História Guarda-chuvas • Imagine J-Hope - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Imagine
Exibições 228
Palavras 2.815
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é minha primeira fic e eu escrevi pelo celular então relevem qualquer erro c:

Capítulo 1 - Capítulo único


 Eu estava voltando da escola andando, como sempre faço, mas hoje um imprevisto aconteceu, começou a chover e eu não trouxe guarda-chuva, até porquê o dia começou sem nenhuma nuvem no céu, durante a aula apareceram algumas, mas não imaginava que isso aconteceria.

Eu saí correndo pra não me molhar tanto, e – desastrada do jeito que sou – acabei batendo com a testa nas costas de menino – muito bonito por sinal – que se não tivesse me segurado, teríamos ido os dois para o chão.

— Desculpa, eu não te vi aí. – eu disse colocando a mão na minha testa onde havia batido nas costas dele – me perdoe, eu sou muito destrada.

— Tudo bem. Meu nome é Hoseok, Jung Hoseok. – sorriu – Como é seu nome? Você está bem?

— Estou bem, meu nome é (s/n). – sorri de canto – Eu sou o desastre em pessoa, por favor me desculpa. – supliquei e ele riu rapidamente.

— É claro que eu te desculpo – sorriu –, eu também sou desastrado. – falou num sussurro enquanto colocava uma mão do lado da boca, como se fosse um segredo – Você está sem guarda-chuva?

— Estou, mas não tem problema, eu moro há mais ou menos uma quadra daqui, não é tão longe.

— Oh, se não é tão longe eu te levo até em casa. – corei, não sabia reagir à isso – Tudo bem?

— É muito incômodo, não precisa, sério.

— Não é Incômodo algum, eu gosto de ajudar.

— Tem certeza? Você não tem nenhum compromisso?

— Não tenho nenhum compromisso, eu estava voltando da escola e indo pra casa. – e foi só agora que eu percebi que ele estava com o uniforme do meu colégio, só não sei como nunca tinha visto ele antes – E assim que eu chegasse lá, eu não iria fazer nada, como sempre, então acho que não tem problema nenhum te levar em casa.

— Sua mãe não vai ficar preocupada?

— Não, ela só chega em casa à noite, isso quando ela não fica de plantão. – ele disse com o semblante triste.

— Ela é médica?

— É sim. Bom, vamos?

— Claro. – sorri e ele me acompanhou.

Ele me puxou para perto, para os dois caberem embaixo do guarda-chuva. Nós ficamos assim o caminho todo, em silêncio e colados um no outro, porém o silêncio não era desagradável e o frio causado pela chuva não era um problema, o calor dos nossos corpos tão perto um do outro nos aqueciam.

Assim que chegamos na frente da minha casa eu parei de andar e ele fez o mesmo.

— É essa casa aqui. – apontei.

— Então acho que chegamos ao seu destino. Não se esqueça de levar guarda-chuva para a escola, nunca se sabe quando vai precisar não é mesmo? – riu – Espero te ver mais vezes por aí. – assim que ele se virou para ir embora eu, por puro impulso, segurei o pulso dele.

— V-você não quer… argh. – corei – Você não quer almoçar aqui? Como pagamento por me salvar de um banho aqui na rua mesmo.

— Não precisa, sério, fiz por pura vontade. – sorriu – Além disso, eu não quero incomodar ninguém.

— Não é Incômodo algum, vem – puxei ele pra mais perto da porta, lá ele colocou o guarda-chuva no lado da porta e entramos. – Seu casaco ta molhado, tira ele – pedi e o mesmo o fez, assim que ele tirou o casaco, eu o peguei e levei para a mesinha de centro da sala. Só então eu percebi que ele continuava parado na frente da porta e, assim que me aproximei para falar algo, minha mãe entrou na cozinha e nós três ficamos nos encarando por alguns segundos, até minha mãe quebrar o silêncio.

— Não me avisou que traria um namorado – ela disse e nós dois coramos.

— Mãe! – repreendi – Nós não somos namorados.

— Tá tudo bem filha, eu só esperava que você me contasse antes.

— N-não, senhora, nós não somos namorados. Me deixe explicar a situação, sua filha estava correndo na rua, por conta da chuva, e com toda a correria e chuva – e meu desastre – ela acabou batendo nas minhas costas, eu simplesmente ofereci uma carona com guarda-chuva até aqui, pois é caminho da minha casa e ela estava sem, então como uma recompensa ela me ofereceu um almoço aqui. – sorriu – Se não for incômodo, é claro.

— Não é Incômodo algum. – minha mãe falou e sorriu – Deixem suas mochilas ali na mesa da sala e venham comer.

Fizemos o que ela pediu e fomos comer o almoço: Arroz e sushi. Nós comíamos em silêncio até minha mãe cortar o silêncio.

— Como é seu nome? – ela perguntou e ele parou um sushi em frente à boca já aberta, logo antes de responder a pergunta fechou a boca e levou de volta o sushi ao prato com os hashis.

— Jung Hoseok. – sorriu e comeu então o seu tão desejado sushi – e o s…– ele foi cortado pela minha mãe.

— E onde você mora?

— À mais ou menos duas quadras daqui. – minha mãe abriu a boca para provavelmente perguntar outra coisa mas eu a cortei antes mesmo de começar.

— Vai perguntar RG dele agora? – ele segurou o riso, e para isso, teve a péssima ideia de enfiar um sushi na boca e quase se afogou com o mesmo, foi minha vez de prender o riso e minha mãe já ficou desesperada atrás de água, logo ela saiu correndo igual uma louca da cozinha. – procurar água fora da cozinha não é muito normal, mas quando ela surta ela faz essas coisas sem sentido – eu disse dando de ombros e ele finalmente soltou uma risada escandalosa, mas não uma chata, era uma divertida e que dava vontade de rir também, e foi o que fiz, comecei a rir, e agora éramos duas hienas rindo e uma mãe confusa na entrada da cozinha.

— O que eu perdi? Por que estão rindo? – ela perguntou com o semblante confuso, o que só nos fez rir mais – Estão rindo de mim? Eu também quero rir! POR QUE ESTÃO RINDO? – Dessa vez ela gritou o que fez os risos cessarem aos poucos.

— Por que estamos rindo mesmo, Hoseok?

— Eu não sei, por que começamos a rir?

— Não faço ideia. – nenhum de nós realmente lembrava o motivo dos risos – Você começou a rir do nada e eu ri da sua risada, logo nós dois estávamos rindo. – dei de ombros.

Minha mãe nos olhou com uma cara estranha e voltamos a comer, o resto do almoço foi em silêncio, logo que terminamos minha mãe foi lavar a louça e nós – eu e Hoseok – fomos para o meu quarto, sentamos na cama e ficamos conversando sobre coisas aleatórias por um bom tempo, as vezes um de nós dizia algo engraçado e ele soltava aquela risada escandalosa e gostosa. Quando nós percebemos já eram quase 17:00 e ele disse que precisa ir, mas assim que ele se aproximou da porta eu segurei seu pulso e ele se virou no mesmo instante, ficamos nos encarando até eu quebrar o silêncio.

— Sua mãe não deve estar em casa ainda, você poderia ficar aqui, né?

— Eu adoraria ficar, mas já está tarde. – ficou com o semblante decepcionado.

— Ah, okay. – soltei seu pulso, fiz uma cara triste e ele me olhou com um pouco de o que parecia ser culpa misturado com tristeza.

— Tudo bem, eu fico, mas só até as 18:00, minha mãe sai do trabalho 18:30, não quero que ela fique preocupada. – ele sorriu curto e eu dei um sorriso que ia de orelha à orelha, nem estava prestando atenção quando por impulso abracei ele, quando me dei conta do que tinha feito me afastei imediatamente e percebi que não era a única corada, nos encaramos e logo desviamos os olhares – Então… argh… Onde você fica durante o intervalo? Nunca te vi na escola. – fez um bico fofo e eu ri rapidamente.

— Ah, eu normalmente fico sentada em um daqueles bancos que ninguém vai atrás da escola, e você?

— Eu fico vagando por lá. Por que você fica lá naqueles bancos? Com quem você fica?

— Sei lá, não tenho amigos, então fico lá mexendo no celular – dei de ombros e continuei – E você, com quem fica?

— Com uns amigos meus.

Continuamos conversando por mais um tempo, estávamos tão entretidos na conversa que nem prestamos atenção na hora, ele estava me contando que uma vez ele quase caiu no rio durante o inverno por puro desastre – ele é tão desastrado quanto eu – quando o telefone dele tocou e cortou sua explicação.

Ligação Off

– Hoseok? Onde você está?

— Oi mãe, estou na casa de uma amiga, por quê? Que horas são?

– São 18:45, acabei de chegar em casa, fiquei preocupada por não ter ninguém aqui, me avise quando for sair. E quem é essa sua amiga? Pelo que eu saiba você só tem amigos homens.

— Ah sim, eu conheci ela hoje, ela é super legal.

– Tudo bem, venha para casa agora, okay? E me avise quando for sair de novo.

— Tudo bem, mãe, estou indo, só vou me despedir.

Ligação Off

— Eu tenho que ir agora, amanhã eu passo aqui para irmos à escola juntos, tudo bem?

— Claro! – sorri e dessa vez foi ele quem me abraçou, depois de me soltar ele murmurou um tchau e saiu.

•°•°•°•

Já fazem 2 meses desde que eu tombei com o Hoseok, foram os melhores 2 meses da minha vida, nós somos melhores amigos, e eu acho que gosto dele. Hoje a mãe dele vai ficar de plantão e ele – como o bom medroso que é – me chamou pra dormir lá na casa dele, temos intimidade o suficiente pra dormirmos na mesma cama, tomarmos no mesmo copo, nos trocarmos na frente um do outro, só não trocamos as roupas íntimas um na frente do outro e também não tomamos banho juntos, mas vamos até ao banheiro juntos, algumas vezes. Mas trocando de assunto, hoje eu vou dormir lá, nós vamos assistir um filme enquanto comemos pizza e depois ficar conversando até um de nós pegar no sono e deixar o outro falando sozinho até ele perceber isso e ir dormir também, nós sempre fazemos isso quando vamos domir juntos.

Eu estava indo me arrumar quando meu celular começou a vibrar, indicando que uma mensagem havia chegado.

Mensagem On

– Que horas você vem?

— Sei lá, que horas é pra mim ir?

– Já podia estar aqui, minha mãe ja saiu faz 5 minutos.

— Nossa, mas eu nem arrumei minha roupa ainda.

– Ah, por favor né, você está vindo na minha casa, você pode vir até de pijamas e ficar assim até semana que vem, eu sou teu melhor amigo, porra, só vem logo.

— Vou escovar os dentes e to saindo, e, se a sua vizinha bater na sua porta, atenda, não é um alien disfarçado, provavelmente ela só quer açúcar, sal ou alguma coisa emprestada para fazer uma torta.

– Aish, não precisa lembrar desse ocorrido, é passado, vai se arrumar logo.

Você ficou offline

Mensagem Off

Eu saí correndo pra escovar os dentes e peguei qualquer roupa no armário e joguei dentro da mochila, junto com meu carregador, eu ja tenho uma escova de dentes lá, então não me preocupo com isso, e também coloquei roupas íntimas, eu poderia ter que tomar banho ou algo do tipo acontecer, então, melhor previnir do que remediar. E sobre a história da vizinha citada na conversa, sim, ela realmente aconteceu. Por quê? Bom, ele tinha acabado de assistir um filme sobre aliens disfarçados e quando a vizinha tocou a campainha ele achou que ela era um alien, chegou a tacar sal na cara da coitada, e quem teve que amenizar tudo? Isso mesmo, eu. Mas chega de enrolação, eu tenho que ir até à casa dele antes que ele se encontre em uma situação deplorável.

•°•°•°•

Eu já estava no meu terceiro pedaço de pizza e nem estávamos prestando atenção no filme, estávamos conversando sobre a vida alheia, o filme era uma comédia romântica, daquelas cheias de putaria, e só fomos parar de conversar quando ouvimos gemidos vindos da televisão, ele olhava pra mim e pra TV, alternava os olhares, enquanto o meu estava fixo nele, quando nossos olhares se cruzaram ele ficou um tempo me fitando antes de começar a se aproximar, eu comecei a fazer o mesmo e quando nos damos conta as respirações estavam mescladas e nossos narizes roçavam de leve um no outro, então ele se aproximou do meu ouvido e sussurou:

— Poderíamos estar iguais aqueles dois do filme, não? – ao sussurar isso, senti meu corpo todo arrepiar e corei, mas decidi entrar no jogo dele, afinal, não é todo dia que o crush te dá uma chance dessas.

— É, realmente poderíamos, mas você não colabora. – disse perto do ouvido dele, no mesmo tom.

E foi aí que ele se arrumou no sofá e me colocou em cima dele, me fazendo abrir as pernas e colocar uma de cada lado do seu corpo, ele me encarou e mordeu o lábio inferior antes de selar nossos lábios, calmamente, assim que ele viu que eu correspondi, ele pediu passagem com a língua e eu cedi, então o beijo começou a ficar selvagem e às vezes eu rebolava no colo dele, sentindo uma pequena ereção abaixo de mim, até que o ar fez falta e nos separamos, maldito ar. Estávamos ofegantes e ele mal esperou eu recuperar o ar e atacou meus lábios novamente, as vezes eu soltava um gemido baixo durante o beijo e ele sorria, a ereção abaixo de mim não era mais tão pequena e eu já rebolava mais rápido, ele então me pegou no colo, me fazendo entrelaçar as pernas na cintura dele, ele saiu andando sem rumo até encontrar uma parede, assim que achou uma me pressionou contra ela me fazendo gemer de dor, o que pelo jeito só deixou ele mais excitado, ele prendeu minhas mãos acima da minha cabeça e começou a deixar leves chupões e mordidas pelo meu pescoço e eu gemia algumas vezes.

— Ho-Hoseokkie, vamos pro quarto. – falei ainda ofegante por conta do beijo recém dado.

— Como você quiser. – sorriu malicioso, foi até a sala, pausou o filme, me pegou no colo do mesmo jeito de antes e me levou pro quarto dele.

Logo estávamos deitados em sua cama nos beijando loucamente enquanto uma ereção roçava na minha intimidade, eu arfava e gemia durante o beijo, ele então tirou minha blusa e começou a dar chupões pelo meu peito seios, de vez em quando ele mordia de leve ou até mesmo lambia, eu tirei a blusa dele e arranhava suas costas, ele então começou a tirar as outras peças de roupa que restavam em nós, eu já estava nua e ele só de cueca, quando ele ia tirar, eu lembrei.

— Hoseok, não quero quebrar o clima, mas também não quero engravidar. Camisinhas?

— Aish! Segunda gaveta, rápido.

Enquanto eu pegava a camisinha ele tirava a cueca, eu entreguei pra ele e ele vestiu o mais rápido possível, se atrapalhando um pouco, mas conseguiu.

— Hoseokkie, eu sou virgem, então vai devagar. – fiz uma voz manhosa.

— Claro, meu amor. – Ele realmente me chamou de meu amor ou eu to delirando?

Ele voltou a me beijar e então começou a me masturbar, eu já estava gemendo muito e quando ele viu que eu estava chegando ao meu ápice, ele deitou e me colocou sentada em seu membro, posicionou ele na minha entrada e eu fui descendo lentamente, a cada centímetro daquilo dentro de mim eu gemia – gritava – mais alto. Assim que estava inteiro dentro de mim, eu tinha lágrimas nos olhos, fiquei parada para me acostumar, o que não demorou muito, logo eu comecei a rebolar e ele entendeu o que significava, posicionou as mãos na minha cintura me ajudava a me movimentar, eu subia e descia, gemia o nome dele toda hora, o quarto era preenchido com o som dos nossos corpos se chocando e por nossos gemidos, depois de um tempo subindo e descendo ali, eu cheguei ao meu ápice e tive um orgasmo, nesse momento eu gemi mais alto do que antes – se é que era possível – meu corpo relaxou e minha entrada se contraiu, e foi aí que ele gemeu alto demais e também gozou.

Nós estávamos ofegantes, então ele se retirou de mim e eu deitei do lado dele, apoiando minha cabeça em seu peito.

— Eu te amo, (s/n) – ele disse, o que me fez olhar para ele com um sorriso de orelha à orelha e ele então selou nossos lábios

— Também te amo, Hoseokkie.

 Depois disso eu só lembro te termos nos beijado mais algumas vezes, calmamente, sem malícia, sem maldade, só alguns beijos calmos, trocamos mais algumas carícias e fomos dormir.


Notas Finais


Como eu disse, relevem os erros
bye~


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