História Grávida de Um Estranho - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Festa, Gravidez, Justin Bieber, Sexo
Exibições 195
Palavras 903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HELLO!1
Como prometi, aqui está mais um capítulo.

OBS: próxima atualização domingo!!

Boa leitura.

Capítulo 10 - Plano - Parte 1


Angeline estava nervosa, era sua primeira consulta de pré-natal, respirou fundo e esperou pacientemente até ouvir seu nome ser chamado. Uma jovem mulher apareceu na sala totalmente branca com alguns detalhes em vermelho e sorriu:

— Srta. Angeline? Pode entrar.

Levantando-se foi em direção ao consultório, a doutora Márcia sorriu feliz em vê-la.

— Que bom vê-la. — ela sorriu simpática. — Bom vá se trocar por favor para começarmos.

Ainda sentindo suas mãos suarem Angeline trocou de roupa e retornou a sala, a médica já havia preparado todos os equipamentos e sorriu, indicando que Angeline deitasse na maca.

— Deite-se por favor, — após passar um gelzinho posicionou o aparelho no ventre de Angeline. — hm… vamos ver… olhe aqui. — ela apontou para o monitor. Angeline estreitou os olhos, via apenas borrões. — Seu bebê está aqui.

Ela suspirou, a cabeça enevoada pelos últimos acontecimentos.

— Faz quanto tempo? — perguntou rapidamente.

A doutora demorou alguns segundos para responder, logo virou-se e sorriu.

— Pouco mais de um mês. — sua voz simpática e sua expressão feliz. — Você está de sete semanas.

Angeline encostou a cabeça na maca. Onde será que ela havia perdido o juízo? Como podia estar grávida e nem saber quem era o pai do bebê? E nem quanto ele foi concebido? (!)

[…]

Assim que saiu do consultório, ficou andando pelas ruas, não queria voltar pra casa, e se ela desse de cara com Josh? Odiava a si mesma por ter perdido a coragem e não ter lhe contado a verdade. Por fim parou o carro no estacionamento do shopping, não sabia bem o que estava fazendo ali, mas por alguma acabou conduzindo o carro até lá.

Ficou apenas olhando tudo enquanto tentava decidir o que fazer, precisava contar logo a seus pais e a Josh, e não podia esquecer de suas amigas. Suspirou novamente, como ela havia se metido nessa encrenca?

Com a cabeça enevoada demais parou em frente a uma lojinha com coisas para bebê. Sorriu anasalado, embora cheia de problemas, confessava que estava feliz por ter ido parar ali. Adentrou a loja e foi para a sessão de roupinhas.

— Posso ajudá-la? — uma mulher de cabelos longos e loiros sorriu.

— Ah, sim… — Angeline olhou em volta.

A vendedora sorriu simpática.

— Seu primeiro filho? — Angeline concordou. — Seu como é, no meu também fiquei perdida. — ela comentou sorrindo, realmente feliz em mencionar seu filho. — Já sabe o sexo?

— Não, ainda não.

A vendedora, que se chamava Alexia, segundo seu crachá olhou em volta e sorriu.

— Venha, nesse caso o mais aconselhável é que compre algo de uma cor neutra. — ela pegou alguns conjuntinhos. — Quem sabe este?

Angeline olhou a minúscula roupinha e sorriu.

— Eu gosto dessa.

— Vai levar?

— Sim, — ela deu uma pausa e pegou mais uma roupinha da cor amarela. — E esta.

Alexia pediu que esperasse um momento e saiu, Angeline ficou ali, apreciando as coisas tão fofas a sua volta e pela primeira vez pôs a mão na barriga, sorriu.

[…]

Agora, de volta ao apartamento tudo o que queria fazer era deitar e dormir, estava exausta. Mas isso não foi possível, ouviu a campainha tocar e levantou-se para atender. Sorriu ao ver que eram suas amigas.

— Oi! — as duas cumprimentaram-na.

— Entrem, meninas.

As três sentaram no sofá e Bia logo começou a falar.

— Onde você estava? Por que não foi à faculdade hoje?

Angeline apertou os lábios, sabia que devia contar a suas amigas, mas a coragem não vinha. Era mais difícil do que ela imaginava falar isso em voz alta.

— Bem, eu tive que ir ao médico.

Mary sentou em cima das próprias pernas, logo indagou:

— Finalmente! — Bia concordou. — E então? O que você tem?

Angeline parou por alguns segundos, a coragem se esvaindo.

— Fale.

Bia incentivou.

— Eu estou grávida.

As duas arregalaram os olhos, tamanha a surpresa. Mary não poderia estar mais chocada.

— COMO ASSIM?!

Perguntaram em uníssono.

— Eu também não sei! — Angeline lamentou. — Juro que não faço ideia de como isso aconteceu… eu nem me lembro…

Choramingou.

Mary a olhou séria.

— Quanto tempo?

—Sete semanas.

Bia franziu a testa.

— Você namora com Josh a pouco mais que isso, certo? — Angeline balançou a cabeça negativamente. — Hm… então quando se conheceram vocês…

Angeline discordou novamente.

— Não tem como ser dele, a gente nunca…

Mary arregalou os olhos novamente.

— Nunca?!

— Não.

Bia, a mais sensata das amigas, parou um pouco.

— O que você está pensando? — Angeline peguntou.

— Quando você começou a se sentir assim? Digo, os sintomas.

Mary foi quem respondeu.

— Foi depois da festa, certo?

— Sim, — Angeline concordou. — mas não em como…

Bia balançou a cabeça, parecia preocupada.

— Durante a festa você conversou com um cara, e depois você sumiu. Não acha que vocês… sabe…

Angeline quase se engasgou com a própria saliva.

— Oh meu Deus! — exclamou. — Não posso estar grávida de um estranho!

Bia a abraçou, consolando-a.

— É a única explicação.

— Mas como nós vamos descobrir quem é? — Mary perguntou.

— Eu realmente não me lembro, estava bêbada demais para isso…

Choramingou novamente.

Bia ajeitou a postura e pensou sobre isso, logo estalando os dedos e fazendo as amigas criarem expectativa.

— Vamos falar com Rachel e pedir a lista de convidados.

— Mas em que isso vai ajudar? Ela não sabe o nome dele. — Mary disse.

Angeline mordeu os lábios.

— Bem, talvez se eu ver uma foto possa me lembrar.

As meninas sorriram, não era o melhor plano do mundo, mas era o único que tinha em mente.

— Certo, amanhã vamos em busca do pai desse bebê!

 


Notas Finais


O que essa descoberta pode trazer?
Oh, Angel, comprando roupinha de bebê *-*
Continuem acompanhando. : )


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