História Gotham City - As melhores pessoas são loucas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Arlequina (Harley Quinn)
Visualizações 2
Palavras 1.451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaaaa pessouinhas lindas do Spirit, essa é a minha primeira fan fic, então não deve ter ficado muito boa. Mas foi feita com muito carinho e amor!
Boa leitura e espero do fundo do meu coração que vcs gostem
Bjs😘😘😘

Capítulo 1 - Capítulo 1 - O início do show de horrores


Acordo com o despertador do meu celular tocando no volume máximo, viro a cabeça, irritada por ter interrompido meu sonho divertido. Olho as horas, 9:23. Droga, estou atrasada para o trabalho, eu deveria estar lá às 8:00. Levanto com um pulo e vou correndo para o banheiro, tomo a chuveirada mais rápida da minha vida. Saio do banheiro enrolada em uma toalha e ponho a minha roupa, uma blusa social de mangas longas azul escura e uma saia lápis preta até os joelhos e meu salto alto preto que é meu uniforme. Pego minha bolsa e tranco a porta do meu apartamento às pressas. Como é impossível andar de moto com uma saia dessas, chamo um táxi, que chega em poucos minutos. Ele me deixa na portaria do Arkham, um hospital psiquiátrico gigante feito de pedras por fora, "hospício" como Clary Anne, minha melhor amiga e companheira de apartamento o chama, eu sempre fico irritada com esse constante comentário que ela faz, afinal, eu amo meu emprego, embora seja cansativo e em alguns casos, perturbador. Passo pela portaria, pego um café e vou para a minha sala, lá eu tento arrumar meu cabelo loiro platinado em um coque alto mas ele acaba com uns fios soltos que me deixam com cara de louca. Como tenho que parecer respeitável ( coisa que eu realmente não sou) desisto do coque e faço um rabo de cavalo baixo, deixando minha franja lateral solta. Olho para o pequeno espelho que guardo em uma das gavetas da minha mesa, "ótimo". Pelo menos meu cabelo é liso, fazendo com que eu não tenha que perder tempo penteado ele, ajeito o meu óculos de armação tartaruga preto e sorrio, eu me considero uma pessoa bonita, sem graça e comum,mas ainda assim bonita, dou pequenos goles na minha xícara de café e penso na vida, se estou disperdiçando ela. Às vezes me pego pensando nisso mas logo espulso o pensamento da minha mente. Estou conferindo meus horários com cada paciente, quando alguém bate a porta.

- Entre. - digo ainda encarando os horários.

-Harleen? - pergunta Tyler, o dono do Arkham e grande amigo meu.

-Sim? Houve algum problema? - pergunto curiosa.

-Nada de mais, apenas algumas mudanças.

-Quais?- pergunto ainda mais curiosa.

-Bem, um novo paciente chegou aqui ontem á noite e ninguém quer cuidar dele, portanto, pensei que você poderia se interessar.

-Claro que sim, já que ninguém quer cuidar dele pode deixar comigo. afinal eu nem tenho tantos pacientes.

-Não Harleen, você vai cuidar APENAS desse paciente.- diz ele, com preocupação nos olhos. Talvez ele tenha medo de que eu recuse

-E quem seria esse paciente?- pergunto, agora sem me preocupar em mostrar a minha curiosidade.

-Bem, você verá. Só vou te dizer que é uma pessoa muito perigosa e espero que você tome cuidado.- diz ele, sorrindo de forma preocupada.

-Tenha certeza de que eu vou tomar cuidado.-respondo, com um sorriso confiante.

-E eu acho melhor você tirar o dia de folga hoje, para se divertir um pouco já que você trabalha feito uma louca... E tem mais uma coisa...-diz Tyler, me olhando.

-O que? -pergunto, alegre por causa da folga inesperada.

-Eu pensei, sei lá... A gente poderia sair algum dia desses talvez... Se você quiser...-diz ele, com um sorriso tímido.

-Tyler, eu gosto muito de você e você sabe disso, mas eu não gosto de namorar colegas de trabalho, é uma besteira minha só, não leve pro lado pessoal okay? -digo gentilmente, tentando não ferir os sentimentos dele. Embora eu saiba que já o fiz.

-Ah... Não tem problema, boa folga. -diz ele, finalizando a conversa e batendo a porta.

Suspiro. Não é nenhuma novidade colegas de trabalho me chamado para sair, mas eu não gosto da ideia de namorar alguém que está presente no meu ambiente de trabalho, não quero atrapalhar e nem ser atrapalhada. Não foi tão difícil conseguir meu diploma, mas eu não quero perder tudo.

Chego no meu apartamento e encontro Clary Anne comendo brigadeiro no sofá, assistindo 13 reasons why, ela ama esse troço, mas eu não vejo graça em uma garota que se matou e deixou fitas explicando o porquê de ter feito isso. Essas coisas me deixam muito triste e perturbada. 

Quando me vê, Clary abre um sorriso e diz em tom de deboche:

-É um lindo dia de sol e a nossa querida Harleen está toda coberta de roupas... De novo hahahahahaha.

Reviro os olhos e sorrio. "Idiota" penso.

-Caso você tenha esquecido, eu sou psiquiatra e não garçonete, tenho que parecer respeitável.

-Arg, não precisa esfregar na cara o quanto você venceu na vida, sua puta. -diz ela, fingindo estar magoada.- Mas o que você faz aqui a essa hora? Não deveria estar no meio de gente louca, digo, trabalhando?

-Estou de folga, pelo o que eu vejo, a partir de amanhã eu vou cuidar de um paciente bem problemático.-digo, depois explico resumidamente a minha manhã, incluindo a parte do Tyler.

-Você te que parar de ser tão difícil com os caras amiga, senão vai ficar encalhada pra sempre. -diz minha amiga, já não se aguentando de rir.

-Eu só não achei o cara certo pra mim, mas eu não tenho pressa nenhuma pra isso.

Vou até o meu quarto e troço minhas roupas formais por um micro short jeans preto e uma regata branca, também solto meus cabelos, formando leves ondas que vão até a minha cintura. Vou para a cozinha e pego uma garrafa de vodka e vou para o sofá, onde Clary está.

-Nossa, mais já vai ficar bêbada de novo? Você é a rainha da vodka Harleen.

-Eu nem bebo tanto assim, exagerada.

-Claro, a última vez foi quando? Três dias atrás? -diz ela, me provocando.

-Eu tava pensando em chamar um pessoal aqui hoje á noite. -digo olhando para ela.

-Admita, você tá louca pra fazer uma festa, ficar bêbada até vomitar e dormir com sabe-se lá quantos caras e garotas.

-Eu não sou lésbica e você é muito idiota mas eu te amo.

-Você pode ser bi ou panssexual.-diz ela de forma maliciosa.

-Lembra que eu gosto de rola e nada mais.-digo, rindo junto com ela.

...

São 23:40 da noite é o nosso apartamento está lotado de gente que eu conheço e gente que eu nunca vi na vida, tem música eletrônica tocando em um volume ensurdecedor e todos estão bebendo. Uns mais, outros menos, mas todos ingeriram um quantidade generosa de álcool. Estamos assim desde 19:20 e não paramos até agora, sinto que vou vomitar de novo e corri para o banheiro, ao chegar lá, vejo um casal se agarrando em cima da pia.

-Ei! Que porra é essa?! Se quiserem transar, vão pra um quarto.

Eles saem do banheiro. Tranco a porta e levanto a tampa do vaso sanitário, vomitando sem parar. Sei que isso me faz mal, mas eu gosto.

...

No dia seguinte, eu consigo acordar cedo, por mais estranho que isso seja. 7:10, tenho tempo de sobra para me arrumar, tento fazer algo diferente no meu cabelo, depois de pensar bastante, resolvi fazer um rabo de cavalo com a metade do meu cabelo, o resto eu deixo solto e com um pouco da minha franja solta em cada lado. Coloco a mesma sai de ontem e uma blusa também igual a de ontem, porém vermelha. Minha cor favorita, coloco uma meia calça preta e o salto alto preto, meu amorzinho. Finalizo com um batom rosa.

Tento acordar Clary, que está quase tão bêbada quanto eu, mas ela resmunga algo que eu não consigo compreender então me despeço dela e vou embora. Dessa vez usando o carro dela, uma BMW preta, já que está chovendo pra cacete. Chego na minha sala e logo depois Tyler aparece.

-Bom dia. -digo olhando para ele.

-Bom dia, você estava muito louca ontem. -diz ele sem esconder o riso. 

Aquela vagabunda da Clary vai me pagar, eu disse para ela que não seria bom chamar alguém do meu trabalho para a festa, agora, Tyler sabe como eu fico após 8 doses de vodka.

-Então, quem é o paciente? Tô curiosa.

-Venha, vou te mostrar.

Sigo Tyler por um dos milhões de corredores do Arkham, ele para em frente a uma grande porta de metal.

-Agora eu tô curiosa mesmo. Quem é o caralho dessa pessoa? -pergunto encarando a porta.

Ele não diz nada, apenas abre a porta e vai para outro lugar, me deixando sozinha com os guardas e a pessoa misteriosa que eu vou cuidar.

Quando abro a porta, avisto um rosto pálido e cabelos verdes.

Naquele momento, eu sinto uma vontade imensa de voltar no tempo e dizer para o Tyler que eu não posso cuidar de outro paciente...

Naquele momento eu entendo a preocupação de Tyler e sua hesitação em me dizer o nome do paciente...

"Isso não está acontecendo comigo" penso, já em pânico.

"Por favor, comigo não" 

Então, naquele momento, eu tenho certeza de que aquele sorriso diabólico será a última coisa que eu verei.









Notas Finais


Então? Oq acharam? Comentem as opiniões de vcs e me digam se eu paro ou continuo a fic
Bjs😘😘😘


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