História Guardião da noite. (Long-Imagine Jungkook) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Ação, Bts, Drama, Jungkook, Romance
Visualizações 49
Palavras 1.976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


então amigxs demorei muito i'm sorry mas o que importa é que nozes estamos aí <3

o primeiro capitulo saindo e fico grata com os favoritos, comentários. boa leitura! bjinho no dedo. <3

Capítulo 2 - Capitulo 1 - Início de tudo.


Fanfic / Fanfiction Guardião da noite. (Long-Imagine Jungkook) - Capítulo 2 - Capitulo 1 - Início de tudo.

Meus olhos se abriram vagarosamente. Torcendo para que a claridade não incomodasse a minha visão porém não estava tão agonizante assim, puxei o ar que precisava para os meus pulmões. Senti a necessidade de virar a cabeça de lado e certamente ver um copo meio vazio com pouco resto de líquido verde, certamente parece que foi bebido. Molhei os lábios e os mesmos estavam secos com gosto estranho e doce. Mas não era ruim. Levantei com calma, notei que o meu celular piscava na escrivaninha. Muitas ligações inesperadas dos meus pais.

Lembro-me da noite passada.

Gemidos. Gritos sem sucesso de ajuda e dor. Oh, sinto a dor.

Puxei o ar frustrada e com certeza, as minhas pastas dos meus exames ficaram no carro. A questão é... Como foi que voltei para casa.

Procurei as chaves nos bolsos e peguei o celular me sentindo desesperada. Fui para janela e o carro estava em perfeito estado ali, estacionado na calçada. Franzi a testa, fechando os olhos. As minhas mãos foram para minha testa e depois puxo o meu cabelo pra trás. Mantenha a calma. Abro os olhos. Enquanto eu procurava a calmaria, meu reflexo chamou a atenção. Não estava com nenhum corte e machucado, levantei a minha blusa e a barriga estava normal, sem marcas.  

 - Céus, o que diabos aconteceu ontem? - falei nervosa comigo mesma. O celular começou a tocar e atendi seguidamente. - Alô?  

- Filha, sou eu. - era o meu pai, grosso como sempre. - Eu e sua mãe ligamos diversas vezes ontem para você e não atendeu. Onde estava? 

Controlei minha gagueira e engoli a seco. Colocando a mão na barriga. 

- Eu fiz muitas consultas ontem e acabei chegando tarde. - bocejo com falsidade e finjo que estou com sono. - Perdão pai. 

- Certo, ainda bem que não aconteceu nada. Fiquei preocupado, qualquer coisa mande-me uma mensagem. Amanhã estarei aí. 

- Mas e o seu trabalho? - perguntei querendo soar aflita. 

- Sua mãe vai ficar no meu lugar. Depois conversaremos sobre isso. Ligo depois.

- Pai... – assim, ele desligou.

Droga, como odeio sua rigidez. Ele nem sequer parou pra me ouvir. Bufo e me olho de volta ao espelho. Aquela sombra, o jeito que andava e os suas vestes. Eram os únicos pensamentos que me restavam daquela pessoa. Nessa hora eu estaria morta. Isso não é normal, como o meu pai soou tão normal comigo? Para cair na realidade deveria estar no hospital sendo medicada. Deslizei a mão na minha barriga sentindo normal, nada de dor.

Virei pra trás e aquele copo ainda estava ali. Preciso tentar lembrar alguma coisa na noite anterior. Fora a perseguição e salvação. Sinto que não fiquei sozinha essa parte do tempo. Alguém cuidou de mim. É tão surreal. Porém, minhas lembranças estão sendo falhas comigo, tento compreender. Dificilmente conseguirei lembrar.

Fui ao banheiro, já tirando as vestes para tentar se fixar na realidade e ir para faculdade.

Já com a roupa escolhida, decidi de ir calça jeans e uma blusa branca juntando com o casaco cinza. Verifiquei se tinha esquecido algo mas tudo estava conferido. Peguei as chaves do carro e desci do apartamento. Segui até a porta giratória do prédio ás pressas por conta do atraso, meus olhos fixavam o ambiente. Muitas pessoas indo ao seus destinos era como se fosse minha rotina. Vivendo suas vidas correndo atrás do prejuízo. Isso não me traz a diferença sobre a minha própria vida. Trânsito estressante. Eu desejava um copo de café. Entretanto, não estou com tempo pra isso. Minha hora marcava a consulta com o paciente. Se eu chegar atrasada no estágio, meu orientador vai me matar pelos olhos. Girei as chaves do meu carro, ligando o mesmo. Pus as mãos no volante.

– ∞ –

Assim que cheguei na universidade, tinha carros de polícia. Investigando caso sobre ontem à noite. Senti um peso na consciência com o homem que tentou me proteger. Caminhando e ao mesmo tempo com olhos pro estacionamento, pensei em ver o corpo dele. Porém, já devem ter levado. Minha fisionomia ficou triste. Olhei pra baixo e voltei a minha visão normal de sempre. E sim, vi uma pessoa vindo na minha direção. Ele estava de jaleco. Seus cabelos loiros davam cor na sua pele tão branquinha. Era o Min Yoongi. Sorri aliviada quando o vi.

- Bom dia, flor do dia. – ele falou e me apertou para um abraço.

- É... Não acho uma palavra certa de dizer nesse momento. – falei com desânimo. Ele fez um bico como se não estivesse entendendo o que eu quis dizer e seus dedos bagunçaram os fios de cabelos rebeldes.

- Hum... Dia bom, flor do dia? Annyeonghaseyo? – o olhei franzindo a testa e ele soltou um riso, fiz o mesmo. – Você está meio atrasada.

- Meio? – fechei os olhos como se levasse uma facada no coração. – Porcaria, vou levar bronca do orientador.

- Você já está levando. – ele sorriu de lado. Olhei abismada pra Suga. – Brincadeira. Mas, cuidado.

- Seu idiota, eu pensei que era sua vez de ser orientador hoje. – dei um tapa de leve e ele reclamou rindo. – Bom, tenho que ir. Tchau.

- Até. – ele deu um beijo na minha mão.

Ele sempre faz isso.

Entrei no escritório, procurando o meu jaleco para pôr no meu corpo. Faltava pouca hora para atender o meu paciente. E para isso, eu precisava relaxar. Pois, era o meu primeiro dia como doutora por mais que seja nova. As câmeras onde permaneciam na parede, eram a do meu pai. Poderia ser fetiche dele ser vigiada por vinte quatro horas.

Não entendi do que aquele cara insinuou sobre ser a primeira. Não há mais nada confuso que esta frase. Meus lábios mordiam as unhas com um pouco de ansiedade. E justamente não está ajudando o meu relaxamento, apesar de que não é um bicho de sete cabeças para atender uma pessoa desconhecida. Portanto, eu procurava respostas. Uma chave disso. Para abrir essas informações. Tentando saber o porquê de estar sendo perseguida e quase morta por psicopatas, bateram na porta e vi o horário no relógio de pulso, me posicionando. Era a hora. Ajeitei os papéis que estava em cima da mesa, soltei a respiração pesada e voltei para a realidade.

- Entre. – olhei para o computador. E coloquei no programa.

- Bom dia, doutora ______. – era uma moça muito nova. Com muitos papeis na mão e uma pasta. Ela se achegou e sentou-se olhando para mim.

- Bom dia. – sorri. - Me dê esse papel. – falei com carisma e paciente, pegando a ficha. Olhei quem era, suas necessidades.

- O que lhe traz Emile? – falei enquanto olhava para o papel.

- Então, é que ultimamente estou sentindo muita febre. Fui para muitos médicos e nenhum deles me deram satisfação da doença. Eles apenas me deram remédios e juro que não aguento mais isso doutora.  

- Calma, você trouxe os exames do dia? – perguntei analisando tudo o que ela dizia.

- Oh, sim. Aqui.

- Deixa eu ver... – fiquei olhando as suas taxas, glicose, plaquetas e elas estavam normais. Olhei estranho para ela e a moça olhava esperançosa de uma resposta para mim. Porém, não poderia dar a doença mesmo estando muito bem de saúde. – Emile, aqui diz que você está completamente saudável. Está tudo normal. Vamos tentar outra coisa ok?

- Ok. – ela estava desanimada, pude notar no seu olhar.

Minha mão tocou na sua testa e estava pegando fogo de tão quente, tirei a mão rapidamente.

- Nossa. – falei ofegante após ter levado um susto. Meus dedos tremeram para ter certeza. E sim, eu estava certa. Muito quente. Puxei um termômetro e o deixei na sua boca. – Espere um minuto, está bem?

Parecia que eu estava tranquila, mas na verdade me tremia de nervosa e medo por dentro. Que porra está acontecendo, a garota está completamente normal. O exame mostra o fato. Não é possível. Isso não é normal. Sorri quando ela olhou pra mim calma. Não posso dar uma doença o que ela não demonstra, bom, demonstra. Mas no papel não diz isso. Tirei o termômetro e estava em quarenta e cinco graus, febril demais.

- Ai meu Deus. – olhei ansiosa, ela ficou nervosa e imediatamente puxei um medicamento da minha gaveta. – Por favor tome esse remédio agora.

- Doutora, não vai passar. Eu sei disso.

- Confie em mim. – eu sei o que estava fazendo. – Eu sei que não é nada profissional fazer isso, posso ser processada mas não vou deixar você indo e vindo com muitos exames de canto a canto. Vou te ajudar. Por favor deite-se aqui.

Ela se deitou. Dei remédio e esperei o efeito. Fiquei com os braços cruzados, com o meu pé balançando torcendo para que diminuísse o febre anormal dela. Esperei minutos e pude perceber o quão fiquei aliviada quando vi o termômetro voltando ao seu temperamento normal. E ela estava bem. Normal. Emile ficou surpresa.

- Eu não acredito. Você praticamente me curou. Ah! Obrigada. – ela sorriu grata, fiquei sem graça. Meus lábios formaram um sorriso sem jeito.

– ∞ –

- Impossível. Você está maluca. – Suga disse praticamente incrédulo tudo o que falei. Implorei para que ele acreditasse, mas não adiantava.

- Yoongi, eu ‘tô falando sério. Foi surreal isso. Ela estava com quarenta e cinco graus! Mas... – eu falava com tom desesperador e ansiosa, as palavras se misturavam. – Ela estava tão normal.

- _________, se ela estivesse com essa temperatura, a garota ‘taria morta. Entendeu? Morta. Não na clínica dessa faculdade. – ele ainda não acreditava. Suga era tão teimoso que eu era capaz de dar uns tapas fortes nele até ele aceitar. – O que diabos, ela veio fazer aqui?

- Porcaria, eu não sei, só fiz o meu trabalho tá bem? Não sei o que está acontecendo mais na minha vida. – bufei, pegando uma colher para adoçar o meu café quente com açúcar.

- Depois do que aconteceu ontem... – ele mordeu o pão doce e mastigava com fofura. Sorri com isso. Depois do que ele falou, fiz sinal que o Yoongi falasse baixo.

- Você é o único que sabe disso, então fica calado. – falei com cara feia e voz baixa. Ele brincou fingindo sua boca ser um zíper. E continuou a comer.

Encostei as minhas costas na cadeira para relaxar e gemi baixo de alivio. Olhei para frente. Era praça de alimentação e obviamente tinha muitas pessoas. Yoongi comia enquanto olhava para o celular. Então tinha um homem com jaqueta pesada preta juntamente com calça preta rebelde com suas  tatuagens amostra no pescoço de poucos detalhes e seu cabelo era castanho, destacando sua pele pálida. Ele estava com o capacete, indo em direção a saída. A sua aparência estava furiosa. Passei tanto tempo olhando que ele percebeu. Imediatamente tirei a vista.

- Então Yoongi... – droga, como sou muito curiosa. Ele fez um “hum?” enquanto mexia no celular.

Decidi olhar para o cara e ele ainda olhava para mim, era tão frio seus olhos. Sério. Intimidador. Sinto que fiquei com pouco de medo. De repente, a menina que consultei apareceu do seu lado. Ele rodeou seu braço no seu ombro e saiu.

- Terra chamando, _______. – Jimin falou estalando seus dedos na minha frente.

- Nossa Jimin, foi mal. Não te vi sentando na minha frente.

- Parecia que estava hipnotizada. – disse Jimin, ele pegou o copo do Yoongi e ele olhou sério pra ele. O ruivo ficou confuso. – O quê?

- Compre o seu, ladrão de cafés. – o loiro reclamou. Balancei a cabeça, eu e o Jimin rimos. 

De fato, a minha vida irá mudar depois do que aconteceu ontem e hoje. Ninguém irá acreditar em mim, Suga acreditou sobre em ser assaltada, mas na parte do cara assombroso. Suspiro. Com certeza, ele é super "ateu" nisso. Do que adianta? Nada. Só sei que a minha vida virou de cabeça pra baixo. Espero não piorar.


Notas Finais


Então galerus, desculpa pelo capitulo ser pequeno mas vamo com calma. <3 espero que gostem, comentem o que acharam, opiniões criticas sempre vão ser bem vindas! <3

abraços e flw c:


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