História Grande Paixão - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 6
Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem 😘

Capítulo 22 - Cativeiro


Fanfic / Fanfiction Grande Paixão - Capítulo 22 - Cativeiro

Nunca foi sensata a decisão de causar desespero nos homens, pois quem não espera o bem não teme o mal.
Maquiavel 




A agua escore pelo meu corpo, com a esponja em mãos esfregando-me com força tentando tirar a sensação fria da cobra sobre mim ,um ato em vão,toda vez que fecho os olhos vivêncio cada segundo outra vez e eu sei que esse não será a última, começo a chorar sento-me no chão frio deixando a agua levar minhas lágrimas

Antes de dormir todas as noites sussurava baixinho ― vai ficar tudo bem. Vai fica tudo bem não desista vai ficar tudo bem,amanhã vai ser diferente― repetia essas palavras entres lágrimas essas simples palavras com significado tão grande se tornaram minha oração todas as noites Antes de dormir

Mas nunca era diferente era sempre o mesmo tormento sempre a mesma dor devastadora sempre a mesma angústia sempre o mesmo gosto de ferrugem e o mesmo cheiro

E já estava perdendo as esperanças de que alguém viesse ao meu socorro

Já era um novo dia, meu café da manhã já estava a minha espera mas fome era uma das muitas coisas que já não sentia

Alguns dias tinham se passaram, no começo pensei que com tempo Enrico se cansaria e logo desistiria desse seu doentio passa tempo mas estava enganada quando mais tempo passava mais ele se divertia vendo meu sofrimento mais ele apreciava minha dor

Meu corpo estava marcado com cicatrizes, minha calma foi quebrado feito vidro e a cada movimento que eu dou eu me corto em meus cacos

Quando acordo vejo que estou suspenso pelos braço por cabos presos ao teto e Enrico a minha frente com seu brinquedo favorito

 ― você está bem ? ― pergunta com falsa preocupação

 ― faz diferença minha resposta,não é como se você se preocupasse ― murmuro

 ― e claro que eu me preocupo ― Disse andando lentamente em torno de mim

Ele mexe a faca lentamente, examinando cada pedaço

― Quer saber porque gosto de faca? ― pergunta pensativo

 ― não ― disparo

 ― As armas são rápidas demais, e com elas eu não consigo sentir as pequenas emoções ― ao terminar de fala sinto um dor aguda queimando em  minhas costa e então o cheiro de pele queimada entra pelas minhas narinas causando-me enjoou, eu grito de dor e choramigo

 ― porque não me mata logo ?― pergunto com dificuldade

Ele fica na minha frente e vejo um isqueiro em sua mão

 ― Eu não vou mata-la, eu vou te machucar muito,muito mesmo ate você implora para morrer, não vou apenas torturar você  por fora mais também por dentro ― sussurrou em meu ouvido

Ele acende o isqueiro e fica contemplando a chama,meu corpo treme e logo ele passa as chama no meu antebraço,fazendo-me contorcer de dor

 ― Desista,não adianta só vai melhorar quando você morrer ― Disse calmante

― Vai pro inferno ― sussurro entre os dentes

Sua calma é o que  me dar mais medo como alguém consegue sentir prazer causando dor em outra, como pode existir pessoas tão cruéis

A vida não é fácil disso eu já sabia o que não sabia e que a minha vida seria tão difícil,eu sempre soube que o mundo e um lugar ruim que existe pessoas capazes de tudo só não tinha conseguido saber a proporção de toda essa crueldade mesmo depois de tudo que eu estou passando não sei como eu ainda estou surpresa com seu jeito frio.

― Eu estava lá quando seu coração se quebrou em milhões de pedaços ― Disse se distanciando e indo ate a mesa então continuou falando

― não desista de mim, diga que me ama diga que...― interrompo

― Cala a boca ―falo entre os dentes

Como ele sabe disso? Eu e David estávamos sozinhos não estávamos ?

―ôôh acho que pisei em um calo ―fala caminhando  lentamente e vejo que esta com alguma coisa nas mãos ― sabe acredite ou não ele escolheu deixá-la ―murmura

Ele  fica de frente para mim e vejo que esta com um chicote nas mãos

― aquela cena foi patética você sabe não é mesmo.

Agora não estava mais com medo porém meu corpo tremia mas tremia de raiva esse era agora o sentimento que estava percorrendo minhas veias

― Ele não a ama, enquanto você esta aqui sofrendo ele está curtinho a vida com outra garota qualquer  que não é você

― Cala.a.boca ―grito e ele bate na minha perna o barulho do chicote estrala em meus ouvidos minha pele arde e o sangue escorre, lagrimas de dor rolam e de  raiva também, porquê ele está fazendo isso ?porquê comigo?o que eu fiz? Suas palavras estavam me machucando mais do que a dor que o chicote me causava

― Sabe o que ele fez quando você foi embora? ―pergunta me batendo repetidamente no mesmo local

― Aargg ― grito de dor, minha pele arde agora em carne viva a dor e aguda lateja e tão forte que  fica difícil respirar ,tento respirar fundo

― ele beijou...corto ele no meio da frase

― Eu.mandei.você. calar.a. porra.dessa.boca. ―disparo com raiva vejo surpresa em seus olhos então continuo ―Sua vida deve ser uma porcaria só assim explica o fato de você  causa um dor infernal em uma pessoa é achar prazeroso você é um mostro, sua mãe deve ter sido uma vadia que te espancava ate você desmaiar

Seu semblante muda se antes eu achava seu rosto de um monstro agora eu sei como é um monstro de verdade ele respirava rapidamente com força estava visivelmente transtornado meu coração acelera esquecendo por um leve segundo a dor da minha perna então ele me olha com um olhar assassino tudo aconteceu muito rápido em um minuto estava amarrada no outro meu corpo se choca com o chão e ele me arrasta ate o final da sala jogando-me  em uma cadeira amarrando violentamente minhas mãos para trás, fico terrivelmente assustada

―o que você vai fazer ? Pergunto temendo a resposta

Ele me olha com um olhar assustador
Desvio meu olhar do seu rosto para suas mãos e vejo um saco plástico

Pânico percorre por minhas veias, me remexo tentando sair da cadeira mas a única coisa que consigo e perde o equilíbrio e caio de cara no chão

Uma dor terrível começa a lateja em minha testa,minha vista ficar um pouco embaçada e sinto algo quente escorrendo

Ele levanta a cadeira com um mínimo de esforço

― Parabéns,você acabou de ganhar mais uma cicatriz  ―Disse mal morado

Como se ele ligasse, afinal de conta  uma cicatriz a mais ou uma a menos não faria diferença em meio a tantas que eu já tenho

― Você me deixou muito mal morado, e vai pagar por isso― Disse levantando o meu queixo

Estremeço, eu tinha a opção de ficar calada, e aguentar a dor que estivesse por vim, porem estava farta de tudo isso queria que as piores coisas acontecem com ele queria que ele sofresse , eu queria fazer ele sofre entretanto presa em suas mãos nesse inferno minhas opções são bem limitadas portanto escolho a única que arma que eu tenho as palavras

― Não tenho medo de você ―Disse o que não era exatamente mentira claro que eu tinha medo tinha medo que ele fizesse algo pior do que ate agora ele já tinha feito o que não seria impossível, então continuei ― cria de demônio ― sussuro para ele

Ele cerra os dentes, solta meu queixo e me dar um tapa

― Não fale dos meus pais ―Grita com raiva ― você não sabe nada sobre mim

― Tem razão a única coisa que eu sei e que você é um psicopata que não gosta da minha família, e que seu passatempo favorito e me torturar por causa disso

Ele me olha serio, sem qualquer aviso coloca o saco plástico em minha cabeça privando-me do ar...


Notas Finais


Bjs ate o próximo


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