noticias. 

 Blenda Grenind era minha amiga de 1° ano do ballet,  já nos conhecíamos a 6 anos. Fui seu crush por um tempo, mas logo ela entendeu que para mim,  ela é  uma irmã que nunca tive. 

 -Vamos. -falo abrindo a porta. 

 Do lado de fora havia um garoto preste a bater na porta,  respirando de forma que parecia ter corrido em uma maratona. Dou um salto para trás assustado.

 -Elfyn , preciso da sua ajuda!!-o garoto me dizia em meio a sua respiração.

  Blenda assustada, fica em posição de combate, pois aquela garota já havia feito karatê nas ferias:

 -Quem é esse Efi?!!  

Eu não o conhecia ao certo, mas sabia quem era ele. 

 -Bem...Kwan, essa é minha amiga Blenda. Blenda esse é o Kwan.  

Ele se mantinha assustado, olhando a rua de forma desesperada:

 - Não temos tempo para isso. Eu preciso me esconder. 

  Dava para escutar uma gritaria vindo do lado norte da rua. Rapidamente o puxei para dentro da casa e o arrastei para o andar de cima. Blenda nos seguia atenta ao garoto sem perder sua pose de lutadora. 

Ao chegarmos no meu quarto Kwan correu para a janela , olhando em volta , eu o acompanhei ate a janela e lá pude ver o esquadrão de meninos, era uns 13, com bastões balançando em suas mãos.

   -O que você fez para eles quererem te bater?- falei olhando suas mãos, que estavam meladas de sangue-.

 -Eu... -ele falou com dificuldade e logo se segurou em mim , estava com os olhos revirados e logo desmaiou em meu tapete, quase me puxando junto-. 

 -Kwan!!-o segurei ,deixando sua queda lenta, para evitar danos-. 

 Blenda estava observando tudo, do lado de dentro e do lado de fora da casa. A vejo ficar inquieta e logo pôr a  mover-se:

 -Efi,fica com ele que eu vou dar um jeito naqueles rapazes. -ela disse saindo do quarto-. 

 -Blenda o que você vai fazer?!! 

 Logo escutei ela falando a minha mãe que tinha baderneiros na porta da minha casa. Eu sabia que meu padrasto pegaria sua espingarda para fazer um belo susto. Escutei a gritaria enquanto meu padastro saiu com a arma na mão e tudo já estava calmo.  Observei suas mãos que estavam com sangue, logo tive que mexer  em seu corpo buscando por outros ferimentos. Encontrei um  em sua cintura, provavelmente ele havia sido ferido por uma faca. Mas por sorte o corte foi algo sem preocupações. Fui ate minha gaveta e peguei minha caixa de primeiro socorros, buscando algodão com álcool para limpar. Cubro seu ferimento  com gaze e esparadrapos. 

  Blenda voltou com uma maçã na boca, ao ver que Kwan estava sem camisa, no chão. Ela se tocou que a coisa era seria:

-Meu Deus ele esta bem?!- ela perguntou com uma parte da maçã na boca. 

 -Parece que não vai morrer, mas  isso não é desculpa para você falar de boca cheia.

 -OK, Sorry.-ela falou sentando na cama. 

 Assim que meu padrasto guardou a sua "arma" ele veio ate meu quarto recolher informações sobre o ocorrido. Explicamos a ele, na verdade só eu expliquei porque Blenda não parava de comer, ela é do tipo de pessoa que quando esta nervosa, fica com fome. Muita fome. Apos a explicação, chegamos a um acordo de que ele poderia dormir na minha cama, e ficar  ate amanhecer, já que ele estava ferido, mas já não corria perigo.



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