História Grávida Aos 16!!! - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ariana Grande, Austin Mahone, Demi Lovato, Fifth Harmony, Joe Jonas, Justin Bieber, Laura Marano, One Direction, R5, Selena Gomez, Taylor Swift, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Austin Mahone, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Joe Jonas, Justin Bieber, Laura Marano, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Ross Lynch, Selena Gomez, Taylor Swift, Zayn Malik
Tags Camren, Drama, Fifth Harmony, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
Exibições 273
Palavras 3.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui está mais um capítulo pra vocês meus amores, deixem ai seus comentários pra mim também por favor, não e pedir muito e favoritem também, até lá embaixo.

Capítulo 5 - Um estranho.... Aquela mulher....


Fanfic / Fanfiction Grávida Aos 16!!! - Capítulo 5 - Um estranho.... Aquela mulher....

Selena

Abri os olhos e um clarão me fez os fechar na hora, uma dor de cabeça forte me atingiu, percebi que meu travesseiro se mexia calmamente o que eu achei estranho. Porque meu travesseiro estava se mexendo, abri os olhos lentamente e pude ver o rosto de um homem muito bonito que dormia feito uma pedra ao meu lado. Fleches da noite anterior vieram a minha cabeça, eu havia transado com aquele homem, que eu nem sabia o nome e muito menos sua idade.

Onde eu estava com a merda da minha cabeça quando eu fiz isto. Levantei devagar e senti uma dor entre as pernas, olhei pra cama e vi que o lençol estava respingado de sangue. Aquilo fez meus olhos se encherem de lágrimas, eu havia perdido minha virgindade com um completo estranho. Peguei minhas roupas, que achei jogadas pelo quarto e achei minha lingerie em pedaços no chão, aquilo não me servia pra mas nada. Em quanto chorava botei meu vestido, peguei meu salto alto e sai dali o mais rápido que eu podia em quanto as lágrimas caiam.

O porteiro me deu bom dia, mas o ignorei completamente, chamei um táxi e assim que ele paro, eu entrei, disse meu endereço e chorei em silêncio. Ele paro em frente a minha casa, puis a mão no bolso do blazer e entreguei o dinheiro pra ele, entrei na sala da minha casa e meus pais me esperavam, minha mãe saiu correndo e me abraço.

– Selena minha filha você me deixo preocupado. – disse minha mãe me apertando em seus braços, espero que ela não tenha sentido meu cheiro de perfume masculino.

– Mãe eu estou bem fica calma, não aconteceu nada comigo. – disse sorrindo pra ela e me soltou do seu abraço, olhei para meu pai que estava com os braços cruzados.

– Selena onde você estava, porque liguei pra mãe da Demi e nem você e nem ela estavam lá. – disse ele já com raiva e de cara fechada, isto me dava medo, tia Dianna as vezes esquecia que meus pais eram rígidos e não eram que nem ela e tio Patrick.

– Pai eu e Demi fomos dormir na casa de uma amiga dela, ai nos resolvemos ir em um cinema 24 horas, por isto to com esta roupa. – disse passando as mãos pelos meus cabelos e ele me olho e sorrio aliviada.

Se ele soubesse o que eu tinha feito, iria ser uma decepção para ele, sua garotinha ter transado com qualquer um por ai. Meus pais são bem rígidos com tudo, minha mãe e uma arquiteta muito famosa e meu pai e um advogado também famoso, somos bem ricos, quando eu digo ricos e ricos mesmo, moramos em uma casa de três andares, totalmente uma mansão. Ainda não sei porque uma casa tão grande já que éramos uma família bem pequena, eu não ligava pra nada disto, dinheiro não me importava.

Eles queriam me dar uma vida cheia de luxos, por ser filha única eu nunca me importei. Talvez eles fizessem isto, por não estar sempre por perto e pra recompensar a ausência, me davam de tudo, apesar de não ligar pra dinheiro, eles sempre me deram, os brinquedos mas luxuosos que o dinheiro podia compra.

No meu aniversário de 16 anos, eles me deram um carro novinho em folha, ele havia acabado de sair da fábrica. Eu havia gostado muito do presente, mas algo sempre me faltou, eles trabalhavam de mais e acabavam esquecendo de me dar o que mais importava o amor e carinho. Sim eles se preocupavam comigo, como qualquer outro pai com seu filho.

Se eu pudesse ter escolhido entre nascer em uma família amorosa e atenciosa com pouco dinheiro, mas com muito amor ou ter escolhido nascer em uma família rica em que os pais somente trabalham, eu teria escolhido a primeira opção, nada melhor do que o amor de uma família.

– Que bom minha princesa, mas nunca mais faça isto com a gente me ouviu bem. – disse ele já mais tranquilo e com os braços soltos ao lado do corpo, me senti aliviada com aquilo, ele havia acreditado.

– Agora eu vou subir e tomar um banho, me deitar um pouco, ainda esta cedo. – disse já subindo as escadas, mas meu pai me chamou, então parei para ouvir o que mais ele tinha pra falar.

– Selena não se esqueça que hoje temos que ir pra fazenda da sua avó. – disse ele e somente concordei com a cabeça e sai correndo escada a cima.

Como eu fui tão burra a ponto de transar com alguém que eu nem conheço e pra piora nem sei o nome. Eu queria tirar aquelas imagens da minha cabeça, apagar todas as lembranças de ontem a noite. Entrei no chuveiro e me esfreguei, queria tirar aquele cheiro de mim. O cheiro dele havia impregnado, totalmente em meu corpo, esfreguei tanto meu corpo, que a pele chego a ficar vermelha e arder em alguns lugares que havia esfregado mais, terminei meu banho e fui para o quarto.

Meu quarto era uma suíte grande e espaçosa, eu havia mudado toda a decoração a um ano atrás com a ajuda de minha mãe. As paredes que antes eram rosa bebê e branco, uma escolha dos meus pais quando eu nasci, hoje estavam pintadas de outra cor. A parede atrás de minha cama, era listrada em listras, roxas e pretas, que eram minhas cores favoritas e as outras paredes eram pintadas na cor branca, para o quarto fica iluminado. Já a cama era king e os lençóis eram em roxo escuro, para combinar com as paredes, havia uma prateleira cheia de livros, todos  que eu já havia lido. Também tinha uma escrivaninha a frente das grandes janelas de vidro que davam pro jardim, tinha a sacada do outro lado que tava direto para a vista da piscina. Meu quarto era amplo e espaçoso, ficava do lado mais reservado da casa. Eu amava ambas as paisagem que tinha como privilégio.

Caminhei até o enorme espelho que havia em meu quarto, tirei a toalha que estava usando branca, fiquei de frente para o espelho.

– Meu Deus se meus pais verem isto eles vão me matar. – exclamei olhando para meu corpo no espelho.

Haviam marcas por todos os lugares, uma no meu seio esquerdo, duas em meu pescoço e mãos em minhas coxas. Me virei e puxei meus cabelos, puta que pariu, aquele desgraçado me deixou toda marca, minhas costas tinham mãos, por todos os lugares, aquilo iria acabar ficando roxo, meu corpo também estava começando a ficar dolorido. Quanta força, aquele homem havia usado em mim, na noite anterior, para me deixar, naquele estado.

Me sequei em um ritmo lento, para meu corpo não doer mais, fui em direção a meu closet e entrei dentro dele, vesti uma camiseta de frio fina, somente branca, sem detalhe algum e uma calça de moletom azul escura, me deitei na cama. Lembranças da noite anterior, vieram a tona em minha cabeça, queria muito tirar aquele homem de minha cabeça, queria o esquecer, mas aquilo estava se tornando cada vez mais difícil, quando fechava meus olhos, as lembranças voltavam. Então chorei tudo que havia para chorar, até acabar pegando no sono, pelo grande cansaço.

– Selena minha filha acorda, já estamos atrasados. – disse minha mãe em quanto batia na porta.

Peguei meu celular e olhei a hora, já eram 11 horas, eu não havia dormido quase nada, ainda estava cansada. Daqui até a fazenda da minha avó levava uma hora e meia, era bem afastada do Canadá.

– Já to indo mãe só vou me troca. – disse me levantando e indo para meu closet.

Procurei por uma roupa confortável, então peguei uma blusa vermelha com listras pretas de franela, uma calça grossa de frio na cor preta e uma blusa de mangas fina branca, como a que eu usei para dormir. Era outubro e estava começando a fazer frio no Canadá. Me vesti rapidamente, desci as enormes escadas e encontrei meus pais já prontos me esperando, na sala de visitas.

A sala de visitas eram um ambiente amplo, havia um sofá de couro preto grande em forma de L, uma poltrona também de couro, uma mesinha de centro, onde estavam o controle que acendia a lareira que ficava a frente do sofá. Tudo em minha casa, havia sido decorado por minha mãe, ela era perfeccionista, talvez seja por isto que ela e uma das arquitetas mas renomadas do mundo, todas as celebridades contratavam ela, para decorar suas casas.

– Estou pronta vamos. – disse jogando meus cabelos pra frente, escondendo as marcas em meu pescoço e indo com meus pais para o carro.

Eles não podiam ver nenhuma de minhas marcas, se vissem começariam a fazer perguntas e mais perguntas, eu não queria ter que responder a eles. Eu não queria que eles soubessem disto, pra eles eu era a filha totalmente perfeita ao olhar da sociedade, eles pirariam totalmente. Ter uma filha que bebê e transa com o primeiro que viu na boate, seria a pior coisa do mundo, para eles.

A viajem até a fazenda de minha avó foi calma, conversávamos a viagem toda sobre coisas aléias. Não demoro muito pra que chegássemos, sai do carro e fui pra dentro da casa principal, que era onde meus avós moravam. Estar ali me trazia um pouco de paz, depois de tudo que aconteceu. Fui para a cozinha da casa onde com certeza minha vó estava, pelo cheio que vinha de lá e assim que ela meu viu entrando na cozinha ela veio e me abraçou forte.

– Que saudades que eu estava da minha neta favorita. – disse ela dando um de seus sorrisos pra mim, o que até fez-me animar um pouco mais. – o que aconteceu minha neta, parece triste?. – perguntou ela fazendo um carinho gostoso em minha bochecha.

– Nada vó, eu estou bem, cadê o vovô?. – perguntei mudando totalmente de assusto, não queria falar daquilo e acho que ela havia percebido.

Minha vó diferente dos meus pais não era tão rígida e eu podia confiar totalmente nela, que ela nunca contaria nada pra eles. Mas realmente havia me decidido, que iria apagar àquela noite e aquele homem misterioso de minha memória.

– Ricky esta vendo os cavalos, minha filha, porque não vai lá dar uma mãozinha pra ele em. – disse ela sorrindo pra mim, fiz que sim com a cabeça e fui até a onde os cavalos ficavam.

Encontrei o marido da minha avó escovando a crina de um dos cavalos, minha avó e meu avô eram separados, minha avó se casou com Ricky a 20 anos atrás. Ele e um homem super legal assim como minha avó, meu avô também era casado com uma moça de 40 anos. Meu avô tinha 68 anos, ela se casou com ele a 5 anos atrás, sem fala que ele tinha um filho com ela de 4 anos. Aja pique em, as vezes eu até achava que àquele filho não era dele.

– Venha aqui e de um abraço no seu avô velho e chato, que estava morrendo de saudades da sua netinha preferida. – disse ele sorrindo pra mim, vindo até mim e me dando um abraço bem apertado.

Eu amava ele, pra mim ele era meu avô também afinal, quando minha avó se separou eu nem era nascida e como Ricky não tinha filhos ele me tratava como neta, dês de sempre. Ele me ensinou tudo que sei sobre cavalos, me ensinou a montar quando tinha apenas 3 anos de idade, também me ensinou a como fazer um parto de cavalo e foi a coisa mais linda que eu já fiz. Quem saiba um dia eu me torne uma veterinária, cuidar de animais me fazia muito bem.

– Também estava morrendo de saudades de você vovô. – disse o abraçando forte e logo me separando de seu abraço, ele me olho estranho e olho pro meu pescoço, puta merda os chupões, eu havia esquecido totalmente deles.

– O que e isto no seu pescoço Selena?. – pergunto-me ele já com cara de fechada e me olhando mortalmente.

– Nada vovô e só uma alergia de um perfume. – menti para ele esperando que ele caisse, mas pela cara dele, ele não havia caído na minha lábia.

– Não minta pra mim Selena Marie Gomez, posso até ser velho mais conheço marcas de chupões. – disse ele com voz alterada e eu não me contive em sorrir com àquilo, me segurei para não rir.

– Tudo bem vó eu vou te contar mais não conta pra ninguém. – disse e ele me olhou serio e fez que sim com a cabeça, respirei fundo pra tomar coragem para o que eu ia contar para ele. – vovô ontem eu fui com Demi em uma boate e acabei ficando com um carinha lá e a gente deu uns amassos, ele me deixou estas marcas. – disse passando a mão pelo meu pescoço, que apesar do frio estava soado por eu estar nervosa.

– Vocês jovens de hoje saem dando amassos em qualquer lugar, na minha época não era assim não. – disse ele agora abrindo um sorriso no rosto e aquilo me deixou mais aliviada.

– Vovô vamos ir logo comer, eu estou morrendo de fome, mas tarde a gente vem montar nós cavalos. – disse sorrindo e eu e ele fomos conversando sobre coisas bobas até a casa da fazenda.

Assim que entramos todos já estavam lá para almoçar, sou faltava eu e Ricky. Nós almoçamos e  depois do almoço eles ficaram conversando. Eu fiquei no meu canto e meu avô me chamou para cavalgar e fui com ele. Passamos o resto da tarde assim cavalgando pela fazenda e conversando sobre a época dele, não era por causa das marcas de chupão que ele havia visto em meu pescoço e sim porque ele amava contar histórias da época dele pra mim e eu amava ouvir. Meus pais me chamaram para ir embora, me despedi de meus avos e fomos pra casa, desta vez o caminha todo foi um silêncio completo. Assim que chegamos fui direto para o meu quarto, tomei um rápido banho quente, sai do banheiro já completamente enxugada e fui até meu closet, peguei a calça de moletom que havia usado mais cedo e a blusa. Me deitei na cama e assim que fechei os olhos, as lembranças me tomaram e eu chorei até adormecer novamente.

Justin

Acordei com o meu celular tocando, olhei para o lado e não vi mais a mulher que havia transei na noite anterior. As lembranças me vieram a memória, foi uma noite maravilhosa, ela me fez sentir coisas que eu nunca senti com outra mulher em toda a minha vida, havia sido algo totalmente novo para mim. Olhei pelo quarto todo, vi que o único vestígio da noite passada que havia sobrado dela era sua lingerie rasgada no chão. Me levantei da cama, senti uma ardência nas costas e fui até o banheiro, me virei e olhei minha costas no espelho. Ela havia deixado marcas por toda as minhas costas, algumas feias outras nem tanto, parecia que eu havia feito sexo selvagem.

Fui até o chuveiro e o liguei, tomei um banho me lembrando da noite anterior, meu membro subiu na hora com àqueles pensamentos e meu membro estava latejando. Achava àquilo impressionante, pois nunca havia acontecido antes nada parecido. Tive que me masturbar me lembrando daquele corpo e daquela boceta apertadinha que me levou a loucura na noite anterior,  não demorou muito para mim gozar. Sai do banheiro, já vestido com minha roupa de trabalho, calça branca, blusa social da mesma cor, sapato social preto e meu janelo, onde no bolço estava bordado meu sobrenome. Entrei no elevador depois de fechar meu apartamento, apertei o botão do subsolo, que era o da garagem, esperei o elevador ir se abrindo em alguns andares, para pegar alguns moradores. Assim que o elevador chegou ao subsolo, entrei em meu carro, uma Mercedes nova comprada a pouco tempo. Dirigir para o hospital, já estava atrasado e tinha uma consulta marcada para daqui 20 minutos, tive que correr e dei sorte pois o transito não estava parado. Assim que entrei no hospital fui cumprimentado, por algumas enfermeiras que por sinal eram bonitas e já havia transado com algumas delas também. Entrei em minha sala, olhei algumas pranchetas que já estavam encima da mesa e pedi para mim secretaria chamar, minha primeira paciente. Depois que ela saiu da minha sala, Joe entro como um foguete pela porta, ele estava bem ofegante.

– Porra cara não aprendeu a bater na porta ainda não e alejado das mãos. – disse brincalhão o olhando serio e ele me olhou serio também e tive que ri, porque ele estava nervosinho, será que não havia transado com a amiga da mulher que estava comigo ontem a noite.

– Cara cala a boca okey e deixa que eu falo aqui. – disse ainda serio e somente fiz que sim com a cabeça. – sabe aquela mulher que sai ontem da boate?. – perguntou e apenas confirme com a cabeça. – então eu transei com ela ontem cara ela e de mais na cama, me deixou louco, mas quando eu acordei ela tinha ido embora, me fala que você pego o número da amiga dela?. – pergunto-me andando de um lado pro outro na minha sala, aquilo já estava me deixando louco, se ele continuasse assim iria fazer um buraco no meio da sala, Joe ficava alterado com facilidade.

– Não cara eu até ia te pergunta se você havia pegado o número da amiga dela, ontem foi a melhor transa que eu já tive, ela me deixou louco, você tem noção do que e me deixar louco, nunca nenhuma mulher me deixou louco deste jeito, queria transa com ela de novo, mas e uma pena que nenhum de nós dois tenha conseguido o número das mulheres. – disse puxando meu cabelo pra cima de nervosismo, era uma mania minha dês de pequeno, quando estava nervoso puxava os cabelos.

– Realmente e uma pena cara, porra mas eu quero achar àquela mulher de novo e transa com ela a noite inteira. – disse sorrindo malicioso pra mim, o que acabou me fazendo sorrir junto com ele.

Éramos amigos dês de sempre, nossos pais estudaram juntos e são amigos até hoje e eu e Joe também. Sempre contamos de tudo um pro outro, mesmo que seja a maior loucura e as maiores merdas que fizemos ou as coisas boas, tínhamos uma amizade super forte, um ajudava o outro em tudo.

– Cara vai pra sua sala vai, você tem que atender os seus pacientes e eu tenho 3 pacientes esperando ai fora, então sai-a antes que elas te arranquem aos tapas daqui, sabe como são as mulheres grávidas. – disse entre uma risada e ele me mostrou o dedo do meio e saiu da sala.

Voltei a atender minhas pacientes, hoje seria um dia longo, aquela mulher misteriosa e gostosa não sai da minha cabeça. Ela havia me deixado louco na noite anterior, era uma pena que eu não tinha conseguido seu número. Eu queria a ter de novo em minha cama e desta vez queria ter ela gritando meu nome e me pedindo mais. Mas eu achava estranho pois eu nunca desejava a mesma mulher que havia transado, somente transava com elas uma vez só, eu não repito figurinha, não queria ninguém se apaixonando por mim, eu era assim e sempre fui deste jeito, principalmente depois do que aconteceu, 3 anos atrás, eu havia voltado a ser o garoto pegador, que eu era no colegial, tudo por culpa do meu coração bobo, que foi se apaixonar por uma vadia.


Notas Finais


Espero que tenham gostado estes capítulo, deixem ai seus comentários pra mim, até o próximo capítulo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...