História Guardiã dos Moors - Capítulo 83


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Categorias Descendentes, Malévola (Maleficent)
Personagens Carlos de Vil, Chad, Diaval, Doug, Evie, Jane, Jay, Lorrie, Mal, Malévola, Personagens Originais, Princesa Audrey, Princesa Aurora
Visualizações 64
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 83 - A grande profecia


P.O.V Mal

- Como assim eu tenho um irmão e você nem me avisa!- pergunto gritando.

- Eu só adotei um novo cachorrinho!- meu pai diz, e então pede para um dos funcionários trazer o cãozinho, aparentemente da raça Samoieda - Este é Poseidon, mas creio que ele não respira debaixo da água, e não, ele não terá direito a herança.

Vou até o filhotinho, o pego no colo e pergunto ao meu pai:

- Onde ele vai dormir?

- Numa miniatura da mansão que chega amanhã, até lá ele dorme em um dos quartos.- ele responde.

Faço um pouco de carinho no cachorro e o dou novamente ao meu pai, vou em direção ao meu namorado, mas sou interrompida pelo grito de Evie:

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!

Sua taça de champanhe havia se quebrado, e os cacos dela caem no chão, formando a mensagem - ​não me perguntem como aquela tacinha pode dar cacos suficientes para isso- : "Vocês têm pouco tempo, vou ter a cabeça de Mal Bertha em minhas mãos, uma hora ou outra. Os Moors irão cair, beijinhos da morte, Audrey"

Meus olhos ficaram verdes-arroxeados brilhantes, não ouvindo ou sentindo nada a minha volta, só a minha voz, e ainda sim muito baixa, começo a dizer uma profecia, sem saber de onde vinha aquelas palavras:

- Os sete filhos dos Moors por espirito,

De diferentes reinos mágicos, de diferentes Moors,

Irão batalhar nas 7 lutas,

Exércitos irão se formar,

E diferente do anteriormente dito,

A batalha não será na coroação do príncipe.

A maior filha dos Moors, a guardiã do mundo, a guardiã do primeiro Moors,

Matará Nenla, mas também morrerá pela mão da mesma,

O destino do mundo está na mão da guardiã,

Dos sete filhos dos Moors,

Virá a salvação ou a perdição.

Assim que termino de dizer a profecia, estou assustada, mas tento não  aparentar isso. Uma guardiã tem que aparentar confiança, sabedoria, tem que deixar as pessoas tranquilas apenas pela sua face, independente de como se sente. No fundo, eu já sabia que não iria morrer tarde, só não esperava que fosse tão cedo. Não estou triste, apenas assustada.

- Eu sei que é raro, mas você entendeu o que você disse?- pergunta Alfred, temendo que a resposta fosse sim. Ele não quer que eu saiba que irei morrer.

- Sim, mas não há o que temer.- digo tentando parecer calma, com sucesso. Sou realmente uma ótima atriz.

Irei morrer, não terei um futuro com Benny, com certeza o final não será feliz. Mas o pior de tudo é que os Moors ficarão sem uma guardiã, ficarão sem uma proteção. Ficarão indefesos, frágeis, desamparados. 

- Evie - digo, tendo uma ideia - Venha cá. -a chamo - Quando eu morrer, você aceita ser a guardiã dos Moors, a guardiã dos sonhos e esperanças, a guardiã do reino, a guardiã da magia? - a pergunto.

- Sim.- ela diz, entendendo o que eu queria dizer, e aceitando ser a guardiã dos Moors quando eu morrer.

- Então eu lhe concedo, depois da minha morte, o dom da magia da guardiã, dos sonhos, das esperanças, das profecias. Uma réplica do meu poder. - eu digo, quase gritando. Uma coroa de flores azuis e verdes-água meio-transparente se forma na cabeça de Evie, e em seguida desaparece. 

- Mal, como assim você vai morrer? Como? - pergunta Evie, resumindo tudo que todos querem dizer. Percebo que meu pai, meu namorado, minha bisa estão chorando. Todos os outros estão reprimindo lágrimas, alguns sem sucesso. 

- Eu nunca fui imortal, guardiãs morrem cedo. Acredite, só a magia sabe como isso acontecerá.- eu respondo.

Meu pai vem até mim, me abraça, e eu retribuo. Ele parece que nunca mais vai me soltar.

- Por que tinha que ser você? Por que Merlin, porquê?- ele pergunta, chorando, gritando e surtando.

Meu namorado está chorando, seus olhos vermelhos. Queria fazer algo para impedir aquilo, mas infelizmente não podia.

Meu pai me solta, e desmaia no chão. Me agacho ao seu lado. Faço um feitiço para verificar porque ele desmaiou. Ele desmaiou de dor porque eu irei morrer, e ele não poderá fazer nada para impedir.

 A ninfa Clara vem correndo até mim, com os olhos marejados, e diz:

- Está ocorrendo uma invasão nos Moors, eles estão quase nas fronteiras. Eles estão armados com armas de metais mágicos, e estão recebendo ajuda dos Caçadores sombrios.

- Obrigada por me avisar, ninfa Clara - a agradeço, e em seguida digo a todos, esperando ajuda - Uma invasão se aproxima, sei que precisarei de ajuda, sei que não conseguirei lutar sozinha. Preciso da ajuda dos outros seis da profecia, se alguém aqui, se sente como uma outra pessoa da profecia, se pronuncie agora! - Alfred, Oliver, Luke Ares (para o meu desgosto), Aquiles, Angeline e um garoto alto, de cabelos castanhos, com os olhos da cor do mar dão um passo a frente. Então eu pergunto ao garoto - Certo, já temos os sete aqui reunidos, mas só uma pergunta, quem é você?

- Percy Jackson, filho do falso-deus grego Poseidon.

- Bom, prazer em conhece-lo - digo a ele, e depois me dirijo a todos - Agora vamos a batalha! 

 

 

 


Notas Finais


Fiquei muito triste escrevendo este capítulo, mas acreditem, esta fic terá um final feliz. Mas enquanto o final não acontece, tentem não me matar.
Antes que me perguntem, sim, esse número sete foi baseado em Percy Jackson.
O que acharam?


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