História Grande Paixão - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 14
Palavras 1.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem, desculpa a demora e que ando muito ocupada

Capítulo 21 - Reconhecimento


Fanfic / Fanfiction Grande Paixão - Capítulo 21 - Reconhecimento

É normal sentir medo só os monstros não têm medo alguém sussurrou isso para mim num sonho e me lembrou que não importa quantos pesadelos "Freddy " nos traga, nós os vivos temos que acordar e enfrentar os monstros
   (Screram) 


 Alguma vez já sonhou que estava gritando por socorro mas sua voz não saia e ninguém te escutava? Essa é uma sensação desesperadora tornando-se um doloroso pesadelo quando você a vivência todos os dias um após o outro e para meu total desespero esse não era um pesadelo que a qualquer momento poderia acordar nao esse pesado é muito diferente ele é diferente porque ele e real para mim 

  Encontrava-me amarada em pé em uma espécie de X enorme feito de madeira, estava em uma sala com pouca iluminação era diferente do meu cativeiro pois esse comudo nao tinha movel exceto por uma mesa ao longe que tinha varios objetivo sobre ela, objetos dos quais nao fazia ideia de que era e para que sérvia. Estava vestida com uma espécie de top tomará que caia e um shorts de ginástica bem curto

 Apos um longo tempo ouço o barulho da porta se abrindo e logo em seguida se fechando, meu coração começa a bater forte, ouço passos lentos em minha direção, nao estava com um bom pressentimento, por duas semanas eles nao fizeram nada comigo, acho que isso estava preste a mudar, abaixo a cabeça e olho por chão a espera da pessoa que vinha ao meu encontro, ele para diante de mim, levando os olhos lentamente, e o corpo muscular era um pouco familiar, quando olho para seu rosto fico horrorizada era Enrico, o professor, fiquei em choque e depois de um tempo percebi que não estava respirando puxo o ar com força, ele não demostra qualquer reação. 

 ― Porque? ― pergunto pois e a unica coisa que consigo pensar  

 ― Muitos motivos, particularmente nao gosto da sua Família -fala se distanciando indo em direção a meça Fico observando e consigo ver que ele pega uma facar, ah meu deus eu vou morrer 

 ― Voce vai me matar? ― pergunto com a voz rouca e trêmula

 ― Matar você? -pergunta surpreso - ô nao, eu preciso de você, então porque eu a mataria? -pergunta curioso  

 ― Porque você precisa de mim? O que quer? -pergunto com medo E percebo um grande sorriso de felicidade em seus labios ele e doido essa e a unica explicação logica em que consigo pensar 

 ― Nao seja curiosa querida America tudo em seu tempo ― fala andando em minha direção a cada passa que ele dava mais nervosa eu ficava, o que ele vai fazer ? Entao ele fica frente a frente comigo a respiração a mil, eu esta trêmula com mêdo ele me olha e lentamente abre a boca

 ― O.Show.Vai.Começar.―fala lentamente para que eu possa entender perfeitamente cada palavra 

 Entao ele passa a faca de leve em minha bochecha fazendo um corte, dói bastante porem e uma dor suportável O sangue escore pela minha bochecha ele sorrir e logo em seguida passa a faca no meu ombro, fecho os olhos com força e sindo a dor queimar me minha pele

 ― Vou explicar as regras do jogo quem desistir por última ganha, então se você desmaiar eu ganho e como meu prêmio vou castiga-la,  se você conseguir aguentar sem desmaiar ou chorar por uma hora você ganha e como prêmio não venho visitá-la por dois dias ― fala com a voz aveludada 

Engulo em seco,sem conseguir controlar nenhum músculo do meu corpo, medo e o único sentimento que percorre em minhas veias nunca sentir tanto medo em toda minha vida Ele passa a faca no meu braço fazendo um caminho do ombro ate o cutuvelo pressiono os lábios para não gritar e reuno força para não deixa as lagrimas se formar em meus olhos esse corte e mais profundo, ele dói ,queima, ardente,o sangue escorre pelo braço e algumas gotas cai no chão o cheiro de ferrugem entram em minhas narinas queimando tudo por dentro minha boca fica seca,então sem qualquer aviso ele da um tapa em meu rosto,

  ―  Grr ― resmungo meu rosto arde  é lágrimas se formam em meus olhos sinto um gosto amargo na boca, ele me Dar outro tapa só que dessa vez do outro falo,cuspo o sangue que se acumula em minha boca

  ― Por favor para eu faço qualquer coisa ― imploro quase chorando  

―  chora que eu paro ― sussurra e dessa vez me da um soco da barriga 

 Lágrimas começam a rolar em minhas bochechas e um sorriso maléfico surgem eu seu rosto, um calafrio percorre minhas veias junto com o medo nesse momento já não consigo controlar meus sentimentos e lagrimas saiem sem parar estou aos prantos e a cada  Lágrima que sai mais meu corpo dói qualquer movimento que eu faço eu sinto a dor mais forte latejando 

 Ele me desamara e caio de joelhos o contado com o chão faz meu corpo doer em seguida ele me puxa colocando-me de pé puxa meu top rasgando-o e me coloca de frente para ele coloco meus braços em trono de mim e ele os tira com força apertando meus pulsos

  ― você é muito bonita America ― Disse cravando seus olhos em mim, ele me puxa pelo braço ate o fim da sala onde tem uma cama que não tinha visto antes,ele me joga em cima dela e senta em cima de mim em seguida ,puxa meus braços com agressividade causando mais dor ao braço a qual ele cortou ele prende cada um do lado da cama as algemas estão geladas e apertadas machucando meus pulsos quando me mexo, ele sai de cima vai ate a mesa e pega uma espécie de aquário onde tem uma cobra Começo a me debater 

―  por favor não por favor ― choramingando desesperada ― por favor qualquer coisa menos isso

 Ele não diz nada apenas a joelhas-se no pé da cama tira a cobra amarela com lista branca e coloca em cima de mim,fecho os olhos com força me contorcendo,o toque frio da cobra me dar calafrios, não me mexo consigo reunir forças para ficar imóvel, ela começa a fazer um barulho e se mexe em cima de mim 

  ― por favor ― murmurou baixinho entre lágrimas 

 A  cobra rasteja, deixando marcado o lugar por onde passa pois consigo sentir ela por onde já passou o frio e arrepio que ela me causa

 Ela desse de mim devagar Rastejando pelo meu braço, ouço seu barulho a centímetros do meu ouvido não arrisco abrir os olhos pois sei que se fizer não conseguirei me controla 

 Ate que tem um momento que o barulho fica cada vez mais longe e abro os olhos e vejo que a cobra já não esta do meu lado, suspiro aliviada mais logo me arrependo pois Enrico fica de frente para mim  

― você se saio muito bem hoje ―  me elogia com um olhar orgulhoso  

 Quero chorar , gritar que ele é um louco ,psicopata uma pessoa doentia mas fecho os olhos com força e choro em silêncio 

 Ouço a porta abrir e quando Abro os olhos percebo que estou sozinha Minutos depois o homem que me leva comida surge em minha frente ele tira as algemas  

―  levante e me siga ―  diz autoritário

 Assim eu fasso, coloco meus braços em torno do corpo e caminho ate a porta então ele para e dou um passo para trás Ele se vira e vejo que tem uma faixa nas mãos

  ― viri-se ― manda, eu me viro ele amara a faixa em seus olhos não consigo enxergar mais nada, segundos depois sinto suas mãos em minhas pernas,meu corpo fica rígido e ele me coloca em seu ombro, caminha um pouco ate que ele me coloca de pé tira a faixa e sai deixando-me sozinha em meu cativeiro   


Notas Finais


Bjs ate.o próximo


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