História Guardiã dos Moors - Capítulo 46


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Categorias Descendentes, Malévola (Maleficent)
Personagens Carlos de Vil, Chad, Diaval, Doug, Evie, Jane, Jay, Lorrie, Mal, Malévola, Personagens Originais, Princesa Audrey, Princesa Aurora
Visualizações 46
Palavras 870
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 46 - Um almoço turbulento.


P.O.V Mal​

- Reverto enchantment- digo um feitiço de reverter encantamentos, para fazer meu sogro voltar ao normal, e felizmente, o feitiço da certo, o "bebê" pula do colo da mãe de Ben e volta a forma adulta. 

- Seus idiotas, me disseram que essa água é benéfica a saúde!- grita o rei, xingando meu pai e Zack, que dessa vez tinham passado  dos limites.

- Gente, que tal almoçarmos?!- sugiro fazendo com que as mesas ao centro se encham de comida, amenizando a discussão.

- Benny, desculpa pelo meu pai.- digo encostando minha cabeça no ombro de meu namorado.

- Sem problemas!- meu namorado me diz, me dando um selinho. 

Me dirijo até as mesas de comida e pego "o prato de entrada", escolho uma salada grega, Benny escolhe o mesmo que eu, nos dirigimos até a mesa onde estávamos sentados com Alfred, o mesmo senta conosco poucos minutos depois, estamos conversando quando começa uma discussão, entre o meu pai e Adam:

- Eu sou um rei, tenho sangue azul, devo ser tratado com respeito!- grita Adam, tentando sacudir meu pai, mas como meu pai é um elfo, e portanto, como qualquer elfo, tem uma força imensa sem esforço, isso é impossível, mesmo com o "rei" ainda tendo sua força bestial.

- Aposto que se você se cortar terá sangue vermelho, o sangue azul pertence as ninfas. E pare de me sacudir.- meu pai, diz sério, algo estranho, pois raramente ele é sério.

- Eu sou um rei e exijo respeito! Não só de você, mas de todos os presentes aqui, eu sou um rei!- grita Adam, não somente com o meu pai, mas com todos da festa. E ainda tem a audácia de continuar - Sou o rei mais poderoso do mundo, tenho o maior poder sobre reinos que o mundo já viu!

- Você pode até ser um rei em Auradon, mas aqui você é apenas uma pessoa comum.- digo indo até o pai de Ben.

Gelsin, o dragão guardião,  parece ter ouvido os gritos horrendos de Adam e veio para cá. Então o mesmo se pronuncia:

- Você pode ser o rei mais poderoso, mas não me interesso pela realeza, e até mesmo eu sou mais poderoso que você, na verdade fui o ser mágico mais poderoso até 16 anos atrás, mas Mal é mais poderosa que eu. 

- Exagero, é obvio que você é mais poderoso que eu.- minto, pois sei que é verdade, apenas recuso a realidade.

- Você está mentindo, mas tudo bem, estava havendo uma invasão de Leah na fronteira, aparentemente ela quer falar com um anjo de asas que não tem medo de magia negra, acho que ela está falando de você.- assim que o dragão guardião diz isso, me tele- transporto imediatamente as fronteiras, ficando com minhas asas, cabelo loiro, e orelhas pontudas.

- Aí está você! Tivemos a audácia de atingir os Moors novamente, vai fazer o que, anjinho?- diz Nenla, Leah, irônica.

- Cara Nenla, nos vemos faz pouco tempo, sua memória está tão falha que eu preciso repetir o que eu disse na sua não-adorável última visita?- pergunto irônica, impulsionando todos os soldados de Leah para fora dos Moors, não utilzo os exércitos, consigo dar conta sozinha. Mas antes de eu impulsionar a fada má para fora do reino, ela me atinge com um objeto de ferro banhado a cobre em meu braço esquerdo, a vista um corte normal, porém é extremamente doloroso e pode ser fatal. A empurro com minga magia para fora dos Moors, e então lanço um feitiço para proteger o reino:

- Salvio Hexia. Fianto Duri. Protego Máxima.

Me tele- transporto a festa dos Moors, lanço um feitiço ilusório em meu machucado, não tenho tempo para cura- lo agora, posso fazer isso depois, é só conter a dor até lá. Meu pai me abraça, fazendo meu braço machucado doer, mas me faço de atriz e finjo que está tudo bem. Benny faz o mesmo, porém Afred percebe, mesmo com meu fingimento algo estranho, e pergunta:

-Mal, o que aconteceu? Você parece estar com dor.

- Apenas um pequeno ferimento em batalha ainda dolorido, nada de mais.- respondo mentindo.

- Mal, eu te conheço, o que aconteceu? - insiste meu primo.

 - Nada de mais.- respondo massageando meu braço, percebendo isso, Alfred puxa levemente o meu braço e desfaz o feitiço. Então diz preocupado:

- Cure isso agora! Você está louca, isso pode te matar!

- Kurati issa.- faço um feitiço que me dá uma leve tontura, mas me recomponho e digo a meu primo - Pronto!

- Viu?! Não custa nada ser sensata!- ironiza meu primo, comendo seu almoço.

- Ok, vamos pegar comida Ben?- pergunto, vendo que ele também não tinha pego sua comida.

- Sim, claro linda.- ele diz, me dando um selinho.

- Acho que ela quis dizer outra comida.- meu primo diz fingindo estar sério.

Depois de pegarmos nossa comida e come-la, nos despedimos de todos e voltamos para a escola, Alfred vai direto para seu dormitório, para se arrumar para seu encontro com Evie, eu e Benny estamos, como as pessoas normalmente dizem, "se pegando" no meio do jardim da escola, já que não há ninguém por perto.

 

 

 


Notas Finais


O que acharam?


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