História Guardiã dos Moors - Capítulo 47


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Categorias Descendentes, Malévola (Maleficent)
Personagens Carlos de Vil, Chad, Diaval, Doug, Evie, Jane, Jay, Lorrie, Mal, Malévola, Personagens Originais, Princesa Audrey, Princesa Aurora
Visualizações 51
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 47 - A quase guerra de Auradon


P.O.V Mal

- Mal, eu te conheço, o que aconteceu? - insiste meu primo.

 - Nada de mais.- respondo massageando meu braço, percebendo isso, Alfred puxa levemente o meu braço e desfaz o feitiço. Então diz preocupado:

- Cure isso agora! Você está louca, isso pode te matar!

- Kurati issa.- faço um feitiço que me dá uma leve tontura, mas me recomponho e digo a meu primo - Pronto!

- Viu?! Não custa nada ser sensata!- ironiza meu primo, comendo seu almoço.

- Ok, vamos pegar comida Ben?- pergunto, vendo que ele também não tinha pego sua comida.

- Sim, claro linda.- ele diz, me dando um selinho.

- Acho que ela quis dizer outra comida.- meu primo diz fingindo estar sério.

Depois de pegarmos nossa comida e come-la, nos despedimos de todos e voltamos para a escola, Alfred vai direto para seu dormitório, para se arrumar para seu encontro com Evie, eu e Benny estamos, como as pessoas normalmente dizem, "se pegando" no meio do jardim da escola, já que não há ninguém por perto.

​Uma monitora loira, de baixa estatura, se aproxima de nós, ela aparenta ter um jeito rude, mas não se deve enganar pelas aparências. Então, quando está a uns 10 passos, diz:

- Vocês aí, vilazinha insignificante- com um olhar homicida no rosto- e príncipe- faz uma leve reverencia e o olha com admiração- Parem de se beijar! Você- diz olhando para Ben- Devia arranjar uma namorada da realeza e não uma desprezível filha de vilã!

- Ela não é desprezível, e é a minha namorada! Então olha como você fala dela!- Ben diz, me defendendo.

- Tanto faz, continua sendo filha da Fada psicopata. A rainha e a Fada Madrinha querem vê-los.- informa-nos a monitora.

- Ok- dizemos disfarçando a raiva por ela, indo em direção a sala da fada madrinha, ou seja, saindo pela esquerda do jardim.

- Elas os esperam no gabinete real, aquele que fica na escola, vilazinha! O bondoso príncipe sabe onde é.- diz a monitora, se dirigindo a mim com desprezo.

- Sou filha de uma vilã, não uma propriamente dita. Só é possível virar uma quando completa os anos de ensino em Dragon Hall.- falo, realmente não gostei dela, e isso é raro, costumo facilmente perdoar as pessoas, mas hoje não estou assim... Deve ser a TPM.

- Viu?! Até sabe o nome de escolas vilãs!- a monitora diz, como se não fosse óbvio.

- Claro, só existe uma escola na ilha, e foi lá que eu estudei!- eu digo, apesar de ser uma meia-verdade, pois eu estudei até os meus nove anos apenas no submundo, dizendo para meus amigos que estudava em casa e para minha mãe que estudava em Dragon Hall. Nunca contei isso para ninguém, nem mesmo para Benny, talvez eu conte a ele...

- Vamos?!- pergunta Ben, vendo uma discussão se formando.

- Claro.- digo.

- Eu vou segui-los, para garantir que não se "distanciem" do caminho.- a monitora diz irônica.

Durante o caminho, a monitora ficou me xingando, mas não liguei, por quê deveria ligar? Só iria me meter em problemas, ela poderia me dar uma ocorrência, me proibir de ir a coroação... Embora eu não deveria ir a coroação, mas tenho que estar com Benny nesse dia, para garantir que meus amigos não se levem pelas ameaças e palavras de seus pais. A monitora continua me xingando, e eu a ignorando, até que chegamos ao gabinete real da escola, é sério, achei que gabinetes reais não ficavam em escolas. A mãe de meu namorado pede que a monitora se retire, gesticulando com as mãos. E pede para nos sentarmos, Adam adentra na sala,  e a rainha começa a falar:

- Mal, desculpa pela meu marido hoje mais cedo.

- Tudo bem, ele só tem que entender que os Moors não são o reino dele.- digo lançando uma indireta ao "rei'.

- Eu compreendo isso, mas como aquilo é um reino se não há um rei?-pergunta Adam, curioso.

- Na verdade, nosso sistema é diferente, não há ninguém especifico no governo, os próprios habitantes dão suas ideias e votam nelas, depois enviam uma pessoa para cumpri-la. O sistema com o conselho e guardiões é para situações de guerra.- digo o explicando como funciona.

- Desculpa, mas ainda não entendo como o povo pode ter algum poder- diz o pai de Benny.

- É um exemplo melhorado da Grécia antiga.- falo.

- Um exemplo melhorado da Grécia seria uma monarquia. -diz Adam, com convicção.

- Não acho, mas por que vocês me chamaram? -pergunto.

- Estamos em uma quase guerra com a ditadura da Arigrabad, Jasmin nos assegurou que Agrabah não vai lutar nessa guerra. Queremos que o povo se liberte da ditadura, que embora seja boa no momento trará problemas no futuro, ditaduras nunca são boas. - diz o "rei", convencido.

- Tecnicamente é a mesma coisa que a monarquia absoluta, só muda o nome. Mas o que eu posso fazer para ajudar?- pergunto.

- Queremos que você comande nossos exércitos nas batalhas, Benjamin disse que você faz isso pelos Moors, e até hoje desde que você assumiu o comando militar não foi derrotada, mas tenho que dizer que não entendo porquê vocês não conquistaram o reino de Leah.

- Não posso comandar seus exércitos, não tenho experiência com soldados, e além faço isso pelos Moors somente, e nós não conquistamos o reino de Leah porque não nos interessamos em conquistar reinos.- nego a proposta e explico minhas razões. 

- Você poderia pelo menos lançar uma proteção no reino?- pergunta Bella.

- Claro, repelion inimigion- faço o feitiço.

- Só uma pergunta, o que te deu na cabeça para você lutar sem exércitos?! Você está louca?! Guardiãs mais experientes já perderam a vida assim! Somente Lotha Maleth conseguiu algum sucesso nas batalhas assim!- pergunta a fada madrinha surtando.

- Se não tiver confiança em mim mesma ninguém mais terá por mim, não acho justo arriscar a vida de outros por minha causa.- respondo ao surto da fada.

- Era só isso, obrigada pela ajuda- diz a mãe de Ben.

- De nada. Vamos Ben?- digo.

- Claro.- concorda Benny

 Caminhamos até o jardim da escola, onde sentamos em um banco e ficamos conversando sobre coisas aleatórias, interrompendo o assunto de vez em quando com selinhos.

 


Notas Finais


O que acharam?
Desculpa ter demorado para postar, estava com um bloqueio criativo.


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