História Gravity Falls - Rumos diferentes - Capítulo 24


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Visualizações 19
Palavras 1.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoas! Estou de volta. Hoje mostrarei um pouco da vida do StanFord! Urrulll!

Capítulo 24 - O passado dos personagens recorrentes



Parte Gideão – Todo dia a mesma rotina... Ser o garoto fofo tão admirado por todos... Até que...

Gideão caminhava na floresta, em meio aos pinheiros, com o capim roçando na sola de seus sapatos. O ar puro preenchia seus pulmões. Os passarinhos cantavam com toda a força que conseguiam. Aquilo era incrível. A primavera fora embora semanas antes, mas, ainda assim, aquelas aves resistiam em construir ninhos e acasalar.

Ele estava irritado. Mais do que jamais estivera. Sua rotina, sua vida, seus pais; tudo já lhe enchera demais. Ele já havia explodido com sua mãe. A coitada ficara sem reação e começara a tremer sem parar.

Gideão precisava de algo para fazer. Algo além de ir para a escola e ser o fofinho. Aquela aparência escondia sua real personalidade venenosa, e esse era o único motivo pelo qual ele não era agredido na escola. Os valentões não o assolavam, pois ele era o valentão.

Ótimo, agora até a floresta lhe irritava. Ele tomou outro caminho e seguiu na direção da cidade. Foi passando pelas pessoas, que sempre paravam para ver o quanto ele era fofo. Parecia que, ao ficar bravo, ele chamava mais atenção, porque, ou ele nunca havia realmente reparado nos assédios, ou hoje estavam piores.

Enfurecido, ele saiu correndo, saindo da aglomeração. Correu, e correu até chegar num barracão acabado protegido por uma precária cerca. Nessa cerca, havia um buraco. Por sorte, Gideão era pequeno o bastante para passar por ali.

Ele passou com facilidade pelas estacas de madeira corroídas pelo tempo. Aquilo era um lixão, literalmente! Quem quer que morasse ali, deveria ser um louco. Gideão se encontrava no meio do ferro velho da cidade.

A casinha ao lado era de dar pena. O telhado era de concreto (aquelas telhas onduladas de cimento) e as paredes, de madeira, e o barracão nem mesmo porta tinha. Bem, um convite para entrar. Quem sabe isso não distrairia a sua mente.

Sem autorização, ele foi entrando na casa. O chão era a própria terra. Os móveis, totalmente acabados. Nada lá prestava. Gideão passou rapidamente os olhos pela casa até focar numa mesinha no canto.

Gideão foi até o lugar onde sua atenção se prendera. Ele ficou observando aquilo. Não a mesa, mas o livro. Ele era vermelho e havia uma mão dourada de seis dedos na capa com o numero dois escrito.

Ele abriu o livro numa pagina com uma fresta. Havia uma espécie de amuleto marcando aquela pagina. Não se contendo, Gideão pegou o colar e leu a pagina que falava do objeto em suas mãos.

Amuleto de levitação

Sua origem é desconhecida. Tudo que se sabe até o momento, é que, ao segurar a pedra do pingente, o usuário é capaz de utilizar da levitação de objetos, animais, e até pessoas.

Gideão sabia o que faria. Ele levaria, tanto o amuleto, quanto o livro para casa. Gostaria de testar para saber se aquilo realmente funcionava, sem contar que o ajudaria a se distrair de suas aflições. Pôs em pratica.

Pegou os itens e saiu, correndo, da casa. Ele passou de volta pelo buraco na cerca e voltou para casa, pronto para testar do que aquilo era capaz...

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Parte Pacifica – “Aquelas falsas”, pensava Pacifica; ela sabia muito bem que aquelas garotas só fingiam ser suas amigas, pois, na verdade, eram apenas interesseiras.

Pacifica andava por um lustroso corredor entre os demais em sua mansão. Os passos pesados ressoando no silêncio. Ela andava, andava, até que ouviu a voz do seu pai ao longe. Ela não pôde distinguir muito bem o que ele falara, mas percebeu uma leve elevação em seu tom de voz, o que não era nada comum.

Ela se aproximou e, desta vez, a voz de sua mãe é que invadiu os seus ouvidos. E, desta vez, Pacifica soube o que a mulher falava.

— Ora, não está tudo bem nada. Você acha o quê? Em um mês, nós daremos a maior festa da cidade, e não podemos deixar que ela seja assombrada. Não deixe tudo para a ultima hora, Preston!

Priscila chamara seu marido pelo nome, e aquilo não era comum, menos ainda que a elevação no tom de voz de seu pai. Ela devia estar muito zangada com o marido, pois sempre o chamava de amor, querido ou algum sinônimo. Pacifica sabia que não deveria se intrometer, e tampouco escutar a discussão, mas a curiosidade era mais forte.

— Priscila, nós não podemos fazer nada. Estamos de mãos atadas, pelo menos, por enquanto.

— Isso não é verdade! Abre os malditos portões para o povo e esse fantasma nos deixa em paz. Faça isso. Nem que seja apenas esse ano.

— Você acha que alguém da nobreza gostaria de pobretões aqui? Nós vamos arranjar outra maneira.

— Deixe seu orgulho de lado, pelo menos uma vez, Preston!

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Parte Mc Gucket – Após um dia inteiro passado procurando algo de utilidade no ferro-velho atrás de sua casa, Mc Gucket voltou à sua morada.

Ele queria fazer algo de útil naquele dia, então resolveu trabalhar no amuleto que estava em sua mesa de trabalhos. Nada. Alguém havia roubado o colar. Quem poderia ser?

— Ai, lasquera! — Exclamou Mc Gucket.

O que ele faria se a pessoa que o roubara usasse aquilo para o mal? E seria tudo sua culpa.

Ele revistou todo o seu barraco, procurando o seu diário. Uma péssima noticia; quem quer que havia roubado o amuleto, roubara também aquele catalogo. E agora? O que ele faria?

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Lá estava ele; espiando através de uma fresta na tenda. Ele assistiria a grande estreia da tenda do mistério.

Finalmente, um garoto apareceu no palco. Era o tão falado Gideão.

Depois de sua primeira apresentação, ele resolveu escolher alguém da plateia. Ele andou no meio da multidão e levou até o palco uma garota morena.

Oh, só podia ser brincadeira! Era aquela garota que ele quase matara há dois dias! Bem ali, no palco, naquele momento.

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Parte StanFord - Que lugar horrível para se estar. Tudo culpa de seu irmão gêmeo...

Já fazia tanto tempo... Ou, pelo menos, era como parecia para Ford. Estava totalmente furioso com Stan. Por que ele deveria ser sempre tão cabeça-dura?

A vida ali era tão, tão horrível. E, infelizmente, a sua única chance de escapar, libertaria todos os demônios dali, com os quais ele se empenhava tanto em massacrar.

Ford deixou um suspiro escapar. Ele estava pensando em seu ódio por Stan de novo. Por mais difícil que fosse naquela situação, ele ainda conseguia se lembrar de coisas do passado. Ele mal tinha tempo para respirar entre um monstro e outro, mas para odiar seu irmão com todas as forças, a história era outra...

Ford estava deitado no arenoso chão, dentro de uma caverna escura, que ficava no meio da desértica dimensão. No horizonte, o chão dividia espaço com um escuro e estrelado céu. Ah, aquele céu! Lembrava-se de quando era manipulado por Bill e vinha parar naquela imensidão.

Como odiava aquilo... Como odiava aquilo tudo. O chão arenoso; as escassas fontes de uma agua lamacenta; o ar poluído; as inúmeras estrelas que nada iluminavam... Ford mal conseguia ver um palmo a sua frente. Sempre dependera da audição naquele lugar.

Tentava dormir, mas não era tão fácil quanto parecia. Mesmo com aquela escuridão.

Um bater de asas ruflou em volta da caverna. Justamente agora? Ford se levantou, cambaleante, e, com sua mão de seis dedos, pegou sua futurística arma.

Saiu da caverna e se concentrou no som. Estava atrás dele! Ford, com uma rápida manobra, saltou para o lado numa cambalhota e postou-se de joelhos. Ele apertou o gatilho. Graças à sua mira auditiva, o bat-eye, como assim havia o batizado, foi acertado por uma rajada de laser que perfurou seu globo ocular.

O cadáver do monstro se chocou contra o chão. Mais um farfalhar de asas... Outro bat-eye estava bem atrás de si. Ford repetiu a manobra, porém, desta vez, o monstro desviou. Uma fonte de luz! Mas não era bom sinal. A íris do demônio começou a brilhar, sinal de que ele iria usar sua habilidade.

Ford fugiu uma fração de segundos antes de o demônio atirar o raio. Por sorte, Ford não se tornou uma estátua. O lugar escureceu novamente. Meio desesperado, ele começou a atirar em todas as direções, até que ouviu o corpo do bat-eye cair no chão.

Ford correu para dentro da caverna antes que mais daqueles olhos-morcegos chegassem. Ele se deitou novamente e ficou fitando a escuridão. Logo, logo, ele veria a luz novamente...

CONTINUA...


Notas Finais


Só isso. Até a próxima!


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