História Gravity Falls- O outro verão - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~MaluPinesBR

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Dipcifica, Drama, Gravity Falls, Investigações, Mabill, Mistério
Exibições 34
Palavras 2.484
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe o grande atraso, o capitulo era para ser postado a uma semana atrás, acabei enrolando e ficou por isso mesmo. Mas em compensação hoje mais tarde ou amanhã já tem novo capitulo. Tentei dar um ar mais romântico para história, nunca fiz isso em nada, espero que tenha ficado bom. Lembrando, a história não é romântica, seu foco é o mistério o suspense e o terror.

Capítulo 4 - A carta da familia Northwest-IV


Ao abrir o envelope, a carta estava impressa em um papel branco ainda quente, suas escritas eram comuns e usavam a fonte “Kunstler Script” em negrito. Ao abri-la pude ver melhor, nela estava escrito:

      Remetente: Pacífica Northwest
      Destinatário: Dipper Pines

    “Olá Dipper,, soube que você voltou para cidade, e sim um babado desses se espalha rápido por uma cidade pequena como essa. Mas enfim, precisamos discutir sobre algo. Desde as assombrações no solar Northwest   até os acontecimentos de Billl,, eu percebo que essa cidade tem grandes segredos, e também percebo que esses segredos devem ser explorados e estudados,, se concordar,,estarei disposta a financiar sua pesquisa. Se tiver interesse, venha me ver no asarão abaixo do antigo solar Northwest”.


      Depois de ler a carta pensei, Uau! Se temos um investimento em nossas pesquisas, iremos ter muito mais facilidade no processo, e não ocorrerão mais incidentes como o recente da Harpia. Pulando de alegria fui ligeiramente interrompido pelo Ford que pergunta quem era:
      -Quem era Dipper?
      -Era o carteiro.
      -E oque ele queria? Tem carata para mim?
      -Melhor que isso Ford. Olha isso aqui. –Corri até os fundos da cabana onde estava o Ford e o entreguei a carta.
      Parecendo animado ele pega a carta da minha mão e lê. Terminando a leitura ele se vira para mim e fala:
      -Em primeiro lugar, para que os jovens ficam inventando fontes para dificultar a leitura. Em segundo lugar, Dipper! Você percebe o que isso significa? Novas descobertas serão realizadas, além de evitar acontecimentos como o recente da Harpia. E sabe, sem as finanças que consegui da faculdade eu não teria feito metade das descobertas que eu fiz, além de que nem existiria a cabana do mistério.
      -Foi exatamente o que eu pensei, imagine só, descobriremos tudo que ronda Gravity Falls, ou até o mundo inteiro.
      -Brilhante Dipper, e o que estamos esperando? Chame a Mabel e suas amigas, dou carona para vocês até lá.
      Corri para dentro de casa a procura da mebel e de suas amigas. Perguntei ao Stan, e ele disse que estavam no sótão fazendo “sei lá oque”. Subi as escadas e abri a porta, elas estavam jogando outro jogo bobo de tabuleiro que uma voz gravada te liga pelo telefone. Interrompendo o jogo bobo eu vim com um tom de mandão e disse:
      -Mabel, a gente vai até o casarão dos Northwest, a Pacifica nos chamou para discutirmos sobre negócios de investimentos. Vamos logo é importante, chame a Candy e a Grenda também.
      -Certo, certo, mas vamos ter que deixar a Candy e a Grenda no parque, elas já estavam de saída, ia pedir para o tivô Ford dar carona.
      -Tudo bem, mas vem logo o Ford já está na picape.
      Desci as escadas e sai de casa, vi o Ford na picape fazendo gesto para eu poder entrar, quando entrei ele me perguntou:
      -Onde estão as meninas?
      -Estão se aprontando. Já, já elas veem.
      Que mentira, elas demoraram 15mim só para se arrumar, foi mais que suficiente para explicar para o tivô Ford tinha que ele tinha que deixar a Candy e a Grenda no parque. Quando todas finalmente chegaram, se arrumaram em seus lugares no banco de traz e depois demos a partida.
      Na viajem até o parque, não teve muito o que falar, foi apenas uma curta viajem de 2mim e deixamos a Candy e a Grenda no parque. Mas em compensação, a viajem até o casarão dos Northwest foi bem mais longe, demoramos vinte minutos para chegar, e além disso á estrada era íngreme (quase 90° graus), e achei que o casarão ficava mais perto do solo, mas não, ele fica quase tão alto quanto o antigo solar Northwest. Depois de chegarmos lá o Ford voltou para a picape e ele disse que voltaria as 19:00Pm para nós buscar, e nesse tempo ele iria comprar material para juntar os diários em um só. Então ficamos apenas eu e a Mabel diante de um negócio que influenciaria no futuro dos mistérios da cidade.
      Após de nos despedirmos do Ford, fomos andando até o portão de grade com o brasão dos Northwest e um emblema de uma lhama, nos aproximamos até o interfone e apertamos o botão para chamar a Pacífica. Chamou, chamou, até que uma voz grossa e masculina interrompeu nossa espera, era o Preston, e atendeu como se não estivesse esperando uma visita.
      -Sim. Quem é?
      -Somos Mabel e Dipper Pines, viemos aqui a favor da Pacífica Northwest.
      -Ora só, são vocês... Pacífica é para você. –Falou com tom de desprezo e irritação.
      Ouvimos rápidos passos com emoção, correndo até o interfone. Dessa vez quem nos atendeu foi a Pacífica com sua voz fina e suave.
      -... Sim?
      -A... Oi Pacífica, bem, recebemos sua carta, agora eu e Mabel estamos em frente do portão, estamos disposto a conversar a respeito da carta.
      Após isso ouvimos o som do portão sendo destrancado, e quando destrancado, eu e Mabel podemos apreciar a vista de um belo jardim florido com uma calçada de ladrilhos brancos que nos leva até a porta do casarão de madeira de pinheiro. Andamos nos ladrilhos que formavam um mosaico, subimos uma pequena escadaria até a porta onde Pacífica estava com shorts brancos, camiseta rosa-choque e com seu cabelo amarrado, também estava suada, provavelmente estava jogando tênis ou um esporte similar, já que estava com uma raquete na mão.
      -Olá Dipper, oi Mabel. Entrem, vamos até o meu quarto. –Disse abrindo a porta e fazendo gesto para entrarmos.
     Ao entrarmos no casarão nossos olhos ficaram ainda mais admirados do que com o jardim, era uma linda casa de dois andares, bem maior que a cabana, ela mantinha a coloração da madeira com vernize, sua sala de estar tinha um lindo lustre de cristal, uma televisão plana de 60° polegadas, tapete vermelho, uma mesa de vidro e um grande sofá negro onde Preston se sentava.
      -Pacífica Northwest, por que deixou a gentalha entrar?
      -Eles são meus amigos, pare de me controlar.
      -Não gosto desse seu linguajar mocinha.- Pegou o sino de seu bolso e ficou o balançando e imitando seu som.
      -Grrr... Vem, vamos subir para o meu quarto- Disse puxando eu e Mabel pelos braços.
      Subimos as escadas, tinha um corredor com seis quartos entramos no que tinha uma porta cheia de auto colantes pregados. Ao entrarmos no quarto, vimos uma parede e um teto totalmente brancos com um chão que tinha um carpete vermelho. Também tinha uma escrivaninha quadrada de madeira com um abajur, mochila e cadernos, ao lado abaixo da janela uma cama com um colchão de massagens, varias almofadas e um travesseiro alto, além de um lençol rosa e vários bichos de pelúcia.
      -Nossa Pacífica, seu quarto é demais.
      -Obrigada Mabel, depois que vendemos o solar, tivemos que nos mudar para um dos trinta terrenos que o meu pai possuía, acabamos vindo para cá, já que era o mais perto que tinha uma casa construída. A, e, sobre lá embaixo, peço desculpas pelo meu pai... - Fala abaixando a cabeça.
      -Tudo bem, não é culpa sua.
      Após ouvir essa frase ela levanta a cabeça e mostra um sorriso, eu sorri de volta e ficamos nisso até sermos interrompidos pela Mabel.
      -Eeeennnntão! Vocês vão ficar se olhando ou vamos tratar a respeito da carta?
      -Desculpa... –Disse meio sem jeito(Tosse, Tosse)- Então, como vamos fazer isso, pelo que vi o seu pai não esta disposto a nos ajudar.
      -Não esquenta com isso. – Disse levantando da cama e indo até a mesa puxar dois banquinhos e uma cadeira- Sentem-se.
      Nos sentamos no banquinho, e ela se sentou na cadeira.
      -Para ser honesta, não achei que vocês viriam. Mas voltando ao assunto, o investimento vem do meu próprio bolso, eu tenho uma conta no banco com uma poupança de 3,5 milhões de Dólares, além de que minha família ganha 30% desse valor mensalmente em juros. Vou dar tudo o que for necessário para vocês.
      -3,5 milhões? É muito dinheiro. Bem, obrigado. –Disse levantando a mão para pegar um documento que provavelmente era o que me daria acesso a conta da Pacífica.
      -Tira a mão dai! –Falou com uma cara de ainda tem mais, depois deu um tapinha na minha mão.- tem uma condição.
      -Bem. E qual seria?
      -Quero que você me leve contigo em suas aventurar, todas sem exceção, portanto ficarei em sua responsabilidade.
      -Olha, tudo bem, mas terei que te avisar que hoje de manhã eu quase fui morto por uma velha-pássaro, se não fosse a Mabel e suas amigas eu estaria na moela de um pássaro.
      -Tudo bem, como disse você será meu responsável por essas coisas. Agora toma ai esse documento contem minha senha do banco. Eu confio em você para administrar a conta sem tirar demais, e se tirar eu entrarei em processo com vocês.
      -Pode deixar.
      Apertamos as mãos e eu e a Mabel viramos as costas para sairmos da casa.
      -Vocês já vão. Não querem jogar tênis? Meu treinador tá na quadra se quiserem.
      -Não valeu, agora eu e Mabel vamos fazer um saque de 30 dólares na sua conta. E o banco fica do outro lado da cidade, dai temos que ir e voltar, nosso tivô falou que iria nos buscar aqui ás 19:00Pm
      -Já vão? Mas eu acabei de te dar a conta... –Parecendo brava acabei interrompendo-a.
      -Você disse que eu iria a administrar sua conta né? Além do mais, você veio em um momento crucial, a gente estava precisando de dinheiro para fazer o diário quando você ligou.- Falei com em um tom para irritá-la. 
      -Então tá né...- Ficou com uma cara de “me arrependi pelo que disse”- Mas vocês não querem ficar um pouco mais?- insistiu
      -Tudo bem, acho que podemos jogar uma partida
      Eu sai do quarto e fechei a porta deixando apenas Mabel e Pacífica conversando, fiquei esperando elas do lado de fora e acabei ouvindo a conversa- elas falam absurdamente alto- até que a Mabel chegou num assunto referente a mim:
      -Me desculpe sobre o comportamento do Dipper. Ele está passando por um momento difícil. O tivô Stan foi muito árduo com ele no verão passado, para o bem dele, e nosso pai adotou a mesma tática o que resultou nesse comportamento grosso e agressivo. Mas eu sei que no fundo ele é o mesmo garotinho estranho de 12 anos, mesmo não aparentando.
      -Não precisa se desculpar, eu fui um pouco mimada nessa situação. Acho que de certa forma vocês tem razão. Só queria que ficassem mais porque vocês são o mais próximo que tenho de amigos desde quando peguei minha antiga turma roubando dinheiro do meu armário.
      Fiquei meio sem graça depois de ouvir a conversa das duas, Mabel tinha razão do meu comportamento, não deveria ter tratado nossa amiga desse jeito. Elas abriram a porta e me viram do lado de cabeça baixa.
      -Dipper você ouviu nosso conversa?-Pergunta Mabel.
      -Bem... Eu estava esperando vocês e ai... acabei ouvindo a última parte.- falei envergonhado e ansioso.
      -Dipper... Desculpe-me por ser tão exigente...- Acabei a interrompendo de novo antes que se humilhasse sem motivo.
      -Eu que peço desculpas. Fui muito grosso com você, não foi o jeito correto de tratar uma amiga.
      -T... tudo bem...- Disse corada.- Podem ir para o banco, não serei tão exigente.
      -Beleza. Até a próxima Pacífica.
      -Tchau Pacífica.      
      Depois disso eu e Mabel descemos e saímos do casarão ( pela porta dos fundos para o Preston não nos chamar atenção), descemos toda a montanha e atravessamos a cidade para chegar até o banco municipal de Gravity Falls, fomos até um caixa eletrônico e sacamos trezentos dólares da conta da Pacífica. Tivemos que atravessar novamente a cidade e subir a montanha para podermos esperar o tivô chegar com a picape para nos buscar, ficamos sentados no gramado jogando conversa fora.
      Já eram quase 20:00Pm e ainda estávamos sentados feito pedra, e a grama estava pinicando, a Pacífica que antes estava nos observando pela janela de seu quarto, veio nos fazer companhia sob o céu estrelado, trouxe até alguns doces para dividirmos. Ficamos assim conversando e as meninas lendo revistas de adolescentes até nosso tivô chegar com um farol quebrado e o teto todo amassado.
      -Ford, o que aconteceu? E por que a picape está toda detonada? O senhor está bem?- Falei desesperado, parecia que algo sério tinha acontecido.
      -Estou bem sim Dipper, obrigado pela preocupação, entrem logo e lhes conto tudo na viajem.
      -Olá senhor Pines.- Disse Pacífica levantando do gramado- Gostaria de dizer que estou financiando a sua pesquisa e de seus sobrinhos. Mas teve uma condição. Toda a vez que vocês forem fazer uma exploração, vocês tem que me chamar.
      -Que ótimo, mas sobre a sua exigência, seus pais estão de acordo?
      -Claro que não.
      -Rebeldia adolescente, gosto disso.- Estendeu sua mão para apertar a da Pacífica. Eles se cumprimentaram e ele diz:
      -Nossa! Um cumprimento de seis dedos é bem mais amigável que de cinco.
      -Hahaha! Gostei de você garota. Tem personalidade atrativa, como a Mabel. Bem temos que ir, até a próxima mocinha.
      Saímos do casarão após todos nós nos despedirmos da Pacífica, descemos a montanha e seguimos rumo até a cabana, que ficava do lado da floresta, enquanto isso o tivô nos falou que a picape estava toda acabada pois uns adolescentes se reuniram e destruíram ela por ele ter estacionado na vaga que eles iriam pegar. Não eram ninguém reconhecido, mas acabaram se arrependendo e deixaram o dinheiro com o tivô Ford, ele ficou procurando um mecânico para concertar já hoje, mas não achou nenhum aberto, e quando viu já eram quase 20:00Pm, então ele foi nos buscar. Quando acabou a história já aviamos avistado a cabana, chegando lá o Stan estava nos recebendo na porta com cara de bravo e não nos deixou entrar sem uma explicação.       
       -O que aconteceu com a picape? Por que se atrasaram? Por que vocês dois estão  tão sujos?
       -Bom Stan, tem uma explicação totalmente lógica para isso. Se me deixar contar...
       -Tudo bem então, crianças vão tomar banho antes que o jantar esfrie, eu e o Ford vamos conversar.
       Eu e Mabel subimos as escadas e fomos para nossos quartos. Ela saiu primeiro para tomar banho, eu fiquei sentado na minha cama lendo minhas leituras de verão, comecei por um livro de um escritor local, seu nome era “Asas do vento”, logo na primeira página deixei o livro cair sobre a luz negra. Acabei achando um código na capa que dizia “15-ILOKRWH-3-1-9-21-GR-QLQKR-TXHP-15-SHJRX-...” A partir dai a capa estava rasgada, não consegui decifrar o código de primeira, mas continuei tentando até que Mabel veio do banho indicando que era minha vez. Fui tomar banho enquanto ele foi jantar, terminando eu fui jantar e voltei para o quarto. Puis meu pijama e fui deitar. Quase não consegui dormir, ficou na minha cabeça aquele código e quase que não dormi se não fosse por um chá que bebi ás três da madrugada.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo. E esse código no futuro ficará completo, e ele será fundamental para a compreender a história no futuro. E então é isso, nos veremos num futuro próximo. Gente se vcs puderem comentem o que querem para a fic crescer e tbm se vocês tiverem uma história avisa ai que eu vou seguir e favorita-la.


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