História Gotta be you. - Capítulo 59


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Categorias Little Mix, One Direction
Personagens Clive Babinaux, Harry Styles, Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock, Liam Payne, Louis Tomlinson, Olivia "Liv" Moore, Perrie Edwards, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Assasinato, Drama, Harry Styles, Izombie, Jade Thirlwall, Mistério, One Direction, Pretty Little Liars, Romance
Exibições 69
Palavras 1.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey guys!
Era para ter postado esse capítulo antes de ontem, porém só vim ter tempo agora, desculpa.

Capítulo 59 - Cinquenta e nove


Fanfic / Fanfiction Gotta be you. - Capítulo 59 - Cinquenta e nove

Minha cabeça estava uma confusão, eu não entendia mais nada, aquilo não era minha realidade, não podia ser, era como seu a qualquer momento eu estivesse a ponto de explodir, eu não estava segura. Tinha mesmo descoberto quem era L.P, então esse tempo todinho ele quer dizer ela, estava me protegendo? Mas de que? O que está acontecendo? Respostas era tudo o que eu mais precisava.

E as palavras de Leigh, não saiam da minha cabeça.

"Eu também estou em perigo tanto quanto você, porém você vai sobreviver, já quanto a mim não tenho certeza"

E foi com essa frase me atormentando que eu abri os olhos e pulei do sofá.

Me apoiei na parede tentando me equilibrar e não cair, fechei os olhos com força e coloquei a mão no peito, pude sentir meu ritmo cardíaco acelerado, depois de alguns segundos tornei a abrir meus olhos, logo me dei conta de que estava no meu apartamento.

Mas como? E só lembrava de estar naquele quarto escuro e do pânico repentino quando me vi trancada naquele lugar.

E agora estava em casa, isso foi um sonho? Não, não, não pode ter sido um sonho!

Eu a vi! Eu sei aquilo foi real, eu sei quem é L.P, nós conversamos. Tenha que ser real!

Olhei em volta desesperada, tudo parecia em ordem, a não ser o fato de uma pequena folha estar em cima do centro junto com um pingente.

Me aproximo rapidamente e me ajoelho junto a mesinha, pego o colar com o pingente e me dou conta que era o que Sophia havia me dado a alguns meses, fazia um tempo que eu não o via e não pude deixa de conter uma lágrima que escorreu.

O deixei de lado por um momento e peguei a folha branca com cuidado, abri e constatei uma letra bem desenhada, e foi com uma incrível curiosidade e um pavor imenso que me pus a ler aquelas palavras.

 

Diana.

 

Se está lendo isso, significa que já está acordou, como percebeu está em casa, aqui já não era mais seguro, então fiz por bem te levar até o apartamento. Seus amigos estão preocupados, e a polícia também está te procurando, não deve demorar para que eles cheguem ai, então espero que você leia isso rápido e depois queime a carta, eles não devem saber sobre mim.

Como prometi, contarei a verdade, pelo menos uma parte dela, mas não agora, por enquanto você não está pronta para saber o resto, nem eu estou pronta para contar...

Por hoje só posse lhe explicar o porquê de eu ter levado para aquele quarto, acho que é o mínimo que devo fazer depois de tudo, enfim, no shopping você não percebeu mas estava sendo seguida, alguém desde que você deixou o apartamento de carro com as outras três pessoas, eles esperaram o momento dos outros se afastarem para poder botar colocar o plano em pratica, não sei ao certo o que eles queriam, eles não eram o único te monitorando, eu estava lá, e logo entendi o que estava acontecendo, por isso agi rápido, e devo lhe pedir desculpa pela forma brutal a qual te levei embora, sinto muito pela sua cabeça.

Bom o resto é complicado, mas em breve terei a oportunidade de esclarecer suas dúvidas.

 

L.P

 

Dobrei o papel e encarei a parede branca da sala com um grande quadro rosa e azul que a Perrie tinha escolhido.

Quem quer me machucar? Quem está por trás disso?

Eu só preciso descobrir quem é o assassino.

Escuto um barulho vindo da porta da frente, e me levanto depressa indo até meu quarto e jogando a carta numa gaveta qualquer, fecho a porta e volto para sala, assim que chego, a porta abre revelando Clive Babineaux.

Ele me encarou confuso e hesitou em entrar.

Babineaux - Mas... como você está... - Ele passou a mão na cabeça - Diana? - Franzi o cenho

Ele entrou no apartamento e parou na minha frente

Babineuax - Diana? O que está fazendo aqui?

- Na minha casa?

Babineaux - Mas você estava desaparecida e...

Logo me lembrei que eles não sabiam onde eu estava, forcei um sorriso e olhei para a janela.

- Desaparecida?

Babineuax - Harry Styles prestou queixa de seu desaparecimento na tarde de ontem - cruzei os braços

- Não, não, isso foi um engano - Forcei uma risada - eu acabei me perdendo deles, então peguei um taxi e aproveitei e já resolvi uns problemas, depois dormi na casa de um amiga...

 Babineaux - Amiga?

- Uma ex-colega de faculdade - Ele balançou a cabeça

Babineaux - estive ontem aqui, você não voltou para pegar nada?

- Não.

Babineaux - Mesmo assim terá que me acompanhar até a delegacia, seus amigos estão desde ontem lá, e precisamos fechar a busca pela "desaparecida"

- Tudo bem.

...

Não demorou muito para que chegássemos a delegacia, Babineaux me acompanhou até a sala dele, Gemm, Harry e Letícia, estavam realmente lá, ao me ver Gemma pulou da cadeira e correu para me abraçar, Letícia também veio, só Harry que ficou parado observando a cena um tempo, depois nossos olhares se encontraram, ele me encarava, e eu pude sentir um arrepio passar pelo meu corpo, dei um passo podemos ficar um de frente para o outro, ele ia falar alguma coisa porém eu o abraço.

Harry ficou um pouco surpreso, mas correspondeu.

Eu estava na ponta dos pés enquanto ele me erguia, respirei fundo e senti seu perfume. Depois Harry voltou a me colocar no chão, porém sem me soltar.

Harry - EU te amo - ele sussurrou

- Eu também

...

Depois de responder a algumas perguntas, Babineaux já não parecia tão desconfiado, então ele me liberou, sai da sala dele, e dei alguns passos até um outro corredor que dava acesso a entrada, onde Harry, Gemma e Letícia me esperavam.

Porém escutei um barulho e vi Olivia cruzar o corredor depressa, eu ia cumprimenta-la porém ela parecia apressada e preocupada, então não falei nada, estava preste a ir embora quando vi que ela tinha deixado cair um papel, corri para pega-lo, porém a detetive já tinha desaparecido do meu campo de visão, então dei uma breve olhada nós papeis.

Era uma identidade e um recorte de um jornal.

 

*Identidade*

 

Departamento de Auckland, New Zealand

Nome: Rose mciver.

Data de nascimento: 10-10-1987

Em cima havia uma foto (foto do capítulo) ela me pareceu ligeiramente familiar, era uma mulher bonita.

 Grampeado junto a identidade estava um pedaço de papel recortado de um jornal velho, li apenas o título, e fiquei atordoada com a notícia.

 

“MORRE ROSE MCIVER, ESTUDANTE DE DIREITO, EM UM TRÁGICO ACIDENTE DE CARRO. ”


Notas Finais


O que acharam?


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