História Grand Prix - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Naruto, Piloto, Sasusaku, Sexo
Visualizações 1.139
Palavras 6.279
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Para todas que eu fiquei devendo one do SS Month, toma putaria.
Menines do grupo de Up: É NÓIS
Ingrid: ÕÕÕÕÕÕOÕÕÕOOOOOO AAAAAAAAAAAH ÕÕOÕÕÕÕÕÕOÕÕOOOOO AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH

Capítulo 1 - Pole Position


Fanfic / Fanfiction Grand Prix - Capítulo 1 - Pole Position

Sasuke Uchiha era o atual grande nome da Fórmula Um. Bonito, elegante, de uma linhagem de pessoas importantes, mas mesmo assim, fora do ramo de sua família. Era estranho ver alguém acostumado com outro mercado se dando tão bem naquele, mas vendo o carro de faixas verdes curvar na pista e ultrapassar três rivais, Sakura Haruno entendia o porquê. O cara dominava a pista.

Mais duas voltas e a corrida acabaria para o sossego dela e para o ápice da quebra de adrenalina dele. Ela estava atenta, sentada em um dos melhores lugares no camarote principal, sem acompanhantes, recebendo mais drinks do que era capaz de beber. Usava um vestido com aplicações de renda muito próprio para o horário daquele evento. Prendia mais a atenção dos Sheiks árabes do que a própria disputa.

Agora só faltava uma volta, ela observou acompanhando o carro com os olhos antes dele sumir em mais uma curva. Um assessor da equipe de Sasuke se aproximou e abaixou-se para convidá-la para o camarim. Sorridente, ela se levantou e levou junto a taça de champanhe que era a única coisa que bebericou durante toda sua estadia ali. O rapaz abria espaço e se comunicava por um Walk Talk com a equipe enquanto ela o seguia cumprimentando algumas pessoas conhecidas com gestos de cabeça e sorrisos amistosos.

Sakura era uma empresária do ramo dos cavalos, tinha um haras majestoso herdado do pai que, assim como apreciador desse animal, também era ex-piloto. Conhecera Sasuke em uma das visitas dele até a casa do Senhor Haruno onde tudo era filmado o tempo inteiro. Algum tipo de documentário pelo o que ela tinha entendido e no qual teve uma participação curta e interessante.

Ao contrário do que se era esperado para a filha de um campeão das pistas asfaltadas dos autódromos de todo mundo, Sakura só se interessava pela velocidade dos cavalos reais, não ligava para os mecânicos. Em cima de um dos puros-sangues árabes, era a rainha das pistas de terra. Ainda tinha sete anos quando competiu pela primeira vez para a total aflição da mãe e completo orgulho do pai.

Uma vez ou outra, Kizashi, o imperador dos motores, como era conhecido, precisava de uma companhia com a mesma conversa que ele. Era aí que entrava os rapazes como Sasuke. Era necessário atualizar a visão dos novos reis do asfalto com um pouco de sabedoria dos mais velhos. Sasuke não era estúpido a ponto de desfazer-se das opiniões de alguém tão influente quanto o Senhor Haruno e também não era idiota como os pilotos de profissão curta que vieram antes dele e depois de Kizashi. Esse último lhe confessou que a filha mantinha-se afastada o máximo que podia das pistas não só por não ter afinidade com aquele tipo de esporte como também por odiar as investidas dos novatos que queriam algum tipo de ibope em um envolvimento com ela.

Isso interessou mais ao Uchiha do que qualquer foto ou descrição. Humildade era algo muito importante para ele. Foi um dos principais ensinamentos que o pai deixara, sem nunca tratar alguém como inferior e proteger aqueles que não tiveram as mesmas chances que ele. E quando viu Sakura surgir na sala de estar para a parte da entrevista entre pai e filha, ele sentiu que tudo combinava.

Os olhos verdes dela iluminaram todo o cômodo, tornando desnecessárias as janelas grandes e as cores claras de toda a decoração. Ela cumprimentou o jornalista com uma educação e descrição incrível e apenas sorriu para ele trocando algumas palavras rapidamente antes de voltar toda a atenção para o pai.

Foi a primeira vez, depois do sucesso, que ele foi totalmente ignorado por uma mulher. E ele gostou disso.

Sakura se posicionou para continuar a entrevista, respondeu as perguntas com maestria e carisma ainda encaixada debaixo da asa de Kizashi. Eram pai e filha em uma reunião afetiva tão grande que deixou Sasuke um pouco acanhado e se sentindo excluído. Então, para surpresa dos dois, o jornalista chegou às perguntas sobre relacionamentos e família. Era como se desse o exemplo do que aconteceu com um dos pilotos mais renomados do passado e se era esse tipo de vida que o novo piloto almejava.

Mais explicitamente, o jornalista perguntou quais eram as ambições familiares do Uchiha.

Ele olhou para Sakura que o encarava com expectativa enquanto tinha o cabelo acariciado pelo pai, Sasuke tinha certeza de que aquela olhada não tinha sido ignorada pela lente da câmera. Ele não queria ser como Kizashi, queria ser ele próprio. Mas gostaria de uma companhia como a filha dele. Isso não podia negar.

— Tenho expectativas de encontrar alguém com um caráter compatível com o meu para formar uma família. Eu recebi valores dos meus pais que não quero abrir mão. Uma mulher com esses mesmos valores seria o ideal para um casamento. Pretendo criar meus filhos com a mesma dedicação que eu fui criado.

Seu olhar firme para o entrevistador foi o suficiente para ele passar para os próximos questionamentos sem tentar ser invasivo.

Era novamente a vez de Sakura responder quais eram seus hobbies e ela corou olhando para o pai antes de responder.

— Eu gosto de cuidar dos meus cavalos, então sempre que posso estou envolvida no banho e preparo diário deles. Também gosto de cozinha rústica e uso as acomodações do Haras pra preparar esse tipo de comida.

— Coisa que os trabalhadores agradecem sempre que acontece. — Kizashi era o pai orgulhoso que gostava de ostentar o resultado do seu casamento muitíssimo bem sucedido com Mebuki Haruno.

Mebuki, quando mais jovem, era uma famosa modelo que se encantou por ele e ele por ela. Quando se casaram tornaram-se um dos casais mais populares de todo o mundo e tiveram dificuldade em proteger Sakura da falta de privacidade que era a vida de famosa. Dentro do possível conseguiram oferecer uma infância normal para a menina, mas ainda achava que ela sentia falta de coisas comuns como andar na rua livremente ou não ser fotografada em cada fase da vida por câmeras que não pertenciam aos seus pais e muito menos foram contratadas por eles.

— Bem, depois de um dia de trabalho cansativo, é sempre bom ter um prato quentinho nos esperando. E funcionário feliz, empresa feliz. Gosto de manter o padrão Haruno no nosso Haras. — Sasuke a observou encarar a lente enquanto falava. Tinha firmeza, um olhar penetrante e era decidida com o que dizia.

Ele se ajeitou na poltrona em que estava sentado e sentiu uma áurea de tensão o envolver. Estava ficando sem jeito durante uma entrevista e isso era perigoso para si. Precisava voltar ao controle de suas ações. Sentou-se mais para a ponta do móvel, bebericou um pouco da água que estava na mesa em frente a si e voltou para a posição imponente que ocupava antes.

Sentiu-se analisado e pegou os olhos flamejantes de Sakura em si. Era possível se inebriar só com o olhar de alguém? Ela rapidamente virou o rosto se sentindo pega no flagra. Ele ainda viu suas bochechas avermelharem-se.

Voltou a focar no jornalista até o fim da entrevista. Quando se levantou para se despedir, Sakura ofereceu uma xícara de chá e ele aceitou estranhando o gesto enquanto a via sumir pelo corredor que levava a cozinha.

Kizashi ergueu as sobrancelhas e enquanto o acompanhava pelo mesmo caminho que a filha tinha feito, sussurrou para que ele pudesse ouvir:

— Ela gostou de você.

Não devia se sentir feliz com aquilo, mas se sentiu. Como também se sentiu quando ela aceitou sua sugestão de que podiam almoçar juntos qualquer dia, quando ela atendeu suas ligações, quando aceitou seu pedido de namoro, quando aceitou o pedido de noivado e quando aceitou viajar com ele na turnê dos circuitos pela Europa.

E Sakura relembrou cada um daqueles “sim” enquanto ouvia a torcida vibrar com mais uma vitória de Sasuke. Estava sentada em seu camarim quando ele entrou minutos depois, pronto para sair novamente. Ele abaixou a parte superior do macacão e ela viu a fina camiseta que ele usava encharcada de suor.

— Pelo estado da sua roupa, deve ter perdido dos quilos. Teremos que o alimentar bem para recup... — Foi interrompida com os lábios dele colados no seu.

— Quando sair daqui, quero perder mais peso e sei um ótimo jeito de fazer isso. — Sakura ofegava. O calor se espalhou pelo corpo dela enquanto ele aproveitou sua reação aturdida para beijá-la novamente. — Só quando sair daqui...

Dizia aquilo para si porque o braço já enlaçava a cintura dela pronto para suspendê-la em uma das mesas, afastar a calcinha e penetrá-la até sua adrenalina abaixar. Suas pernas estavam trêmulas assim como seu corpo, o coração gritava dentro do peito com tanta euforia que passou nas últimas horas e para acabar com todo seu autocontrole, ela estava absolutamente linda.

Afundou o rosto na curva do pescoço esfregando-se naquela parte sensível do corpo dela e inalando seu cheiro agradável e sensual. Sem pensar no que fazia, passou os dentes e a língua sentindo que ela se arrepiava com o toque. Subiu com beijos até a área abaixo da orelha e seguiu até o queixo que mordiscou levemente antes de beijá-la mais uma vez. Molhado, rude, totalmente apaixonado e sem resquícios de racionalidade.

Sakura amolecera contra ele, prensada contra a parede e usando seus ombros de apoio. Levantou uma perna para encaixá-lo entre as coxas. Sentiu que o macacão dele descia mais um pouco deixando que ela roçasse o membro totalmente ereto com a própria intimidade.

Estavam perdidos juntos. Sempre estavam. Sasuke não resistia, ela não dificultava. Eram a gasolina e um fósforo riscado. Totalmente compatível e altamente explosível. Ele procurava alguém que o completava e achou alguém que o transbordou. Era mais do que suficiente ter aquela mulher depois de um dia cansativo e era um prêmio saber que ela era entregue a qualquer momento.

Sasuke sugou seu lábio inferior enquanto apertava sua bunda com força. Gostava daquela parte do corpo dela e Sakura gostava da atenção que ele oferecia para aquilo. Arqueou-se para pedir mais e ele já estava afastando a calcinha.

Pancadas na porta fizeram com que se separassem antes de ouvir de um dos assessores pra que se preparasse pra receber um dos troféus e estourar o champanhe. Ele grunhiu em resposta e o homem foi embora.

— Isso ainda não acabou. — rosnou pra ela descendeu a boca para o decote do vestido e lambendo o topo dos seios. Desfez-se do laço das pernas dela e a forçou a andar até a porta, desistindo no meio do caminho de virar a maçaneta, fez Sakura apoiar as mãos na madeira e virar a bunda para ele.

Sasuke levantou seu vestido e sem cerimônia colocou a mão dentro de sua calcinha enquanto verificava o quanto estava úmida. Bombeou dois dedos dentro dela enquanto beijava as costas desnudas pelo corte do vestido. A fez gozar com o toque enquanto se aproximou de seu ouvido para sussurrar:

— Eu ainda não acabei. Eu vou foder tanto você que vai demorar dias pra gente tirar o cheiro de um do outro. — Ele ajeitou a roupa dela e se aprumou antes de abrir a porta e seguir para o pódio.

Com a visão nublada de prazer, ela o esperou com a equipe, não disseminando muito bem o que fazia ainda tonta pelo orgasmo recente. Só conseguiu recobrar a consciência quando o hino nacional acabou e os troféus foram distribuídos. Seu noivo estava exultante, erguendo o objeto dourado em comemoração. Ela o mandou um beijo quando ele pegou a garrafa comemorativa e começou a chacoalhar.

Sentiu as gotas de champanhe respingar em seu colo, encarou o noivo que sorria provocantemente sabendo que fizera aquilo de propósito e suspirou imaginando Sasuke limpando tudo com a língua. Foi só pensar nele que o viu andar em sua direção.

Era cumprimentado por muitos, mas o olhar tinha um foco. O próprio demônio fascinado com a nova alma que tinha adquirido. Ali, diante do público, Sasuke fincou as mãos em sua cintura a aproximando com rapidez enquanto a beijava calorosamente. A língua a experimentava, seu cheiro masculino invadia as narinas dela e a única coisa que Sakura podia fazer era se apoiar em seu corpo.

Ele se afastou com um sorriso diabólico quando ela percebeu que tinha soltado um gemido alto o suficiente para ser ouvida por pessoas próximas. Era fitada por olhares de compreensão e ironia, corou quando Sasuke a ergueu do chão a carregando mais uma vez para dentro do camarim.

Uma refeição e refrescos os esperavam quando ele a colocou no chão para fechar a porta. Era a trégua e a chance de tentar aplacar a necessidade sexual que Sasuke estava demonstrando sentir.

Sakura foi se sentar em sua cadeira, mas foi interrompida pela voz enrouquecida dele. Sasuke andava despreocupadamente aproximando-se aos poucos e a encurralando contra a parede, apoiou uma das mãos na lateral de sua cabeça e segurou seu queixo com um beliscão que a fazia entreabrir os lábios.

— Eu gostaria de ser alimentado pela minha futura esposa, agápi mou. — Não existia nada que deixava Sakura mais derretida do que quando ele usava termos carinhosos em sua língua nativa para se referir a ela.

— Me deixe andar até a mesa então, e me sentar. — murmurou enquanto observava seu olhar escuro vagar dos seus lábios para seus olhos luxuriosamente.

— Sente-se em mim. — Sakura estremeceu vendo-o rir com o efeito que provocara. O acompanhou até a cadeira que ele puxou.

Sasuke a sentou no próprio colo e separou as pernas dela colocando uma em cada lado dos seus joelhos. Apoiou as mãos em suas coxas acariciando toda a extensão da calcinha até o fim. Pousou os lábios molhados em suas costas e aguardou que ela reagisse.

O arrepio subiu pela coluna de Sakura e ela arqueou o corpo.

— Você está com gosto de champanhe, Sa-ku-ra, e isso é muito erótico.

— Você espirrou em mim de propósito.

— Juro que não, mas hoje à noite eu farei isso só para valer sua acusação. — Sakura inclinou-se para a mesa e pegou um pouco da lagosta que estava servida. Virou-se para oferecer a ele. Arrependeu-se quando ele sugou os seus dedos junto com a comida fazendo com que ela esquentasse mais do que já estava quente enquanto ondas de prazer se espalhavam por seu corpo.

Não aguentava mais aquela tensão sexual e sabia que Sasuke estava se segurando pra não deixar que seus anseios transbordassem. Ela já tinha experimentado daquela fúria dominante dele. A adrenalina o fazia não raciocinar e ele procurava outras formas de extravasar. Ela já tinha o flagrado usando um saco de areia pra isso rasgando o mesmo, então o viu usar a comida e engordar mais do que devia, até que ela se ofereceu e os dois tiveram o melhor final de semana regado de sexo de suas vidas.

Tudo começou com um toque em seu peito enquanto ele preparava pra socar mais um saco na academia e terminou com os dois exaustos em cima de um dos equipamentos de ginástica.

Aquela lembrança pequena a deu fôlego.

Não esperou ele dar o próximo passo, ela o atacou. Rebolava em cima dele friccionando o quadril contra seu pênis e o beijava. As mãos no encosto da cadeira a ajudavam a não cair enquanto o toque dele em suas nádegas era agressivo e estimulante.

Respirou fundo quando separou os lábios dele, então começou a falar. Boca com boca.

— Eu quero você. Forte e duro, dentro de mim. O mais fundo que conseguir.

Sasuke a fez desmontar dele e a colocou de bruços na mesa. Abaixou o macacão, jogou sua calcinha para o lado e meteu até a base. Viu quando ela arfou e deu um grito afogado. Impulsionou mais uma vez, segurando em seus cabelos. Ela era perfeita, a textura, os movimentos que fazia.

Sempre que a penetrava completamente, Sakura comprimia os músculos internos fazendo ficar ainda melhor a sensação de estar dentro dela. Ele estocava da ponta até o final, em desespero começou a abraçar seu tronco diminuindo a distância, encurtando os movimentos. Sakura gemia, ele dizia coisas sem sentidos. Afundou as duas mãos na bunda dela e grunhiu antes de gozar.

Sakura sentiu o líquido quente no mais profundo do seu interior. Se deliciou com a sensação, sentindo as gostas de suor escorrerem por seu corpo e ouvindo a respiração entrecortada de Sasuke bem perto de si. Ele ainda estava dentro dela quando o gozo escorreu pelas suas pernas.

Ainda queria mais. Fez um gesto com as costas e Sasuke se afastou, enquanto ela se arrastava para o chão totalmente trêmula. O segurou entre as mãos e começou movimentos ritmados antes de colocá-lo na boca e chupar. O envolvia com a língua se sentindo poderosa com cada murmúrio satisfeito que ele soltava. Estava no comando, o dominando como gostava de fazer. Quando tinha ele na boca, Sasuke ficava totalmente a sua mercê. Arranhou suas coxas e virilha, meteu tudo e depois se concentrou na glande.

O pênis de Sasuke tinha algo que a encantava, poderia chupá-lo sempre que quisesse. A textura, o gosto. Tudo era agradável ao seu paladar. Sugou a cabeça e ele grunhiu segurando a seus cabelos.

Sasuke gostava de quando ela era agressiva, ela usava os dentes de vez em quando e depois passava a língua como para recompensá-lo pelo castigo. Ele estava apoiado na mesa, ela ergueu os olhos para observá-lo.

O atual rei das pistas totalmente rendido pela boca dela. Aquilo acariciou seu ego, fazendo-a se empolgar mais. Sasuke a olhou, a visão daqueles olhos verdes o contemplando enquanto o chupava era quase tão erótico quanto os movimentos que ela fazia.

Enrijeceu enquanto ela se erguia e usava a mão para continuar o que fazia com a boca.

— Contra a parede.

Sasuke a ergueu pelos joelhos, a pressionou contra a parede e meteu mais uma vez. Seguia o ritmo que ela tinha usado com os lábios, Sakura arranhava suas costas e se movimentava como podia. Ele ouvia o barulho que os dois faziam e não podia ficar mais satisfeito.

Sua equipe já devia saber o que estavam aprontando. O certo seria ele almoçar com alguém importante, mas Sakura já era importante o suficiente.

E foder Sakura era ainda mais importante.

As estocadas eram rudes, Sakura se sentia arder. Colocou a ponta dos dedos no clitóris e começou a se estimular para acompanhar o prazer que estava sentindo. Gostava de Sasuke naquele estado, ele ficava mais desinibido, liberava a fera que tinha dentro de si e que ela só sabia da existência pelo olhar. Naquele momento ele era totalmente seu. Sem contratos, patrocinadores ou mídia. Só os dois. Carne com carne, pele com pele.

Sakura sabia que ele ia gozar, aumentou a fricção dos próprios dedos e se surpreendeu com o próprio orgasmo. Ele veio depois. Os dois moles contra a parede trocando olhares confidentes, se recuperando da respiração falha e das pernas trêmulas.

Sasuke salpicou beijos em seus lábios. Terno demais para o homem descontrolado que acabara de fazê-la ter um prazer tão intenso. Sakura apoiou as mãos em seu peito.

— Quero ir pra casa.

— Vamos assim que possível. Preciso que a imprensa se disperse. — Os olhos dela se semicerraram em teimosia.

— Sasuke Uchiha, você acabou de foder sua noiva intensamente depois de uma corrida importante e não fez esforço para deixar isso em segredo. A imprensa não vai se dispersar. Faça algumas declarações e vamos para casa. — Ergueu-se na ponta dos pés para sussurrar contra os lábios dele — Eu quero na piscina, na banheira e na sala de estar ainda hoje. Você ainda tem muito trabalho, pole position.

Novamente ele se ergueu e a ajudou a se equilibrar. Saíram do camarim tão rapidamente que deixaram alguns assessores aturdidos com a aparição repentina. A mão de Sakura estava enlaçada com a dele quando os seguranças começaram a correr para interceptar o piloto que seguia em direção à multidão em chamas da imprensa. Sasuke foi sucinto em suas respostas enquanto manobravam seu carro e o posicionavam na saída do autódromo. Tentava proteger Sakura de toda aquela movimentação e suspirou aliviado quando conseguiu entrar no automóvel e partir.

Demorava a se acostumar com uma pista com limites normais, então se esforçava para não pisar tanto no acelerador. Sua concentração se esvaía quando Sakura acariciava sua coxa ou se aproveitava de sinais vermelhos para beijar seus pescoço e tocar seu pênis por cima do macacão.

Ouviu algumas buzinas quando percebeu que o semáforo abriu e ela o encarou com o rosto mais cínico que podia enquanto sorria brincalhona.

Aquela era a mulher da sua vida. Quente, espontânea, carismática e linda. Absolutamente linda.

Sasuke voltou a se concentrar na pista. Era estranho não ter ninguém dando informações pelo fone do capacete e ter que obedecer sinalizações. Apertava os dedos contra o volante e respirava fundo.

Sakura aproveitava o câmbio automático para se aproximar mais dele. Ele sentia os lábios dela e tentava ignorar o que aquilo estava causando. Agradeceu mentalmente pelo vidro fumê bem escuro já que estava sendo seguido por fotógrafos. Cada foto de Sakura sendo atrevida valeria uma fortuna naquele momento.

Como se fosse alguma surpresa que os dois transassem. Eram jovens, saudáveis, no auge de suas vidas. Transar era mais do que aceitável.

Sasuke respirou aliviado quando viu a estrada que levava para seu condomínio. Cercada por muros altos, localizada bem em um vale, a casa de Mônaco era sua residência oficial e era onde ele e Sakura se instalariam definitivamente depois de casados. Por enquanto usavam os apartamentos espalhados pela Europa.

Contemplada por linhas e decoração minimalista, a mansão era como os donos: simples e elegante. Ou, como Sakura gostava de dizer, direto ao ponto, sem curvas, para facilitar o caminho.

O melhor de tudo estava na piscina que começava na Sala de Estar, protegida por portas de vidro e ia até o início da área de lazer que contava com churrasqueira, hidromassagem e um bar. A água climatizada, os mosaicos de azulejos, tudo parecia um perfeito cenário dos pensamentos eróticos que Sasuke estava tendo desde que Sakura citara aquela parte da casa.

Subiu as escadas junto com ela e entrou no banheiro da suíte que dividiam. O macacão, a regata e a cueca ficaram pelo chão. Os sapatos foram jogados para um canto e ele entrou no boxe abrindo a ducha. Estava de cabeça baixa, banhado em espuma, deixando a água cair por seu corpo suado e desgastado pelo exercício daquele dia quando ouviu a porta deslizar mais uma vez e sentiu as mãos de Sakura ajudá-lo com o sabonete.

Aquelas mãos exploradoras não demoraram muito para começar a masturbá-lo, mas seus planos eram outros. Bem distante daquilo que já tinha provado nesse mesmo dia. Ele se virou dentro do abraço dela, afastando gentilmente ela de seu pênis.

— Agora é a minha vez. — A apoiou no batente de azulejo cinza fosco que tinha dentro do boxe feito exatamente para aquilo, Sakura estava sentada e ele passou um dos dedos por sua vagina. Ela arfou em expectativa e ele sorriu com o efeito que provocava. Passou a usar o dedo indicador e o médio para acariciá-la e foi intensificando os movimentos conforme os gemidos que ela emitia. A penetrou e usou a palma da mão para continuar a masturbando.

Ela estava tão perdida na sensação que ele causava que quando sentiu o jato de água direto em seu clitóris, gritou de excitação. Sasuke continuava com os movimentos agora intensos e frenéticos enquanto ela arranhava suas costas, incapaz de conter o tremor das próprias pernas e se manter equilibrada sozinha naquele acento.

Ele usava a torneira móvel para melhorar a sensação que estava causando nela. Nunca tinha feito aquilo antes, mas ver Sakura gemendo e se contorcendo daquele jeito era a melhor visão para um campeão.

Sakura soltou uma sequência de gritos quando chegou ao orgasmo, inebriada por aquele êxtase, suas pernas tremiam e ela quase perdera a consciência. Sentia-se entregue a outra dimensão onde tudo que tinha era ela, Sasuke e o prazer.

Percebeu que o barulho de água tinha cessado e se viu envolvida pelos braços fortes de Sasuke que pegou uma toalha grande o suficiente para envolver os dois. Ele a carregou até a cama onde fez amor lentamente com ela, então adormeceram.

Acordaram ainda naquela noite, com os corpos doloridos pela atividade repetitiva durante o dia. Sakura foi a primeira a se levantar, colocou um robe cor-de-rosa e desceu as escadas. Sasuke não se importava muito com cores, mas qualquer cor em Sakura parecia melhor do que em qualquer outra coisa. Ouviu o barulho de um corpo mergulhando na piscina no andar de baixo e sentiu o sangue se localizar em sua virilha.

Novamente os pensamentos com aquela parte da casa aflorados pela sugestão de sua noiva o perseguiam.

Não se incomodou em colocar alguma roupa, desceu silenciosamente e pôde contemplar o corpo dela seguir de um lado para o outro na água, hora nadando de barriga para cima, deixando os seios a mostra, hora nadando de barriga para baixo, fazendo-o admirar sua bunda.

Ela devia ter percebido sua presença porque logo parou de nadar e foi até a borda da piscina apoiando os braços ali e o observando com aqueles olhos de sedutora. Sasuke não iria ceder, iria realizar cada um dos fetiches que inventara para aquele momento. Andou até a cozinha e abriu a porta da geladeira. Sempre tinha uma garrafa de champanhe por ali. Não pegou taças, apenas a garrafa e voltou para onde sua sereia de estimação estava. Agora ela boiava despreocupadamente, mas Sasuke via sua feição contrariada. Não tinha gostado da desfeita.

Ele se sentou na beira da piscina, somente os pés na água. Ela o olhou de rabo de olho e ele a chamou com uma das mãos.

A garrafa de champanhe já estava destampada. Sakura se apoiou em seus joelhos, ele separou seus lábios com o polegar, colocou o gargalo em sua boca e ordenou:

— Chupa.

Ela não sabia o que ele pretendia então fez o que ele mandava. Confiava em Sasuke. Sentiu o líquido borbulhante preencher a própria boca e se lembrou do que tinha feito mais cedo dentro do camarim.

Sasuke achou que ela tinha corado pela ordem dele e riu.

— Você gosta, agápi?

— Sim.

— Deixe-me provar. — Derramou mais um pouco de bebida em seus lábios e a beijou voluptosamente a tirando da água. Seu corpo molhado se unia ao dele e ele a deitou no chão posicionando a garrafa ao seu alcance. Foi a vez dele de entrar na piscina. A puxou pelas pernas e mergulhou o rosto entre suas coxas.

Começou com um beijo, tateou o chão até pegar o champanhe. Derramou um pouco embaixo de seu umbigo e esperou o líquido escorrer por entre os lábios dela antes de buscar tudo com a língua. Sakura arfava enquanto ele a provava. Era a mesma sensação inversa.

Ela estava totalmente sob seu domínio, ele exercia o poder ali e ela gostava daquilo. Gostava e pedia por mais. Ele não usou mais o champanhe, a penetrou com a língua apenas sentindo o gosto dela. Sakura era macia, boa de lamber e chupar. Ele adorava fazer aquele tipo de coisa com ela. Gostava do jeito que ela se entregava sem reservas.

Já Sakura, não sabia mais onde estava, só sentia. Sentia as pedras do piso contra as costas, o doce do champanhe se misturando com sua pele e a boca de Sasuke fazendo amor com ela do jeito mais profundo que conseguia descrever. Pensava que iria se desmanchar, algo dentro de si derretia e começava a escorrer. E quando ele soprou entre uma lambida e outra, Sakura tremeu e gozou.

O primeiro squirt dela. Sasuke riu satisfeito. Ele cobriu o corpo dela com o próprio e lambeu seus seios. Sakura tinha seios pequenos e sensíveis, ótimos de brincar. Ele chupou as pontas até endurecê-los mais do que já estava, então derrubou champanhe no vale entre eles e sugou tudo.

Daquela vez a penetrou devagar, sentindo centímetro por centímetro enquanto ela se enrijecia em volta dele. As estocadas eram lentas, suas testas estavam apoiadas e ele a olhava dentro dos olhos. Pronta pra mais uma, totalmente satisfeita com aquelas sensações que ele estava causando.

Quando chegaram ao orgasmo, separadamente, ela só o abraçou e se aquietou contra o corpo dele. Precisava senti-lo.

Sasuke passou o nariz por seus cabelos úmidos sentindo seu cheiro de mulher. Se jogou para o lado dela e a admirou. Ela ficava linda nua a luz da lua. Ela ficava linda de todos os jeitos. Sentiu-se eufórico com a perspectiva de que em breve, ela seria sua esposa. Formariam uma família, uma vida, dividiriam tudo nos mínimos detalhes. E o melhor era perceber que após coisas que exigiam seu esforço extremo, como a corrida daquele dia, ela estava sempre pronta para ajudá-lo a relaxar.

Era sua âncora e porto seguro. Poderia voltar sempre que tudo saísse dos eixos, os braços dela estavam abertos para ele por tempo indeterminado. Ele só tinha que valorizá-la e fazê-la se sentir amada pra que ela não precisasse nunca recorrer a outro lugar ou outro alguém.

Passou a mão pelo rosto dela e ela fechou os olhos apreciando o carinho. Sakura estava mais do que satisfeita depois de ver o olhar amoroso que ele lhe lançava. Tinha certeza agora que tudo estava certo. Não era loucura assumir um relacionamento com alguém tão distante para os outros porque, para ela, ele estava sempre ali. Tudo tinha ido rápido demais, obviamente, casais normais talvez tivessem números maiores de encontros, de namoro, de jantares e por aí vai. Mas os dois tinham pressa.

Pressa de compartilhar momentos como aqueles. De solidão. De privacidade. Momentos em que contavam somente um com o outro, prontos pra fazer o que tivessem que fazer quando o outro necessitava. Eram feitos de moldes diferentes, porém eram moldes compatíveis.

Sakura rolou para cima do corpo dele e o beijou. Já não era tensão sexual, era algo mais profundo e carinhoso. Sasuke aceitou os beijos e correspondeu. Afundou a mão em seus cabelos, abraçou sua cintura e aproveitou a sensação do corpo macio contra o dele.

Mordeu os lábios dela e desceu a mão para sua nádega apertando firmemente.

Sakura riu entre o beijo e o abraçou com mais força. Era como uma competição de quem fundia mais o corpo de um no outro. Nenhum dos dois venceu.

— Não se distraia. Nós ainda temos a cozinha, meu amor. — Ele não acreditou quando ela se levantou e entrou em casa. Os quadris ondulando enquanto ela andava em uma dança sensual. A observou aturdido antes de se levantar e a seguir.

Ele a encontrou abrindo as portas dos armários planejados. Os seios acompanhando os movimentos subindo e descendo bem a vista dele. Sasuke se sentou diante do balcão enquanto ela cozinhava o que podia para o jantar. Preparou massa com enlatados, algo simples que ele gostava de comer. Assim como ela.

Quando ela o serviu e o beijou, ele perdeu a concentração. Mas seu corpo não permitiria que ele abandonasse mais uma refeição então continuou a comer. Sakura se sentou ao seu lado puxando o banco alto para perto dele. Era seu jeito de gata, como ele gostava de pensar. Quando queria carinho invadia o espaço alheio e se escorava nele. Ela comia em silêncio balançando um dos pés enquanto uma perna estava dobrada embaixo do corpo.

— Sabe, eu não me sinto cansada apesar de tudo. — Ele a observou sem parar de comer. — E isso é engraçado porque eu sou a que cansa mais rápido de nós dois e você sabe disso. Mas... Eu me sinto revigorada. Pronta pra outra. É como se eu não pudesse me desfazer da oportunidade de estar junto de você. Sabe o que é isso?

— Sei. — Ele terminou de mastigar e se inclinou para perto do rosto dela. — É tesão. — Beijou sua bochecha antes de voltar para a posição anterior.

— Ah, seu bobo, você sabe que não é só isso. Você também sente. Não pode me ver que quer me atacar.

— Eu não ataco você. — Ela o olhou debochadamente antes de mostrar o pescoço onde uma mancha roxa começava a se formar.

— Eu tenho marcas de guerra para provar o contrário.

Sasuke semicerrou os olhos analisando o hematoma enquanto ela ria.

— Isso é sério? — perguntou aturdido.

— Meu bem, é só um chupão e não é o primeiro que você me faz. — Ela riu com mais força quando viu que ele corou. — Você fica absurdamente lindo de bochechas vermelhas, meu amor. Vou trabalhar pra deixá-lo envergonhado mais vezes.

Ele não respondeu a provocação e continuou a comer quando sentiu a mão dela em sua coxa. Sasuke a puxou pelo pulso e beijou sua palma. Era um gesto confidente dos dois. Sakura suspirou e acariciou sua bochecha com a ponta dos dedos. Ele ia colocá-la em seu colo quando ela se levantou, lhe deu um selinho e foi para o outro lado do balcão.

Sasuke cruzou as mãos diante do rosto e a observou.

Sakura se impulsionou para cima do balcão ficando inicialmente de costas pra ele. Sua surpresa foi quando ela começou a se divertir sozinha. Subindo as mãos do quadril até os seios, ela apertava os bicos que ele gostava de sugar e suspirava de prazer.

Ele conseguia ver sua pele arrepiada e sentiu-se endurecer aos poucos. Ela sabia que ele era visual, se aproveitava daquilo quando queria preliminares. Virou-se e estendeu um dos braços para trás pra se apoiar enquanto esticava as pernas. A mão livre desceu dos seios e fez o caminho pela barriga até chegar à vagina.

Ela fez o inesperado, ficando de frente para ele com as pernas separadas enquanto se masturbava livremente. Os dedos subiam e desciam, hora penetravam e estocavam. Seus olhos estavam fechados, os lábios entreabertos enquanto ela gemia seu nome baixinho.

Sasuke percebia os movimentos que ela fazia, a forma que gostava de ser tocada. Afastou o prato para o lado deixando o caminho livre para ele. Se levantou do banco, passou os braços por debaixo das pernas dela e apoiou as mãos em seus seios massageando. Desceu a cabeça para chupá-la mas ela o afastou fazendo um gesto negativo com o dedo diante do seu rosto.

— Fique só observando. — Voltou a se acariciar.

Sasuke apoiou a cabeça em sua coxa sentindo os tremores de excitação na carne macia. Beijou a parte interna e mordeu levemente. Repetiu o mesmo gesto do outro lado.

Continuou estimulando os seios dela, prendendo os mamilos entre os dedos e apertando. Sakura se arqueou para frente em um pré-orgasmo. Seu corpo se movia impulsivamente, a masturbação ficou mais frenética até que ela convulsionou em prazer.

Ele aproveitou o momento de distração e chupou todo o gozo que ela jorrara intensificando o orgasmo.

Depois de terminar, montou sobre ela e a beijou. Sakura deslizava a mão pelo seu pênis e o empurrou com a outra. Separaram-se, ele a ajudou a descer do balcão, a apoiou de costas pra ele e ia penetrá-la profundamente.

— Só a cabeça, Sasuke.

Ele obedeceu. Ela se movimentou lentamente, mantendo o prazer só na parte inicial do seu pênis.

— Eu gosto tanto do quanto você é grande...

Aquilo fez seu ego ficar maior do que já estava. Em um só dia tinha vencido uma corrida importante, ficado em primeiro lugar na competição, fodido a mulher da sua vida e ainda sido elogiado por ela.

Ergueu um dos joelhos de Sakura e o apoiou no balcão. Agradeceu por ela ser tão flexível. Estocou até a base e mordeu as costas dela.

Sakura sentiu a nádega direita arder e rosnou de prazer quando a palma de Sasuke atingiu a esquerda também. Começou a se movimentar rudemente como ele. Arfava e arranhava a superfície de madeira.

Os braços estavam esticados em redenção, levou uma das mãos para o cabelo dele e virou o rosto para encará-lo. Sasuke estava concentrado, forte e rápido, ela o adorava.

— Isso é tão bom com você. Tão fodidamente bom.

Ele sorriu. Um sorriso vitorioso, então estocou fundo e a abraçou pela cintura. Gozou dentro dela e aguardou quando ela também foi ao orgasmo.

A beijou na testa enquanto a erguia do chão. Subiu as escadas mais uma vez e voltaram para a cama.

Sakura dormiu quase imediatamente enquanto ele acariciava seus cabelos. Sasuke a cobriu, mas demorou a pegar no sono. Sua mente divagou durante os acontecimentos daquele dia. Ele apoiou o nariz no topo da cabeça dela sentindo seu cheiro.

O controle tinha sido devolvido. Ele já podia descansar.

Acordou no dia seguinte com o barulho de alguma coisa caindo no banheiro. Abriu os olhos imediatamente e viu Sakura colocar a cabeça para fora o olhando preocupada.

— Derrubei a maquiagem, desculpe.

Ela sumiu novamente enquanto ele se preparava para levantar. Os músculos doíam de tensão e esforço. Respirou fundo antes de colocar os pés para fora da cama.

Abriu a porta do banheiro e pegou Sakura ainda de calcinha e sutiã se maquiando.

Voltou para o quarto, pegou o celular e retornou para onde tinha deixado a noiva confusa.

— O que houve?

Ele começou a gravar um vídeo e ela sorriu.

— Eu estou seminua, você tem certeza?

— Sim. Também estou seminu.

Sakura deixou o rímel que aplicava em cima do balcão da pia e retornou sua atenção para ele.

— Que tipo de vídeo quer gravar?

— Um agradável.

— Certo.

Sasuke sorriu ao vê-la se agachar em sua frente novamente. Com ele na boca e os olhos erguidos, Sakura era sua musa. Parecia exultante e vitoriosa diante da lente do celular, descendo e subindo com a boca por todo seu pênis.

Ele acariciou seus cabelos antes de comentar:

— Era essa a expressão que eu queria.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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