História Grace - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Visualizações 302
Palavras 2.632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, surprezinha na madru para vocês em agradecimento por serem tão maravilhosos.

Espero que apreciem!

Capítulo 8 - About her


Fanfic / Fanfiction Grace - Capítulo 8 - About her

Point of viw Grace Bloom

Eu havia deixado Justin com o Carl no jardim, eu queria que ele se sentisse mais a vontade e também eu tinha algumas coisas da banda para resolver. Hoje era o último show aqui em Los Angeles e entraríamos em férias de verão, a gente iria para uma igreja no centro onde haveria um evento jovem e nem tínhamos ensaiado. E agora estávamos aqui na minha suíte, eu, Henry, Bryan, Lou e o resto dos meninos. Estávamos ensaiando só voz e violão, decidindo quais músicas iriamos tocar, mas meus pensamentos vagavam e iam de encontro a Justin, lembrei de quando entrelacei nossas mãos e corei. Não sei porque fiz aquilo, eu só senti vontade, foi tão inesperada por mim quanto para ele, a minha atitude. Mas ele pareceu não se importar muito, pois assim que entrelacei nossas mãos e ele me olhou, ele apertou sua mão contra minha e logo um pequeno choque elétrico correu pelo meu braço fazendo com que cada pelinho do meu corpo se levantasse.

- Ow Grace, tá viajando? – Henry falou chamando minha atenção.

- Desculpa, eu estava pensando. – sorri fraco. – O que vocês falaram mesmo? – disse por fim.

- Nós já vamos, falta uma hora para irmos e precisamos nos arrumar. – Lou falou.

- Ok, meninos, vejo vocês lá em baixo então. – disse levantando-me da cadeira.

- O Bieber vai? – Bryan perguntou fazendo todos pregarem seus olhos em mim.

- Eu não sei, eu não mencionei nada sobre hoje com ele. – disse e os meninos assentiram, logo fizeram seu caminho para porta e saíram pela mesma a fechando sem seguida.

Assim que os meninos saíram, fui para o banheiro e me despi já dentro do mesmo. Justin não saia da minha mente, eu estava curiosa sobre sua conversa com o Carl, pensei em varias possibilidades de reações dele sobre a nossa relação com Deus, até que me lembrei de ontem a noite. Sim, o beijo, que beijo, fazia tempo que eu não praticava esse exercício e admito que voltei em grande estilo, pelo que entendo e é pouco, ele beija bem. Confesso que não esperava aquela atitude, a gente se conheceu não faz dois dias direito, mas minha reação foi tranquila, eu acho. Eu não levei tão a sério, porque levaria? De certa forma, ele é Justin Bieber e pode ter quem quiser, não que eu me importe, somos apenas amigos.

Terminei o meu banho e sai do banheiro enrolada em um roupão do hotel, andei em direção ao closet e tirei alguns cabides com roupas para que eu escolhesse alguma, acabei optando por um vestido preto de manga curta e seu comprimento ia a um palmo a cima de joelho, com uma pequena abertura em “v” na pontinha da lateral esquerda. Bonito, simples, confortável e perfeito para a ocasião. Enquanto me vestia ouvi ao longe o toque que avisava que havia chegado alguma mensagem no meu celular, andei em direção a cabeceira da cama e o peguei ligando o mesmo. Fui para caixa de entrada das mensagens e continham quinze, alguma da minha mãe e outras da minha irmã, mas a que me chamou atenção foi uma do Justin. Como ele tinha meu numero e como eu tinha o dele? Abri a mesma e em seguida lendo.

“O que irá fazer hoje a noite? Espero que não se importe de ter pegado o seu número. Xx, Justin.”

“Como consegui o meu número, seu cabido?” o respondi.

“Foi quando você estava super distraída devorando a coitada da lasanha, sua leoa. Agora responda a minha a minha pergunta, se possível.”

“Oh, quão cabido Justin Bieber é. Respondendo sua pergunta: vou para última apresentação em uma igreja no centro.”

“Oh, gostaria de ir mas você me avisa agora, como pode? Quando chegar avisa, pode ser? Gostaria de conversar um pouco com alguém, Ryan me abandonou hoje.”

“Pensarei no seu caso, Bieber. Xx”

Assim que mandei a última mensagem em resposta, entrei no banheiro e abri o armarinho tirando minha bolsinha de maquiagem, fiz uma leve como sempre e soltei meu cabelo que estava em um coque, meus fios caíram sobre meu rosto em um ondulado perfeito. Calcei o meu sapato preto com pequeno salto e peguei minha bolsa também presta, me olhei uma última vez no espelho e sai em direção a porta, passei pela mesma e a tranquei. Fui em direção ao elevador e agradeci mentalmente por já está aberto, um cara tinha chamado. Assim que cheguei ao térreo avistei os meninos a minha espera, pela primeira vez não tinha muita movimentação no lado de fora e agradeci por isso, fomos em direção a van e pude sentir alguns flash sobre mim acompanhado de algumas pessoas perguntando onde estava o Justin, ignorei, pelo menos não estavam muito perto, entramos na van e seguimos caminho ao centro.

Chegamos na igreja e o show estava ocorrendo normalmente, como os outros, pessoas cantando junto com a gente, louvando e adorando ao Senhor, todo mundo parecia está ali numa sintonia só, cada palavra de adoração cantada simplesmente afinada e uníssono. Era a parte que eu mais gostava das apresentações, era o momento que eu sentia a presença de Deus, o momento em que eu sentia suas mãos sobre meus ombros me apoiando, o momento em que eu sentia minha energia recarregada mesmo que eu estivesse gastando um pouco dela, mas era pela melhor causa, Deus. Henry tocava no piano a introdução da última musica da noite, a minha das que já escrevi, a escrevi em um momento de dificuldades mas como sempre Deus estava lá.

Take this fainted heart / Tome este coração desfalecido

Take these tainted hands / Tome estas mãos contaminadas

Wash me in your love / Me lave com Teu amor

Come like grace again / Venha como graça novamente

Eu cantava cada palavra com meu coração, com minha alma. Meus olhos estavam fechados e minhas mãos juntas segurando o microfone, Lou fazia a segunda voz deixando o momento ainda mais perfeito. Eu iria sentir falta disso tudo nessas férias, a gente já tinha viajado para tantos lugares, conhecido várias pessoas e culturas diferentes e agora era fim, pelo menos pelo resto do ano.

- Deixe-me ler um versículo que sempre me acalma. – disse enquanto Henry tocava o piano ao fundo. – Salmos cento e dezesseis: O Senhor é misericordioso e justo; o nosso Deus é compassivo. O Senhor protege os simples; quando eu já estava sem forças, ele me salvou. Retorne ao seu descanso, ó minha alma, porque o Senhor tem sido bom para você! Pois tu me livraste da morte, os meus olhos, das lágrimas e os meus pés, de tropeçar, para que eu pudesse andar diante do Senhor na terra dos viventes. – assim que terminei de ler, voltei a cantar o resto da música.

...

Eu já estava a caminho do hotel, o evento já havia acabado e tinha sido tão bom e puro como os outros, peguei meu celular dentro da bolsa e olhei a hora já marcava onze horas e três minutos da noite, abri a caixa de entrada e resolvi mandar uma mensagem para o Justin, já que ele havia me chamado para conversar.

“Bieber, chego em cinco minutos. Me encontra no jardim e leva um casaco extra, por favor, esqueci o meu no quarto. Xx, Grace.”

Não demorou muito para que eu chegasse no hotel, adentrei o mesmo acompanhada dos meninos e tudo estava um pouco deserto, com exceção de dois seguranças e a recepcionista que ainda dava seu expediente. Avisei aos meninos que não iria subir e que iria da uma volta no jardim, eles assentiram e seguiram para o elevador, em seguida agachei-me e mexi no fecho do meu sapato, libertando meus pés dele, peguei os mesmo em minhas mãos e segui em direção ao jardim, passando pela piscina senti a sombra da água bater em meu rosto e sorri, gostava do efeito que fazia. De longe pude ver Justin sentando em um dos bancos que estávamos a tarde quando nos encontramos com o Carl, ele estava distraído, cheguei por trás e pus as mãos em seus olhos os tampando.

- Oh meu Deus, vou ser sequestrado. – falou, não me contendo cai na gargalhada.

- Larga de ser bobo, Justin Bieber. – falei saindo de suas costas e parando em sua frente, notando que ele sorriu. – Como sabia que era eu? – perguntei.

- Seu perfume, não tem como não reconhecer. – sorriu fraco e eu corei de leve. – Pega o casaco, esta frio. – disse ficando de pé e pondo um casaco cinza escuro sobre meu ombros e eu sorri em agradecimento.

- Vem, vamos da uma volta. – falei começando a andar e ele me acompanhou. – Desembucha. – falei.

- O que? – me olhou confuso.

- Você me chamou para conversar, lembra? – olhei para ele incrédula.

- Oh, sim. – falou. – Eu estava pensando e lembrei que hoje estava planejando em te contar minha história no almoço, mas as coisas tomaram outro rumo e acabei conversando com o Carl. – suspirou.

- Oh, eu nem me lembrava que ainda não tinha me contado. – disse e ele riu fraco. – Aliás, falando em Carl, como foi a conversa? – perguntei curiosa.

- Maravilhosa, fez com que eu mudasse minha opinião sobre varias coisas e eu pude entender o verdadeiro significado de tudo. – sorriu e eu assenti. – Eu tive um momento a sós com Deus e conversei com ele. – disse por fim.

- Que ótimo, Justin, eu aprecio essa sua vontade de mudar. – falei. – Você sabe que pode contar comigo para ajuda-lo, eu prometi que faria e farei. – falei e ele assentiu.

- Grace, posso me abrir agora? – perguntou. – Eu preciso botar isso para fora. – disse por fim.

- Tudo bem, eu te ouço. – disse por fim.

Andamos até a piscina e Justin se sentou a beira da mesma, agachei-me pondo os sapatos e a bolsa de lado e logo sentei ao seu lado. Justin logo libertou seus pés de seu vans e pós dentro da água e eu fiz o mesmo, assim que pus os meus uma corrente passou pelo meu corpo, já estava frio e a água estava muito gélida, tirei meus pés de dentro e pude notar Justin rir.

- Como você consegue? – perguntei.

- Eu não sei. – disse sorrindo. – Grace, vou começar tá bem? – perguntou e eu assenti. – Tudo começou em 2011, quando conheci a Selena, nossos agentes resolveram que era bom para carreira de ambos começarmos um namoro de marketing, mas eu sempre fui de me apegar rápido as pessoas. – suspirou. – No começo era apenas dois amigos fingindo um namoro para mídia, mas as coisas começaram a mudar a partir do momento em que meus sentimentos já não eram mais os mesmos. Sim, eu havia me apaixonado de verdade, ela era boa para mim, a gente conversava sobre tudo, trocávamos carinho, saíamos sempre juntos e eu sentia que era ela, que era com ela que eu iria viver o resto da minha vida. – falou enquanto balançava os pés levemente sobre as águas e eu o ouvia atentamente. – Mas com um tempo as coisas foram esfriando, ela não era mais a mesma, me tratava mal, preferia estar com as amigas do que comigo, bem, eu não me importava tanto, mas eu estava em turnê e sempre que eu podia vê-la ela não estava disponível para mim. Meus amigos sempre me alertavam que ela não gostava de mim, que estava comigo por causa da minha fama, mas eu não queria acreditar, eu não via sentido nisso já que ele era famosa a mais tempo que eu. Cheguei a brigar com cada um deles, e fiquei sem falar com o Chaz por meses por causa dela, ele não gostava dela e muito menos ela dele, ela sempre conseguia me botar contra cada um deles, eu era muito influenciado por ela. – negou com cabeça. – Até minha mãe não gostava dela e dona Pattie é do tipo que gosta de todo mundo, tem um enorme coração, mas ela não aceitava Selena, ela dizia que ela estava me mudando e sempre que o assunto entre nós dois era Selena, sempre acabávamos brigando, eu brigava com minha própria mãe por ela. Chegou um momento do nosso relacionamento que ela me proibia de sair com meus amigos e de até falar com minhas fãs, minhas próprias fãs, a quem eu devia todo o sucesso que estava fazendo, mas eu obedecia por não querer confusão, odiava brigar. Eu era como um cachorrinho, ele tinha posto uma coleira em mim e eu não percebia, eu estava tão apaixonado que estava cego, eu nem ao menos via que o sentimento não era recíproco. – suspirou. – Até que chegou um dia em que eu estava de férias da minha turnê, chamei ela para jantar, mas ela negou o convite alegando não estar se sentindo bem, disse que ia ficar em casa descansando, então eu tive a ideia de fazer uma surpresa para ela, pedi a Mike que comprasse algumas rosas e chocolate, comprasse lanche para dois no McDonald’s e um pote de sorvete, já que ela não estava bem para sair, eu iria até ela. Mike fez tudo que eu pedi e então eu segui para sua casa, cheguei e os seguranças me deixaram entrar, minha entrada era liberada a qualquer hora, claro. Entrei na casa e estava um silêncio estranho, lá nunca foi assim, sempre barulhento por causa de suas amigas, então pensei que ela estaria dormindo e subi para seu quarto, quando estava me aproximando da porta ouvi leves gemidos e estranhei. – pausou. – Grace, eu fui tão estupidamente inocente que pensei que ela estava gemendo por estar sentindo alguma dor. – ele falava e eu podia sentir a dor em cada palavra que saia de sua boca. – Então pus minha mão na maçaneta da porta e a abri, eu me arrependendo até hoje de ter ido vê-la, eu vi o meu amor nua na cama, por baixo de um homem, eu paralisei e pude ouvir o barulho do meu coração se partindo em pedaços, que nem um copo de vidro quando cai ao chão. – meus olhos de calmos e serenos, estavam esbugalhados e demonstravam pena.

- Justin, eu... – tentei falar mas fui interrompida.

- Não, não fala nada Grace. – suspirou. – Tudo que vai dizer eu já ouvi. – disse e eu assenti. – Então depois disso eu perdi meu rumo, me joguei no mundo das festas, das drogas, saia com todos os tipos de mulheres para tentar tirar ela da minha cabeça, mas era em vão. Eu odiava o fato de ainda ama-la depois de tudo. – bufou. – Um dos motivos de eu tentar me jogar naquela noite, foi ela, eu admito, mas pelo o que ela fez eu me tornar, por ela ter acabado comigo tão facilmente. Eu não a amo mais, mas ainda estou juntando os pedaços do meu coração.

- Justin, ela não te merecia. – finalmente falei. – Eu vi algumas vezes em revistas fotos de vocês, me pareciam tão felizes. – suspirei. – Realmente as aparências enganam.

- Eu não desejo um coração quebrado nem para meus inimigos. – falou e eu assenti concordando.

Ficamos sentados ali naquela beira da piscina em silêncio, não estávamos incomodados, o silêncio naquele momento caia bem. Afastei meu corpo encostando ao de Justin e logo deitei minha cabeça em seu ombro, pude sentir seu braço passar pelos meus ombros me apertando mais para si, me aconcheguei mais em seu colo e com minha mão busquei pela sua, logo a encontrando e entrelaçando nossos dedos. Então ficamos ali, sentados, a brisa da piscina batendo sobre nossas bochechas causando arrepios, o frio naquele momento não nos incomodava mais pois o calor do nossos corpos nos aquecia. Talvez tudo que nos aconteceu fosse necessário para que hoje estivéssemos aqui abraçados, apreciando um o silêncio do outro e a calma que ele nos trazia.


Notas Finais


Ninguém merece isso que o Bieber sofreu! Tomara que a Grace o ajude a juntar os caquinhos, né?

Acabei de fazer com muito carinho, estava muito inspirada e quis postar logo agora, fique anciosa kkkk

Realmente espero que tenham gostado, até o próximo!

Com amor, Nahi. ❤


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