História Grooms of Sacrifice - Yaoi - Capítulo 7


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Personagens Originais
Tags Diabolik Lovers, Lemon Hard, Yaoi
Exibições 22
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, queridos leitores.
Não joguem pedras em mim por favor.
Não postei no último final de semana porque eu estava realmente muito, muito ocupada.
Fiquem com o capítulo!

Capítulo 7 - Briga de Irmãos.


Fanfic / Fanfiction Grooms of Sacrifice - Yaoi - Capítulo 7 - Briga de Irmãos.

~  Yuki Narrando ~

 

Depois que eu e Kiyoshi nos trancamos no quarto, a curiosidade bateu. Estávamos ouvindo algumas vozes baixas, possivelmente os humanos acordaram. Se o papai estivesse aqui provavelmente arrancaria nossas presas por isso, uh. Abri a porta lentamente, e olhei para a sala, lá estavam eles, Ryo e Hide sendo idiotas como sempre, e os cinco humanos.

 — Devemos ir lá? – Perguntei para o Kiyoshi, ele é o mais sensato de nós, com certeza vai saber o que fazer numa situação como essa.

—Nem sei, dá teu jeito. – Respondeu dando de ombros. Rosnei baixo, me segurando para não pular no pescoço dele.

— Como assim?! A responsabilidade também é sua, filhote de piolho manco! – Coloquei a mão na testa, em sinal de reprovação. Ele só suspirou e me pegou pelo braço, apertando com força enquanto me olhava com uma cara de superior, estremeci.

— Só fique calmo, okay? – Eu ia questionar, mas ele mordeu meu pescoço com delicadeza, pra não dizer o contrário.

Tentei afastá-lo, mas cada vez ele me empurrava mais para trás, eu só conseguia gemer coisas sem sentido tentando xinga-lo, quando percebi já estávamos no corrimão, e logo depois caindo e batendo no chão.  Ai... Juro que consegui ouvir todos os meus ossos fazendo um “Trac” ao mesmo tempo.

Todos se viraram para nos olhar, fez até vento de tantas cabeças virando...Que vergonha...Acho que amanhã alguém de nome Kiyoshi vai morrer com o crânio esmagado por um piano. Ia me levantar mas não consegui por dois motivos, a dor da queda e o peso do idiota que está em cima de mim.

— D-desgraçado, infeliz, maldito... – Me mexi, na tentativa de fazê-lo sair de cima de mim. A minha curiosidade desapareceu de repente, eu só queria enfiar minha cabeça num buraco agora.

 

~ Sousuke Narrando ~

 

Ah, que orgulho de mim mesmo. Acabei de fazer em dois minutos o que aqueles dois inúteis demoraram uma hora pra tentar fazer. Achei que seria mais difícil matar aquele puma, mas foi até fácil, como matar um mosquito. Ainda estou decidindo se vou empalhar ou fazer um tapete com isso, hum.

Cheguei em frente a mansão, logo de cara percebi que estava mais quieta do que o normal, esse lugar é sempre agitado e barulhento, deve ter acontecido algo ruim, melhor ir conferir rápido. Empurrei o portão de qualquer jeito e fui rapidamente para dentro. Quando abri a porta vi o Yuki no chão todo arrebentado e o Kiyoshi em cima dele, com a boca toda suja de sangue, fiquei até com um pouco de pena do Yuki. Ia me aproximar quando notei os humanos... Dei alguns passos para trás receoso. Por algum motivo acho que eles estão com mais medo de mim do que eu deles.

— Sousuke, o que aconteceu? – Hide perguntou me olhando de cima a baixo. Ryo estava imóvel com um olhar vazio, parecia estar assimilando tudo o que houve.

— Parece que você matou esse puma de dentro pra fora... – Sussurrou um humano de cabelos vermelhos e olhos no mesmo tom, brilhantes e vivos. Não precisei fazer algum esforço para entender o que ele havia falado, um dos benefícios de ser um vampiro.

— Humpf, não diga beste-- – Virei o rosto, inflando as bochechas, quando vi que abaixo de mim se formava uma poça de sangue, minha camisa estava toda suja, assim como meus braços e rosto. Er, pelo que parece sem querer eu rasguei o corpo do bichano. 

— SOUSUKE, ME AJUDA! – Yuki se agarrou em uma das minhas pernas, enquanto tentava chutar Kiyoshi para longe de si. Ele sangrava um pouco. Suspirei e olhei nos olhos do Kiyoshi.

— Some daqui, antes que eu te taque na parede... – Rosnei para ele, que saiu com a cabeça baixa, dando rápidas olhadelas para um dos humanos.

Yuki estava agarrado na minha perna e não parecia querer soltar, fazia algumas caretas de dor e passava a mão no pescoço. De vez em quando os dois tem algumas brigas mas nunca tinha chegado a esse ponto.

 

~ Acampamento, Daka Narrando ~

Eu estava na barraca junto com a Aika, nós duas estávamos organizando as coisas para o dia seguinte. Mais cedo pedimos para que todos ficassem dentro de suas barracas pois poderia ser perigoso lá fora, afinal não sabemos se existem grandes predadores aqui. Quando terminamos de guardar os materiais ouvimos um choro baixo vindo de fora. Fomos averiguar, e encontramos a menina Megumi chorando do lado de fora da barraca, suas roupas estavam completamente encharcadas por causa da chuva forte que estava caindo. Colocamos ela dentro da barraca, enrolada em vários edredons. 

— O que aconteceu, menina Megumi? – Perguntei, passando a mão em suas madeixas azuladas. Ela tremia, chorava e soluçava.

— F-F-Foi h-hor-rrível...E-Ele-Eles s-su-su-sumiram... – Ela caiu em prantos, parecia que mal conseguia respirar de tanto chorar e soluçar.

— Eles quem, pequena? – Aika voltou, trazendo consigo mais um edredom que foi colocado em volta de Megumi, na tentativa de deixá-la aquecida.

— I-Ichi-Ichiru  e o-os a-a-ami-amigos de-dele. – Ela se apoiou em meu ombro e seu choro aumentou. Olhei para Aika, e ela entendeu que deveria ligar para a polícia. A garota acabou se rendendo ao sono e a fraqueza e adormeceu. Saímos para fora da barraca, Aika discou o número da polícia e esperou atenderem a ligação.

— Olá...Estamos numa excursão e alguns estudantes se perderam na floresta, estamos em rothiemurchus... – Ela falava andando de um lado para o outro – Vai demorar quanto tempo mais ou menos? É urgente. – Ela parou por um momento – DOIS DIAS?!...Venham rápido, por favor.

~ Hiro Narrando ~

Nunca tinha ficado tão confuso como agora. Meu cérebro está implorando por uma pausa, realmente estou muito cansado. Mas me forço a ficar acordado por que dormir numa situação como essa não parece boa coisa. Minhas pernas estão doendo, mal consigo ficar em pé. O vampiro mais novo pelo que parece se aproximou de mim, o olhei torto.

— Que foi? Tá achando que eu vou te comer?  – Ele colocou o cabelo para trás novamente e suspirou se jogando de qualquer jeito no sofá.

— C-Claro que não, idiota. – Corei e fiz um bico. Ele me olhou curioso e aproximou sua mão do meu rosto. Afastei-me.

— Por que suas bochechas estão vermelhas? Por acaso está doente? – Me perguntou se esticando para tocar minhas bochechas sem sair do sofá.

— Você não sabe o que é isso? – Ele fez que não com a cabeça. – Bem, isso se chama “Corar” acontece quando uma pessoa fica com vergonha. – Ele me lançou um sorriso convencido. Que idiota eu sou, falei demais...

— Vergonha, hein...– Ele se levantou, e mesmo parecendo ter a mesma idade que eu, ele é uns seis ou oito centímetros mais alto, aff. – Qual é o seu nome, pequeno humano?

— Pequeno o caralho... E meu nome é Hiro. – Cruzei os braços evitando o encarar.


Notas Finais


Até o próximo.


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