História Grape Love - Destiel - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Balthazar, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Dean Winchester, Gabriel, Hannah, Jo Harvelle, Personagens Originais, Ruby, Sam Winchester
Tags Bottom!cas, Bottom!dean, Castiel, Dean Winchester, Destiel, Lemon, Sobrenatural, Spn, Supernatural, Top!cas, Top!dean
Visualizações 77
Palavras 3.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*desviando das pedras facas e tudo mais igual uma ninja treinada pelo Jack Chan*

KE

Primeiramente, desculpas pela hora

Segundo apeoveitem o cap... já sabem o que é só pelo nome ne seus safraudos :3

Ceis me conhecem e sabem que odeio enrolação aqui encima, então nos vemos lá embaixo, vou explicar como vai funcionar ;)

Boa leitura <3

Capítulo 13 - Sexo de reconciliação é perfeito!


Capítulo 13

Dean não sabia o que pensar, muito menos, o que fazer com um estranho o encarando de tal forma ao que parece querer come-lo vivo.

- Eu perguntei se você já pensou em ser modelo. - Os olhos de Crowley estão percorrendo o corpo de Dean dos pés a cabeça. - Ele tem um físico de modelo, não acha Castiel?

Cas toma uma breve inspirada, mas não consegue responder a pergunta de Crowley. Ele começa a lembrar de Dean nu embaixo de si. Um aspecto completamente exausto e mesmo assim continuando a ser lindo. O suor percorrendo seu rosto desenhando várias linhas irregulares sobre suas sardas, o peito que sobre e desce conforme Cas o estoca mais firme, os cabelos curtos que lhe dão a aparência mais juvenil possível fazendo Cas deseja-lo mais ainda.

- Você está bem, Cas? - Pergunta Dean, preocupado com a expressão do amigo.

Cas balança a cabeça algumas vezes, como se a ação fosse capaz de tirar as imagens de sua cabeça, por hora. Então, ele abre os olhos e encara Dean por um momento e volta-se a olhar para Crowley.

- Sim. Dean tem físico de modelo, mas eu não acredito que ele queira trabalhar com isso, a vida dele é trabalhar para sempre nesse restaurante.

Antes que Cas pudesse ter a consciência das palavras de que acabara de dizer, ele olha para Dean querendo se desculpar, mas ele está com o olhar completamente cabisbaixo. Cas tenta fazê-lo continuar a lhe olhar nos olhos, tentando lhe dizer com o olhar que não fora sua intenção em dizer tais palavras, mas ele os desvia da imensidão azul.

- Então, já sabem qual vinho vão beber? - Pergunta Dean, tentando o máximo que pode não ter que ficar ali e sentir os olhos de Castiel sobre si.

- Por favor, você é o Metri da casa. Traga-nos o melhor vinho que vocês têm. - Diz Crowley, ao mesmo tempo em que tira algo do bolso. - Se tiver algo interesse em algum dia trabalhar com midia, entre em contato comigo.

Crowley entrega a Dean um cartão. Preto com uma grande rosa vermelha com uns detalhes dourados nas bordas. Dean o pega hesitante e encara Castiel, não olhando diretamente em seus olhos, uma última vez e vai para outra mesa atender outros clientes.

- Isso foi constrangedor.

Cas tenta decifrar o que Crowley quis dizer com o comentário, mas desiste quando nota o sarcasmo estampado na cara do empresário.

- Cala a boca.

***

Depois do ocorrido no restaurante, Cas ligou muitas vezes, e, também, enviou muitas mensagens para Dean tentando se desculpar pelo o que disse, mas Dean apenas ignorava.

Todos na empresa perceberam a mudança de humor de Castiel após ele retornar da reunião com Crowley. Ninguém se atreveu a dizer uma palavra sobre isso, mas isso não os impediu de ficarem lançando olhares preocupados para seu chefe.

Pouco antes das cinco da tarde, Cas decide que não pode ficar ali parado apenas ligando, deixando mensagens no correio de voz e enviando mensagens de texto. Isso não iria provar que ele estava arrependido e sentindo-se mal por ter sido tão frio com suas palavras, Cas precisa agir. Ele diz a Balthazar que precisa resolver algo importante, e como sempre lhe pede para assumir o restante do expediente.

Cas sai na rua logo procurando por um táxi, depois de alguns minutos de tentativas fracassadas, um táxi livre aparece, ele entra as pressas no carro e diz o endereço de Dean para o motorista, dizendo para ir o mais rápido possível ele o responde dizendo que acha que Cas esqueceu onde ele está.

Cas sabe que é o dia em que Dean tem uma folga durante a noite, ele só pode estar em casa, não tem como Dean estar em outro lugar.

Quando o carro estaciona em frente ao prédio de oito andares onde Dean vive com Sam, Cas paga o taxista e o agradece. Sai do carro e vai em direção à entrada do pequeno prédio. Cas aperta o botão do interfone eletrônico, esperando que Dean atenda logo.

- Sim?

- Dean.

- Cas? O que está fazendo aqui?

- Eu precisava me desculpar. - Cas faz uma pequena pausa. - Pode destrancar o portão para que eu possa subir?

Dean não o responde, apenas destranca o portão e Cas sorri por ter a oportunidade de desculpar-se. E sobe as escadas até o andar do apartamento de Dean e bate na porta.

Quando Dean abre-a, Cas sabe que ele ainda está magoado pela expressão que habita seu rosto.

- Dean eu-

Cas não consegue terminar de dizer o que queria. Dean o puxa para um abraço prendendo-os juntos e a única coisa que Cas pode fazer agora é retribuir o abraço. Eles se abraçam como se tudo ao redor estivesse parado para terem esse momento.

- Desculpa Cas.

Dean se pronuncia e Cas não entende por que ele está se desculpando. Dean não fez nada com que tenha de se preocupar em pedir desculpas quem o fez fora Castiel, disse algo que não deveria.

- Dean, eu que tenho que lhe pedir desculpas. - Cas separa-os do abraço e segura nos dois lados do rosto de Dean, forçando-o a encarar seus orbes de azul ínfimo. - Eu não deveria ter dito aquilo.

- Está tudo bem Cas. - Dean acaricia a mão de Cas.

- Não, não está.

Cas sabe que não está. Ele conhece Dean o suficiente para saber que ele está tentando culpar a si mesmo. E isso não é nada bom, porque Dean tem o péssimo hábito de acumular os sentimentos ruins e quando não aguenta mais segura-los, ele quebra tudo o que tem a sua vista ou ingere todo o whisky que encontra pela frente, Dean mesmo contou essas coisas para Cas.

- Dean, você está segurando isso. Não pode fazer isso, não mais. Por favor fale comigo, deixe-me te ajudar. Não precisa suportar isso sozinho.

Dean inspira e expira algumas vezes, pensado sobre isso. Ele simplesmente não consegue.

Antes que Dean pudesse dizer que não consegue deixar tudo sair, Cas o empurra de costas contra a parede deixando-o confuso por um momento. Ele está pronto para revidar, empurrando Cas também, mas Sam os interrumpe:

- Tudo bem por aqui? - Sam pergunta, mantendo uma distância segura deles. Aparentemente, pronto para sair de casa pela roupa que está vestindo.

Dean e Cas se entreolham, ambos com olhares questionáveis, também interessados em saber se tudo está realmente bem.

- Tudo bem, Sammy. - Dean faz um breve pausa, encarando Cas. - Só problemas no paraíso.

Sam os encara por alguns segundos. Ele sabe que tem algo de errado com o irmão e o... Ele nem mesmo sabe o que eles são para nomear Castiel como sendo algo de Dean. Sam pensa que talvez seja melhor deixá-los conversarem e resolverem seja lá o que for.

- Okay... Vou ficar fora por algumas horas. - Sam pega suas chavez e jaqueta e sai, relutante. Olhando para os dois até fechar a porta.

Dean fica olhando para porta, não querendo ter que encarar a imensidão azul e ínfimo do olhar de Castiel.

- Dean.

- Não!

Cas tenta encontrar os olhos de Dean, mas Dean deixa bem claro que não quer olha-lo nos olhos em todas as vezes que desvia o olhar.

- Se você-

- Eu disse não, Castiel. - Dean grita, fazendo Cas piscar alarmado algumas vezes. Dean vai na direção da cozinha e para escorando os cotovelos na bancada que divide a sala e a cozinha, ele soca a bancada com toda a força que tem. - Merda!

Cas se mantém imóvel no lugar, com o aspecto assustado. Ele decide começar a andar na direção de Dean, pensando que pode acalma-lo. Até Dean começar a falar novamente e ele parar com seus movimentos:

- Eu não ligo para o que você disse hoje lá no restaurante, Cas. Eu estou acostumado com as pessoas me dizendo que eu não tenho um futuro em qualquer lugar ou com qualquer coisa que eu faça. Eu só nunca pensei que... - Ele corta suas palavras para encarar os orbes azuis de Cas. - Que ouviria isso da sua boca. Você não sabe o quanto isso foi decepcionante, foi como se eu estivesse com o peso do apocalipse nas costas.

Cas sabe como Dean se sente. Ele ficou decepcionado com si mesmo por ter dito aquilo a Dean.

- Me desculpa.

- Pelo o que? Por dizer a verdade? - Dean solta uma risada de escárnio. - Cas, tudo bem. Não é sua culpa eu ser um pedaço de estrume no mundo. Eu-

Cas o cala com um beijo. Porque ele não consegue ouvir Dean dizendo tais coisas de si mesmo. Ele sente-se culpado o suficiente por ter sido grosso, não consegue ouvir Dean pensando que ele é realmente alguém inútil nesse mundo. Dean não é inútil, não para Cas e para todas as outras pessoas que o rodeiam.

- Você não é nada disso, Dean. - Cas diz, após o beijo com os lábios resvalando nos de Dean. - Você é importante pra mim, Dean. Para seu irmão, para seus amigos. Você se acha no dever de sempre ter que guardar tudo pra si para todos pensarem que você é inabalável, você não tem que fazer isso, Dean... Não comigo ao seu lado.

Dean sabe o que vem depois disso, mas ele não tem certeza se quer. Na verdade, ele quer, mais do que tudo. Mas tudo em que ele coloca as mãos se quebra.

- Cas...

- Namora comigo, Dean?

- Eu... Eu- Sim.

Dean não pôde dizer não a Cas com aqueles olhos azuis-bebê com tanta expectativa no olhar. Ele só quer sempre ser o motivo da felicidade de Cas. E à partir deste momento ele percebeu o quão apaixonado está. E ele não sabe se sente mais medo do que está sentindo ou se sente feliz.

Ele só consegue parar de pensar nisso quando Cas ataca seus lábios com ferocidade e todo a paixão que tem para dar e sente o baque nas costas contra o balcão.

- Quarto... - Dean diz, apenas puxando Cas pela mão até seu quarto.

Por todo o pequeno corredor eles trocaram beijos calorosos e cheios de desejo. Quando passaram pela porta do quarto de Dean, Cas o empurrou com tudo sobre a cama. Dean ficou abobalhado com a ação, ele havia visto Cas com essa pose de dominante, mas desta vez fora diferente.

Cas sentou sobre o colo de Dean, remexendo os quadris, lento e torturante, enquanto traçava beijos por todo pescoço, maxilar, rosto e boca de Dean, mantendo-o completamente imóvel, pressionando firmemente seus ombros contra o colchão.

Dean tenta várias vezes soltar-se, mas Cas é mais forte do que aparenta ser, e consegue facilmente manter todo o controle da situação. Ele livra Dean da pressão nos ombros apenas para começar a desabotoar a camisa do mesmo.

À cada botão desaboatoado, um beijo é depositado na pele clara e cheia de sardas, traçando um caminho até o cós da calça.

Cas para seus movimentos ali para observar Dean. Os olhos verdes perdidos, não sabem se mantenhem-se abertos para apreciar os orbes azuis elétricos ou se os fecha de vez para apenas sentir, sem ter que ver nada, Dean sabe exatamente o que Cas vai fazer.

Os olhos azuis ficam estáveis nos verdes, enquanto as mãos ágeis a pacientes começam a tirar o cinto, desatar o botão e abrir o zíper.

Cas arranca a calça de Dean apenas com um firme puxão, e tira sua cueca com os dentes. O tecido deslizando pela virilha lentamente com a sensação dos dedos passeando pelos quadris, Cas sorri lascivo e abocanha o membro de Dean em sua boca.

Dean sente as pernas ficarem bambas com a sensação. Ele enterra os dedos nos cabelos escuros de Cas ditando a velocidade. A boca de Cas é muito aconchegante para ele.

A língua circula envolta da glande, provando o sabor de pré-gozo, logo a glande encosta no fundo da garganta, mas Cas não para e nem faz cara de desconforto, ele continua forçando mais fundo, isso faz com que Dean force os quadris para cima.

- Cas...

- Hummmm. - Cas resmunga com o membro na boca, fazendo  cordas vocais vibrarem sobre a glande. Cas solta o membro de Dean e o encara nos olhos. - Acho que estou perdendo no quesito vestimentas.

Dean sorri de canto e o puxa para um beijo, tirando a camisa de Cas, que começou a ter os botões desatados no caminho até o quarto, tirando-na rapidamente pelos ombros.

Se isso fosse um pecado que se dane tudo e todos, porque Dean iria se afogar nele.

- Obrigado. - Dean para seus movimentos e simplesmente profere.

Cas não sabe ao certo qual a razão da gratidão dele, agora seu namorado, mas ele fica feliz e sorri por ver os olhos brilhantes de Dean e o beija. Enquanto tira sua calça e sua cueca, liberando seu membro necessitado de atenção.

Ele afasta as pernas de Dean tendo visão do perfeito orifício que está prestes a ser aberto e explorado por e para si.

- Lubrificante?

- Eu... Eu não tenho. - Responde Dean, com dificuldade em manter o tom de voz.

- À moda antiga então.

Cas leva dois dedos até os lábios de Dean que, mais do imediatamente os prende entre os lábios e começa a chupar os dedos, lambuzando-os se saliva. Com os olhos vidrados nos de Cas, fazendo sons pornográficos ao que aumenta a frequência de sucção.

Cas não consegue fazer nada, a não ser observar com os olhos bem atentos aos movimentos dos lábios de Dean envolta de seus dedos. Ele sente que pode ficar apenas assim que, seria capaz de sentir o mesmo prazer que sente ao preencher Dean.

Os cílios loiros que fazem contraste com os olhos verdes brilhantes, as sardas que dão a impressão de constelações na pele levemente bronzeada. É demais para Cas aguentar por muito tempo. Ele precisa sentir Dean ao todo, de uma vez.

- Okay. Já está bom. - Cas diz, puxando os dedos da boca de Dean que saem com um estalo fazendo Cas sentir uma necessidade maior de se afundar em Dean.

Então, ele começa a circular o anelar na entrada de Dean, logo afundando o dedo por completo, recebendo um resmungo que, não pode determinar como sendo de dor ou prazer. Os movimentos de entra e sai com o dedo ficaram mais fáceis de manobrar, e Cas inseriu um segundo digito, desta vez com um gemido de prazer.

Dean estava completamente liso e a vontade, implorando para que Cas entrasse logo em si. E Cas o deixa mais desesperado quando encontra sua próstata, mas acerto em todas as direções, menos onde Dean deseja.

- Ah, qual é Cas?

- Impaciente.

Cas retira os dedos com um sorriso ladino nos lábios, se levanta para pegar uma camisinha na carteira e volta num salto para cama quando está com a mesma em mãos, colocando-a em seu membro e se posicionando entre as pernas de Dean que envolve as pernas em sua cintura.

Cas segura seu pau o deixando rente ao orifício de Dean, esfregando um pouco, porque Dean odeia esse tipo de tortura, é demais para ele conseguir se conter.

Num sobressalto, Cas sente suas costas batendo contra o colchão, ele não faz a mínima ideia de onde surgiu toda aquela força de vontade em Dean. Ele nem tem tempo para processar o que diabos aconteceu, porque Dean está sentando em seu pau, contando com o resto de seu auto-controle para não sentar de uma vez.

Tudo o que se pode ouvir são os abafos de respiração de ambos, e Dean está quase explodindo apenas em sentir a ardência e o calor de Cas dentro de si.

É muito intenso o que eles têm.

Dean começa a rebolar e calvagar sobre Cas, apoiando as mãos nos ombros de Cas para manter os movimentos no mesmo ritmo. O encontro de suas peles é marcado com sons obscenos que os fazem querer mais e mais. Como um vício involuntário.

Cas com os dedos cravados nas coxas de Dean, ajudando nos movimentos, levantando sua pélvis toda vez que Dean quase o retira por completo e desce as ancas com pressão de novo e de novo.

Eles estão completamente entorpecidos com essa sensação, não há nada mais importante neste momento do que eles, ali. Fazendo algo tão "sujo", mas ao mesmo tempo lindo.

Se conectando através de toques mais profundos que normalmente são mais difíceis de alcançar, mas eles conseguem. E não é apenas no modo carnal, pode até aparentar ser, mas é muito mais do que os olhos podem vê.

Dean sente as pernas começarem a falhar, tornando seus movimentos mais lentos e preguiçosos. Cas o para, levantando o tronco e colocando Dean deitado.

Ele entrelaça suas mãos e a outra segura firme a coxa direita de Dean, estocando fundo, mas sem a ferocidade de antes, com toda a delicadeza que tem dentro de si.

O contato visual os entregam, não é apenas sexo, é amor.

Eles estão fazendo amor.

Cas continua a estocar, acertando vez ou outra na próstata de Dean. Fazendo-o revirar os olhos, arranhar as costas de Cas, com a mão livre e gemer o nome de Cas.

O cheio de suor com essência de ambos toma conta do ambiente, tornando tudo muito mais delirante.

Dean perde totalmente a consciência quando Cas começa a masturba-lo na mesma velocidade das estocadas, não demora muito para sentir os músculos tensionarem, apertando Cas dentro de si, e a umidade em seu abdômen.

Cas continua a masturba-lo, enquanto tenta entrar e sair, porque Dean está tão apertado e isso dificulta seus movimentos. Com certa frequência de beijos sobre o maxilar e pescoço, Dean vai relaxando novamente, e Cas o estoca fundo e forte, sempre com os olhos nos olhos.

Nenhum deles quer que acabe. Querem ficar para sempre trancados neste quarto, apenas fazendo amor.

Pena não viverem num conto de fadas.

Cas chega a seu ápice, as pernas termem e a respiração descompassada sobre o ombro de Dean. Procurando forças para sair de Dean e deitar ao seu lado.

- Isso foi... bom.

- Só não insista por um segundo round. - Brinca Cas, saindo de Dean e deitando ao seu lado. Ele retira a camisinha, da um nó e olha para Dean.

- Tem uma lixeira ao lado da mesa. - Dean aponta para a direita.

Cas se levanta e a descarta lá, e volta para cama, puxando Dean para um abraço. Pensando em tudo o que disse de errado para Dean, não fora certo isso. Ele tem de se redimir.

- Você deveria ligar para Crowley.

Dean o encara, tentando identificar se é algum tipo de piada ou não. Quando ele nota que Cas está com a expressão normal, ele sabe que não é uma brincadeira ou piada.

- Nah, estou bem. Quero dizer... Eu amo meu trabalho, por que o deixaria pra seguir um capricho.

- Trabalhar como modelo não é um capricho! - Cas diz num tom mais acima, ao notar como isso soou ele começa novamente. - Olha, o que ele disse não é mentira, você tem um físico de modelo. Tenho certeza que teria muitos trabalhos, apesar de não ser tão novo.

Dean não diz mais nada. Apenas perdido com essas palavras em seus pensamentos. Fica assim por uns bons minutos.

- Me desculpa. Mais uma vez. Eu não deveria te persuadir a trabalhar com o que não é sua praia. - Diz Cas.

- Tudo bem. Eu vou pensar nisso.

Ele sorri para Cas, que retribui o gesto e o beija, simples e singelo.

Continua...


Notas Finais


Eu não me orgulho de ter deixado v6 tanto tempo sem att, mas eu olhava pro arquivo e ficava sem saber como seguir... tava empacada, não só nessa estória, mas em outra também (que vou começar a publicar essa semana, quem não é ativo no meu perfil aqui acho melhor ser, tu não vai querer perder novas aventuras com o otp ne? Ou vai '-')

Anyway, como eu to escrevendo um monte ao mesmo tempo, vou tentar att uma por semana... eu odeio fazer promessas porque sei que no fundo, não vou conseguir, eu sou muito retardada, mas agora vai ser pra valer, caso eu não consiga o que eu quero vou excluir tudo ;-; desculpa essa é a verdade pq significa que to falhando... e não quero isso

Era isso, obrigada por terem paciência comigo, como sempre

All the love <3


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