História Gotham City - Capítulo 61


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Categorias Batman, Mulher Gato
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Harvey Dent (Duas-Caras), Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Batman, Bruce Wayne, Carmine Falcone, Catwoman, Charada, Comissário Gordon, Coringa, Dccomics, Duas Caras, Gotham City, Harley Quinn, Hera Venenosa, Mulher Gato, Pinguim
Visualizações 170
Palavras 2.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 61 - Cap. 61 - Considere um presente


Fanfic / Fanfiction Gotham City - Capítulo 61 - Cap. 61 - Considere um presente

- Lois?

A surpresa de Clark ao vê-la ali com Oliver e Felicity foi grande e pode notar seu olhar carregado hostilidade, algo havia a deixado extremamente irritada, porém ele não sabia o que era. Lois mirou Clark de cima a baixo, como ele podia ficar ali parado a olhando de maneira tão cínica? O sangue lhe subiu a cabeça e ela seguiu na direção do marido e com toda a sua força lhe deu um tapa na cara, o que não foi nada eficiente e apenas deixou sua palma da mão avermelhada.

- O que aconteceu? – ele perguntou sem entender.

Felicity se agarrou ao musculoso braço esquerdo de Oliver assustada com o jeito alterado de Lois, porém não era a única Damian e Jenny haviam se retraído e se afastado consideravelmente de Clark após o tapa. “Acho que as crianças não deviam ver isso” Felicity cochichou no ouvido de Oliver que concordou com a cabeça enquanto tirava a carteira do bolso.

- Damian! – ele disse se aproximando do garoto com a esposa ainda agarrada a seu braço – Vocês devem estar com fome não? – ele tirou uma nota de $100 e deu para o garoto – Leve a sua irmã para comerem um lanche, ou salgado na cantina.

Damian pegou o dinheiro e assentiu com a cabeça, logo depois pegou a mão da irmã e foi a puxando em direção do refeitório do hospital sem fazer perguntas, era óbvio que os adultos não queriam que eles escutassem a conversa. Clark estava um pouco constrangido e sem entender tal comportamento, mesmo assim ficou preocupado ao ver a mão dela levemente avermelhada.

- Sua mão está bem?

- Pare de agira desse jeito cínico! – ela tentou controlar o tom da voz, mas mesmo assim estava um pouco elevada – Eu achei isso no banheiro! – ela tacou a sacola com os testes de gravidez contra o peito dele, o obrigando a segurar a sacola – Só não tenho certeza se é daquela loira ali, ou daquela amazona!!

Clark deu uma olhada no que tinha dentro da sacola para saber do que se tratava a irritação da esposa, e assim que viu os testes se lembrou que de fato havia dito para Selina os jogar ali no lixo do banheiro mesmo.

- Isso não é da Felicity e nem da Diana.

- Então é de quem, hein?

- São da Selina.

Inocentemente sem se explicar direito, Clark fez com que um arrepio percorresse os corpos de Oliver e Felicity, que arregalaram os olhos.Qual a probabilidade dele realmente ter feito isso?Oliver cochichou para a esposa que retrucouNão sei, qual foi a probabilidade de quando você fez?, ele a olhou um pouco irritadoEm minha defesa, estávamos bêbados e ela não tinha um relacionamento sério com o Bruce", Felicity o olho de cima a baixo Por favor! Eles nunca assumiram o relacionamento! Mas, era algo muito óbvio, não?. Oliver deu de ombros, não queria mais cochichar sobre aquilo, Lois parecia uma pimenta de tão vermelha de raiva, havia tanta coisa que queria gritar que nem sabia por onde começar.

- Então foi por isso que eu consegui aquela entrevista?

- Não, espere! Eu me expressei mal!

A discussão ficou mais fervoroso de modo que Bruce e os meninos conseguiam escutar de dentro do quarto, ficaram preocupados e resolveram ir até a sala de espera ver o que estavam acontecendo. Assim que Bruce apareceu todos se calaram e disfarçaram, o deixando intrigado em saber porque não queriam que ele escutasse.

- O que está acontecendo aqui?

- Foi apenas um mal entendido. – Clark respondeu sério – Vou sair com a Lois, até mais tarde.

Ele puxou Lois pelo braço em direção a porta, ela se soltou dele irritada e saíram, sobrando apenas Felicity e Oliver de novidade na sala.

- O que estão fazendo aqui?

- Eu recebi uma ligação do hospital sobre a Selina.

- Eu vim junto porque ela estava bem nervosa. – Oliver se apressou antes que Bruce o perguntasse – Aliás, você ficou sabendo algo sobre a reunião de última hora?

- Não. Por que?

- É que eu estranhei porque foi o Clark que mandou o aviso, mas ele estava aqui.

- Estranho... – Bruce ficou parado pensando.

- Será que eu posso entrar para ver ela?

- Claro, Felicity. – Bruce concordou e fez sinal para que os meninos saíssem da frente da porta, depois ele voltou para Oliver – Vou verificar sobre a reunião.

- Não se preocupe, eu vou até a liga verificar. – ele falou num tom mais baixo – Acho que a Selina precisa de você aqui.

- Está bem, me mantenha informado. – Bruce olhou a sua volta e deu falta de Damian e Jenny – A propósito, você viu Damian e Jenny?

-  Ah sim! Você tá me devendo $100! – ele apontou para Bruce – Dei para eles irem comer na cantina do hospital.

- Está bem, obrigado.

●●●

Damian e Jenny estava tranquilamente sentados em uma mesa terminando de comer seus lanches, eles trocaram algumas ideias do porquê os adultos não os queriam escutando a conversa e chegaram à conclusão de que isso não importava, pois eles ganharam dinheiro para comer o lanche e ainda iria sobrar para um sorvete ou pedaço de bolo recheado.

- Nossa, que gracinha.

Damian congelou ao ouvir a voz atrás deles, desejou com todas as suas forças de que não fosse quem realmente quem pensava, mas assim que se virou lá estava ela como uma sombra, sua mãe biológica, Talia Al Ghul. Pela primeira vez vestia roupas convencionais, uma calça e blusa social, acompanhados de uma bolsinha de mão preta, sem acessórios e, aparentemente, sem armas.  

- Acho que já vi vocês no jornal não?

Ela se curvou para poder ficar a altura deles, Jenny parecia não a reconhecer, afinal havia a visto apenas pela tela do tablet.

- Sim! Você gostou do meu vestido? – Jenny respondeu animada.

- Não. – ela respondeu com um sorriso no rosto.

- Não fale com ela, Jenny! – Damian interviu.

- Por quê? – a menina questionou inocentemente.

- Ela é a minha mãe.

- Ah! A senhora que tava falando com o vovô Ra’s, né?

- Não o chame assim, ele não é seu avô. – Talia retrucou incomodada – E não me chame de senhora também.

- Tá, vou te chamar de mamãe do Damian.

- Meu nome é Tália. – ela respondeu num tom hostil.

- O que você está fazendo aqui? – Damian perguntou.

- Não posso fazer uma visitinha? – ela sorriu.

- Fale a verdade. – ele retrucou seco.

- Sabe Damian, você me deixou muito irritada da última vez. - o sorriso de seu rosto desapareceu e finalmente ela estava falando sério – Você não só pegou água do poço de Lazaro, como depois apareceu no jornal deixando todos acharem que aquela mulherzinha era a sua mãe.

- Ei! Não fala assim da minha mamãe! – Jenny protestou irritada.  

- Hunf, você devia estar acostumada queridinha. – ela deu um sorriso perverso para a garota e depois se aproximou para falar baixinho no ouvido dela – Se eu fosse você tomaria muito cuidado com a língua, afinal você pode acabar igual a sua “mãezinha” naquela cama.

Jenny se retraiu e fez cara de choro, dando um enorme prazer de diversão a Talia, já Damian ficou irritado ao ver a irmã com medo.

- O que você disse pra ela?

- Não é dá sua conta.

Damian estava quase ignorando o fato de estarem em um lugar público, queria avançar para cima de Talia com sua espada, que felizmente (ou não) não estava ali consigo no momento.

- O que você faz aqui?

A voz inconfundível de Bruce fez Talia se virar com olhar de desprezo, enquanto Jenny corria até agarrar as pernas do pai com o coração bem acelerado, queria distancia daquela mulher. Ao perceber o desconforto da filha, Bruce a pegou no colo tentando lhe dar mais segurança, a pequena lhe agarrou o pescoço e não soltava por nada.

- Que comovente... – ela zombou observando a cena.

- Você não me respondeu, o que faz aqui, Talia? – ele insistiu sério.

- Vim fazer uma visita.

- Pare de me fazer perder tempo e vá embora.

Damian finalmente se levantou e foi até o pai que já estava de saída lhe dando as costas, quando Talia retirou algo de sua bolsa.

- Que pena... Pensei que iria querer isso.

Bruce respirou fundo e se virou para ver o que ela tinha em mãos, era um pequeno vidro com um líquido transparente, Damian associou rapidamente com a água do poço o que parecia ser bem suspeito.

- E eu imagino que não queira nada em troca, não é?

- Faremos assim, vou fingir que não escutei a sua arrogância de agora a pouco e vou te dar isso de presente.

Ela entregou o frasco para Damian que olho para o pai esperando alguma ordem ou aprovação.

- Guarde isso, Damian. – ele disse cerrando os dentes – Vou verificar se está limpo depois.

- Nossa, eu te trago um presente e você ainda tem a audácia de achar que está contaminado?

- Não confio em você. – ele cerrou os olhos – Mais alguma coisa?

- Na verdade, sim. – ela sorriu hipocritamente – Pensei que tal vez gostaria de saber quem atirou na sua dominatrix favorita.

- Damian, leve a Jenny para ver Selina. - Bruce se agachou e tentou colocar Jenny no chão mas a garota se recusava a solta-lo, até o irmão a convencer de pegar em sua mão – Vou conversar a sós com a Talia.

Ele observou as crianças se distanciarem e novamente se ergue para uma conversa mais séria, afinal era de seu total interesse saber quem havia atirado em Selina.

- Sabe esse seu papel de “papai do ano” é realmente muito comovente.

- Você estava dizendo que tinha informações de quem atirou na Selina. – foi direto ao ponto, afinal quanto menos trocasse palavras com Talia, melhor.

- Aqui está. – ela lhe entregou um envelope lacrado.

- Eu imagino que também seja um “presente”? – ele pegou o envelope intrigado.

- Estou apenas te poupando tempo de muita pesquisa e investigação.

- Já entendi, o Batman caçar essa pessoa já é um favor para você, afinal te poupa tempo e trabalho. – ele disse sério, ela mordeu os lábios ao ser “descoberta” – A ideia foi sua ou de Ra’s Al Ghul?

- Como você é cismado, não? Estou aqui apenas tentando ajudar.

- Você nunca vem pra ajudar.

- Pense o que quiser, Bruce. Já me cansei dessa conversa.

Ela ia lhe dar as costas, mas ele a impediu a puxando pelo braço.

- Espere! Quero saber o que disse a Jenny.

- Não sei do que está falando. – ela soltou seu braço da mão dele o encarando irritada.

- Jenny estava com muito medo, então algo me diz que você falou alguma coisa que a deixou assim.

- Eu não disse nada. Aliás, crianças tem comportamentos estranhos as vezes, você já deveria saber disso.

- Muito bem. Escute com atenção, vou falar apenas uma vez: fique longe da minha filha. – seus olhos azuis pareciam profundamente ameaçadores a fazendo se afastar.   

- Isso é uma ameaça?

- Considere como um aviso.

- Ótimo. Vou te dar um “aviso” também Bruce: não vai estar sempre por perto para a proteger.

Talia lhe deu as costas e sumiu assim que ele piscou os olhos, infelizmente sabia que ela estava certa o que o fazia pensar que de fato seria bom dar um pequeno treinamento a filha, ele já havia prometido isto então tal vez fosse bom colocar em prática, mas trataria disso depois já que no momento o que lhe intrigava era o conteúdo daquele envelope.

●●●

- Obrigado por trazer as fotos em um pen drive. – Selina agradeceu.

- Eu fiquei muito assustada quando falaram que você estava no hospital.

- Desculpe, eu que pedi para a enfermeira ligar, mas não queria te assustar.

- Tudo bem, fico feliz que esteja bem. – Felicity sorriu.

- Felicity, posso te pedir mais um favor?

- Acho que pode. – ela riu um pouco nervosa pensando no que poderia ser.

- Pode enviar essas fotos para esse e-mail? Junto com um arquivo sobre o Exterminador?

Selina a entregou um papel com o e-mail escrito, não parecia a letra dela e muito menos de algum conhecido e também era difícil identificar quem era o dono já que não era um nome certinho. Mesmo assim, ela fez o que lhe foi pedido através do celular, ali mesmo, já anexou as fotos para enviar, estava as esperando carregar.

- Escrevo algo?

- Escreve “Seu rato. Com amor, Selina”.

- Tá bom...

Ela achou estranho, mas preferiu não perguntar. Além de que preferia perguntar sobre os testes de gravidez, embora não achasse que fosse apropriado em tais circunstâncias.

- Selina, posso te fazer uma pergunta?

- Claro.

- É que ela é meio inapropriada sabe...

- Felicity, por favor, eu não sou nenhuma freira. – ela riu.

- Então... Você e o Superman por acaso... Err... Tipo assim, tiveram um caso?

- Que? – ela estranhou a pergunta – Mas, é claro que não.

- Ah que bom. – ela respirou aliviada.

- Mas, não entendi por que me perguntou isso.

- Bom, digamos que a Lois achou testes de gravidez e ele disse que era supostamente seus, sabe? – ela fez uma pausa rindo.

- Espero que isso não cause muitos problemas pra ele.

- Espera, os testes eram realmente seus?

-  Sim, mas eu só não queria que o Bruce visse os testes.

- Então você, está...?

- Não.

- Ah, poxa. Eu sinto muito.

- Está tudo bem. Não precisa ficar assim.

●●●

Floyd estava pesquisando informações sobre a Gotham Academy, quando no canto direito da tela de seu computador o notificou de ter recebido um novo e-mail. Ele abriu o e-mail, haviam várias fotos do Máscara Negra conversando com pessoas sem identificação e uma ficha completa sobre o exterminador.

- Pai?

Zoe abriu a porta o fazendo minimizar a página do e-mail rapidamente e se virar pra ela.

- Diga querida.

- O que está fazendo?

Ela olhou por cima dos ombros dele e viu a página da Gotham Academy, sabia que seu pai não podia bancar seus estudos em uma escola tão cara.

- Eu posso ter apenas 12 anos, mas sei que não tem como você pagar essa escola.

- Sabe a moça que nós ajudamos na rua?

- A que levou um tiro?

- Sim. Ela me disse que como agradecimento iria tentar conseguir uma bolsa para você nessa escola.

- Jura? – ela ficou muito surpresa.

- Sim.

- Mas, é apenas um “tal vez” não?

- É, é apenas um “tal vez”.

- Então não fique tão animado, pai! – ela disse lhe dando um beijo na bochecha – Eu não ligo em ter que estudar numa escola pública, tá bom?

- Tá bom. – ele disse mordendo os lábios de frustração.

- Boa noite.

- Boa noite querida.

Assim que ela saiu do quarto, ele se levantou abriu o armário e retirou as gavetas, havia um fundo falso em seu armário, onde ele guarda seu arsenal. Pegou sua bolsa e todos os seus equipamentos, além de muitas armas e munição, assim que terminou de arrumar a bolsa ele pegou seu celular e esperou atenderem.

- E ai, Capitão? Quer participar de uma dedetização? 


Notas Finais


Créditos pela imagem: http://imgur.com/OXkMZnW
Aqui está o capítulo 61, para vocês finalmente matarem a saudade da fic kkkkkkkk'
Espero que gostem ♥


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