História Grão de Areia (HIATOS) - Capítulo 11


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Selena Gomez
Tags Ashton Irwin, Selena Gomez
Exibições 103
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


** ATUALIZAÇÃO SOBRE A ESTÓRIA **
gente eu mudei o tempo em que se passa, ou seja, antes eram 100 dias, mas agora são 50. O motivo? Não haveria conteúdo e eu que errei de colocar tantos dias. Em geral, as datas (como a estória se passa em junho/julho/agosto) continuam as mesmas!!!
Contando com esse capitulo, são 26 dias antes do final ou de um novo começo.

Capítulo 11 - Minha neta se chamava Selena Marie Gomez.


Fanfic / Fanfiction Grão de Areia (HIATOS) - Capítulo 11 - Minha neta se chamava Selena Marie Gomez.

XI.   “você tem aquela cara
que quase diz
 “amor, eu só sirvo para despedaçar seu coração”.”

•••

Encolho meus ombros por ele me olhar de jeito intenso, suas mãos ainda estão em meu rosto, esse, esquenta e ganha tom avermelhado com o passar dos segundos. Encantada, é assim que me sinto por ele. Os olhos esverdeados encarando-me, a respiração ofegante e seus lábios vermelhos e entreabertos. Cada detalhe, cada gosto e toque. Encantador.

— Então... – murmuro baixinho — É nesse momento que um de nós foge constrangido? – pergunto fazendo-o rir.

— Você quer fugir? – nego, ele sorri — Muito menos eu. Você é linda.

Suspiro, minha mente se embola com o tanto de pensamentos que há. Uma parte de mim diz ele estava proferindo aquilo apenas para me fazer um agrado, afinal, é isso que homens como Ashton fazem para garotas como eu, favores.

— Ashton não minta para mim. – peço, mordendo meu lábio inferior. Seu sabor ainda estava ali, o café doce misturava-se com o meu amargo — Me diga; você não me beijou por piedade, não é?

Seus lábios se comprimem e ele junta a sobrancelha. Por favor, diga que eu não estraguei tudo.

 — Eu não te beijei por piedade. Beijei-te por livre e espontânea vontade.

Sorrio sem mostrar meus dentes, seus braços me cercam apertando meu corpo contra o dele; nossas respirações e batimentos são o único som que posso ouvir. É lindo.

 

Acordo tarde no dia seguinte, 11h14min, para ser exata; e como se não fosse novidade, estou atrasada para mais uma das entrevistas de emprego. Calço o all star enquanto tento pentear meu cabelo molhado, corro contra o tempo e minha própria preguiça; é preciso. Eu preciso me esforçar, não por Ashton ou Amanda, mas para mim mesma – pelo menos, foi isso que li em um artigo de autoajuda.

— Selena? – ouço batidas, viro minha cabeça vendo Amanda sobre a porta. Ela sorri — Estou orgulhosa do seu esforço.

Sorrio de lado, ela pega minha mochila, colocando tudo o que preciso. Agradeço antes de descer, Amanda disse que Ashton já estava a minha espera e se lamenta por não poder jantar comigo esta noite, ela ficará até mais tarde na creche a qual trabalha. Saio da casa e o vejo encostado em seu carro, não era preciso descrever o quanto ele fica bonito em seus jeans e jaqueta de coro, mas se fosse, eu poderia escrever um livro.

— Eu estou delirando ou você realmente está mostrando seus braços? – ele pergunta, chamando-me a atenção. Dou os ombros, a regata de listras pretas e brancas é de Amanda, mas isso não me impede de usa-la — Espero que esteja animada para o dia de hoje.

— Estou soltando fogos de artifícios. – resmungo aproximando-me do carro.

Ele sorri e abre a porta para mim, uma risada escapa de meus lábios. Entro e em seguida ele faz o mesmo, Ashton não liga a rádio desta vez, e sim, começa um assunto aleatório. Acaba que em quinze minutos de estrada, se parecem cinco. Ele diz que deixou sua mãe há dois anos, antes de se formar, e que enquanto estava na faculdade, visitava-a todo final de semana para comer macarronada – sua comida favorita, inclusive. Ashton tem um cachorro idoso também, ele gosta de tocar bateria no tempo livre, mas que, por ter se mudado para um apartamento tão pequeno, não pode trazê-la consigo. 18 é seu número da sorte, sua cor favorita é vermelho e Irwin tem uma queda pelo cantor John Mayer.

— Chegamos! – ele diz ao estacionar em frente a um prédio de pequeno porte. “Floricultura”— Você tem alguma alergia a flores?

Observo todo o prédio; paredes de madeira, alguns arranjos de rosas e outros de tulipas, margaridas em vasos separados, girassóis cuidados, entre diversas outras plantas. Uma senhora de seus aparentes sessenta anos saí dali com um cachorro nos braços, ela tem um avental e usa luvas verdes. Seu rosto traz a forte lembrança de um conhecido.

— Selena? – ouço-o chamando minha atenção, viro meu rosto para ele e nego — Cuidado, pensar muito é perigoso.

Passo minhas mãos em meus cabelos quase secos, puxo minha mochila que está aos meus pés e saio do carro junto a Ashton. Andamos pelo caminho de pedrinhas, isso chama a atenção do cachorro, que late com nossa presença.

— Sr.ª Marie! – Ashton a cumprimenta, a mulher sorri indo o abraçar. É, eu gostaria de saber como ele consegue conhecer tantas pessoas — Essa é Selena, Selena essa é Sr. ª Marie, ela cuidava do jardim da faculdade.

— É um prazer te conhecer. – cumprimento-a com um aperto de mão, ela sorri.

— Entrem crianças, temos muito que conversar!

A acompanhamos para dentro do prédio, que vendo de perto, mais parecia uma casinha de boneca antiga. Ainda dentro da loja, examino cada parte do cômodo fascinada. É como uma casa de avó; há cheiro de lavanda – e incrivelmente, biscoitos assados, e os tons dos objetos e parede se se harmonizam entre si. Além de claro, flores, Marie também parece ser apaixonada por arte, já que quadros de arte abstrata são espelhados por todo o local. Mas não acabamos por ficar ali, Marie abre uma porta perto do balcão, revelando um enorme jardim.

— É lindo, não? – Ashton sussurra a mim, assinto acompanhando seus passos.

Após passar pelo campo, chegamos a uma mesa afastada e com sombra; já que o dia finalmente se mostra verdadeiramente australiano, com muito sol e abafado.

— Desculpem-me por não ter oferecido nenhuma bebida, mas desde cedo estou sem água. – Marie diz abanando-se. Nego, dando-lhe um sorriso.

— Sem problemas... – digo e vejo de canto Ashton se assustar — Bem, sobre a proposta de emprego...

Lembre-se do site de autoajuda Selena, lembre-se dele.

1. Seja respeitoso, profissional e confiante.

Ela concorda com a cabeça, como se tivesse se esquecido de tal coisa.

— Claro, claro! – sorri — Eu preciso de alguém que me ajude a colher e cuidar das flores, alguém jovem. Sabe, estou nos meus sessenta e cinco anos e... Bem... Sou sozinha. – ela murmura a ultima parte. Por alguns segundos, seu olhar fica distante, ela parece se lembrar de algo ou alguém, mas logo balança sua cabeça como se negasse os sentimentos ruins, soltando um sorriso — Você tem alguma experiência querida?

2. Venda-se.

— Não, mas eu estou disposta a aprender. Posso ajudar com entregas também, não tirei carteira de motorista, mas aprendi a andar de bicicleta aos oito anos.

Ela sorri, sinto que Ashton me cutuca debaixo da mesa, ele tem um sorriso de canto nos lábios.

— É muito legal isso de sua parte Selena. O salário inicial é o mínimo, mas podemos negociar. É das 09h00min da manhã às 17h00min, com trinta minutos de horário de almoço. Pode começar na segunda feira se preferir. Aceita?

3. Seja curioso e não se esqueça de fazer perguntas.

— É de segunda a sexta? – pergunto.

— Oh sim, quase me esqueci disso! – ri de si mesma — É de segunda à sexta nesse horário, ao sábado é das 09h00min ao 12h00min.

— Eu... – inspiro e suspiro o ar — Eu aceito.

— Que bom! Vou buscar o contrato e já volto!

Os braços do garoto cercam meu corpo enquanto um grito de alegria sai de seus lábios, sorrio junto a Ashton. Ele distribui beijos por todo meu rosto, murmurando o quanto estava orgulhoso e que sabia que eu iria conseguir.

— Aqui está – Marie entrega-me a folha junto à caneta. Minha mão treme ao pegar a caneta, mas ainda assim, esforço-me ao máximo para deixar a letra mais legível e bonita que posso — Uh, Selena Gomez? – ela pergunta olhando o papel, suas sobrancelhas se juntam e sua feição muda-se completamente.

— Sim. Há algo de errado? – pergunto curiosa, Marie nega, forçando um sorriso.

— É que... Ahn... Minha neta se chamava Selena Marie Gomez, mas ela foi dada como morta, há dezoito anos junto ao meu filho.

Engulo a seco olhando para Ashton, um tanto quanto assustada.


Notas Finais


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