História Guardião Dimensional - Capítulo 57


Escrita por: ~ e ~LordeKoorishiro

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Palavras 2.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 57 - A indecisão de um dragão


O meio Saiyajin andou vagarosamente até a azulada, que caiu de joelhos no chão, enquanto chorava incondicionalmente. Ela apoiou as mãos no chão, enquanto as lagrimas desciam por seu rosto, sem que ela conseguisse controla-las ou até mesmo para-las. Fazer tal coisa era impossível para a Dragon Slayer. Seu rosto estava ficando inchado e vermelho, enquanto seus olhos já estavam avermelhados.

Ash sentia seu coração ser atravessado por laminas de ferro incandescentes. Seus ouvidos custavam a acreditar no que tinha ouvido a pouco, enquanto queria cair no choro, como sua companheira. Mas, no fundo, Ash sabia que se fizesse isso, correria o risco de ver Wendy quebrar. Tinha que ser forte caso quisesse ao menos tentar consolar sua amada. Logo, conseguiu vencer os poucos passos de distância de Wendy, sendo que se ajoelhou na frente da mesma. Logo sentiu ela voar em seu corpo, o apertando num abraço, sentindo suas roupas molharem, especialmente no tórax, que era onde Wendy havia escondido o rosto.

—Por que Ash? – Questionou ela, em desespero. – Porque ele tem que ser assim? Porque não pode ser como o Ichigo, ou a Kazehana?

Ash sentiu seu coração ser destruído mais uma vez. Não tinha ideia do que falar para ela naquele momento, embora soubesse a resposta. Demigra. A culpa era do deus demoníaco, que queria derrota-los de qualquer forma     

—Foi aquele cara. Ele o criou, e o incentivou a ser assim. – Disse Ash, evitando falar o nome do deus. – Mas um dia iremos destruí-lo de uma vez por todas, e ninguém mais ira sofrer.

Wendy olhou para ele, enquanto o moreno sentia que não iria aguentar se visse sua companheira com tal expressão por mais tempo. Amava demais Wendy para vê-la triste. Isso era inadmissível para ele.

—Nós nunca vamos conhecer ela? – Questionou. Ash olhou para o pergaminho que usava para mudar de dimensões. Deu um suspiro, vendo que a Marvell estava mais calma.

—Não sei. Somente a Sensei sabe…

Wendy assentiu, olhando para o mesmo objeto que o companheiro olhou momentos antes. Ela deu um suspiro, voltando a abraçar Ash.

Vegeta observava a cena se sentindo incomodado. Ele estava um pouco afastado, mas ainda sim presente. Tinha voltado para sua forma normal pouco depois que Kyouske escapou, sendo que ficou observando o casal ali. Nisso, sentiu como se sentisse falta de alguma coisa, ou como se algo faltasse em seu frio coração Saiyajin. Ele olhou para cima, e tentou descobrir o que era, até que ao colocar a mão no bolso, sentiu algo frio repousar ali. Tirou esse objeto do bolso. Uma correntinha de ouro. No pingente, um porta-retratos. Ele abriu o mesmo, e viu uma foto que foi forçado a tirar com Bulma e o bebê Trunks. Os dois sorriam, porém ele, tinha sua feição séria, emburrada, como Goku diria.

Nisso, percebeu do que estava sentindo falta. Era da mulher e do filho.

Na cúpula do tempo, Koorishiro olhava para os acontecimentos com Ash e Wendy sério. A Kaioshin observava ele com atenção, vendo que o deus dragão estava descontente. Nisso ele se virou para ela, que tomou um susto, já que o observava com tanta atenção. Ele percebeu que ela se assustara, porém não disse nada.

—Chronoa. – Chamou ele pelo nome dela, que ainda não sabia como o Deus tinha descoberto seu nome. Quase ninguém vivo sabia qual era, e mesmo assim um Dragão que conhecera a poucos minutos sabia ele.

—S-Sim? – Sua voz fraquejou. A garota desconfiasse que fosse pela forte áureo draconiano que o mesmo emitia sem parar.

—Era o destino dessa criança morrer? – Questionou, enquanto seus olhos eram frios. Chronoa olhou para o chão.

—Não. Na verdade, se não fosse por Demigra nada disso estaria acontecendo. Se ele não tivesse começado a alterar dimensões, Ash não teria sido escolhido por mim, consequentemente, não teria conhecido Wendy. Ela também não o teria como companheiro. Esse seria o Natsu, porém quando Demigra mexeu nas dimensões, alterou tudo. Originalmente não haveriam clones deles, porém houve. Mas como o estrago já foi feito, agora o destino não segue mais o curso original. Nesse novo curso, essa bebê deveria estar viva. Mas o balanço do tempo-espaço está abalado, mas graças a Ash e os outros está voltando ao lugar. – Explicou ela, vendo o Deus Dragão assentir depois. Ele se virou.

—Entendo. – Comentou ele. – Preciso ir ali.

—Ir onde!? – Questionou Chronoa, atônita. O Deus a ignorou, brilhando e sumindo em seguida. – Esse cara… Porque ele faz o que quer?

A pequena estava furiosa com as ações do dragão, afinal temia que o balanço do espaço-tempo fosse novamente abalado.

Koorishiro logo chega em um local mal iluminada, sendo que a única claridade do mesmo, vinha de dois tubos gigantes. Os mesmos estavam vazios, o que fez o dragão erguer uma sobrancelha, estranhando aquilo. Ali deviam ter duas bebês. Nisso, olhou para os cantos, sendo que encontrou uma luz mais ao fundo. Curioso, ele se dirigiu até o mesmo, com pressa, pois sentia que seu objetivo estava ali.

Logo chegou em outra sala, com uma mesa disposta ao centro. Seus olhos se arregalaram quando viu Kyousuke com uma esfera de energia apontada para duas bebês, deitadas na mesa. O ruivo sorria de forma sádica, enquanto as bebês olhavam para ele sem entender nada.

—Adeus, irmãzinhas… - Diz ele, pronto para disparar a rajada de energia. Porém quando ele ia fazer isso, sente uma forte dor no abdômen, enquanto cospe sangue, e arregala os olhos. Ao olhar para o mesmo, vê um punho fechado, que tinha atravessado seu corpo. A energia que ele carregava nas mãos, de repente some, e ele tenta olhar para trás, vendo apenas um par de olhos vermelhos. Porém, onde deveria ser branco, era negro.

—C-como ousa me m-matar? – Questionou, enquanto o dragão sorriu maldosamente. 

—Como ousou tentar mata-las? – Questionou Koorishiro, com um sorriso frio. – Essa é a minha vingança, Kyousuke. Morra.

Nesse momento, o corpo do clone começou a emitir faíscas elétricas, e de repente, seu corpo desapareceu num trovão, clareando todo o quarto. Nisso, apenas um pó caiu no local que ele estava, enquanto Koorishiro sorriu, se sentindo aliviado.

—Meu incomodo passou. – Nisso, olhou para as bebês. – Matar ele mais brutalmente na frente de vocês seria traumático para duas bebês.

As duas olharam rindo para ele, que sorriu também, apesar de não entenderam o que o Dragão quis dizer. Nesse momento, o mesmo olha para um canto sombrio, se colocando em posição de luta, enquanto rosnou.

—Quem está aí? – Questionou, com seus emitindo faíscas elétricas potentes. Ele tinha uma expressão furiosa no rosto. Nisso, ouviu uma risada, sendo que achou a voz vagamente familiar. Ele deu dois passos para trás, e seu rosto assumiu uma expressão de Surpresa. – V-você…?

Nisso, uma garota com cabelos brancos, sendo suas pontas negras, e seus olhos azuis como o mar. Em seus lábios, um sorriso angelical. Usava um Kimono branco e vermelho, sendo este bem fechado, enquanto usava calças para combate negras e longas, que ocultavam seus pés. Koorishiro arregalou os olhos.

—Mam… Quer dizer… Yukiko-senpai!? O que faz aqui? – Questionou, embolando as palavras no começo de sua frase. A outra deu um sorriso. Ela se aproximou do mesmo, e acariciou a cabeça dele, que inflou as bochechas. – Sabe que não sou mais um filhote para fazer isso, não é?

—Infelizmente não é mais. Dava menos trabalho quando era pequeno. – Disse, rindo um pouco. O mesmo não respondeu, apenas revirou os olhos, e depois olhou para as bebês. Yukiko percebeu o olhar dele, e deu um suspiro.

—Sabia que viria aqui depois de saber sobre o Kyousuke. – Disse ela, olhando para as duas crianças. – Bem, você acabou alterando essa dimensão completamente. Eu sempre te disse para nunca fazer isso, mas você é teimoso demais para escutar o que os mais velhos têm a dizer.

—Desculpe, mas não me agradou nada o fato de saber que ele matou duas irmãs naquela dimensão e saiu numa boa. – Fechou os punhos com força, enquanto deu um rosnado. Yukiko observou as reações dele, vendo que ele não havia mudado tanto depois de sua adolescência.

—Confesso, que no fundo, concordo com o que você fez. – Disse ela, olhando para ele, que ergue uma sobrancelha para ela. – Porém, não posso deixar que fique com duas bebês, sabendo que você não tem instinto paterno algum. Ao menos por enquanto.

—Quem disse isso? – Questionou ele, bufando. Yukiko pegou uma das bebês, que esticou a mãozinha para ela. – Vou ficar com ela, e criar como filha. Como fiz com você e com seu irmão.

—Deixe ele te ouvir falando isso, e ele vai ficar zangado. – Brincou Koorishiro, rindo. Nisso, pegou a criança que estava na mesa, e esta olhou para ele, enquanto sorriu. – Acho que pode ser divertido ser pai.

—Que bom que acha isso. Agora eu devo ir. – Disse ela. – Ah, a Kaioshin deve estar furiosa com você agora. Melhor voltar e explicar o que aprontou.

Koorishiro assente, com um sorriso sem graça. Nisso, a mesma desparece usando o tele transporte. Koorishiro faz isso logo depois dela.

Chronoa andava de um lado para o outro impaciente. Ela tinha as bochechas infladas. Olhava para a nova dimensão que havia sido criada, sendo que estava descrente. Temia que isso afetasse o balanço do espaço-tempo mais uma vez, e isso a preocupava muito. Ela tinha a suspeita que tinha sido o Deus Dragão que conhecera mais cedo tivesse causado isso.

Ao pensar nessa possibilidade, um brilho surge no local, sendo que o mesmo aparece com uma bebê enrolada em um manto. Chrona avança na direção dele furiosa.

—VOCÊ ALTEROU A DIMENSÃO, E ACABOU CRIANDO UMA NOVA, NÃO FOI!? – Gritou ela, furiosa, enquanto o mesmo olhou para ela, mesmo que estivesse mais preocupado em mimar a pequena criança.

—Na verdade, eu apenas dei uma organizada na bagunça de Demigra. Ele alterou as dimensões primeiro, então eu apenas matei uma criação dele. A proposito ele deve estar louco de raiva. Naquela dimensão, aquele Kyousuke seria tão forte que mataria Ash e Wendy. Era a única dimensão que isso aconteceria. – Disse o mesmo, com um sorriso. Chronoa bufou irritada, mas logo olhou para a criança.

—Você as salvou, não foi? – Questionou a Kaioshin. – Onde está a outra?

—Está em segurança com outra pessoa. – Respondeu ele. – Mas não sei o que vou fazer com ela, não sei como ser pai!

—Eu acho que posso te ajudar.-  Nisso, ele se virou, olhando para um moreno, de cabelos negros, pele clara, usando calça jeans e um colete com o Kanji para “dragão” nas costas. Seus cabelos, eram bagunçados, seus olhos negros e brilhantes.

—Ah, Ashura – Disse Koorishiro, olhando para a bebê em seu colo sendo que ela sorria para o mesmo. O dragão pela primeira vez estava demonstrando afeição por alguém que não fosse sua “mãe de criação”, e sua mentora. – O que eu faço com ela.

—Faça ela ser reencarnada em uma dimensão, nascendo de alguém. – Explicou Ashura, fazendo Koorishiro erguer uma sobrancelha. – O que foi, não foi uma boa ideia?

O dragão olhou para a pequena que sorria para si, sendo que sentiu um aperto no coração. A Kaioshin apenas observava os dois conversando, enquanto notou um olhar estranho no dragão que segurava a bebê. Era um olhar de hesitação, como se não soubesse o que deveria mesmo fazer. O dragão suspirou profundamente.

—Onde eu vou fazer ela ser reencarnada? – Questionou Koorishiro, não olhando para Ashura, a qual tinha feito a pergunta, mas sim para a pequena garota no seu colo.

—Que tal na dimensão que você é guardião? – Questionou ele. Koorishiro olhou para o outro dragão, sendo que seu olhar parecia preocupado. – O que foi?

—Não tem ninguém grávida lá – Retrucou Koorishiro, num tom frio, se agarrando mais a bebê. Ashura ergueu a sobrancelha ao ver o dragão abraçando a criança mais forte.

—Ele se apegou a ela? – Se perguntou em pensamento.

—Mas em breve irá ter, e você sabe disso. – Retrucou ele, mexendo sua calda lentamente. Koorishiro suspirou, derrotado.

—Vamos fazer isso. – Disse ele. – Não… Você vai fazer isso. Já que deu a ideia.

Ashura olhou para ele, não gostando do que ouviu. Ele iria retrucar, porém parou quando viu Koorishiro olhar para a pequena bebê, e dizer, quase que somente para ela ouvir.

—Eu vou ir te visitar, ouviu, minha filha? Shizuka… Se cuida tá? – Pediu ele, beijando o topo da cabeça da bebê que sorriu, enquanto esticava os bracinhos para pegar o rosto de Koorishiro.

—Uaa - Grunhiu ela, com sua voz de bebê, um tanto fofa. Nisso, Koorishiro entregou a bebê para Ashura, e brilhou sumindo dali. O Saiyajin ainda tentava entender o que aconteceu naquele momento, enquanto a Kaioshin apenas observava tudo. Shizuka mexeu sua pequena calda lentamente, sendo que deu um sorriso olhando para ele.

—Eu nunca vi esse idiota assim… - Murmurou Ashura, olhando para onde ele havia sumido. Nisso, olhou para a criança. – Bom, vamos fazer você reencarnar no 320 então.

Chronoa apenas observava o que ele dizia em murmúrios, não dizendo nada em resposta. Ela sentia pena do dragão que havia saído dali naquele momento.

Ichigo acordou atordoado. Ele olhou para onde estava, e reconheceu a dimensão de Megaman X. Logo olhou ao seu lado, vendo Mavis ainda desacordada, o que desesperou o filho de Ash.

—Mavis-chan! – Exclamou ele, balançando ela levemente, sendo que logo a louro deu sinais de estar acordando. Ela abriu os olhos, sendo que estava um tanto cansada. Ela olhou para Ichigo, que suspirou aliviado, abraçando ela. – Tudo bem?

—Acho que sim… - Disse ela, olhando em volta. – Onde estamos? Não estávamos na guilda?

—Sim. Acho que mudaram a gente de dimensão. – Disse o meio Saiyajin nervoso. – E aposto a conta da sorveteria que foi Demigra que fez isso.

Mavis assente, enquanto uma expressão de raiva surge em seu rosto.

Haru olhava para cima com raiva, enquanto olhava para um loiro em cima de um pássaro branco, sendo que este era feito de argila. Shirou olhou para a garota, sendo que viu que ela estava furiosa. Gaara e Juvia também encarava o mesmo.

—Então, Shukaku. O que vai fazer? – Questionou Deidara em cima do pássaro, com um sorriso completamente sádico. – Eu vou mostrar a vocês minhas obras de arte!

—E nós vamos ter de fraturar alguns ossos do artista pelo visto. – Disse Shirou, com um sorriso que não chegava ao rosto. Gaara deu um sorriso, que quase nunca era visto. O sorriso, no entanto, era de maldade.



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